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Fapeam entrega Menção Honrosa “Jornalista – Amigo (a) da Ciência – TV”

A homenageada foi a jornalista e produtora da TV Band Amazonas, Mara Campelo

Nesta sexta-feira (29), ocorreu a entrega da Menção Honrosa “Jornalista – Amigo (a) da Ciência – TV” do 8˚ Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico  para a jornalista e produtora da TV Band Amazonas, Mara Campelo. A iniciativa visa reconhecer e valorizar  trabalhos executados por profissionais da área de Jornalismo  voltados à popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Amazonas.

A homenagem ocorreu na sede da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Feliz com o recebimento da menção honrosa das mãos do diretor-presidente da Fundação, Edson Barcelos, a jornalista destacou a importância da interlocução junto à assessoria de Comunicação institucional para o desenvolvimento de produtos jornalísticos de qualidade sobre CT&I.  “O nosso trabalho inicia a partir do repasse de informações sobre ações e projetos beneficiados pela Fapeam, o que contribui para com a nossa produção”, destaca.

Campelo agradeceu a todos os colegas do veículo onde atua, uma vez que, de acordo com ela, é o trabalho em conjunto que contribui para a qualidade do resultado final dos produtos jornalísticos. “Eu recebo o material, estudo, analiso, escrevo a pauta, mas é o repórter que vai para a rua e finaliza junto com a equipe de filmagem, então, sem eles não haveria uma finalização tão boa da nossa produção”, disse a homenageada, ressaltando que, ao término da veiculação de cada reportagem, sente-se como se estivesse no local onde os fatos ocorreram.

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O diretor-presidente da Fapeam agradeceu à jornalista pelo trabalho executado e frisou que a imprensa tem colaborado sobremaneira para que a sociedade tome conhecimento do que vem sendo desenvolvido pela Fundação, dos investimentos em projetos na área de CT&I e do papel do órgão objetivando contribuir para o desenvolvimento do Estado

A jornalista afirmou ainda que, em sua concepção, o Prêmio Fapeam tem uma relevância tão grande para o Estado que, atualmente, representa um meio de incentivo às riquezas naturais da região. “Estou muito honrada”, ratificou.

O diretor-presidente da Fapeam agradeceu à jornalista pelo trabalho executado e frisou que a imprensa tem colaborado sobremaneira para que a sociedade tome conhecimento do que vem sendo desenvolvido pela Fundação, dos investimentos em projetos na área de CT&I e do papel do órgão objetivando contribuir para o desenvolvimento do Estado. “Agradecemos e esperamos contar sempre com vocês”, salientou Edson Barcelos.

Outros homenageados

A 8ª edição do Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico também concedeu as menções honrosa s “Jornalista, Amigo da Ciência – Impresso/Revista” para Evaldo Ferreira e “Veículo de Comunicação Midiática” para o Portal Em Tempo. Os vencedores foram Adrianne Diniz (“Voluntários ledores”), categoria Audiovisual – Reportagem ou Videoreportagem; Ione Moreno (“As mil facetas do tucumã”), categoria Fotojornalismo; Leandro Tapajós (“Internacionalização no ensino no AM impulsiona pesquisa na Amazônia”), categoria Internet; e na categoria Impresso Jornal/Revista, Hellen Miranda (“Parques de ideias – pensamentos ‘fora da caixa’”).

O Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico teve sua primeira edição no ano de 2010.   Na ocasião, profissionais e estudantes concorreram em quatro categorias (Internet, Rádio, TV e Impresso). Ao longo dos anos, o Prêmio passou por mudanças, com a adoção de modalidades e suas respectivas divisões por categorias. Pioneiro no País, o Prêmio marcou definitivamente uma nova fase no Jornalismo Científico do Amazonas visando à popularização da Ciência no Estado.

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Capes recebe propostas de projetos para concorrerem ao PROCAD-Amazônia e ao PVNS-Amazônia

As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de julho por meio eletrônico no site da Capes

Programas de Pós-Graduação (PPGs) de instituições de ensino superior (IES) implantadas na região Norte podem ser beneficiados com os editais do Programa Nacional de Cooperação Acadêmica na Amazônia (PROCAD-Amazônia) e do Programa Professor Visitante Nacional Sênior (PVNS-Amazônia). De iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), os dois programas receberão propostas de projetos conjuntos de ensino e pesquisa até o dia 16 de julho.

