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Chamada internacional busca, no Amazonas, projetos colaborativos de P,D&I abordando questões relativas aos desafios da água

São € 100 mil euros, via Fapeam, para seleção de até três projetos, com duração máxima de 36 meses

Pesquisadores vinculados às Instituições de Pesquisa e Ensino Superior (IPES), localizadas no Estado do Amazonas, têm até o dia 11 de dezembro para submeter proposta de pesquisa para a chamada conjunta “Desafios da Água para um Mundo em Mudança – Gestão de Recursos Hídricos em Apoio aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis ​​das Nações Unidas”.

 O objetivo desta chamada é permitir a cooperação transnacional de projetos colaborativos de pesquisa, desenvolvimento e inovação abordando questões relativas aos desafios da água enfrentados pela sociedade.  A chamada é realizada no âmbito da iniciativa de programação conjunta de água, em parceria com a Comissão Europeia sob o H2020as Fundações de Amparo à Pesquisa Estaduais (FAPs), articulada pelo Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) também participa da chamada conjunta.

A chamada conjunta Water JPI 2017 será financiada por 14 organizações parceiras de financiamento envolvendo países. Os recursos disponíveis para essa chamada via Fapeam são da ordem  de € 100 mil euros para seleção de até três projetos, com duração máxima de 36 meses, que contarão com o financiamento de despesas de capital e custeio.

 Submissão de Propostas Os pesquisadores interessados em submeter proposta à chamada devem atender as instruções e condições estabelecidas na chamada. Um dos requisitos é ser pesquisador doutor, com até cinco anos de obtenção da referida titulação.  As propostas submetidas devem estar relacionadas aos temas de pesquisas descritos na chamada. Cada proposta apresentada deverá ter um investigador principal do Estado de Amazonas (proponente/coordenador da proposta) e pelo menos dois sócios, sendo cada um de um país diferente entre os países participantes da chamada.

A pré-proposta dos projetos de pesquisas devem ser submetidas até o dia 11 dezembro. A data limite de submissão das propostas completas é até o dia 27 de junho de 2018. As propostas deverão ser enviadas através de uma plataforma web, especialmente projetada para o Convênio Conjunto 2017, na página oficial do JOINT CALL 2017.

(http://www.waterjpi.eu/index.php?option=com_content&view=article&id=583&Itemid=1097)

Esclarecimentos e informações adicionais acerca do conteúdo desta chamada  podem ser obtidos encaminhando mensagem para o endereço: elisa.confap@gmail.comprogramas.pesquisa@fapeam.am.gov.br;

Para acessar ao edital da chamada conjunta clique aqui

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Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

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Confap e MDIC lançam chamada para cooperação entre empresas brasileiras e alemãs

O Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), no conjunto de suas Fundações, e o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços do Brasil (MDIC) publicaram Chamada Pública para apresentação de propostas conjuntas para projetos de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) entre empresas alemãs e brasileiras do MDIC e do Ministério Federal da Economia e da Energia da República Federal da Alemanha (BMWi). O objetivo é fomentar empresas brasileiras e Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação – ICTIs (que desenvolvam projetos em parceria com empresas brasileiras) na concepção e viabilização de projetos de inovação tecnológica em cooperação técnico-científica-empresarial com empresas da Alemanha, que resultem no desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços de aplicação industrial direcionados à comercialização no mercado doméstico e global.

Participam desta chamada, financiados por suas respectivas Fundações, os estados do Amazonas (Fapeam), Amapá (Fapeap), Bahia (Fapesb), Distrito federal (FAPDF), Espírito Santo (Fapes), Goiás (Fapeg), Maranhão (Fapema), Minas Gerais (Fapemig), Mato Grosso do Sul (Fundect), Pernambuco (Facepe), Paraná (Fundação Araucária), Rio de Janeiro (Faperj), Rio Grande do Sul (Fapergs), Sergipe (Fapitec), Santa Catarina (Fapesc) e Tocantins (Fapt). O montante de recursos aportados por projeto, bem como o número de projetos financiados, será definido e publicado por cada FAP. As FAPs que aderiram a este edital poderão apoiar projetos aprovados no âmbito da Chamada MDIC-BMWi com recursos provenientes de seus orçamentos próprios.

