Todos os artigos de Marlúcia Almeida

Divulgado o resultado final do processo seletivo para pesquisador visitante da Fiocruz Amazônia

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio da Comissão de Seleção do Processo Seletivo para Pesquisador Visitante, objeto da Chamada Pública nº OO5/2O17 e suas republicações, divulgou o resultado final, nesta segunda-feira, 04/12/2017.

Para acessar ao resultado clique.

O processo seletivo é realizado em conformidade com a Portaria ILMD N.044/2017, que institui o Programa de Pesquisador Visitante (PV/ILMD/Fiocruz Amazônia), no âmbito do Programa de Fomento ao Ensino e à Pesquisa do Instituto, sob contrato Nº 26/2016, com a Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (PFEP/ILMD/Fiotec).

Para mais informações sobre a Chamada Pública Nº 005/2017, clique na página de Chamadas Públicas do ILMD/Fiocruz Amazônia.

Ascom-ILMD/Fiocruz Amazônia

Fiocruz Amazônia realiza minicurso sobre ‘Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro’

Iniciou nesta segunda-feira, 4/12, o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia. O evento é  promovido pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio do Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação). A primeira atividade foi o minicurso “Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro”.

O Seminário continua nos dias 6 e 7/12. Clique e acesse a programação.

As atividades do Seminário são realizadas na sede da Fiocruz Amazônia que fica na rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus – AM.

O conteúdo do minicurso foi dividido em dois momentos:  pela manhã, com o pesquisador Felipe Naveca que abordou “PCR em Tempo Real: teoria e prática, preparação, reação e análise de dados. O segundo momento, “Infecção experimental em vetores”, foi ministrado pela pesquisadora Claudia Rios Velasquez, no Laboratório Ecologia de Doenças Transmissíveis na Amazônia (EDTA).

As inscrições para o Seminário são gratuitas e dele podem participar estudantes de pós-graduação e pesquisadores. São parceiros do ILMD/Fiocruz Amazônia neste evento, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) da Fiocruz, e o Institut Pasteur de la Guyane.

Nos dias 6 e 7/12 serão realizadas palestras ministradas por pesquisadores nacionais e internacionais que discorrerão a respeito de temas ligados ao campo das doenças infecciosas negligenciadas, bem como serão abordados aspectos importantes da pesquisa na região Amazônica e projetos em desenvolvimento.

 

INSCRIÇÕES

Para se inscrever o candidato deve encaminhar e-mail para neglect.ilmd@fiocruz.br. No e-mail deve informar a intenção de participar do Seminário, enviar carta de intenções explicando as razões/motivações para participar do evento, nome completo, RG e CPF, ou número do passaporte, nome do orientador, programa de pós-graduação a que está vinculado, ou instituição na qual trabalha, no caso de pesquisador.

Para as palestras foram disponibilizadas 100 vagas. As inscrições são gratuitas, e algumas atividades serão ministradas em inglês.

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é um curso stricto sensu, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O Programa se enquadra na grande área em Parasitologia. A pesquisa e o ensino desenvolvidos no contexto do PPGBIO-Interação têm ênfases na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores, fatores de virulência, e mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Fiocruz Amazônia promoverá Conferências Ciências Sociais e Saúde: diálogos de fronteira

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio do Laboratório Território, Ambiente, Saúde e Sustentabilidade (LTASS) realizará no dia 13/12, as Conferências Ciências Sociais e Saúde: Diálogos de Fronteira.

O encontro tem por objetivo explorar as possibilidades de diálogo entre os saberes das ciências da saúde e das ciências sociais, mostrando de que forma recortes teóricos, referenciais teóricos e abordagens podem contribuir para uma bem-vinda complexificação das explicações de questões de saúde na Amazônia.