A finalidade dos programas é o aprimoramento da formação de pós-graduação no Norte do País (com extensão para o Estado do Maranhão) de maneira a contribuir com a melhoria do nível de qualidade dos Programas de Pós-graduação (PPGs) instalados na região e ainda propiciar o desenvolvimento de estudos por pesquisadores de larga experiência e reconhecimento na área científica.

Por meio do PROCAD-Amazônia, pretende-se incentivar a criação de redes de cooperação acadêmica por meio do uso de capital intelectual e de infraestrutura vinculados a instituições participantes. Por seu lado, o PVNS-Amazônia visa ao apoio a execução de estudos capitaneados por Professor Visitante Nacional Sênior, possibilitando desta maneira a melhoria do nível de qualidade das pesquisas na região.

Estão previstas no PROCAD-Amazônia, as seguintes modalidades de bolsas: Estágio pós-doutoral no País, Professor Visitante no Exterior Júnior e Sênior, Doutorado Sanduíche no Exterior e Jovem Talento com Experiência no Exterior. Cada projeto contará necessariamente com três equipes que devem pertencer a PPGs de diferentes instituições. O custeio é de até R$ 40 mil para projetos da Linha 1 e R$ 60 mil para projetos da Linha 2. O repasse será feito anualmente.

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Os projetos terão vigência de cinco anos, sendo que o cronograma de atividades deve ser planejado para contemplar quatro anos de execução e o quinto ano, quando necessário, será destinado, exclusivamente, para a finalização das atividades dos projetos em que tenham ocorrido eventuais atrasos.

No caso do Programa Professor Visitante Nacional Sênior, estão previstas até 36 bolsas de Professor Visitante Nacional Sênior-Amazônia, com o limite de até quatro bolsas por projeto institucional. Podem participar do processo de seleção Professores/pesquisadores doutores, há pelo menos dez anos, que estejam aposentados ou oficialmente licenciados para participar do programa. O candidato deve ter sido docente ou pesquisador de reconhecida competência em sua área, com produção científica relevante.

A submissão das propostas deverá ser feita pelo proponente/coordenador, por meio eletrônico, à CAPES por meio do Formulário Online, que pode ser acessado no seguinte link:  https://inscricao.capes.gov.br/individual.

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Inscrições para o Prêmio Capes-Interfarma de Inovação e Pesquisa encerram nesta quarta-feira

Cada autor premiado receberá premiação no valor de R$ 31.045,24, além de troféu, certificado de premiação e bolsa de até 12 meses

Encerram nesta quarta-feira (27) as inscrições para a edição 2018 do Prêmio Capes-Interfarma de Inovação e Pesquisa. A premiação será concedida as duas melhores teses de Doutorado desenvolvidas com foco em Inovação e Pesquisa.

Os estudos inscritos devem contemplar as áreas de Saúde Humana ou Ética/Bioética no Brasil, Medicina, Odontologia, Farmácia, Enfermagem e Biotecnologia ou de Ciências Biomédicas. Esta última pode compreender as subáreas Genética; Fisiologia, Bioquímica, Farmacologia; Imunologia, Microbiologia, Parasitologia e Biologia Celular.

Os critérios de análise a serem levados em consideração são inovação e pesquisa na área de saúde humana ou ética/bioética no  Brasil; originalidade e relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social, bem como, demonstração, mesmo que parciais, de dados de conceito. Além disso, as teses devem atender aos seguintes critérios de elegibilidade: terem sido aprovadas nos cursos de pós-graduação adimplentes e reconhecidos no Sistema Nacional de Pós-Graduação, no ano de 2017; estarem disponíveis na Plataforma Sucupira da CAPES, quando da submissão ao prêmio; terem sido defendidas no Brasil, mesmo em casos de cotutela ou outras formas de dupla diplomação; e ainda, terem sido defendidas em Programa de Pós-Graduação com, no mínimo, três teses de doutorado defendidas no ano anterior ao do edital.

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Cada autor premiado receberá premiação no valor de R$ 31.045,24, além de troféu, certificado de premiação e bolsa de até 12 meses para realização de estágio pós-doutoral em instituição nacional.

Orientadores, co-orientadores e programas em que foram defendidas as teses receberão Certificado de premiação. O orientado receberá ainda um prêmio adicional no valor de R$ 3 mil para participação em Congresso Nacional.