As propostas deverão ser cadastradas no site do MDIC para Cooperação Internacional, submetidas na Plataforma do SIGConfap (http://sigconfap.ledes.net) e enviadas para o e-mail cooperacaointernacional@mdic.gov.br. Será permitida somente uma proposta por Empresa ou ICT e o prazo para a submissão termina no dia 31 de maio de 2018.

Acesse aqui a Chamada Pública CONFAP-MDIC nº 02/2017.

 

Fonte:  Confap

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Fiocruz Amazônia abre inscrições para o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia

De 4 a 7 de dezembro, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação), realiza o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia.  O evento acontecerá 9 às 17h, no Salão Canoas, à rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus (AM).

O Seminário é direcionado a estudantes de pós-graduação e pesquisadores. Está dividido em duas atividades: a primeira, é o minicurso “Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro”, que ocorrerá nos dias 4 e 5/12; a segunda acontecerá nos dias 6 e 7/12, e serão palestras ministradas por pesquisadores convidados nacionais e internacionais que discorrerão a respeito de temas no campo das doenças infecciosas negligenciadas, bem como abordarão tópicos importantes sobre pesquisa na região Amazônica e projetos em desenvolvimento.

O evento é realizado pelo ILMD/Fiocruz Amazônia e tem como parceiros a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) da Fiocruz, e o Institut Pasteur de la Guyane.

Inscrições

Os interessados em participar do evento devem enviar e-mail para neglect.ilmd@fiocruz.br. No e-mail deve conter a indicação de qual a atividade quer participar ou se quer inscrever-se para as duas (minicurso e palestras). Além disso, enviar carta de intenções explicando as razões/motivações para participar do minicurso e/ou seminário, nome completo, RG e CPF, ou número do passaporte, nome do orientador, programa de pós-graduação a que está vinculado, ou instituição na qual trabalha, no caso de pesquisadores.

Para o minicurso estão sendo oferecidas 10 vagas. Para as palestras, 100 vagas estão sendo disponibilizadas. As inscrições são gratuitas, e algumas atividades serão ministradas em inglês.

Sobre o PPGBIO- Interação

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é um curso stricto sensu, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O Programa se enquadra na grande área em Parasitologia. A pesquisa e o ensino desenvolvidos no contexto do PPGBIO-Interação têm ênfases na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores, fatores de virulência, e mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

Fonte- ILMD/Fiocruz Amazônia

 

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Pesquisas científicas na área da saúde são avaliadas em seminário no Amazonas

Estudos fazem parte do Programa de Pesquisa para o SUS desenvolvidos com apoio da Fapeam em parceria com MS, CNPq e Susam

Os resultados de 29 pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação desenvolvidas na área da saúde no Amazonas foram apresentados durante o Seminário de Avaliação do Programa de Pesquisa para o SUS: Gestão compartilhada em saúde (PPSUS), que ocorreu nos dias 23 e 24 de novembro.

O PPSUS é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com o Ministério da Saúde (MS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Secretaria de Estado da Saúde do Amazonas (Susam). Nas três chamadas públicas do edital, lançadas de 2012 a 2013, foram investidos mais de R$ 5 milhões.

O programa tem como objetivo apoiar a execução de projetos de pesquisa que promovam a formação e a melhoria da qualidade de atenção à saúde no Estado no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), representando significativa contribuição para o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia & Inovação em Saúde e para a implantação das redes de atenção à saúde no Amazonas.

O Secretário de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Seplancti), Estevão Monteiro de Paula, disse que a saúde é área prioritária do Governo do Estado e que a pesquisa científica é fundamental neste campo.

