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Programa concede bolsas de mestrado e doutorado para fora do Amazonas

Programa irá conceder até 25 bolsas para mestrado e 25 para doutorado. A submissão de propostas pode se feita até o dia 24 de maio 

Investir na formação de recursos humanos em áreas estratégicas nas quais o Amazonas ainda não possui programas de pós-graduação em nível de mestrado ou doutorado é objetivo do Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-Capes/Fapeam) lançado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

Para participar é preciso residir no Amazonas, há no mínimo quatro anos, e estar matriculado em curso de pós-graduação Stricto Sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela Capes em outros Estados da Federação. Além de não ter recebido bolsa da Fapeam ou de outra agência de fomento para estudos no mesmo nível.

A submissão de proposta para concorrer à bolsa pode ser feita até o dia 24 de maio. Ao todo, o programa irá conceder até 25 bolsas para mestrado e 25 para doutorado. A previsão é que o resultado seja divulgado no mês de junho e a implementação das bolsas no mês de agosto deste ano.

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 A bolsa de mestrado corresponde ao valor de R$1,5 mil, com o prazo estipulado de, no máximo, 24 meses.  Para doutorado o valor sobe para R$ 2,2 mil, com vigência por, no máximo, 48 meses. As duas modalidades de bolsas serão pagas a partir do mês de implementação.

Conforme especificado no edital, não serão concedidas bolsas referentes aos meses já cursados anteriormente ao mês da implementação.

 Submissão de Proposta

 As propostas deverão ser apresentadas em Formulário online específico e enviadas por meio eletrônico, via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam), disponível no endereço eletrônico: http://www.fapeam.am.gov.br.

 Para acessar o formulário o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados. Novos usuários deverão realizar o cadastro no banco de pesquisadores da Fapeam. Além do envio do Formulário on line, a submissão da proposta requer a apresentação da documentação complementar a ser anexada ao sistema SIGFapeam, como detalhado no edital.

 Não serão aceitas propostas que não foram submetidas via internet. Após o prazo final para recebimento das propostas, nenhuma proposta nova será recebida, examinada e julgada.

Para acessar o edital Clique Aqui

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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Projetos submetidos ao PPP são avaliados por consultores externos

Programa conta com investimento de R$1,5 milhão oriundos da Fapeam e CNPq

Mais de 140 propostas submetidas no Programa de Infraestrutura para Jovens Pesquisadores-Programa Primeiro Projetos (PPP), edital Nº 004/2017, foram avaliadas, nesta quarta-feira (18), na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). A previsão é que o resultado com as propostas aprovadas seja divulgado ainda no mês de abril.

A avaliação foi  feita  por sete consultores externos de várias áreas do conhecimento vindos de diferentes localidades do país. A ação é para garantir segurança e transparência  na seleção dos projetos.

O edital tem como objetivo apoiar a aquisição, instalação, modernização, ampliação ou recuperação da infraestrutura de pesquisa científica e tecnológica nas instituições públicas e particulares, sem fins lucrativos, de ensino superior e/ou de pesquisa, sediadas ou com unidades permanentes no Estado do Amazonas visando dar suporte à fixação de jovens pesquisadores doutores de novos grupos, em quaisquer áreas do conhecimento.

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Com um investimento de quase R$1,5 milhão, o programa  é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Os projetos aprovados terão vigência de até 24 meses, a contar da assinatura do termo, com término em até 30 dias após o prazo de execução.

“A partir desta reunião serão definidos quais serão os projetos aprovados para o financiamento. As propostas podem requerer até R$100 mil de auxilio pesquisa, sendo que 70% deverão ser destinados a despesas de capital e 30% a despesas de custeio”, disse a responsável pelo Departamento de Análise de Projetos (Deap) da Fapeam, Michele Brito.

 No caso de instituições de ensino superior e/ou pesquisa privada, os recursos financeiros destinados a custeio formarão parte da contrapartida da instituição, sendo os recursos deste edital somente poderão ser aplicados em despesas de capital no valor máximo de R$ 70 mil.

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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Projetos inovadores desenvolvidos no Amazonas são apresentados em seminário

Um sistema de quarentena de peixes ornamentais associado com plantas aquáticas e um projeto que usa atmosfera modificada para prolongar vida útil de alimentos foram apresentados na manhã desta terça-feira (17), durante o Seminário de Avaliação dos Resultados Finais do Programa Sinapse da Inovação. O evento realizado na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), no bairro Flores, segue até quarta-feira (18), a partir de 8h30.