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Inscrições para o Prêmio Capes-Interfarma de Inovação e Pesquisa encerram nesta quarta-feira

Cada autor premiado receberá premiação no valor de R$ 31.045,24, além de troféu, certificado de premiação e bolsa de até 12 meses

Encerram nesta quarta-feira (27) as inscrições para a edição 2018 do Prêmio Capes-Interfarma de Inovação e Pesquisa. A premiação será concedida as duas melhores teses de Doutorado desenvolvidas com foco em Inovação e Pesquisa.

Os estudos inscritos devem contemplar as áreas de Saúde Humana ou Ética/Bioética no Brasil, Medicina, Odontologia, Farmácia, Enfermagem e Biotecnologia ou de Ciências Biomédicas. Esta última pode compreender as subáreas Genética; Fisiologia, Bioquímica, Farmacologia; Imunologia, Microbiologia, Parasitologia e Biologia Celular.

Os critérios de análise a serem levados em consideração são inovação e pesquisa na área de saúde humana ou ética/bioética no  Brasil; originalidade e relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social, bem como, demonstração, mesmo que parciais, de dados de conceito. Além disso, as teses devem atender aos seguintes critérios de elegibilidade: terem sido aprovadas nos cursos de pós-graduação adimplentes e reconhecidos no Sistema Nacional de Pós-Graduação, no ano de 2017; estarem disponíveis na Plataforma Sucupira da CAPES, quando da submissão ao prêmio; terem sido defendidas no Brasil, mesmo em casos de cotutela ou outras formas de dupla diplomação; e ainda, terem sido defendidas em Programa de Pós-Graduação com, no mínimo, três teses de doutorado defendidas no ano anterior ao do edital.

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Cada autor premiado receberá premiação no valor de R$ 31.045,24, além de troféu, certificado de premiação e bolsa de até 12 meses para realização de estágio pós-doutoral em instituição nacional.

Orientadores, co-orientadores e programas em que foram defendidas as teses receberão Certificado de premiação. O orientado receberá ainda um prêmio adicional no valor de R$ 3 mil para participação em Congresso Nacional.

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Xeque-mate da Educação – Escola utiliza xadrez como ferramenta de aprendizagem

A iniciativa do projeto partiu do professor Bruno Castro, sendo desenvolvida na Escola Estadual Gentil Belém

Um xeque-mate da educação pode ser comemorado pela Escola Estadual Gentil Belém. Localizada no município de Parintins, a unidade de ensino participou da última edição do Programa Ciência na Escola (PCE), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), com um projeto que buscou fazer a interação entre o ensino da matemática e o xadrez

A iniciativa do projeto partiu do professor Bruno Castro, que buscou motivação em experiência vivenciada como monitor de pesquisa há alguns anos. Na época, o projeto, que contava também com o financiamento da Fapeam, previa o uso de um software específico como ferramenta para o ensino da Matemática. “Através dessa experiência, surgiu interesse em desenvolver um projeto para estimular a busca de informações, o raciocínio lógico e o desenvolvimento de habilidades para a melhoria do aprendizado, daí, foi idealizado o ‘Xadrez, formando vencedores’”, afirmou o professor, que atualmente está lotado na Escola Estadual Brandão de Amorim, no mesmo município.

O projeto, desenvolvido durante seis meses, contou com cinco alunos bolsistas, do 6º ao 9º ano. Eles atuaram nas pesquisas bibliográficas, com levantamento de material didático sobre xadrez, organização de peças e tabuleiros e ainda realizaram palestras, na escola e em outros locais, sobre o assunto, abordando desde o contexto histórico, curiosidades, regras e jogadas, e foram os primeiros a iniciarem a prática do esporte, influenciando dezenas de outros estudantes.

A partir de situações desafiadoras colocadas no tabuleiro, os alunos foram motivados a desenvolver estratégias e definir o caminho a seguir ou mais precisamente, a melhor jogada a realizar.  Mas, para alcançar esse nível,  eles antes realizaram diversas pesquisas em sites e livros especializados na modalidade. Em seguida, organizaram o material coletado, debateram as regras do jogo, aprenderam sobre posicionamento correto e movimento das peças no tabuleiro, movimentos particulares de cada peça, técnicas de abertura, finalizações rápidas, além de estratégias de ataque e defesa.

