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Resultado das análises de recursos do processo seletivo do PPGVIDA

A direção do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) informa que acatou a solicitação de homologação das inscrições de candidatos do processo seletivo do mestrado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), que enviaram documentos através do Sistema de Inscrição disponibilizado no site do Instituto, www.amazonia.fiocruz.br/sistemas/ppgvida, ou que enviaram para o e-mail selecaoppgvida.ilmd@fiocruz.br.

Acesse o Comunicado Nº 002/2018, na Plataforma Siga, no link http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=120

Para esclarecimentos sobre a etapa de homologação e demais etapas do processo, o candidato deve enviar para e-mail para posgradvida.ilmd@fiocruz.br.

As demais datas do cronograma do processo seletivo mantêm-se inalteradas.

Saiba mais sobre o processo seletivo do PPGVIDA na Plataforma Siga.
O processo seletivo do PPGVIDA acontece em três etapas. Para esta chamada pública estão sendo oferecidas 17 vagas, distribuídas nas linhas de pesquisa: Fatores sociobiológicos no processo saúde-doença na Amazônia (6 vagas), e Processo saúde, doença e organização da atenção a populações indígenas e outros grupos em situações de vulnerabilidade (11 vagas).

SOBRE O CURSO

O curso de Mestrado de Condições de vida e situações de saúde na Amazônia tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos, capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O programa também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

Ascom-ILMD/Fiocruz Amazônia

Resultado das análises de recursos do processo seletivo do PPGVIDA será publicado na segunda-feira, 16/4

A direção do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) informa que acatou a solicitação de homologação das inscrições de candidatos do processo seletivo do mestrado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), que enviaram documentos através do Sistema de Inscrição disponibilizado no site do Instituto,  www.amazonia.fiocruz.br/sistemas/ppgvida, ou que enviaram para o e-mail selecaoppgvida.ilmd@fiocruz.br.

Acesse o Comunicado Nº 002/2018, na Plataforma Siga, no link http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=120

Neste sentido, na segunda-feira, 16/4, às 17h, será publicada uma única lista contendo o resultado das análises da Comissão de Recurso e os da Comissão Geral do Processo Seletivo.

Para esclarecimentos sobre a etapa de homologação e demais etapas do processo, o candidato deve enviar para e-mail posgradvida.ilmd@fiocruz.br;

Vale ressaltar que, para garantir o direito de recurso visando a ampla participação dos inscritos no processo seletivo do PPGVIDA, será facultado o dia 17/4, nos horários de 8h às 12h e de 13h às 17h, e no dia 18/4, de 8h às 12h, para os candidatos apresentarem recurso do  último resultado.

As datas das provas estão mantidas.

Saiba mais sobre o processo seletivo do PPGVIDA na Plataforma Siga.

O processo seletivo do PPGVIDA acontece em três etapas. Para esta chamada pública estão sendo oferecidas 17 vagas, distribuídas nas linhas de pesquisa: Fatores sociobiológicos no processo saúde-doença na Amazônia (6 vagas), e Processo saúde, doença e organização da atenção a populações indígenas e outros grupos em situações de vulnerabilidade (11 vagas).

SOBRE O CURSO

O curso de Mestrado de Condições de vida e situações de saúde na Amazônia tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos, capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O programa também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: Mackesy Pinheiro

Comissão do processo seletivo do mestrado PPGVIDA informa locais das provas

Já está publicada na Plataforma Siga a relação dos locais de realização das provas referentes à segunda etapa do processo seletivo para o curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA), oferecido pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), a informação é da Comissão de Seleção.

Confira no link http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=120

A segunda etapa compreende a submissão às provas escritas de saúde coletiva, de conhecimentos específicos e prova de inglês. Estão aptos para esta fase os candidatos que tiveram as inscrições homologadas.

O edital recomenda que os candidatos compareçam ao local das provas, com antecedência mínima de trinta minutos do horário estabelecido para o início das provas, e apresentem o documento de identificação usado no ato da inscrição.

As respostas devem ser escritas com caneta esferográfica (tinta azul ou preta). Em todas as provas os dois últimos candidatos devem permanecer na sala e sair somente após assinatura da ata.

Vale ressaltar que não haverá segunda chamada para as provas, seja qual for o motivo alegado para justificar a ausência do candidato.