Segundo a pesquisadora responsável  pelo evento, Fabiane Vinente, a primeira edição das Conferências Ciências Sociais e Saúde: Diálogos de Fronteira terá como convidado o professor João Siqueira, antropólogo, doutor em Antropologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), que ministrará a palestra “Malária e Ciências Sociais: a intermitência do diálogo com outros saberes”

João Siqueira atua em linhas de pesquisa que incluem Etnicidade, Estado e conflitos territoriais na Amazônia, e Doença e representação social. Em sua conferência, irá discutir a problemática do estudo da malária na perspectiva das ciências sociais e explorar a relação entre a representação da malária e as práticas de atenção e cuidado no processo saúde-doença, observando que, se por um lado a questão da malária pressupõe ações políticas e medidas interventivas que são operadas no campo da saúde pública, de outro lado, ela possibilita e até potencializa a problematização da ordem social vigente, tendo em vista que saúde e doença tendem a legitimar, no espaço público, a emergência de determinado problema social.

O evento tem inscrições gratuitas que podem ser feitas no dia e local de sua realização.

LANÇAMENTO

No mesmo encontro João Siqueira irá lançar o livro “Uma doença, diversos olhares: Representação da malária em Nossa Senhora de Fátima, em Manaus”, da Editora Valer.

SERVIÇO

Evento: Conferências Ciências Sociais e Saúde: Diálogos de Fronteira

Quando? 13/12/2017

Onde?  Sede da Fiocruz Amazônia, no Salão Canoas, à rua Teresina, 476, Adrianópolis – Manaus (AM).

Horário?  De 14h30 às 17h

Informações com Edmilson Bibiani (Eventos), pelo telefone (92)3621-2430

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagens: divulgação

Após tendência de queda, casos de malária no mundo sobem em 2016, aponta OMS

O número de casos confirmados de malária no mundo diminuiu entre 2010 e 2015, mas voltou a crescer em 2016, informa relatório da Organização Mundial da Saúde divulgado nesta quarta-feira (29). O mundo registrou 216 milhões de casos em 2016, contra 211 milhões em 2015. Segundo a OMS, o registro do ano passado interrompe uma tendência de queda: entre 2010 e 2015, a incidência da doença apresentava uma diminuição de 21%.

“Quando há uma tendência de queda, acredita-se que a doença está controlada, os serviços começam a falhar e, aí, o número de casos aumenta novamente”, diz Marcos Boulos, infectologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

O Brasil confirmou 129.251 casos em 2016, segundo a Organização Mundial da Saúde. E a tendência era de queda, já que 143.161 casos foram registrados em 2015. Especialistas, no entanto, apontam para uma tendência de aumento em 2017.

Na região amazônica, já se registra um crescimento das infecções para esse ano. A região apresentou 7,3 mil casos a mais que o primeiro semestre do ano passado. Tocantins vive um surto (aumento repentino da doença). O estado apresentou 58 casos no primeiro semestre, em comparação com 23 em relação ao ano passado.

SOBRE A MALÁRIA

A malária é uma doença infecciosa causada pelo parasita Plasmodium. É transmitida pela picada do mosquito de gênero Anopheles ou por contato pelo sangue, como o compartilhamento de seringas.

Os sintomas incluem mal-estar, calafrios, seguido de suor intenso e prostração. No caso do plasmodium do tipo falciparum, pode ocorrer uma grave amenia, potencialmente fatal.

O G1 aguarda um retorno do Ministério da Saúde sobre os dados consolidados para este ano no Brasil, mas especialistas como Claudia Rios, pesquisadora da Fiocruz na Amazônia, confirmam uma tendência de aumento, na esteira da média global.

“O Brasil vinha avançando na redução do número de casos desde 2010, entretanto, em 2017, até o mês de agosto, foi registrado um aumento de 44% no número de casos para a região amazônica”, diz.

Surto de malária em Macapá, no Amapá, em registro de setembro desse ano (Foto: Reprodução/Rede Amazônica)

Tanto Marcos Boulos como Claudia Rios citam que o aumento pode ser explicado em parte a uma mudança nas políticas de controle e também por influência de questões climásticas.