O projeto, desenvolvido durante seis meses, contou com cinco alunos bolsistas, do 6º ao 9º ano

Um dos bolsistas, o aluno Aldrin Pontes conta que aceitou de imediato o convite para participar do projeto porque já tinha certa prática com a modalidade. Ele participou de todas as etapas, desde o planejamento até as apresentações dentro e fora da escola, e diz que o “Xadrez, formando vencedores”  ajudou a mudar não somente a sua vida escolar, como também a de outros alunos. O menino diz que pretende continuar jogando e que o seu sonho é representar a escola na competição de xadrez dos Jogos Escolares Estudantis. “Espero orgulhar minha escola e meu município”, disse.

Benefícios para a vida

Entretanto, os benefícios não ficaram somente no conhecimento adquirido sobre o jogo. Os alunos envolvidos aperfeiçoaram outras habilidades, entre as quais, o nível de concentração. Segundo o educador, a falta de concentração dos estudantes em sala de aula foi outro motivo que levou a idealizar o projeto, sobretudo porque esse fator pode acarretar uma reação em cadeia, levando ao desinteresse, indisciplina e problemas ainda mais graves.

Houve avanços ainda no que se refere às relações interpessoais tanto entre alunos, quanto alunos-professores e os demais profissionais de educação que atuam na unidade de ensino. “Trabalhamos valores, como respeito mútuo, e características no âmbito mais pessoal, como disciplina, controle da ansiedade e o aprender a perder e a ganhar”, frisou o coordenador do projeto, o qual esclareceu que esses aspectos foram avaliados a partir de aplicação de questionário junto aos docentes e servidores da unidade ensino.

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Os benefícios não ficaram somente no conhecimento adquirido sobre o jogo. Os alunos envolvidos aperfeiçoaram outras habilidades, entre as quais, o nível de concentração

Outra importante semente plantada pelo projeto foi a percepção de que as regras do jogo podem ser aplicadas na vida cotidiana. “O xadrez nos ensina a relacionar os movimentos com suas respectivas consequências e isso serve para a nossa vida, na medida em que  cada movimento ou algo que fazemos tem suas consequências”, analisa a aluna Amanda Oliveira.

Para o educador, cabe à escola adotar mecanismos  que possam atrair, envolver, inspirar e motivar os alunos, portanto, o “Xadrez, formando vencedores” conseguiu alcançar esse objetivo, com impacto positivo  não só na Matemática, mas também em outras disciplinas, assim como contribuiu para o aperfeiçoamento do raciocínio lógico.  “Só o fato de utilizarmos um esporte como ferramenta para o aprendizado, levando os alunos a se familiarizarem com uma prática desportiva, já foi uma conquista, porém, conseguimos obter  benefícios muito além do que se esperava”, destacou o professor, ressaltando ainda que o projeto significou “um aprendizado para a vida”.

Sobre o Xadrez

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”Xadrez, formando vencedores” conseguiu alcançar esse objetivo, com impacto positivo não só na Matemática, mas também em outras disciplinas, assim como contribuiu para o aperfeiçoamento do raciocínio lógico

De origem controversa, a versão mais difundida é de que o jogo teria surgido na Índia. Considerado um esporte por alguns, uma arte por outros e ainda uma verdadeira ciência por muitos, o xadrez é um jogodisputado em um tabuleiro de casas claras e escuras. Cada enxadrista (como são chamados os jogadores) devem controlar 16 peças com diferentes formatos e características, sendo que o maior objetivo é dar xeque-mate no rei adversário. Apartida mais demorada de xadrez já registrada durou 24 horas e 30 minutos, tendo ocorrido em 1980.

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Vencedores da oitava edição do Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico são conhecidos

Solenidade de entrega da premiação ocorreu na noite desta quarta-feira (20), na sede da Samsung Ocean Center

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) realizou, na noite desta quarta-feira (20), a solenidade de entrega do 8˚ Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico na sede da Samsung Ocean Center. A premiação visa reconhecer e valorizar trabalhos jornalísticos voltados à divulgação e popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Amazonas.

Todos os indicados concorreram na modalidade Comunicação Midiática – nível profissional. Os vencedores foram Adrianne Diniz (“Voluntários ledores”), categoria Audiovisual – Reportagem ou Videoreportagem; Ione Moreno (“As mil facetas do tucumã”), categoria Fotojornalismo; Leandro Tapajós (“Internacionalização no ensino no AM impulsiona pesquisa na Amazônia”), categoria Internet; e na categoria Impresso Jornal/Revista, Hellen Miranda (“Parques de ideias – pensamentos ‘fora da caixa’”).