“É importante que continuem sendo desenvolvidas pesquisas na área da saúde. Gostaria de agradecer aos consultores, que participaram da avaliação dos projetos do PPSUS, dedicando-se para que possamos continuar gerando conhecimento e trazendo benefícios a população amazonense”, disse

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Diretor -presidente da Fapeam, René Levy Aguiar, disse que há previsão de lançar, em 2018, um programa específico para a saúde, a exemplo do PPSUS

Durante o seminário, o diretor-presidente da Fapeam, René Levy Aguiar, elogiou o trabalho desempenhado por todos os envolvidos no PPSUS e destacou a importante parceria realizada pelo Governo do Amazonas, via Fapeam, com o Governo Federal por meio do Ministério da Saúde.

“Temos a perspectiva de continuar avançando em projetos que são de suma importância para o Estado do Amazonas como é o caso, em especial, os da área da saúde”, disse.

Levy lembrou ainda que a avaliação das propostas submetidas à chamada pública de N° 001/2017 do PPSUS, lançada em maio deste ano, já estão em fase conclusiva pela Fapeam, CNPq e Ministério da Saúde. Antecipou ainda que há previsão de lançar, em 2018,  um programa específico para a saúde, a exemplo do PPSUS, mas que prevê a participação da iniciativa privada e instituições de fora do Estado.

“Temos um edital que já está sendo elaborado para que seja homologado, prevendo diversas parcerias. O Governo do Amazonas tem atenção especial à área da saúde que precisa levar em conta, principalmente, as peculiaridades da nossa região, para que, dessa forma, possamos somar esforços no sentido de minimizar as dificuldades e estabelecer melhores condições e alternativas para nossa população”, completou Levy.

Roberta Ataídes, que faz parte da equipe técnica do Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (Decit/SCTIE) do MS, ressaltou a importância do PPSUS na saúde local e disse que o programa traz a possibilidade de fazer pesquisas conforme as demandas do Estado.

“O programa traz mais realidade para que esses projetos sejam incorporados no Sistema Único de Saúde (SUS). Participar do seminário é importante para sabermos os resultados dessas pesquisas e como elas podem contribuir na saúde local”, informou.

Avaliação

Todos os projetos desenvolvidos no âmbito do PSSUS foram avaliados, criteriosamente, por um grupo de consultores formados por doutores qualificados e renomados.

A doutora em Ciências, Paula Moreira, da Universidade de Pernambuco e da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (UPE/Hemope), destacou que o PPSUS é um programa incrível que faz a integração do ensino e serviço. Em relação aos projetos, Paula informou que ficou bem impressionada e que todos cumpriram, rigorosamente, os objetivos propostos dentro do PPSUS.

“O PPSUS no Estado foi um sucesso, virmos a integração do ensino e do serviço através das universidades e das fundações de saúde que são muitas no Amazonas”, “Todos os projetos atendem muito bem os problemas, que são bem específicos, da Amazônia”, elogiou.

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Resultados dos projetos desenvolvidos no âmbito do PPSUS foram avaliados por pesquisadores qualificados e renomados

Na avaliação do doutor em Microbiologia, Bruno Mota, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), todos os projetos aprovados são interessantes e com aplicabilidade para o SUS.

“Achei muito interessante que tivemos várias vertentes e projetos como de doenças infecciosas, não infecciosas, alguns agravos à saúde, mas todos bem focados na questão da saúde do Estado”, contou.

Já a Doutora em Medicina, Sueli Carneiro, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), disse que ficou contente com a qualidade das pesquisas científicas apresentadas no seminário. Segundo Sueli, isso mostra que o Estado do Amazonas está bem inserido dentro do desenvolvimento tecnológico e educacional do país e também e com a inserção internacional.

“Os projetos foram excelentes e vejo que todos os pesquisadores do Amazonas estão envolvidos com o desenvolvimento da região. e creio que todos esses projetos têm a sua aplicação no SUS”, enalteceu.