“Quando você tem ano eleitoral no município, alguns prefeitos destinam parte do pessoal para outras funções. Ano passado foi ano eleitoral e os serviços ficaram sobrecarregados. Também sempre quando muda a gestão, há uma tendência de aumento”, diz Boulos.

“A incidência de malária no Brasil, ao longo do tempo, é muito variável, e isso está associado a múltiplos fatores como mudanças climáticas, mudança nas lideranças municipais e, portanto, nas políticas de controle”, afirma Cláudia.

MORTES NO MUNDO E REGIÕES AFETADAS

Apesar da tendência global de aumento, morre menos gente em decorrência da doença. Em 2016, a OMS estimava 445 mil mortes globalmente, contra 446 mil em 2015.

A África ainda é a região mais atingida pela doença, com 90% dos casos. Lá, é mais prevalente a malária transmitida pelo Plasmodium falciparum – representando 99% dos casos. A malária transmitida por esse protozoário leva à forma mais grave da doença: o falciparum destroi os glóbulos vermelhos do sangue, o que provoca um quadro grave de anemia.

Já nas Américas, é mais prevalente o Plasmodium vivax, que corresponde a 64% dos casos. Ainda nas Américas, Brasil e Venezuela respondem por 65% dos casos.

No Brasil, a maior parte dos casos é registrada na região amazônica, onde a malária é endêmica (ocorre com frequência na região).

META DE ELIMINAÇÃO DA OMS

Segundo o documento, mais países estão perto de eliminar a malária: em 2016, 37 países reportavam menos de 10 mil casos, contra 37 países em 2010.

A OMS informa que países como Emirados Árabes Unidos (2007), Marrocos (2010), Armênia (2011), Maldivas (2015) e Sri Lanka (2016) eliminaram a doença. Países como a Argentina estão em processo de eliminação.

A eliminação, no entanto, só ocorre quando não há mais transmissão interna da doença e é diferente da erradicação, quando quase não são registrados novos casos. Também são necessários serviços constantes de vigilância para que a eliminação seja garantida.

O Brasil não está entre os países com menos de 10 mil casos — com 129.251 casos em 2016 — e, portanto, a meta de eliminação não é uma realidade para o nosso território.

Marcos Boulos, da USP, diz que há um ano se discutia a eliminação da malária causada pelo Plasmodium falciparum, já que havia uma tendência de queda nos casos provocados especificamente pelo parasita. Comissões de especialistas debatiam se se fazia uma estratégia focada de eliminação ou se se esperava que a eliminação fosse alcançada com a natural queda observada.

“Agora, no entanto, com o aumento, vamos ter de rever essa meta e a prioridade é a reorganização dos serviços para garantir o que vinha sendo feito”, diz.

Hoje, o país tem mais de 23 milhões de pessoas em risco para a doença.

RESISTÊNCIA A ANTIBIÓTICOS E INSETICIDAS

A Organização Mundial de Saúde cita que há registros de casos de resistência do parasita a medicamentos. Também, segundo a entidade, vetores também apresentam resistência a inseticidas. A entidade aponta sobre a necessidade do investimento em pesquisas.

“O problema da resistência existe e isso afeta diretamente as medidas de controle existentes, contribuindo para a manutenção da doença e dificultando a sua eliminação”, diz Cláudia Rios.

Cláudia cita que a Fiocruz da Amazônia desenvolve pesquisas para buscar novas moléculas que possam bloquear a transmissão. A entidade também testa substâncias naturais e sintéticas para o controle do parasita.

Fonte: G1, por Monique Oliveira, G1
Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Inscrições abertas para o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) está recebendo inscrições para o Seminário Internacional Doenças Infecciosas Negligenciadas da Amazônia, que será realizado nos dias 4, 6 e 7/12, na sede do Instituto, à rua Teresina, 476, Adrianópolis, Manaus (AM).