O processo seletivo do PPGVIDA está sendo realizado em três etapas. Para esta chamada pública foram oferecidas 17 vagas, distribuídas nas linhas de pesquisa: Fatores sociobiológicos no processo saúde-doença na Amazônia (6 vagas), e Processo saúde, doença e organização da atenção a populações indígenas e outros grupos em situações de vulnerabilidade (11 vagas).

SOBRE O CURSO

O curso de Mestrado de Condições de vida e situações de saúde na Amazônia tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos, capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O programa também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Imagem: Mackesy Nascimento

Divulgado resultado da homologação das inscrições para o  mestrado PPGVIDA        

Divulgado hoje (10/4) o resultado da primeira etapa do processo seletivo do curso de mestrado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia (PPGVIDA).

O resultado refere-se à homologação das inscrições. Os candidatos que tiveram suas inscrições homologadas estão aptos para a segunda etapa do processo seletivo, que compreende a submissão às provas escritas de Saúde Coletiva, de Conhecimentos Específicos e de Inglês.

O resultado da homologação das inscrições está disponível na Plataforma Sigass no link http://www.sigass.fiocruz.br/pub/inscricao.do?codP=120

O processo seletivo do PPGVIDA será realizado em três etapas. Para esta chamada pública estão sendo oferecidas 17 vagas, distribuídas nas linhas de pesquisa: Fatores sociobiológicos no processo saúde-doença na Amazônia (6 vagas), e Processo saúde, doença e organização da atenção a populações indígenas e outros grupos em situações de vulnerabilidade (11 vagas).

SOBRE O CURSO

O curso de Mestrado de Condições de vida e situações de saúde na Amazônia tem como objetivo capacitar profissionais para desenvolver modelos analíticos, capazes de subsidiar pesquisas em saúde, apoiar o planejamento, execução e gerenciamento de serviços e ações de controle e o monitoramento de doenças e agravos de interesse coletivo e do Sistema Único de Saúde na Amazônia.

O programa também visa planejar, propor e utilizar métodos e técnicas para executar investigações na área de saúde, mediante o uso integrado de conceitos e recursos teórico-metodológicos advindos da saúde coletiva, biologia parasitária, epidemiologia, ciências sociais e humanas aplicadas à saúde, comunicação e informação em saúde e de outras áreas de interesse acadêmico, na construção de desenhos complexos de pesquisa sobre a realidade amazônica.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

Selo Fiocruz Vídeo seleciona projetos audiovisuais em saúde

Estão abertas até 4 de junho as inscrições para o terceiro edital do Selo Fiocruz Vídeo, que selecionará projetos audiovisuais originais e inéditos sobre temas de interesse da saúde pública. O concurso de apoio à produção de obras audiovisuais é promovido pela Vice-Presidência de Educação, Informação e Comunicação da Fundação Oswaldo Cruz (VPEIC/Fiocruz) e pelo Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict), por meio da VideoSaúde Distribuidora.

Em sua terceira edição, o edital irá selecionar seis documentários e uma animação, que podem receber apoio financeiro entre R$ 85 mil a R$ 220 mil. As inscrições são gratuitas e abertas a empresas produtoras de qualquer região do Brasil, que podem mandar seus projetos até 04 de junho de 2018. Para concorrer, os realizadores deverão enviar, além da documentação da empresa, um projeto técnico contendo justificativa, plano de direção, roteiro, público prioritário, orçamento detalhado, currículo ou portfólio do diretor e da empresa e cronograma. Não serão aceitos projetos que já tenham iniciado qualquer etapa de produção.

O objetivo do edital é fomentar filmes que ampliem o acesso do público em geral aos conhecimentos e debates sobre as principais questões do campo da saúde pública brasileira. Além disso, a VideoSaúde espera ampliar sua oferta de títulos que possam ser exibidos em atividades de formação e promoção da saúde. As obras selecionadas pelo edital do Selo Fiocruz Vídeo posteriormente também estarão presentes em repositórios institucionais de acesso aberto e ganham distribuição em formato físico, pela Editora Fiocruz.

Temas relevantes à saúde pública

Dentre os temas privilegiados por esta edição estão: atenção primária em saúde e Estratégia Saúde da Família, determinação social da saúde, doenças negligenciadas, transmissíveis e não transmissíveis, gravidez na adolescência e amamentação, história da saúde pública e das ciências, saúde do trabalhador, saúde e ambiente, saúde mental, saúde nas prisões, vigilância em saúde e violência e saúde. Na escolha dos projetos será avaliada a relevância do tema abordado para as políticas públicas de saúde.