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Vencedores do Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico 2018 juntamente com o Diretor Presidente Edson Barcelos

 Além das premiações, foram concedidas as menções honrosas  “Jornalista, Amigo da Ciência – Impresso/Revista” para Evaldo Ferreira; “Jornalista, Amigo da Ciência – TV” para Mara Campelo e “Veículo de Comunicação Midiática” para o Portal Em Tempo.

Em seu discurso, o diretor-presidente da Fapeam, Edson Barcelos, frisou que a Ciência é financiada pela sociedade e, portanto, é preciso prestar contas dos recursos alocados para este fim. Neste sentido, o prêmio é de vital importância no processo de desenvolvimento da cultura da popularização de CT&I no Estado na medida em que os veículos de comunicação têm esse papel primordial de contribuir para divulgar as ações na área e ao mesmo tempo, sensibilizar a sociedade para que compreenda a importância da Ciência, tornando a linguagem científica acessível para a população.

Barcelos destacou ainda a contribuição da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado, nesses 15 anos de existência, para o avanço da CT&I no Amazonas e no Brasil. Segundo ele, a Fapeam está entre as três FAPs (Fundações de Amparo à Pesquisa) mais importantes do País tanto pela vanguarda das ações executadas quanto pelo volume de recursos aplicados – graças ao trabalho de todos os dirigentes que passaram e de sua equipe profissional. “A Fapeam está dando continuidade às suas ações, por meio do lançamento de editais, voltados ao financiamento de pesquisas científicas e de projetos inovadores, bem como à formação de capital intelectual com o objetivo principal de perpetuar a Ciência no Estado a fim de contribuir para o desenvolvimento do Amazonas”, ressaltou.

Diretor Edson Barcelos destaca o Prêmio como importante para a popularização da Ciência no Estado

Diretor Edson Barcelos destaca o Prêmio como importante para a popularização da Ciência no Estado

De acordo com a vencedora Ione Moreno, que concorreu pela quarta vez, são poucos os prêmios de Comunicação que contemplam a categoria Fotojornalismo, sendo de grande importância por valorizar os profissionais que atuam nessa área específica. “Sinto-me privilegiada e super feliz por essa conquista”, afirmou. Por seu lado, a jornalista Hellen Miranda, vencedora na categoria Impresso Jornal/Revista, participou do prêmio pela primeira vez e disse que ficou muito feliz com o resultado e por contribuir com a divulgação da CT&I no Estado.

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A vencedora Ione Moreno, que concorreu pela quarta vez, são poucos os prêmios de Comunicação que contemplam a categoria Fotojornalismo e a jornalista Hellen Miranda, vencedora na categoria Impresso Jornal/Revista

Os candidatos indicados ao prêmio foram selecionados por Comissão Julgadora composta por representantes das seguintes entidades: Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amazonas (SJP/AM), Associação Brasileira de Editores Científicos (Abec) e Fapeam.

O Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico teve sua primeira edição no ano de 2010.   Na ocasião, profissionais e estudantes concorreram em quatro categorias (Internet, Rádio, TV e Impresso). Ao longo dos anos, o Prêmio passou por mudanças, com a adoção de modalidades e suas respectivas divisões por categorias. Pioneiro no País, o Prêmio marcou definitivamente uma nova fase no Jornalismo Científico do Amazonas visando à popularização da Ciência no Estado.

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Fotos – Valdo Lira (Secom)

 

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Prêmio Tesouro Nacional 2018 recebe inscrições

O concurso é destinado a servidores públicos, professores, estudantes, profissionais liberais e pesquisadores da área

Interessados em concorrer ao Prêmio Tesouro Nacional 2018 têm até o dia três de setembro para realizar a inscrição por meio do endereço eletrônico:http://www.esaf.fazenda.gov.br. O concurso de monografia está em sua 23ª edição e concederá premiação no valor de R$ 40 mil para o primeiro colocado.

Idealizado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e instituído pela Portaria nº 198, de 22 de dezembro de 2017, da Escola de Administração Fazendária (Esaf), o Prêmio tem por finalidade estimular a pesquisa na área de Finanças Públicas, reconhecendo os trabalhos de qualidade técnica e de aplicabilidade na Administração Pública.