Os projetos desenvolvidos contam com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, em parceria com a Fundação Centros de Referências em Tecnologias Inovadoras (Certi). Lançado em 2015, o Sinapse da Inovação teve como objetivo transformar ideias inovadoras em negócios de sucesso, além de fortalecer o empreendedorismo, cenário inovador e econômico no Amazonas.

Com o projeto 100% concluído, o doutor em Biologia Aquática e Pesca Interior, Michel Fabiano Catarino, apresentou o projeto “Aquaponia Neles! Quarentena de Peixes Ornamentais Amazônicos Associados a Plantas Aquáticas”. O sistema desenvolvido por ele dentro do programa é um modelo de quarentena,  onde os recintos em que os peixes permanecem, após o transporte e antes de serem exportados, ficam associados com tanques contendo plantas aquáticas.

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Michel Fabiano Catarino, apresentou o projeto “Aquaponia Neles! Quarentena de Peixes Ornamentais Amazônicos Associados a Plantas Aquáticas”

 

Catarino disse que as plantas absorvem elementos químicos dissolvidos na água, provenientes dos  excretas dos peixes confinados no sistema de quarentena e de excesso de alimentos, utilizando-os como nutrientes para seu crescimento, o que permite a diminuição da quantidade de Amônia no sistema. Com isso é possível melhorar a qualidade da água, com reflexos positivos na saúde dos peixes, garantindo à comercialização de peixes ornamentais amazônicos com a qualidade sanitária requerida pelo mercado mundial.

Durante o projeto foi possível desenvolver o sistema, capacitar a equipe, realizar experimentos e fortalecer a rede de fornecedores.

Intitulado o “Preparo de pratos prontos para o consumo à base de pescado embalado sob atmosfera modificada”, o doutor em Aquicultura, Marcondes Gonzaga Júnior, desenvolveu um projeto que pretende prolongar a vida útil de alimentos em até 45 dias e, ainda, potencializar a venda de produtos oriundos da pesca dos rios e lagos da Amazônia.

A inovação visa à diversificação da oferta de produtos pesqueiros, por meio do lançamento do uso de embalagens  com atmosfera modificada, aumentando a vida útil (tempo) destes produtos nas prateleiras.

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Marcondes Gonzaga Júnior apresentou o projeto “Preparo de pratos prontos para o consumo à base de pescado embalado sob atmosfera modificada”

 

A tecnologia consiste no processo de embalamento de pescados minimamente processados, que seriam os pratos prontos, aliado a uma atmosfera otimizada de gases.

“Esses gases vão controlar as ações microbiológicas, físicas e químicas do determinado produto prolongando a vida útil dele por até 45 dias. Já apresentamos o produto para diversos clientes e estabelecemos algumas parcerias de comercialização”, destacou o empreendedor.

Seminário

Durante a abertura do evento, o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, disse que um dos grandes desafios é a busca por soluções inovadoras que impulsionem a economia do Estado. Ele destacou que o Sinapse da Inovação foi um passo importante e que a proposta é que essas ações se transformem em benefícios para população do Amazonas.

“O que esperamos a partir da primeira versão do programa que foi realizada, fruto de um projeto piloto com a Certi, é que outras ações como esta possam acontecer. Queremos que as empresas dessa edição possam contar o seu sucesso e a experiência em relação o Sinapse na próxima edição. Sabemos que o investimento de R$50 mil, para cada projeto, não é capaz de alavancar uma empresa, mas tem como função principal mostrar para cada um dos empreendedores que apesar do caminho não ser fácil, ele é possível”, contou.

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Diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, disse que um dos grandes desafios é a busca por soluções inovadoras que impulsionem a economia do Estado

Reis parabenizou os coordenadores e enfatizou ainda que o Estado tem condições plenas de sair de um estágio que a economia depende, quase exclusivamente, dos incentivos da Zona Franca de Manaus para uma economia mais sustentável por meio das riquezas do Estado.

“Temos algo que nos diferencia de qualquer outro lugar do planeta: a marca Amazônia. Precisamos aprender a trabalhar essa marca em benefício dos negócios que acontecem no Estado e do que podem trazer para economia local e benefício à população”, pontuou.