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Fotos- Decon

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Fapeam apresenta resultados de pesquisas durante seminário na área da saúde no Amazonas

No total 30 projetos de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação realizadas no âmbito do PPSUS serão apresentados durante seminário de avaliação

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) promove, nos dias 23 e 24 de novembro de 2017, das 8 às 17 horas, o Seminário de Avaliação do Programa de Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde (PPSUS). Serão apresentados os resultados de pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação desenvolvidas na área da saúde no Amazonas.

O PPSUS é desenvolvido com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, em parceria com o Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Secretaria de Estado da Saúde do Amazonas (Susam), e tem como objetivo apoiar a execução de projetos de pesquisa que promovam a formação e a melhoria da qualidade de atenção à saúde no Estado, dentro do contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), representando significativa contribuição para o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia & Inovação em Saúde e para a implantação das redes de atenção à saúde no Amazonas.

No total, 30 projetos serão apresentados durante o seminário. Um deles é a pesquisa desenvolvida pela Doutoranda do curso de Medicina Interna e Terapêutica/ Saúde Baseada em Evidências/Escola de Medicina/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Celsa da Silva Moura, que analisa a efetividade de ações para prevenção da pré-eclâmpsia.

No estudo, a suplementação à base de cálcio em baixas doses tem se mostrado uma forte aliada na prevenção da pré-eclâmpsia. A doença surge durante a gestação, em algumas mulheres, e acontece quando a pressão sobe subitamente, a ponto de provocar edema cerebral, convulsão e levar a mulher ao coma, se não houver tratamento.

O trabalho vem sendo realizado dentro da proposta da Rede Cegonha em Manaus. A pesquisa conta com uma amostra de 1.020 mulheres a partir de 12 anos de idade, as quais recebem acompanhamento a partir da 16ª semana de gestação, ou seja, a partir do quarto mês, quando é feito as coletas, intervenções e orientações necessárias.

O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética e Pesquisa da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e cadastrado no banco de dados de registros e resultados de estudos clínicos com humanos, plataforma Clinical Trial.gov. O estudo é o maior do Brasil, os resultados estão sendo esperados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Outro projeto que será apresentado é o da médica, Joycenea da Silva Matsuda, que teve como objetivo identificar a frequência de casos de infecção pulmonar provocada por fungos, e assim orientar os pacientes quanto ao tratamento correto e, com isso, reduzir os custos dos atendimentos ao SUS. O estudo foi realizado com pacientes da Policlínica Cardoso Fontes, em Manaus.

A pesquisadora disse que teve o interesse pelo estudo devido à semelhança dos sintomas entre pessoas infectadas por fungos com as suspeitas de estarem com tuberculose. “Se a pessoa já tem um histórico de tuberculose, mesmo que o escarro dê negativo para doença, se inicia um tratamento para essa patologia. Quando conseguimos identificar a infecção pulmonar, mudamos para o tratamento. Isso beneficia a população e o serviço de saúde que não gasta na aplicação de medicamentos e exames de doenças pulmonares”, informou Matsuda.

Programação completa aqui  Programação PPSUS 2017

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Fapeam e Ministério da Saúde avaliam propostas submetidas ao PPSUS- AM

Programa tem o objetivo de fomentar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação na área da saúde

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com o Ministério da Saúde (MS), começou nesta quinta-feira, a avaliação das propostas submetidas à chamada pública de N° 001/2017 do Programa Pesquisa para o SUS: Gestão Compartilhada em Saúde (PPSUS).  A previsão é que os resultados com as propostas aprovadas no programa sejam divulgados em até 90 dias.

O edital conta com investimento da ordem de R$ 2,9 milhões. O programa é uma parceria da Fapeam com o Departamento de Ciência e Tecnologia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (Decit/SCTIE/MS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Secretaria de Estado da Saúde do Estado do Amazonas (Susam).