De acordo com o edital do Concurso de Apoio à Produção de Obras Audiovisuais, a análise e avaliação das propostas, coordenada pelo Conselho Curador do Selo Fiocruz Vídeo, levará em consideração critérios como criatividade artística, comunicabilidade, currículo do diretor e do produtor, compatibilidade da obra proposta com o cronograma e a previsão orçamentária e viabilidade de execução da proposta.

Além disso, também está entre as obrigações dos proponentes, assegurar a correção das informações científicas, médicas e de saúde pública, de descrições de doenças, de ações preventivas de saúde, de tratamentos médicos, de direitos dos pacientes e usuários dos serviços de saúde, de boas práticas de laboratório, de biossegurança ou quaisquer outras informações relevantes ao público. Por isso, uma das exigências do edital é o acompanhamento de um consultor científico.

Antes de enviar sua inscrição, é muito importante conhecer todas as exigências previstas em edital, que se encontra publicado no site da Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico em Saúde (Fiotec) e da VideoSaúde Distribuidora. De acordo com o regulamento, o prazo para submissão dos projetos e entrega das fichas de inscrição devidamente preenchidas é de 90 dias a partir de sua publicação, com previsão de finalização do processo no início do segundo semestre.

Selo Fiocruz Vídeo

O Selo Fiocruz Vídeo é uma marca de difusão e fomento de audiovisuais em saúde, que populariza e democratiza o acesso ao conhecimento em saúde pública por meio da comercialização de DVDs a baixo custo e na internet, em acesso aberto. Os produtos podem ser adquiridos por meio da Editora Fiocruz e também em eventos científicos e feiras audiovisuais. A iniciativa fomenta e incentiva a produção independente de audiovisuais em saúde, com o lançamento de editais de financiamento à produção e à finalização.

Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail fiocruzvideo@fiocruz.br

Prazo para encaminhamento das propostas: 4 de junho de 2018

Confira o edital da seleção

Perguntas frequentes sobre a seleção

Fonte:  Ascom-Icict/Fiocruz

Aviso de prorrogação do prazo de inscrição para o processo seletivo PPGVIDA/2018: Chamada Pública nº 001/2018

A Coordenação do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia-PPGVIDA, considerando o ponto facultativo do dia 29 de março de 2018, informa que o período de inscrição para o processo seletivo, objeto da Chamada Pública nº 001/2018, será prorrogado até o dia 1º. de abril de 2018, às 21h (horário de Manaus).  Informa ainda, que as demais datas contidas no Anexo III – Cronograma do processo seletivo da citada chamada pública – permanecem inalteradas.

 

Manaus, 29 de março de 2018

Coordenação do PPGVIDA

 

Para acessar o edital e demais informações, clique.

Amamentação na volta ao trabalho

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade e como complemento até os dois anos ou mais. Contudo, no Brasil, na maior parte das empresas, a licença-maternidade é de apenas quatro meses, o que torna a amamentação um desafio para muitas mães. E o maior medo passa a ser relacionado à produção e armazenamento do leite. Para não precisar correr contra o tempo, o ideal é um planejamento com o mínimo de antecedência, afinal a ideia é não deixar de amamentar o bebê.

A gerente do Centro de Referência para Bancos de Leite Humano do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz), Danielle Aparecida, aconselha às mamães que estão passando por essa fase a se informar junto ao serviço de recursos humanos da empresa se oferecem uma sala de apoio à amamentação. “Essas salas de apoio são de extrema importância para que o retorno das mães ao trabalho não se torne um momento doloroso. A função delas, para as lactantes, é incentivar a amamentação e o vínculo afetivo e para os empresários, é poder contar com a vantagem da diminuição de ausências dessa colaboradora, que cumpre toda a carga horária não necessitando sair mais cedo para amamentar e cuidar do bebê que, por ser amamentado, adoece menos”, explicou.

Para as mamães que não querem deixar de amamentar, recomenda-se que a coleta do leite inicie com pelo menos 15 dias de antecedência e que ele seja mantido congelado. “Não é necessário encher os potes até a boca, mas apenas com o volume ideal para uma ou duas mamadas, é possível colocar mais de uma ordenha no mesmo frasco, porém o mais importante é identificar a data da primeira coleta, pois a validade do leite congelado é de 15 dias”, esclareceu Danielle Aparecida.