O concurso é destinado a servidores públicos, professores, estudantes, profissionais liberais e pesquisadores da área. Podem concorrer trabalhos individuais e em grupo, de até três concorrentes, de qualquer nacionalidade e área de formação acadêmica (graduação ou pós-graduação) ou que estejam cursando o último ano de curso de graduação.

As monografias inscritas devem ser inéditas e estar relacionadas aos seguintes temas: “Equilíbrio, transparência e planejamento fiscal de médio e longo prazo”, “Gestão de Tesouraria, composição, rigidez e alocação eficiente do gasto público” e “Federalismo Fiscal”. Seus conteúdos devem apresentar enfoque atual com aplicabilidade para o caso brasileiro, podendo aplicar-se aos três níveis de governo – União, Estados e Municípios, simultaneamente ou separadamente.

Além do vencedor, também receberão premiação o  segundo e terceiro colocados, no valor respectivamente de R$ 20 mil e R$ 10 mil. Também serão concedidos certificados e as monografias serão publicadas. Uma comissão julgadora será formada, contendo até sete membros, entre eles profissionais de notório saber em Economia e/ou Finanças Públicas, designados pelo Diretor-Geral da Esaf. 

O resultado do concurso será publicado no Diário Oficial da União (DOU) e estará disponível nos sites da Secretaria do Tesouro Nacional e da Esaf a partir do dia 23 de novembro de 2018.  A solenidade de premiação será realizada em Brasília (DF). A data será divulgada posteriormente.

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Pesquisa aponta necessidade de implantação de sistema de monitoramento da qualidade do ar em Manaus

O estudo também contou com o apoio da Fapeam, a qual foi protagonista na assinatura de termo de cooperação, que viabilizou o intercâmbio de pesquisadores

Implantar um sistema para monitoramento da qualidade do ar na área urbana de Manaus. Esta é uma das conclusões a que chegou o doutor em Clima e Ambiente, Adan Medeiros, em sua tese “Efeitos da mudança de combustíveis das usinas termelétricas de Manaus na qualidade do ar”, uma das primeiras voltadas ao estudo desse fator em um ambiente de floresta tropical, no caso específico, a Amazônia.

 A pesquisa foi produzida no âmbito do projeto GoAmazon, resultado de parceria entre universidades e institutos de pesquisa brasileiros, norte-americanos e europeus, cujo objetivo é analisar a influência dos processos de urbanização em Manaus sobre o ecossistema e o clima na Amazônia. O estudo também contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a Escola de Engenharia de Ciências e Engenharia de Harvard (Seas-Harvard), as quais foram protagonistas na assinatura do termo de cooperação, que viabilizou o intercâmbio de pesquisadores participantes do projeto.

Medeiros explica que, em razão da chegada do gás natural, oriundo da região de Urucu à Manaus, está havendo mudança gradual da matriz energética nas termoelétricas da capital e foi  justamente esse o motivo que o levou a explorar a área de estudo. Baseada em simulações de cenários de dispersão de gases a partir do uso do modelo conhecido como WRF-Chem, a pesquisa tomou como referência dados sobre fontes fixas e móveis de emissão de compostos químicos poluentes detectados em Manaus.

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Localização das termoelétricas

Esse inventário de emissões foi capaz de representar a composição química da atmosfera na região.  “Tínhamos o Cenário A, em que foi considerado o padrão histórico de queima de combustíveis fósseis por parte das termoelétricas de Manaus, com 100 % da energia gerada a partir da queima de diesel e óleo combustível; O Cenário B, em que foi considerado o padrão de 2014, já com a mudança parcial para gás natural, em que cerca de 65% da energia gerada em Manaus ocorreu a partir da queima deste combustível; e por fim, a simulação do cenário com geração de energia em 100% a partir  da queima de gás natural”, explicou o pesquisador, que possui graduação e mestrado na área da Física.

As simulações indicaram que, em um cenário de mudança total da fonte de geração de energia para gás natural, as concentrações de ozônio urbano devem reduzir drasticamente e, em contrapartida, haverá um salto significativo na melhoria da qualidade do ar. Uma das consequências positivas será a diminuição da exposição da população a altas concentrações desse poluente.

A pesquisa esclarece que o cenário atual tem capacidade de gerar altas concentrações de ozônio, mesmo no período chuvoso, considerado de melhor qualidade do ar na região. Isso ocorre porque mesmo em menores quantidades, a queima de diesel e óleo combustível possui alta capacidade de geração de ozônio, uma vez que emitem grandes quantidades de NOx (principal precursor de ozônio troposférico), o qual em grande quantidade interfere significativamente na saúde da população.