Segundo o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, os projetos serão implementados após as avaliações e liberação dos resultados pelo MS e CNPq. Reis destacou a importância do programa PPSUS para a área da saúde no Amazonas.

“As pesquisas realizadas na área da saúde para nossa região são fundamentais porque temos alguns problemas que são, praticamente, exclusivos da Região Norte. Por isso, investimentos dentro dessas linhas de pesquisas são importantes para o conhecimento das doenças e tratamento”, destacou o diretor técnico-científico da Fapeam.

O consultor técnico do Ministério da Saúde do Programa de Pesquisa para o SUS, José Eloy dos Santos Junior, informou que o programa teve, aproximadamente, 80 propostas submetidas.

Segundo Junior, as propostas avaliadas no momento passaram por uma comissão formada por especialistas de diversas áreas da saúde de fora do Estado do Amazonas, onde foram avaliadas questões como mérito e relevância das propostas. A ideia de usar pesquisadores de outros Estados é para deixar o processo transparente e imparcial.

“Nessa fase, agora, já temos o ranking a partir das melhores notas. Todas as propostas são avaliadas e o que se espera é que a gente consiga a partir destas comissões fomentar as melhores pesquisas conforme as prioridades do Estado na área da saúde. Todas as pesquisas avaliadas até o momento são muito boas e tem mérito técnico científico, mas temos que apontar as prioridades na área da saúde. Todo esse trabalho está sendo feito de forma criteriosa”, detalhou.

Junior disse ainda que o grande diferencial do PPSUS é que se trata de um edital local, diferente dos editais lançados a nível nacional, ou seja, possui um recurso destinado para cada unidade federativa.

“Antes da chamada do edital ser lançada é feita uma oficina de prioridade, onde os pesquisadores e gestores da área da saúde participam de uma grande reunião onde são apontadas as prioridades. Quem indica as prioridades são os gestores e pesquisadores locais, um caráter mais íntimo ao programa de pesquisa”, acrescentou.

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O PPSUS financia projetos de pesquisa que promovam a melhoria da qualidade da atenção à saúde no Estado do Amazonas no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS), representando significativa contribuição para o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) local.

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No mês de maio o Governo do Amazonas por meio da Fapeam lançou a chamada pública do edital Nº001/2017 do Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde (PPSUS). Cada pesquisador pôde apresentar uma proposta de pesquisa e solicitar até R$ 200 mil reais para o desenvolvimento do projeto. A submissão de propostas foi realizada até o mês de agosto de 2017.

 

 

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Prêmio de Incentivo em Ciência, Tecnologia e Inovação para o SUS divulga classificados

O Prêmio de Incentivo em Ciência, Tecnologia e Inovação para o SUS divulgou a lista dos projetos classificados na 1ª fase de avaliação, que visa reconhecer e premiar trabalhos, projetos e pesquisas com temas indispensáveis para o desenvolvimento das políticas públicas de saúde no País.

A avaliação dos trabalhos nas categorias acadêmicas (Trabalho científico publicado, Tese de doutorado e Dissertação de mestrado) é realizada em duas fases: a primeira por especialistas e a segunda por comissão julgadora. A categoria Experiência exitosa do PPSUS também terá duas fases de avaliação, a primeira de responsabilidade das FAPs e SES de cada UF e a segunda por comissão julgadora. A categoria Produtos e inovação em saúde será avaliada em fase única pela comissão julgadora, junto às avaliações da segunda fase das demais categorias.

Os prêmios variam entre R$20 mil a R$50 mil. Os vencedores serão anunciados no evento “Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde 2017: conectando pesquisas e soluções”, que ocorrerá em 29 e 30 de novembro em São Paulo (SP). O prêmio está na décima sexta edição e contabilizou 522 projetos inscritos em cinco categorias: Trabalho Científico Publicado; Tese de Doutorado; Dissertação de Mestrado; Produtos e Inovação em Saúde e Experiência Exitosa do Programa Pesquisa para o SUS: gestão compartilhada em saúde – PPSUS.