É importante frisar, também, que o leite precisa ser coletado em potes vidro com tampa de plástico e ser esterilizado antes do armazenamento. “Para esterilizar os frascos é preciso fervê-los por 15 minutos – comece a contar quando a água começar a borbulhar. Deixe secar a temperatura ambiente, não é necessário secar com panos ou fraldas.  A coleta de leite pode ser feita por expressão manual e bombas manuais ou elétricas (se optar pelo uso de bombas, lembre-se de que estas também deverão ser esterilizadas da mesma forma do que os frascos). Após a coleta, o leite deve ser imediatamente congelado”, elucida Danielle Aparecida. Se a lactante precise realizar uma nova ordenha, é preciso que um outro copo ou recipiente de vidro seja esterilizado e ao fim o leite coletado poderá ser colocado por cima do leite já congelado.

Caso a criança fique em creche e a mãe queira deixar o leite para ser ministrado durante o dia, Danielle Aparecida alerta para os cuidados que devem ser tomados: “O ideal é que a creche tenha um freezer/geladeira com um espaço exclusivo para o leite materno onde a mãe, ao deixar o bebê, também possa deixar o leite congelado e no decorrer do dia a funcionária responsável por esta criança degelaria o produto e o ofereceria.

Esta ação é aconselhada desde que o profissional da creche entenda dos cuidados de manipulação do produto. Nós da Rede de BLHs estamos aptos a realizar treinamentos em creches para que se possa garantir por mais tempo a amamentação destes bebês”.

IFF/Fiocruz, por Juliana Xavier

Curso de especialização inicia módulo Vigilância Epidemiológica II, na próxima semana, em Tabatinga

De 19 a 24 de março será realizado em Tabatinga (AM), o quinto módulo do Curso de Especialização em Vigilância em Saúde na Rede de Atenção Primária à Saúde (APS) na Tríplice Fronteira do Alto Solimões, oferecido pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia).

A disciplina Vigilância Epidemiológica II será ministrada pelos professores Antonio José Costa e Cecília Carmen Nicolai. O objetivo deste módulo é identificar a produção e distribuição de agravos relevantes no território; compreender,  acessar e extrair informações dos sistemas de dados em saúde; efetuar registros, notificações e monitoramento de casos no nível local; manejar indicadores epidemiológicos habilitando-se a construir perfis epidemiológicos capazes de orientar a tomada de decisão no âmbito da unidade básica; e dominar técnicas de espacialização de agravos em saúde no território, sob responsabilidade sanitária da equipe para a identificação de áreas prioritárias de ação.

A Especialização em Vigilância em Saúde na Rede de Atenção Primária à Saúde (APS) na Tríplice Fronteira do Alto Solimões iniciou no dia 23/10/2017, com alunos do Brasil, Peru e Colômbia. O curso é resultado de parceria com a Organização Panamericana de Saúde (Opas), Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), Assessoria de Assuntos Internacionais, do Ministério da Saúde (Aisa-MS), Programa de Doenças Sexualmente Transmissíveis – Aids do MS, Secretaria Estadual de Saúde do Amazonas (Susam), Fundação de Vigilância em Saúde (FVS), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM), Instituto Federal do Amazonas (Ifam/Campus Tabatinga), Associação Brasileira de Profissionais de Epidemiologia de Campo (ProEpi/MS) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Durante a disciplina serão apresentados os  Sistemas de informação em saúde: tipos, propósitos e aplicações no diagnóstico de saúde da população adstrita às unidades básicas de saúde; sistemas de vigilância epidemiológica: tipos, propósitos e características; diagnóstico da saúde da população residente na tríplice fronteira Brasil-Colômbia-Peru, incluindo as principais doenças transmissíveis, condições crônicas e agravos não transmissíveis, causas externas e vigilância de agravos em grupos populacionais específicos: doenças diarreicas na infância e óbitos materno e infantil; introdução à investigação de surtos e epidemias: propósitos, etapas e operacionalização; métodos e técnicas básicas de espacialização para monitoramento de agravos e situações de risco no território.

As aulas são ministradas no campus Tabatinga, na sede do Ifam.

Para outras informações sobre o curso, clique.