Outro agravante, nesse cenário, é a expansão demográfica na cidade. Segundo o pesquisador, o crescimento do número de habitantes aliado ao aumento da demanda por energia e da frota de veículos tem um impacto grande na alteração da qualidade do ar.

Pesquisador Adan Sady durante apresentacao da Tese na UEA

Pesquisador Adan Sady durante apresentacao da Tese na UEA

Para ele, seria adequado a implementação de um sistema de monitoramento da qualidade do ar na área urbana da cidade, o qual permitiria nortear a adoção de medidas mitigadoras dessas concentrações urbanas de poluentes atmosféricos. “A não mitigação das emissões antropogênicas de poluentes atmosféricos irá alterar cada vez mais a composição da atmosfera na região, o que pode causar sérias consequências na saúde humana, bem como alterar a dinâmica atmosférica regional”, alerta.

Ele também defende um planejamento no sentido da ampliação da rede de geração de energia a partir deste combustível fóssil mais limpo. Conforme dados levantados, cerca de 65 % da energia que abastece a capital amazonense é gerada a partir da queima de gás natural, enquanto os 35 % restantes foram obtidos a partir da queima de diesel e/ou óleo combustível – levando em consideração apenas a energia obtida a partir da queima de combustíveis fósseis.

Conforme estabelecido pela empresa geradora de energia, as termoelétricas analisadas, durante a execução do estudo, possuem as seguintes denominações: Aparecida, Mauá, Flores, Cidade Nova, São José, Iranduba, Breitener Tambaqui, Breitener Jaraqui, Ponta Negra, Manauara e Cristiano Rocha.

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Fapeam divulga lista dos indicados ao Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico

Cerimônia de entrega será dia 20 de junho na Samsung Ocean Center

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulga a lista com os nomes dos profissionais, da área de comunicação, indicados ao Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico 2018.

Em sua oitava edição, a solenidade de entrega do prêmio será realizada no dia 20 de junho, às 18h, na Samsung Ocean Center, Parque Dez, Zona Centro-Sul em Manaus.

O Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico busca incentivar a prática do jornalismo científico no Amazonas, premiando trabalhos jornalísticos que tenham contribuído com a divulgação da ciência nos meios de comunicação do Estado.

Os profissionais indicados concorrem na modalidade Comunicação Midiática que contempla as seguintes categorias: impresso-jornal/revista, audiovisual – reportagem ou videorreportagem, internet e fotojornalismo.

O diretor-presidente da Fapeam, Edson Barcelos, ressaltou a importância da divulgação científica e disse que um dos grandes desafios da instituição como fomentadora da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) é tornar a ciência popular.

Segundo Barcelos a imprensa é uma grande aliada no processo de levar os resultados e benefícios das pesquisas científicas até a sociedade. Por isso, o Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico surge como uma ação para incentivar ainda mais, os profissionais da área de comunicação, a produzirem materiais que contribuam para divulgação de assuntos relacionados à CT&I.

“À medida que os profissionais de comunicação ficam familiarizados com a CT&I desperta neles a prática do jornalismo científico e a cultura da popularização da ciência no Amazonas”, disse.

Confira a lista dos indicados ao Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico

INDICADOS

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Divulgado resultado de seleção do Programa Primeiros Projetos

O prazo de execução dos projetos é de 24 meses. Foram disponibilizados R$ 1,463 milhão para este edital

Foram divulgadas as propostas aprovadas no âmbito do Programa de Infraestrutura para Jovens Pesquisadores, mais conhecido como Programa Primeiros Projetos (PPP), referente ao edital n˚ 004/2017. Iniciativa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), o programa tem por objetivo apoiar a instalação e modernização de infraestrutura em instituições de ensino superior e/ou de pesquisa como suporte à fixação de jovens pesquisadores e novos grupos.

Os projetos aprovados compreendem as áreas de Ciências Agrárias, Humanas e Sociais, Exatas e da Terra, Biológicas, da Computação, Engenharias, Linguística/Letras/Artes e por fim, Ciências da Saúde. De Ciências Agrárias foram aprovados os projetos “Ozônio na conservação pós-colheita de bananas: controle de micro-organismos, amadurecimento e capacidade antioxidante” (Aline Souza); “Características físico-químicas, microbiológicas e propriedades bioativas do mel de meliponíneos do Alto Solimões” (Emerson Chambó); “Crescimento e hebivoria de espécies florestais em plantio de enriquecimento de floresta secundária” (Marciel Ferreira) e “Aspectos da Morfofisiologia reprodutiva do peixe-boi da Amazônia macho” (Rodrigo Amaral).