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Nesta edição, na categoria PPSUS, indicados pelas Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs), concorrem pesquisadores de 18 Estados: Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

As Chamadas PPSUS têm a proposta de aplicar a pesquisa científica, tecnológica e de inovação na melhoria do Sistema Único de Saúde (SUS) e, consequentemente, no aumento da qualidade de vida da população. O objetivo do Programa é apoiar e fortalecer o desenvolvimento de projetos de pesquisa que busquem soluções para as prioridades de saúde e atendam as peculiaridades e especificidades de cada Unidade Federativa, fortalecendo a Política Nacional de Saúde.

Confira os projetos classificados: http://brasil.evipnet.org/wp-content/uploads/2017/10/classificados_1a_fase_premio_2017_publicacao.pdf

Fonte: Coordenação de Comunicação Social do Confap, com informações do Ministério da Saúde

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Estudantes do PCE expõem trabalhos em shopping de Manaus

Três projetos do PCE envolvendo sustentabilidade, jogos lúdicos e na área da saúde foram apresentados ao público na última segunda-feira (30)

Três projetos desenvolvidos no âmbito do Programa Ciência na Escola (PCE) participaram na última segunda-feira (30) de uma exposição realizada no Espaço Cultural da Cidadania Ambiental (Ecam), no Manauara Shopping.  Produtos feitos a partir de materiais reciclados, jogos lúdicos para o  ensino da disciplina da Geografia e cuidados com a saúde foram os trabalhos apresentados ao público pelos bolsistas de alfabetização científica do programa.

O programa é desenvolvido pelo Governo do Amazonas via a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas, em parceria com as Secretarias Estadual e Municipal de ensino, e permite a produção da ciência dentro do espaço escolar por meio do desenvolvimento de projetos de pesquisa que oportunizam a formação acadêmica e a transformação do pensar, fazer e entender ciência pelo cidadão.

O projeto intitulado ‘Jovens empreendedores: artesanato sustentável’, realizado na Escola Municipal Vicente de Paula, no bairro Japiim, mostrou os produtos desenvolvidos na escola a partir das ações da educação ambiental e reaproveitamento dos materiais como garrafa pet e caixas de leite, que antes teriam como o destino o lixo.

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Bolsistas do PCE reaproveitam materiais descartados e transformam em produtos sustentáveis em Manaus

A atividade é realizada com alunos do 6º ano do ensino fundamental. De acordo com a coordenadora do projeto, Socorro Brelaz, a ideia de trabalhar essa ação na escola surgiu ao ver a grande quantidade lixo jogado nas ruas.

Na prática, os alunos aprendem sobre a reciclagem e a importância da sustentabilidade na preservação do meio ambiente.

“Os alunos se tornaram multiplicadores deste conhecimento, eles fazem as coletas dos materiais que serão usados para confeccionar os produtos. Utilizamos caixas de leite, CD, garrafas plásticas e retalhos de tecidos que são transformados em jogos, enfeites natalinos, objetos de decoração para casa e utilidades”, disse a professora.

A bolsista do projeto Lívia Oliveira contou que já aprendeu muito sobre quais  produtos podem ser criados a partir do reaproveitamento de materiais, além de saber a importância da reciclagem e como tudo isso impacta no meio ambiente.

Para a Lorena Flávia, que também participa do projeto, a atividade traz benefício não apenas aos estudantes da escola, mas para toda sociedade.

“Isso nos ajuda fazer com que as pessoas entendam sobre o que é reciclagem, um incentivo para não descartarem o lixo em qualquer lugar”, destacou.

Jogos Lúdicos

 Os jogos lúdicos utilizados por estudantes da Escola Municipal Antonina Borges de Sá, no bairro São José, também foram expostos no Ecam. O projeto intitulado ‘Os Jogos Lúdicos no Ensino-Aprendizagem nas Aulas de Geografia’ trabalha com alunos do 8º ano do ensino fundamental e mostrou como os jogos têm influenciado e melhorado o desempenho dos alunos na disciplina.