Segundo o diretor do Certi Amazônia, Marco Giágio, um novo edital está sendo viabilizado com previsão de ser lançado ainda este ano. A negociação da nova edição já dura um ano e vem sendo feita com apoio Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) no contexto de financiamento pelo incentivo da Lei de Informática.

“Estão em avaliação final da nossa proposta e estamos confiantes que eles vão aprovar esse novo desenho de financiamento. Uma vez aprovado vamos poder buscar junto às empresas do Polo Industrial de Manaus, que tem a obrigação da Lei de Informática, o financiamento para fazer a segunda edição do Sinapse da Inovação. Entendemos que o programa tem que ser uma engrenagem que, frequentemente, ajuda a rodar o ecossistema de inovação”, detalhou.

Serviço

Seminário de Avaliação Final do Sinapse da Inovação

Data: 17 e 18 de abril

Horário:   8h30 às 12h  e 14h às 17h

Local: Fapeam –  Rua Sobradinho, N°100 – Flores

 

 

 

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Resultados de projetos inovadores serão apresentados em seminário de avaliação

Programa incentiva o empreendedorismo e fortalece o ecossistema de inovação no Amazonas

Os resultados de 28 projetos inovadores desenvolvidos no âmbito do Sinapse da Inovação serão apresentados nos dias 17 e 18 de abril, a partir de 8h30, durante o Seminário de Avaliação Final do Programa.  O evento será realizado no salão Tauató, na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), no bairro Flores.

O programa é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, em parceria com a Fundação Centro de Referência em Tecnologia Inovadoras (Fundação Certi), para incentivar o empreendedorismo inovador por meio de treinamentos, orientações e acompanhamentos a cada empresa selecionada no  Sinapse da Inovação.

Lançado em 2015, o programa  contou com um investimento de mais de R$ 1 milhão. Mais de mil propostas foram submetidas no Sinapse da Inovação. Desse total, 150 foram classificadas e 40 aprovadas, sendo que 28 empresas assinaram contratos com o programa.

 Projetos

Um dos projetos que serão apresentados no evento é o  Park Web, o sistema  ajuda  motoristas a encontrarem estacionamentos próximos ao seu local de destino, com vaga disponível em tempo real por meio do site ou do aplicativo.

A ferramenta é capaz de gerenciar a entrada e saída de veículos nos estacionamentos onde estiver instalado e disponibilizará, em tempo real, um mapa com todas as vagas disponíveis.

“Com isso, o usuário tem a possibilidade de encontrar uma vaga próximo do local desejado sem precisar ficar procurando estacionamento ou deixar o veículo na rua, correndo até mesmo o risco de ser multado”, afirma o empreendedor Maridilson Ribeiro.

Outro projeto que foi desenvolvido com apoio da Fapeam é o  “Trocados”, o aplicativo permite receber o troco por meio do celular. A tecnologia foi desenvolvida com objetivo de facilitar a rotina dos comerciantes e clientes do Amazonas. A plataforma permite que os consumidores possam receber “os trocados” quando o operador de caixa não tiver o valor disponível, principalmente as moedas.

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Aplicativo “Trocados” permite receber o troco por meio do celular. O projeto conta com apoio da Fapeam

Segundo o coordenador do projeto, Silvestre Paiva, um cenário comum nas lojas é a falta de troco, principalmente, quando se trata de moedas. Sentindo na pele essa dificuldade, ele em parceria com amigos apostaram nessa ideia de desenvolver um produto que facilitasse a vida do consumidor e do comerciante ao mesmo tempo.

“Criamos uma plataforma que permite o comércio passar o troco para o consumidor apenas com o número do celular. Assim, o cliente receberá o valor, imediatamente, por meio, do aplicativo, podendo acumular, transferir para uma conta bancária ou até colocar recarga de crédito no telefone, se houver saldo suficiente. É importante ressaltar que no primeiro momento o consumidor para receber o valor pelos “Trocados”  não precisará  ter o aplicativo instalado no aparelho. A partir do momento que a empresa pede o número do celular do cliente, ele já recebe uma mensagem informando, por exemplo, que “o mercadinho da dona Maria acabou de transferir R$0,50, para visualizar, consultar e usar seu troco baixe o aplicativo”. Nesse momento a pessoa poderá fazer o download do aplicativo e realizar o cadastro, assim o valor estará disponível na sua conta”, explica Paiva.