A primeira atividade do seminário será o minicurso “Ferramentas para o estudo das interações arbovírus-hospedeiro”, que acontece na próxima segunda-feira (4/12). O evento é promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro (PPGBIO-Interação).

As inscrições são gratuitas e podem participar estudantes de pós-graduação e pesquisadores. São parceiros do ILMD/Fiocruz Amazônia,  a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação (VPEIC) da Fiocruz, e o Institut Pasteur de la Guyane.

Nos dias 6 e 7/12 serão realizadas palestras ministradas por pesquisadores convidados nacionais e internacionais que discorrerão a respeito de temas no campo das doenças infecciosas negligenciadas, bem como serão abordados aspectos importantes da pesquisa na região Amazônica e projetos em desenvolvimento.

Clique e acesse a programação.

INSCRIÇÕES

Os interessados em participar do evento devem enviar e-mail para neglect.ilmd@fiocruz.br. No e-mail deve conter a indicação de qual a atividade quer participar ou se quer inscrever-se para as duas (minicurso e palestras). Além disso, enviar carta de intenções explicando as razões/motivações para participar do minicurso e/ou seminário, nome completo, RG e CPF, ou número do passaporte, nome do orientador, programa de pós-graduação a que está vinculado, ou instituição na qual trabalha, no caso de pesquisador.

Para o minicurso estão sendo oferecidas 10 vagas. Para as palestras, 100 vagas estão sendo disponibilizadas. As inscrições são gratuitas, e algumas atividades serão ministradas em inglês.

SOBRE O PPGBIO-INTERAÇÃO

O Programa de Pós-Graduação em Biologia da Interação Patógeno-Hospedeiro é um curso stricto sensu, que tem como essência a dinâmica de transmissão das doenças e as interações moleculares e celulares da relação patógeno-hospedeiro, no âmbito da maior biodiversidade mundial.

O Programa se enquadra na grande área em Parasitologia. A pesquisa e o ensino desenvolvidos no contexto do PPGBIO-Interação têm ênfases na ecoepidemiologia e biodiversidade de micro-organismos e vetores, fatores de virulência, e mecanismos fisiopatológicos e imunológicos associados na interação parasito-hospedeiro.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: Mackesy Pinheiro

Visita de pesquisadores de Liverpool à Fiocruz Amazônia acende possibilidades de parcerias institucionais

Pesquisadores da Liverpool School of Tropical Medicine (LSTM) estão em Manaus para reunir com pesquisadores do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).  A programação do encontro vai até quinta-feira (30/11) e consta de conferências e interlocuções sobre parasitologia, terapias e medicamentos.

Para o vice-presidente de Pesquisa e Coleções Biológicas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Rodrigo Correa de Oliveira, a visita dos pesquisadores é muito oportuna, visto que os pesquisadores da LSTM têm um sistema muito bem estruturado e têm descoberto novos medicamentos o que pode ser significativo não só para a Fiocruz Amazônia, mas para o sistema de saúde brasileiro.

“Vejo que dentro dessa colaboração entre a LSTM, a Fiocruz Amazônia e a Fiocruz Nacional nós podemos chegar a um processo de investigação junto com Farmanguinhos e com as outras unidades da Fiocruz, de verificação de novas drogas para várias doenças, por que eles têm um sistema de alta velocidade de avaliação de produtos naturais e, junto com eles, poderíamos ter uma abordagem bastante significativa de produtos naturais não só da Amazônia, mas também de outras regiões do país”, disse Rodrigo Oliveira.

Para o diretor do ILMD/Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, a visita dos pesquisadores possibilita colaboração com a LSTM. “São pesquisadores de uma instituição de grande importância na pesquisa, que tem tradição e trabalhos relevantes na parte de saúde pública. Essa parceria é uma oportunidade não só de se ter projetos de colaboração, mas também abre portas para outras cooperações que atendam aos nossos estudantes e corpo técnico não só em filárias, mas também em outros temas”.