Amarelinha, jogo da velha, trilha dos países, caça palavras, quebra-cabeça, roleta magnética e dominó são alguns exemplos de jogos trabalhados na escola. De acordo com a coordenadora do projeto, Raquel Vieira, a atividade desperta e aumenta o interesse dos estudantes pela disciplina de Geografia.

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Jogos lúdicos têm aumentado o interesse e desempenho de alunos na disciplina de Geografia

“Sabemos que os alunos adoram jogar. Fizemos uma pesquisa para saber se eles gostavam das aulas com jogos lúdicos e o resultado foi positivo. Os dados mostram que eles acham as aulas dinâmicas mais atrativas e, consequentemente, auxilia na aprendizagem” conta Raquel.

 Saúde

Na área da saúde, os bolsistas do PCE do ensino de Educação de Jovens e Adultos (EJA) realizaram aferição de pressão, tudo supervisionado pelo coordenador do projeto, o professor da disciplina de Ciências Arthur Castro.

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Projeto do PCE desenvolvido na área da saúde  tem objetivo de fazer um  pré-diagnóstico verificando a pressão dos alunos e funcionários da escola

O projeto intitulado ‘Pré-diagnóstico da Hipertensão Arterial’ desenvolvido na Escola Municipal Madre Tereza de Calcutá, no bairro Jorge Teixeira, tem o objetivo de desenvolver ações de rastreamento de possíveis hipertensos inseridos na escola.

“Queremos fazer um pré-diagnóstico para verificar pressão dos alunos e funcionários. Todos os alunos da escola estão envolvidos na atividade. Eles têm mostrado um desempenho muito bom dentro do projeto, aprendendo todo dia e na prática como é realizada a pesquisa científica” disse o professor.

A estudante Adriana Campos informou que esta é a primeira vez que participa de um projeto que envolve pesquisa científica. Ela informou que por essa experiência tudo indica que seguirá carreira na área da saúde.

“Com esse incentivo tenho a oportunidade de crescer e adquirir mais conhecimento. É um trabalho em conjunto que permitirá eu chegar na graduação mais preparada, no que diz respeito a pesquisa”, disse Adriana.

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Fotos – Decon

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Fiocruz Amazônia, Rede Unida e Fapeam realizam evento sobre a produção do trabalho e o Programa Mais Médicos no Amazonas

Com o objetivo discutir os resultados finais da pesquisa nos serviços de saúde do Estado do Amazonas, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) por meio do Laboratório de História, Políticas Públicas e Saúde na Amazônia (LAHPSA) e com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e parceria com a Associação Brasileira da Rede Unida, realiza nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, das 8h30 às 16h, no auditório Canoas do ILMD/Fiocruz Amazônia, o evento “A Produção do Trabalho e o Programa Mais Médicos no Estado do Amazonas”.

De acordo com o coordenador do Projeto e pesquisador do ILMD/Fiocruz Amazônia, Dr. Júlio Cesar Schweickardt  o evento proporcionará uma reflexão sobre as políticas de saúde no SUS, especialmente a Atenção Básica em Saúde, juntamente com a equipe de pesquisa, gestores municipais, coordenadores da Atenção Básica em Saúde e médicos do Programa Mais Médicos que atuam no Amazonas.

Na manhã do dia 31 de outubro, após a abertura do evento, a programação continuará com a mesa redonda “Estudos avançados sobre o Programa Mais Médicos no Amazonas”, com o Prof. Dr. Rodrigo Tobias de Sousa Lima (ILMD/Fiocruz Amazônia), “Micropolítica do trabalho na ABS e o PMM, com o Prof. Dr. Júlio Cesar Schweickardt (ILMD/Rede Unida), “O PMM na atenção à saúde das crianças brasileiras”, com Nayara Maksoud (Semsa/PPGVIDA) e “O que a pesquisa tem produzido sobre o PMM?”, com o Prof. Dr. Alcindo Ferla (UFRGS/Rede Unida).