No âmbito das Ciências Humanas e Sociais, os projetos aprovados foram “Comunicação, Ciência e Meio Ambiente: análise da cobertura jornalística de problemas ambientais nas regiões Norte e Nordeste” (Allan Rodrigues); “Reflexões sobre história, memória, identidade e representação nos escritos de historiadores orais Alessandro Portelli e José Carlos Sebe Bom Meihy” (Glauber Biazo); “A Alexandria Greco-romana: multiculturalismo, mobilidade e divulgação” (Joana Clímaco); “Uso do solo e alterações do clima em cidades da região do Médio Solimões – Amazonas – Brasil” (João Cândido Neto); “Processos de territorialização, interculturalidade e bem viver – um estudo sobre as atividades turísticas realizadas pelas comunidades indígenas do rio Negro” (Jocilene Cruz); “Parentesco e mobilidade venezuelana no Norte do Brasil” (Sandro Santos).

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Os projetos aprovados compreendem as áreas de Ciências Agrárias, Humanas e Sociais, Exatas e da Terra, Biológicas, da Computação, Engenharias, Linguística/Letras/Artes e por fim, Ciências da Saúde

Em Ciências Exatas e da Terra, foram selecionadas as propostas “Balanço de energia superficial e evapotranspiração em área de campos amazônicos” (Carlos Querino); “Disruptores Endócrinos no Meio Ambiente Amazônico” (Giovana Bataglion); “Síntese de óxidos nanoestruturados de ZnWO4 por métodos químicos: aplicações em fotocatálise e fotoluminesnência” (Içamira Nogueira); “Aplicações de Modelos Birnbaum-Saunders” (Jeremias Leão); “Modelagem e estimativa de Estado em crescimento de tumores sólidos com e sem tratamento” (José Mir Costa) e “Desenvolvimento e estudo de novos compostos de coordenação para atividade eletrocatalítica e atividade antimicrobiana” (Paulo José Maia). De Ciências Biológicas, foram aprovadas as seguintes propostas “Nicho trófico de espécies de piranhas em área de várzea na região do Baixo Solimões” (Flávia Souza); “O que determina a dominância de espécies de lianas e árvores na Amazônia central?” (Juliana Almeida); e “Caracterização proteômica e avaliação do potencial biotecnológico de fungos filamentosos isolados de diferentes ambientes do Amazonas” (Priscila Aquino).

No âmbito das Ciências da Saúde, os selecionados foram “Caracterização e modelação do desempenho de nadadores da região ao longo das etapas de formação desportiva” (Karla de Jesus); “Estudo do perfil da coordenação motora, desempenho acadêmico e crescimento somático: saberes necessários à educação inclusiva” (Lúcio Ferreira); e “Padronização de ensaios analíticos para estimativa do shelf life e monitoramento de produtos de mandioca tradicionalmente consumidos em Manaus” (Simone Ramos). Das Engenharias foram classificados os projetos “Investigação de técnicas modernas de sensoriamento remoto aplicado à preservação de florestas” (Celso Carvalho); “Estudo experimental do comportamento de nanopartículas de dióxido de titânio (TiO2) em efluentes líquidos” (Maryana Souza); da Ciência da Computação, foi aprovado o projeto “Aprendizagem de máquina aplicada em problemas de domínios diversos” (Elloá Costa); e para finalizar, houve  a seleção do projeto “Verificando a efetividade de estratégias usadas pro professores e estudantes para a construção de escrita musical”, da área de Linguística, Letras e Artes, tendo como autor Caroline Caregnato.

O prazo de execução dos projetos é de 24 meses. Foram disponibilizados R$ 1,463 milhão para este edital. Os projetos deverão ter valor máximo de R$ 100 mil. Dos recursos orçados no projeto, 70% deverão ser destinados às despesas de capital e 30% a despesas de custeio. No caso das instituições de ensino superior e/ou pesquisa privada, os recursos financeiros destinados a custeio integrarão a contrapartida da instituição, sendo que os recursos deste edital somente poderão ser aplicados em despesas de capital no valor máximo de R$ 70 mil.

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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