SOBRE OS PROFESSORES

Antonio José Leal Costa – graduado em Medicina pela Universidade Federal Fluminense (UFF), possui residência médica em Medicina Preventiva e Social pela UFF, mestre em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, e doutorado em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo (USP). Atuou como médico sanitarista nas secretarias municipais de saúde de Niterói e do Rio de Janeiro (RJ). Atualmente é professor associado III do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (IESC) e do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina (DMP/FM) da UFRJ, onde atua como membro dos corpos docentes dos cursos de graduação em Medicina e em Saúde Coletiva, do Curso de Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva e do Programa de Pós Graduação em Saúde Coletiva. Tem experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase em epidemiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: indicadores de saúde e qualidade de vida, vigilância epidemiológica das doenças transmissíveis e epidemiologia materno-infantil. Pesquisador bolsista da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) nos triênios 2009/2011 e 2012/2014,  e diretor do IESC/UFRJ desde de 2015.

Cecília Carmen Nicolai – graduada em Medicina pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Residência Médica em Medicina Preventiva e Social Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro e Especialização em Epidemiologia para Gerentes de Saúde Pública – Johns Hopkins School of Public Health e Organização Panamericana. Mestrado em Saúde Coletiva – IESC/UFRJ. Foi responsável pela Vigilância Epidemiológica da Prefeitura da Cidade do Rio e Janeiro, com atuação destacada na área de controle e prevenção do dengue. Atualmente, exerce o cargo de médica em Saúde Pública na Superintendência de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Foto: Marlúcia Seixas

Ministério da Saúde quer vacinar 10 milhões de jovens e adolescentes contra meningite e HPV

O Ministério da Saúde está convocando 10 milhões de jovens e adolescentes para se vacinar contra meningite e HPV (Papiloma Vírus Humano). Nesta terça-feira (13), o ministro Ricardo Barros lançou, em Brasília, a Campanha de Mobilização e Comunicação para a Vacinação do Adolescente contra HPV e Meningites. Deverão ser vacinadas contra o HPV, meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. Para este ano, está sendo ampliada a faixa etária da vacina meningite C, que agora passa a ser 11 a 14 anos de idade.

“Esta campanha está completamente de acordo com a mudança de foco que estamos implantando no Ministério da Saúde, que é priorizar a prevenção. Estamos investindo na prevenção para evitar que as pessoas fiquem doentes. O recente lançamento das novas práticas integrativas no SUS vai na mesma direção, nosso foco é o processo de saúde e não a doença”, explicou o ministro.

Com o slogan “Não perca a nova temporada de Vacinação contra a meningite C e o HPV”, a campanha conta ainda com peças publicitárias como: jingle para rádios, outdoor, envelopamento em metrô e ônibus, peças digitais e conteúdos para redes sociais, cartaz, folders. O público da campanha é formado por adolescentes e responsáveis.

A coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, Carla Domingues, enfatiza que as vacinas contra o HPV e a meningocócica C fazem parte do calendário de rotina disponível nas unidades do SUS, durante todo o ano e que esta é uma campanha de mobilização.

HPV

Desde a incorporação da vacina HPV no Calendário Nacional de Vacinação 4,9 milhões de meninas procuraram as unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) para completar o esquema com a segunda dose, totalizando 48,7% na faixa etária de 9 a 14 anos. Já com a primeira dose, foram vacinadas 8 milhões de meninas nesta mesma faixa, o que corresponde a 79,2%. No entanto, o Ministério da Saúde alerta que a cobertura vacinal só está completa com as duas doses. Entre os meninos, 1,6 milhões foram vacinados com a primeira dose, o que representa 43,8% do público alvo. Desde 2014, início da vacinação para o HPV no SUS, foram distribuídas 32,9 milhões de doses.

No Brasil, são estimados 16 mil casos de câncer de colo do útero por ano e 5 mil óbitos de mulheres devido à doença. Mais de 90% dos casos de câncer anal e 63% dos cânceres de pênis são atribuíveis à infecção pelo HPV, principalmente pelo subtipo 16.

Estima-se que em 3 a 10% dos casos, especialmente entre as pessoas com um sistema imune comprometido (por exemplo, aqueles que vivem com HIV/aids), o vírus HPV pode persistir, levando a graves problemas de saúde.

PREVALÊNCIA HPV

Segundo estudo realizado pelo projeto POP-Brasil em 2017, a prevalência estimada do HPV no Brasil é de 54,3 %. O estudo entrevistou 7.586 pessoas nas capitais do país. Os dados da pesquisa mostram que 37,6 % dos participantes apresentaram HPV de alto risco para o desenvolvimento de câncer.