O encontro tem programação definida até o dia 30/11. Veja abaixo:

EVENT PROGRAMME FOR 29.11.2017 

09:00 – 12:00 – Tour of the FMT-HVD

Fiocruz ILMD researcher and FMT-HVD medical practitioner Dr Marcus Lacerda and FMT-HVD director of research Dr Wuelton Monteiro will greet the LSTM guests at the FMT-HVD and provide them with a tour of the hospital’s research facilities.

Student Talks

13:00 – 13:30 –Uziel Swaua Msc (Fiocruz ILMD)

Evidence for M. ozzardi resistance to Ivermectin in Sao Gabriel do Cachoeira.

13:30 – 14:00 – Túllio Romão Ribeiro da Silva Msc (Fiocruz ILMD)

Flies in the ointment: Onchocerciasis vector bites are significantly reduced by the skin application of mineral oil during human landing catches

14:00 – 14:30 – Yago Santos Bsc (Fiocruz ILMD)

Are standard Wolbachia detection tools over-estimating the prevalence of Wolbachia infections in mosquitoes?

14:30 – 14:45 – Coffee break

Our invited guest will be served Brazilian coffee, fresh rainforest fruit juice and regional snacks during this brief interval.

14:45 – 15:00 – Tour of the Fiocruz ILMD laboratory facilities

Our invited guest will be provided with a tour the Fiocruz ILMD laboratory facilities.

 15:00- 17:00 – Fiocruz & LSTM project proposal discussions: closed session

In this closed-door meeting the LSTM team and selected Fiocruz researchers will discuss collaborative research proposals and funding opportunities.

 

 EVENT PROGRAMME FOR THE 30.11.2017

 

9:00- 12:00 –Project proposal wrapping up meeting: closed session

During this session, the LSTM team and Fiocruz researchers will select specific research project proposals and specific funding calls that collaborative joint grant applications can be submitted to.  The LSTM team and Fiocruz researchers will decide on a firm agenda for the preparation of grant-application submission with clearly delineated tasks for each of the applicants.

12-00-14-00 – Special lunch

Dr Luz will take our LSTM guest to a special restaurant so our guest can sample the best of traditional Amazonia food and drink.

14-00- 17:00 –Project proposal spill-over meeting or free session.

Depending on the progress of the meeting and the desires of our LSTM guests, this session can be used to resolve out-standing issues from earlier discussions or can be used for tourist activities. The Brazilian Amazon has a lot to offer tourists and we will be glad to show our guests the parts that most interest them. They will, of course, need to remember their swimming trunks if the decide they want to swim with our pink river dolphins.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Divulgado o resultado da 2ª. etapa do processo seletivo para pesquisador visitante da Fiocruz Amazônia

O Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), por meio da Comissão de Seleção do Processo Seletivo para Pesquisador Visitante, objeto da Chamada Pública nº OO5/2O17 e suas republicações, divulgou nesta terça-feira, 28/11, o resultado da 2ª etapa, que diz respeito à avaliação dos currículos e documentos comprobatórios.

Para acessar ao resultado da 2ª etapa, clique.

O processo seletivo é realizado em conformidade com a Portaria ILMD N.044/2017, que institui o Programa de Pesquisador Visitante (PV/ILMD/Fiocruz Amazônia), no âmbito do Programa de Fomento ao Ensino e à Pesquisa do Instituto, sob contrato Nº 26/2016, com a Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (PFEP/ILMD/Fiotec).

Para mais informações sobre a Chamada Pública Nº 005/2017, clique na página de Chamadas Públicas do ILMD/Fiocruz Amazônia.