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No total, 28 projetos inovadores irão apresentar seus resultados durante o Seminário de Avaliação Final

Serviço

Seminário de Avaliação Final do Sinapse da Inovação

Data: 17 e 18 de abril

Horário:   8h30 às 12h  e 14h às 17h

Local: Fapeam –  Rua Sobradinho, N°100 – Flores

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

Fotos- Érico Xavier

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Obra “Tambor dos Pretos” será lançada pelo antropólogo amazonense João Siqueira no próximo dia 19

A obra é resultado de pesquisa de Doutorado do autor, que contou com recursos da Fapeam

Narrar e refletir sobre a história dos quilombos no Brasil não é algo comum, principalmente, em se tratando das comunidades instaladas na Amazônia, mesmo com toda a sua representatividade sociocultural, étnica e econômica para o País. Porém, novas publicações estão surgindo com o intuito de dar vez e voz à história dessas comunidades. Uma delas é o livro “Tambor dos pretos: processos sociais e diferenciação étnica no rio Jaú, Amazonas”. A obra é de autoria do antropólogo amazonense João Siqueira e será lançada no próximo dia 19 de abril, no Rio de Janeiro. A publicação é da editora da Universidade Federal Fluminense.

Resultado da pesquisa de Doutorado do autor, defendida em 2012, o livro apresenta uma ampla re­flexão sobre a formação de unidades sociopolíticas identificadas com o quilombo do Tambor e ainda, sobre o caso da Associação Quilombola de São Raimundo do Pirativa, no Amapá. Nesse cenário, a obra traz a trajetória dos principais responsáveis pelo estabelecimento do Quilombo do Tambor: José Maria dos Santos e sua esposa, Otília Maurícia dos Santos. Foram eles os desbravadores do lugar, que se tornou mais tarde locus de organização e de resistência de seus descendentes.

“Consta que, após a chegada da família, esse lugar se tornou um ponto de referência para os moradores do rio Jaú. Em decorrência do desenvolvimento do grupo doméstico, foi escolhido um novo lugar, oito quilômetros rio abaixo do Tambor Velho, também à margem esquerda, para construir a atual comunidade do Tambor”, explica Siqueira.

Antropólogo João Siqueira

Livro é resultado da pesquisa de doutorado do autor, defendida em 2012, que contou com apoio da Fapeam

 

Em meio à narrativa da trajetória desse povo quilombola, o autor chama a atenção para os mecanismos de vigilância e de repressão adotados pelo Poder Público com o objetivo de expulsar os moradores do Quilombo do Tambor de suas áreas tradicionais de ocupação. Essas tentativas se deram num contexto da exploração extrativista e do funcionamento de empreendimentos seringalistas na região do Jaú.

O livro também aborda sobre a percepção do domínio exercido por essas famílias na localidade ao ponto das pessoas de fora da comunidade passarem a designar o local, com base num viés racial, indicativo também de uma classi­ficação social, utilizando termos como “rio dos pretos”, “rio da pretalhada”, “pretos do Paunini” e “Tambor dos pretos”.

Esta é a terceira obra de João Siqueira. Ele já publicou, em 2016, o livro “Uma doença, diversos olhares: representação da malária em Nossa Senhora de Fátima, em Manaus” e também uma obra acerca dos trabalhadores rurais no Tarumã-Mirim em parceria com outros autores. O autor destaca o financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) na etapa de elaboração da pesquisa. “Quero  fazer o devido agradecimento à Fapeam pelo apoio recebido. Vale destacar que, por meio de seus programas e bolsas, esta Instituição tem apoiado os pesquisadores e contribuído  ativamente para o desenvolvimento da pesquisa no Estado do Amazonas”, disse o antropólogo.

Sobre o autor – Graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), João Siqueira possui mestrado interinstitucional em Saúde, Sociedade e Endemias na Amazônia – programa resultante de parceria entre a Ufam, a Universidade Federal do Pará (UFPA) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e é doutor em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense-UFF.

Ele trabalhou como professor na UFAM no período de 2000 a 2002, em seguida, atuou como pesquisador da área de Antropologia na Fundação Estadual de Política Indigenista (Fepi-AM). A partir de 2004, Siqueira passou a integrar o corpo docente na Universidade do Estado do Amazonas (UEA), onde permaneceu até meados de 2011. Em 2006, o autor ingressou no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e atualmente, está vinculado à Delegacia Federal de Desenvolvimento Agrário do Amazonas (DFDA), atuando como antropólogo e analista em desenvolvimento e reforma agrária.