No período  da tarde a programação continua com a roda de conversa “Efetividade do Programa Mais Médicos na perspectiva da gestão dos trabalhadores e pesquisadores do SUS”, que será estendida na programação do dia 1º de novembro com encerramento às 10h30 com o debate “Futuro da Pesquisa: Propostas e encaminhamentos para pesquisa e gestão”.

Segundo a organização do evento, já confirmaram presença representantes de secretarias municipais de saúde do Amazonas e médicos do Programa Mais Médicos, assim como instituições e universidades.

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Assessoria LAHPSA

Foto : Araquém Alcântara

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Pesquisa desenvolve biossurfactantes a partir de fungos encontrados no solo da floresta amazônica

O surfactante, atualmente, é derivado do petróleo. O produto é usado, principalmente, em cosméticos e materiais de limpeza

Uma pesquisa desenvolvida com apoio do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) analisou fungos encontrados no solo da floresta amazônica com potencial para produção de biossurfactantes.

O surfactante é um produto usado na indústria e consiste em substâncias químicas capazes de misturar moléculas não solúveis em água, como o óleo, no mesmo recipiente. No mercado ele está presente em produtos de limpeza/higiene, cosméticos e alimentos, por exemplo. Hoje a produção de um surfactante é derivada do petróleo.

Assista a reportagem produzida pela TV Fapeam

De acordo com o coordenador do estudo, João Vicente, durante a pesquisa já foi analisado mais de 100 microrganismos, desse número cinco apresentaram potencial na produção de biossurfactantes.

“Fizemos a seleção de fungos amazônicos e encontramos um capaz de produzir o biossurfactante por meio de resíduos regionais. Vamos continuar a segunda parte da pesquisa em que buscamos fazer isso em grande escala, ou seja, analisar e fazer com que os fungos tenham capacidade de se manter em produção para fins industriais”, disse o pesquisador.

Doutor em Biotecnologia Industrial, Vicente, explicou que a pesquisa busca encontrar um fungo capaz de produzir biossurfactantes mais baratos utilizando resíduos regionais. Ele espera que esse modelo seja aplicado nas indústrias, visando, principalmente, o mercado de cosméticos e farmacêuticos.

FOTO 05Durante a pesquisa foi analisado mais de 100 microrganismos e cinco apresentaram potencial na produção de biossurfactantes

“O gargalo na produção de biossurfactante é o preço. Nós precisamos diminuir o preço e as formas de como fazer isso. Por isso, buscamos microrganismos que sejam grandes produtores e que tenham custo de produção e meio de cultura que tenham valor menor. Pensando nisso, nós estudamos se a casca da pupunha, tucumã, cupuaçu servem como substratos para a produção. Já testamos vários substratos regionais com o fungo para saber se eles produzem biossurfactante utilizando esses resíduos regionais”, informou.

O pesquisador disse ainda que a indústria tem a necessidade de produtos naturais, que são obtidos por meio das plantas, fungos, microrganismos em geral, mas capazes de misturar a água e óleo, e assim substituir os surfactantes industriais antigos. Um surfactante natural, por exemplo, ele pode ser capaz de misturar água e óleo e ainda proporcionar atividade antimicrobiana, aroma e até antioxidante, detalhou Vicente.

“Tudo que o ser humano cria é incrível, no entanto a natureza não reconhece essa estrutura química que o ser humano criou: no caso os surfactantes. Por isso, os principais problemas que eles trazem são: tóxicos, acumulam na natureza, ou seja, não são biodegradáveis. Hoje a indústria busca por substâncias chamadas naturais, que podem ser obtidas por meio de plantas, fungos e microrganismos em geral, capazes de substituir os surfactantes químicos, além de outras propriedades e funções”, acrescentou.

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Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)

Fotos- Decon

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