Ascom-ILMD/Fiocruz Amazônia
Foto: divulgação

Dados sobre condições de vida e desigualdade em saúde chamam atenção de alunos na Semana de C&T

As condições de saúde e sociais na região Norte são precárias em relação principalmente ao Sul e Sudeste do País. Essa foi das constatações da palestra ‘Condições de vida e desigualdade em saúde no Brasil e na Amazônia’ ministrada pela pesquisadora e médica do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), Luiza Garnelo, para alunos do ensino médio da Escola Estadual Gilberto Mestrinho.

O evento ocorreu na sexta-feira (24/11), no Espaço da Cidadania Ambiental (Ecam), no Manauara Shopping, como parte da programação da 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT), promovida pela Fiocruz Amazônia, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed).

Garnelo apresentou, na oportunidade, diversos gráficos e números de indicadores e taxas relacionadas a questões socioeconômicas e que têm reflexos nas condições de vida e saúde da população, em especial da região Norte do País, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A abordagem da difusão científica junto aos alunos está ligada à temática do evento ‘A matemática na saúde’, promovido pela Fiocruz Amazônia em parceria com a Semed ao longo desta semana (21 a 24/11).

Ela mostrou dados como o coeficiente de mortalidade infantil x renda per capita; média de renda; taxa de analfabetismo; taxa de mortalidade infantil segundo a renda familiar; indicadores de vulnerabilidade; indicadores de mulheres que fazem mamografia e preventivo, dentre outros dados de relevância.

“Fica ainda mais contrastante quando começamos a estudar os números da geração de riqueza. Não é que esteja faltando riqueza na região Norte, mas é a distribuição que é muito desigual, pois é uma das regiões com maior concentração de riqueza do País”, destacou a pesquisadora.

A pesquisadora revelou ainda que a população interiorana do Amazonas é uma das mais prejudicadas, pois não tem infraestrutura social, como transporte, informação e principalmente o acesso à saúde. “Os dados que temos de renda per capita e das condições de saúde dessa população são muito desfavoráveis. Assim, a má distribuição de renda e a desigualdade social impactam diretamente na saúde e qualidade de vida e é mais exacerbada no interior pela situação de extrema pobreza”, analisou ela, diante dos números levantados pelo IBGE.

Sobre o evento, a pesquisadora disse que é um momento privilegiado porque transmitiu informações para jovens ainda em fase escolar e que nunca têm acesso a esses tipos de dados. “Muitas vezes a falta de informação faz com que as pessoas se sintam responsáveis pela própria miséria, como se tivessem culpa”, pontuou.

Segundo ela, há uma desigualdade estrutural que só piora as condições de vida das pessoas porque elas não têm armas para lutar contra isso, já que não é só o esforço individual, mas é necessário mudar os dirigentes, bem como as prioridades políticas e fiscalizar a alocação de recursos. “A ideia é que a ciência que levanta e investiga esses dados e publica em periódicos especializados, consiga acessar diretamente uma população que sofre e que não tem uma clareza da origem de seus problemas”, detalhou.

OPINIÃO DE QUEM FOI

Na visão do aluno do 3º ano do ensino médio, Vinicius Guimarães, 17 anos, a experiência foi bem interessante. “A palestra chamou muita atenção pelos números e gráficos que eu nunca tinha visto”, disse ele.

Para a estudante Pollyanna Marinho, 17 anos, sair do ambiente da escola e conhecer a rotina de pesquisadores é transformador para seus estudos. “Ter vindo participar dessa atividade me permitiu ter uma visão mais ampla e entender melhor sobre assuntos novos”, declarou.

A professora responsável pela turma, Maria Suziany Santos, revelou que todos os alunos da escola gostariam muito de ter participado das atividades e que gerou uma grande curiosidade por parte de todos. “É de grande valia iniciativas desta natureza, pois sabemos que em sala de aula o tempo é curto e esse evento proporcionou o contato deles com um laboratório externo”, afirmou.