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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Pesquisa analisou encontro entre Amazônia e o pensamento marxista brasileiro

Estudo será apresentado ao público na Ufam, na próxima segunda-feira (9), às 14h

Analisar o encontro entre a Amazônia e o pensamento marxista brasileiro foi objetivo de um estudo desenvolvido pelo doutor em Sociologia Luiz Fernando de Souza Santos. A pesquisa é fruto da tese de doutorado dele e será apresentada ao público na próxima segunda-feira (9), às 14h, no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e Sociais (ICHL), da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Intitulado “Entre o Mágico e o Cruel: a Amazônia no Pensamento Marxista Brasileiro” a pesquisa contou com apoio do Governo do Amazonas, via a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-AM).

Desenvolvido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, Santos disse que o estudo partiu das seguintes hipóteses: a Amazônia não é o relicário de um passado remoto, mas é presente, intimamente ligada que está às formas de acumulação capitalista. E mais que uma espacialidade geográfica particular, ela se constitui para as ciências sociais, para o marxismo brasileiro, num potente elemento de explicação heurística, que nos ajuda a refletir melhor sobre o sentido de nossa época.

“A possível contribuição desta pesquisa para a sociedade, reside no debate que faz entre os nexos do local/regional com a nação e o mundo. Os projetos de desenvolvimento à nação e a região devem estar submetidos a uma lógica que faça a ruptura com dualismos como centro e periferia, que só reificam as desigualdades. O desenvolvimento da região se baseia no padrão que rompe  modelos, que a destinam como um lugar de acumulação primitiva de capital em favor do capital industrial e financeiro, como até aqui tem se dado”, pontuou.

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Pesquisa contou com apoio da Fapeam e foi realizada pelo doutor em Sociologia Luiz Fernando de Santos

Segundo Santos, a linha da pesquisa é do pensamento social e de teoria sociológica.  Na era dos discursos científicos assépticos, ou de críticas radicais que não ultrapassam os umbrais das formas estetizadas de enunciação, próprias do império dos termos acompanhados pelo prefixo pós (pós-moderno, pós-estruturalismo, pós-marxismo, pós- colonialismo).

“Este é um trabalho que se envolve com uma página da sociologia brasileira, particularmente da Escola Sociológica Paulista, que pretende retirar da quietude, do silêncio, seus nexos com a tradição marxista e os desdobramentos destes no encontro dessa escola e dessa tradição intelectual com a Amazônia”, explicou.

Entre os resultados da pesquisa ele destaca a contribuição teórica para uma apreensão da Amazônia como artefato sócio-histórico-cultural.  Trazer para o âmbito da teoria sociológica o encontro que remonta ao século XIX, atravessa o século e chega até o presente, do marxismo com a região Amazônica.

“Conexo ao item anterior, esta pesquisa pôde demonstrar que Karl Marx, em sua obra fundamental, O Capital, já possui marcas dos trópicos em sua exposição da crítica da economia política. Por fim, derivado da hipótese assinalada antes, a tese pôde demonstrar que, através da Amazônia, é possível uma leitura sociológica da nação e do mundo”, disse.

Metodologia

 Para o estudo foram usados elementos diversos: leitura e análise de livros, capítulos de livros, dos autores centrais à pesquisa. Também foram realizadas entrevistas com os pesquisadores da Amazônia que trazem marcas da influência da Escola Sociológica Paulista. Assim como foi coletado e analisado uma massa documental elativa aos cursos de Ciências Sociais da Universidade Federal do Pará e Universidade Federal do Amazonas que informavam sobre o processo de formação dos pesquisadores destas universidades e o contexto de institucionalização dos referidos cursos.

“Os autores analisados são aqueles da chamada Escola Sociológica Paulista e aqueles que, professores-pesquisadores das Universidades Federais do Amazonas e Pará, dialogaram com a referida Escola, a saber: Florestan Fernandes, Octavio Ianni, Fernando Henrique Cardoso, José de Souza Martins, Francisco de Oliveira, Renan Freitas Pinto, Marilene Correa da Silva Freitas, Violeta Refkaleski Loureiro e Alex Fiúza de Melo”, explicou.