O estudo indica ainda que 16,1% dos jovens têm uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) prévia ou apresentaram resultado positivo no teste rápido para HIV ou sífilis. Os dados finais deste projeto serão disponibilizados em relatório a ser apresentado ao Ministério da Saúde até o final do ano.

O projeto POP-Brasil é uma parceria do Ministério da Saúde, o Hospital Moinhos de Vento (RS), a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Universidade de São Paulo (Faculdade de Medicina (FMUSP) – Centro de Investigação Translacional em Oncologia), Grupo Hospitalar Conceição (GHC), Secretarias Municipais de Saúde das capitais brasileiras e Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal.

MENINGOCÓCICA C

Desde ano passado, já foram vacinados 32% do público-alvo, restando ainda 10 milhões de adolescentes. A meta é vacinar 80% do público-alvo. Além de proporcionar proteção, a ampliação alcançará o efeito da imunidade de rebanho, ou seja, a proteção indireta das pessoas não vacinadas. O esquema vacinal para esse público será de um reforço ou uma dose única, conforme a situação vacinal.

Dados recentes enfatizam a necessidade da vacinação de adolescentes, com o intuito de reduzir o número de portadores da bactéria em nasofaringe. Recentes pesquisas constatam a ausência de anticorpos protetores poucos anos após a vacinação de lactentes e crianças mais novas. A vacinação de adolescentes proporcionará proteção direta impedindo o deslocamento do risco de doença para esses grupos etários.

VACINAÇÃO NAS ESCOLAS

O Ministério da Saúde considera de fundamental importância participação das escolas para reforçar a adesão dos jovens à vacinação e, consequentemente atingir o objetivo de redução futura do câncer de colo de útero, terceiro tipo de câncer mais comum em mulheres e a quarta causa de óbito por câncer no país.

“Vamos insistir para ampliar a cobertura vacinal e insistir na escola, onde podemos fazer uma potencialização da imunização e assim diminuir a prevalência do HPV, que hoje está muito alta, acima de 50% nos jovens brasileiros”, ressaltou o Ministro da Saúde.

O Ministério da Saúde enviou ao Ministério da Educação material informativo sobre as doenças. A ideia é estimular os professores a conversem com os alunos e familiares sobre o tema. O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina HPV para meninos em programas nacionais de imunizações.

“Com a publicação da portaria que incluiu a vacinação no Programa Saúde na Escola, agora temos os marcos legais e a garantia institucional para levar a prevenção e à saúde às escolas brasileiras. Nesta campanha, vamos pedir ao MEC que solicite às escolas o envio ao Ministério da Saúde da programação de vacinação em cada unidade escolar”, explicou o ministro.

Agência Saúde, por Nivaldo Coelho
Foto: Luís Oliveira/MS

Conselho deliberativo da Fiocruz Amazônia reuniu-se nesta sexta-feira

O Conselho Deliberativo do Instituto Leônidas & Maria Deane (CD-ILMD/Fiocruz Amazônia) esteve reunido nesta sexta-feira, 9/3, no Salão Canoas (Adrianópolis – Manaus) para discutir e aprovar os seguintes assuntos:  apresentação do Programa de Serviço Voluntário (PSV); apresentação dos resultados do Projeto de Gestão e Desenvolvimento Institucional (PGDI); cursos de curta duração; e eventos institucionais para este ano.

A reunião foi acompanhada pela comunidade ILMD/Fiocruz Amazônia que, na oportunidade, também, tomou conhecimento de encaminhamentos da gestão do Instituto para questões administrativas de interesse comum, bem como andamento da tese da Fiocruz Amazônia aprovada no último Congresso Interno da Fiocruz, ocorrido em dezembro do ano passado, além da posição da direção em relação à crise da Venezuela e seus impactos na pesquisa naquele país e na saúde no Brasil.

O CD-ILMD/Fiocruz Amazônia é presidido pelo diretor, Sérgio Luz, e  tem como membros e suplentes Priscila Aquino e Pritesh Lalwani; Rodrigo Tobias e Fernando Herkrath; Stefanie Lopes e Amandia Souza; Ani Beatriz Matsuura e Maria Jacirema;  Helena Coutinho e Carlos Fabrício da Silva;  e Aldemir Maquiné e Anízia Aguiar.

Ascom-ILMD/Fiocruz Amazônia
Foto: Eduardo Gomes