MOSTRA CIENTÍFICA

A nutricionista Sarah Cordeiro do Núcleo de Saúde do Trabalhador (NUST/ILMD) coordenou, no período de 21 a 24/11, a mostra do jogo interativo ‘Restaurante Virtual’ sobre alimentação saudável e orientações nutricionais para os visitantes da SNCT. “O objetivo foi levar à sociedade a promoção de saúde. Trabalhamos durante toda a semana com a conscientização sobre a quantidade de porções adequadas, baseado no Guia Alimentar da População Brasileira”, disse.

Um minilaboratório com microscópios foi disponibilizado para as crianças e jovens conhecerem de perto fungos e bactérias causadores de doenças e até os utilizados para produção de medicamentos e na indústria alimentícia. “A ideia foi mostrar para os alunos como funciona parte de nossas atividades e o estudo desses micro-organismos e como podemos enxergá-los no laboratório”, explicou a mestre em Ciências de Alimentos e bolsista da Fiocruz Amazônia, Lirna Silva, que foi uma das envolvidas na mostra

Ainda no dia 24/11 ocorreu a palestra sobre ‘Dermatófitos, ministrada por Laissa Barroso.

Por Cristiane Barbosa
Fotos: Cristiane Barbosa
Edição: Marlúcia Seixas

Obsma conclui Oficinas Pedagógicas em Porto Velho

Encerraram ontem, 23/11, as Oficinas Pedagógicas da Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (Obsma), em Porto Velho (RO). A abertura do evento foi na segunda-feira (20/11). Depois, foram 3 dias dedicados ao diálogo e orientação a professores sobre como abordar com seus alunos as temáticas de saúde e meio ambiente, a partir de recursos relacionados a projeto de ciências, produção de texto e produção audiovisual, que são as modalidades da Olimpíada.

No último dia, foi ministrada pela professora Alcione de Araújo, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e colaboradora da Obsma, a oficina de produção textual. No dia 22/11, ocorreu a oficina de audiovisual, com o programador e produtor visual Wagner Nagib. No primeiro dia, projeto de ciências, com Cristina Araripe, pesquisadora da Fiocruz e coordenadora nacional da Obsma.

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país.

As Oficinas Pedagógicas da Obsma em Porto Velho foram organizadas pela Coordenação Regional Norte, em parceria com a Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc-RO), por meio da Coordenação do Núcleo do Programa Saúde na Escola (PSE).

Segundo a coordenadora do PSE, Maria Inês Fernandes, a expectativa é de que os professores que participaram das atividades pedagógicas da Obsma, tornem-se multiplicadores do conhecimento adquirido e possam contribuir para que mais educadores de Rondônia, inscrevam projetos na Olimpíada.

Participaram das oficinas professores dos 52 municípios de Rondônia. Alguns educadores chegaram a viajar por 11 horas de ônibus até chegar ao Rondon Palace Hotel, local onde foram ministradas as Oficinas.

A coordenadora Regional Norte da Obsma, Rita Bacuri, ressaltou a importância do envolvimento e empenho da Seduc e do PSE, para prover condições para participação dos professores nas atividades pedagógicas, e espera que a 9ª. edição da Obsma seja contemplada com muitas  inscrições de professores de Rondônia.

No encerramento, além das palavras de agradecimento e motivação para impulsionar novos projetos, houve também sorteios de camisas e canecas.

Confira as fotos das Oficinas Pedagógicas em Porto Velho.

 

Saiba mais sobre as Oficinas Pedagógicas da Obsma

Saiba como organizar Oficinas Pedagógicas na sua cidade/região?

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Marlúcia Seixas

Estudantes conhecem mais detalhes sobre vírus da Aids,  na Semana de C&T

Mesmo com muita informação disponível e o avanço de pesquisas, ainda há muito desconhecimento sobre o vírus da Imunodeficiência humana (Human Immunodeficency Virus – HIV), causador da Aids. Nesse sentido, o biólogo e doutorando em Biologia Celular e Molecular pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), André de Lima Corado, ministrou na quinta-feira (23/11), a palestra ‘Epidemiologia Molecular do HIV’, para alunos do Ensino Fundamental, do Colégio da Polícia Militar Áurea Braga, localizado no bairro Cidade do Leste.