PROPG-AM

O programa concede bolsas de mestrado e doutorado aos profissionais graduados, residentes no Estado do Amazonas há, no mínimo, quatro anos, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela Capes em outros Estados da Federação.

“O apoio da Fapeam  foi de suma importância para o desenvolvimento desta pesquisa. Compreendo que esta Fundação é estratégica para o desenvolvimento de uma política de Ciência, Tecnologia e Inovação que efetivamente contribua para que a região tenha melhor destino”, disse.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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Pesquisa analisou encontro entre Amazônia e o pensamento marxista brasileiro

Estudo será apresentado ao público na Ufam, na próxima segunda-feira (9), às 14h

Analisar o encontro entre a Amazônia e o pensamento marxista brasileiro foi objetivo de um estudo desenvolvido pelo doutor em Sociologia Luiz Fernando de Souza Santos. A pesquisa é fruto da tese de doutorado dele e será apresentada ao público na próxima segunda-feira (9), às 14h, no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e Sociais (ICHL), da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

Intitulado “Entre o Mágico e o Cruel: a Amazônia no Pensamento Marxista Brasileiro” a pesquisa contou com apoio do Governo do Amazonas, via a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Bolsas de Pós-Graduação em Instituições fora do Estado do Amazonas (PROPG-AM).

Desenvolvido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em parceria com a Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, Santos disse que o estudo partiu das seguintes hipóteses: a Amazônia não é o relicário de um passado remoto, mas é presente, intimamente ligada que está às formas de acumulação capitalista. E mais que uma espacialidade geográfica particular, ela se constitui para as ciências sociais, para o marxismo brasileiro, num potente elemento de explicação heurística, que nos ajuda a refletir melhor sobre o sentido de nossa época.

“A possível contribuição desta pesquisa para a sociedade, reside no debate que faz entre os nexos do local/regional com a nação e o mundo. Os projetos de desenvolvimento à nação e a região devem estar submetidos a uma lógica que faça a ruptura com dualismos como centro e periferia, que só reificam as desigualdades. O desenvolvimento da região se baseia no padrão que rompe  modelos, que a destinam como um lugar de acumulação primitiva de capital em favor do capital industrial e financeiro, como até aqui tem se dado”, pontuou.

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Pesquisa contou com apoio da Fapeam e foi realizada pelo doutor em Sociologia Luiz Fernando de Santos

Segundo Santos, a linha da pesquisa é do pensamento social e de teoria sociológica.  Na era dos discursos científicos assépticos, ou de críticas radicais que não ultrapassam os umbrais das formas estetizadas de enunciação, próprias do império dos termos acompanhados pelo prefixo pós (pós-moderno, pós-estruturalismo, pós-marxismo, pós- colonialismo).

“Este é um trabalho que se envolve com uma página da sociologia brasileira, particularmente da Escola Sociológica Paulista, que pretende retirar da quietude, do silêncio, seus nexos com a tradição marxista e os desdobramentos destes no encontro dessa escola e dessa tradição intelectual com a Amazônia”, explicou.

Entre os resultados da pesquisa ele destaca a contribuição teórica para uma apreensão da Amazônia como artefato sócio-histórico-cultural.  Trazer para o âmbito da teoria sociológica o encontro que remonta ao século XIX, atravessa o século e chega até o presente, do marxismo com a região Amazônica.

“Conexo ao item anterior, esta pesquisa pôde demonstrar que Karl Marx, em sua obra fundamental, O Capital, já possui marcas dos trópicos em sua exposição da crítica da economia política. Por fim, derivado da hipótese assinalada antes, a tese pôde demonstrar que, através da Amazônia, é possível uma leitura sociológica da nação e do mundo”, disse.

Metodologia

 Para o estudo foram usados elementos diversos: leitura e análise de livros, capítulos de livros, dos autores centrais à pesquisa. Também foram realizadas entrevistas com os pesquisadores da Amazônia que trazem marcas da influência da Escola Sociológica Paulista. Assim como foi coletado e analisado uma massa documental elativa aos cursos de Ciências Sociais da Universidade Federal do Pará e Universidade Federal do Amazonas que informavam sobre o processo de formação dos pesquisadores destas universidades e o contexto de institucionalização dos referidos cursos.

“Os autores analisados são aqueles da chamada Escola Sociológica Paulista e aqueles que, professores-pesquisadores das Universidades Federais do Amazonas e Pará, dialogaram com a referida Escola, a saber: Florestan Fernandes, Octavio Ianni, Fernando Henrique Cardoso, José de Souza Martins, Francisco de Oliveira, Renan Freitas Pinto, Marilene Correa da Silva Freitas, Violeta Refkaleski Loureiro e Alex Fiúza de Melo”, explicou.

PROPG-AM

O programa concede bolsas de mestrado e doutorado aos profissionais graduados, residentes no Estado do Amazonas há, no mínimo, quatro anos, interessados em realizar curso de pós-graduação stricto sensu, em Programa de Pós-Graduação recomendado pela Capes em outros Estados da Federação.

“O apoio da Fapeam  foi de suma importância para o desenvolvimento desta pesquisa. Compreendo que esta Fundação é estratégica para o desenvolvimento de uma política de Ciência, Tecnologia e Inovação que efetivamente contribua para que a região tenha melhor destino”, disse.

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Inscrições para o Prêmio Newton 2018 estão abertas

Incentivo adicional de 1 milhão de reais será concedido a projetos do Fundo Newton em cada um dos 4 países da América Latina: Brasil, Chile, Colômbia e México

O Governo Britânico, em parceria com o Fundo Newton, abre as inscrições para o Prêmio Newton 2018. Os países contemplados para a chamada são Brasil, Chile, Colômbia e México. São elegíveis beneficiários existentes ou passados de projetos financiados pelo Newton Fund. O prêmio será concedido para a melhor pesquisa ou inovação que promova desenvolvimento econômico, bem-estar social ou que enfrente desafios globais.

O Prêmio Newton reconhece e celebra pesquisas e inovações de excelência financiadas pelo Fundo Newton, desde o seu lançamento em 2014. Ele busca incentivar pesquisadores e inovadores a participarem como parceiros do Reino Unido e a trabalharem para responder aos mais urgentes desafios globais.

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Neste ano, cinco projetos serão contemplados, pelo menos um prêmio para cada país será concedido, no valor máximo de 200 mil libras, aproximadamente 1 milhão de reais, o qual deve ser usado para avançar ou desenvolver trabalhos existentes no Fundo Newton. A lista de inscrições será analisada por um comitê independente, liderado pelo Sir Venkatraman Ramakrishnan, um dos mais ilustres cientistas britânicos, vencedor do Prêmio Nobel e presidente da Royal Society de Londres.

“A América Latina tem uma riqueza de excelentes pesquisadores trabalhando em colaboração com o Reino Unido para abordar questões diversas como biodiversidade, saúde e observação da Terra através das parcerias do Fundo Newton na região. Como presidente do Comitê do Prêmio, estou ansioso para descobrir mais sobre esses empreendimentos colaborativos”, afirmou o cientista.

As inscrições, em inglês, são feitas pelo site até o dia 25 de maio de 2018:

http://www.newtonfund.ac.uk/newtonprize/

 

Fonte: Confap

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Inscrições para o Prêmio Newton 2018 estão abertas

Incentivo adicional de 1 milhão de reais será concedido a projetos do Fundo Newton em cada um dos 4 países da América Latina: Brasil, Chile, Colômbia e México

O Governo Britânico, em parceria com o Fundo Newton, abre as inscrições para o Prêmio Newton 2018. Os países contemplados para a chamada são Brasil, Chile, Colômbia e México. São elegíveis beneficiários existentes ou passados de projetos financiados pelo Newton Fund. O prêmio será concedido para a melhor pesquisa ou inovação que promova desenvolvimento econômico, bem-estar social ou que enfrente desafios globais.

O Prêmio Newton reconhece e celebra pesquisas e inovações de excelência financiadas pelo Fundo Newton, desde o seu lançamento em 2014. Ele busca incentivar pesquisadores e inovadores a participarem como parceiros do Reino Unido e a trabalharem para responder aos mais urgentes desafios globais.

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Neste ano, cinco projetos serão contemplados, pelo menos um prêmio para cada país será concedido, no valor máximo de 200 mil libras, aproximadamente 1 milhão de reais, o qual deve ser usado para avançar ou desenvolver trabalhos existentes no Fundo Newton. A lista de inscrições será analisada por um comitê independente, liderado pelo Sir Venkatraman Ramakrishnan, um dos mais ilustres cientistas britânicos, vencedor do Prêmio Nobel e presidente da Royal Society de Londres.