A atividade fez parte da programação da 14ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, promovida pela Fiocruz Amazônia, no Espaço da Cidadania Ambiental (Ecam), no Manauara Shopping, das 10h às 16h. O evento ocorre também na sede do ILMD, a partir das 19h, até esta sexta-feira (24/11).

A temática é muito importante porque o Amazonas, desde 2006, vem ultrapassando a média nacional de detecção de pessoas infectadas pelo vírus HIV, sendo o segundo no ranking nacional, há dois anos consecutivos, segundo a Coordenação Estadual de DST/Aids, via Boletim Epidemiológico do (MS). Outro motivo de grande preocupação é que em alguns grupos, o HIV/Aids vem crescendo substancialmente, dentre esses em jovens na faixa dos 15 e 24 anos e em homens que praticam sexo com homens.

Para ele, a ciência e a academia têm que se aproximar cada vez mais da população e esta iniciativa da Fiocruz Amazônia fortalece ainda mais a divulgação científica. “É fantástico poder passar numa linguagem popular o que você está aprendendo, pois as pessoas se informam e isso se torna um círculo de conhecimento e isso contribui para mudar a visão das pessoas sobre determinados assuntos”, afirmou André Corado, a respeito de sua experiência na SNCT.

Durante a palestra, foram explicadas desde a origem e história do vírus, os diferentes tipos, as maneiras de transmissão, como prevenir, os principais sintomas, o diagnóstico e o tratamento. Além disso, o pesquisador mostrou o cenário de ocorrências do HIV no mundo e no Amazonas.

“É um dos Estados com maior incidência do vírus. Isso acontece, principalmente, na minha opinião, devido ao desenvolvimento dos testes diagnósticos, de forma eficaz e também a carência de informação por parte das pessoas contribui, mas há diversos fatores”, informou.

Sob a orientação do professor doutor Felipe Naveca, ele desenvolve a pesquisa de doutorado voltada para a Zika e a Imunogenética. “Buscamos entender se as diferenças genéticas nos indivíduos trazem diferença na infecção pela Zika. Se por exemplo, o indivíduo, que apresenta os sintomas da doença, tem uma genética diferente dos que não tiveram. Se a genética pode favorecer a doença”, explicou, informando que até 2020 o doutorado deverá ser concluído.

PROGRAMAÇÃO ENCERRA NESTA SEXTA-FEIRA

As atividades da 14ª SNCT, realizada pela Fiocruz Amazônia em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), continuam nesta sexta-feira (24/11), das 10h às 12h, com uma palestra no Espaço Ecam, realizada pela pesquisadora Luiza Garnelo, intitulada ‘Desigualdades Sociais na Amazônia’. No período da tarde, das 14h às 16h, a palestrante Laissa Barroso, falará sobre ‘Dermatófitos’. À noite, das 19h às 21h, no Salão Canoas, o público poderá assistir a palestra sobre a ‘Pesquisa no diagnóstico e controle da malária’, com as estudantes de pós-graduação Juliana Glória e Késsia Caroline Alves. As atividades são abertas ao público, com entrada franca.

SERVIÇO

O quê? Atividades da Fiocruz Amazônia na 14ª SNCT

Quando? 21 a 24 de novembro de 2017

Onde? Espaço Ecam (Manauara Shopping) e Salão Canoas  (sede do ILMD/Fiocruz Amazônia)

Que horas? 10h às 16h (Espaço Ecam – no Manauara Shoping) e das 19h às 21h (ILMD/Fiocruz Amazônia – rua Teresina, 476, Adrianópolis).

Por Cristiane Barbosa
Fotos: Cristiane Barbosa
Edição Marlúcia Seixas