“A América Latina tem uma riqueza de excelentes pesquisadores trabalhando em colaboração com o Reino Unido para abordar questões diversas como biodiversidade, saúde e observação da Terra através das parcerias do Fundo Newton na região. Como presidente do Comitê do Prêmio, estou ansioso para descobrir mais sobre esses empreendimentos colaborativos”, afirmou o cientista.

As inscrições, em inglês, são feitas pelo site até o dia 25 de maio de 2018:

http://www.newtonfund.ac.uk/newtonprize/

 

Fonte: Confap

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Edição Integral e atualizada da Obra Poranduba Amazonense é lançada em Manaus

Livro traz resgaste da literatura indígena na Amazônia e foi organizado a partir da pesquisa e o contato do Barbosa Rodrigues com as populações indígenas e ribeirinhas da Amazônia

O livro “Poranduba Amazonense”, do cientista e pesquisador João Barbosa Rodrigues foi lançado na última quarta-feira (28), na Universidade do Estado do Amazonas (UEA). O Livro traz o resgaste da literatura indígena e foi organizado a partir da pesquisa e o contato do Barbosa Rodrigues com as populações indígenas e ribeirinhas da Amazônia. A nova edição, organizada pelo professor Tenório Telles, recupera a edição original com todas as narrativas e mais o Dicionário Português/Nheengatu.

A obra tem 663 páginas divididas em lendas mitológicas, contos zoológicos, contos astronômicos e botânicos, cantigas e vocabulário indígena.

“O mais importante é que Barbosa Rodrigues, quando esteve na Amazônia, se apaixonou pela região e começou a perceber o valor das culturas indígenas, passando a estudar a cultura destas populações. Ele recolheu os mitos, as narrativas, as lendas regionais, cantigas e fez também um dicionário Português/ Nheengatu. Tudo isso ouvindo os relatos das pessoas mais experientes das aldeias e tribos, registrou isso na língua que na época era a mais popular na região o Nheengatu e fez a transcrição e tradução para o português”, explicou Tenório Telles.

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Nova edição, organizada pelo professor Tenório Telles, recupera a edição original com todas as narrativas e mais o Dicionário Português/Nheengatu.

 

Segundo Telles, a nova edição da obra, que levou 10 anos, foi feita como forma de resgatar do esquecimento os mitos e narrativas que são fundamentais nos dias de hoje para compreender o processo cultural, a história e o universo simbólico. Além de ser uma fonte de pesquisa para os estudiosos, pesquisadores e escritores.

“O que tem de precioso nesse livro são as introduções que ele faz para cada bloco de narrativas. É impressionante a clareza que Barbosa tinha, era um homem à frente do seu tempo. Ele já chamava atenção para importância desses mitos, lendas e  a defesa das populações indígenas numa época que não havia ainda essa consciência do significado e valor em termo de preservação dessas culturas. Por toda a contribuição, Barbosa merece esse resgate”, enalteceu.

Ainda segundo Telles, o livro foi publicado pela Revista do Instituto Geográfico e Histórico, em 1980. Após isso, não teve uma edição integral da obra, apenas parcial. Essa é a primeira publicação integral com a linguagem atualizada.

“Eu organizei tudo nesta edição, corrigindo os erros da edição original, atualização da língua, alguns ajustes de falhas que aconteceram na primeira edição, atualizando de acordo com a nova ortografia e acrescentei nesta edição o vocabulário Português/ Nheengatu. A Poranduba Amazonense é um tesouro com as narrativas orais da Amazônia”, acrescentou.

Amazônia

Conforme Telles, Poranduba Amazonense é considerado um dos livros mais importantes produzidos na Amazônia. A obra é resultado de uma experiência na região, em especial no Amazonas, do botânico Barbosa Rodrigues, que veio para Amazônia motivado por duas razões: a primeira o interesse pela flora amazônica. A segunda foi devida a missão dada pela princesa Isabel, pelo Império, para criação do Museu Botânico em Manaus.

A experiência resultou uma série de trabalhos como: catalogação de espécimes, documentos, descrição de plantas, criação de uma revista científica, na metade do século XIX, entre outros.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

 

 

 

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