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Lançado o segundo vídeo da série Lugar de Mulher é Onde ela quer Estar

A Fundação de Amparo à  Pesquisa do Estado Amazonas (Fapeam), por meio do Departamento de Comunicação e Difusão do Conhecimento (Decon), lança nesta sexta-feira, 15/3, o segundo vídeo da série Lugar de Mulher é Onde ela quer Estar.

Neste segundo vídeo foi entrevistada a aluna de iniciação científica da Fiocruz Amazônia, Heliana Belchior, que fala de suas conquistas e como foi ingressar na pesquisa, bem como onde pretende chegar profissionalmente.

A série Lugar de Mulher é Onde ela quer Estar apresenta vídeos que contam a história de mulheres que atuam na produção do conhecimento científico no Amazonas. Os vídeos são publicados às sextas-feiras do mês de março nas redes sociais e no portal da Fapeam, em celebração ao mês da mulher.

O primeiro vídeo foi feito a médica Mônica Santos, dermatologista  da Fundação de Dermatologia Tropical e Venereologia Alfredo da Matta (Fuam).

Produção- Jessie Silva

Imagens e edição de vídeo- Érico Xavier e Esterffany Martins

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Fapeam participa de reuniões com CNPq, Capes e Confap, em Brasília

Agenda com presidentes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e participação no Fórum do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) são compromissos desta quinta-feira e sexta-feira (14, 15/3) de Márcia Perales, diretora-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em Brasília.

As pautas com o CNPq e Capes incluem conversas para a formação de possíveis parcerias institucionais em ações de cooperação com a Fapeam. No Confap, participação no Fórum, que reúne presidentes e diretores das 26 Fundações de Amparo à Pesquisa (FAPs) dos Estados, além de representantes de agências federais de fomento, ministérios e de organismos internacionais, parceiros do Confap em atividades conjuntas de fomento à pesquisa científica, tecnológica e de inovação.

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As pautas com o CNPq e Capes incluem conversas para a formação de possíveis parcerias institucionais em ações de cooperação com a Fapeam

O Fórum aborda assuntos importantes para o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no país e possibilita para o Estado do Amazonas, no campo científico e tecnológico, o fortalecimento de parcerias em níveis nacional e internacional.

TECNOVA 2

Durante o Fórum também será realizada a assinatura do Convênio entre a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep) e Fundações de Amparo à Pesquisa para o início do Programa Tecnova 2, de fomento à inovação por meio de recursos de subvenção econômica.

O evento contará com mesas com parceiros nacionais incluindo CNPq, Finep, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Capes, Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), Ministério da Saúde e o Centro de Gestão de Estudos Estratégicos (CGEE), de evento também participam representantes da Comissão Europeia e do Conselho Britânico.

Departamento de Comunicação e  Difusão do Conhecimento- Decon

 

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Novas alternativas para produção de laranja são desenvolvidas em pesquisa no Amazonas

O Amazonas produz cerca de 385 milhões de laranjas e exporta parte dessa produção para Roraima. Com o objetivo de oferecer possibilidades da produção de outras variedades de laranjeiras e adaptá-las ao processo de cultivo local,  pesquisa científica apoiada pela a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) é realizada pelo o agrônomo e doutor em botânica José Ferreira, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

O estudo pretende avaliar combinações de copas e porta-enxertos com alto potencial de adaptabilidade ao ambiente, resistência a pragas e doenças e oferecer variedades do fruto  ao citricultor.

Conforme o pesquisador, as combinações que apresentarem um bom desempenho no crescimento e no desenvolvimento serão  excelente opções para o produtor sair da tradicional combinação laranja-pera sobre limão cravo, que praticamente constitui os pomares de citros no Amazonas.

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O estudo pretende avaliar combinações de copas e porta-enxertos com alto potencial de adaptabilidade ao ambiente

“Atualmente o produtor local tem apenas uma opção de cultivo de laranja  que é a laranja- pera sobre limão cravo. No entanto, pragas e doenças de um pomar podem trazer certos prejuízos ao agricultor e destruir todo um plantio de citricultura e isso é muito arriscado. A ideia do projeto é essa, tentar oferecer novas opções de cultivo de laranja através de copa e porta-enxerto”, disse.

O pesquisador explica que porta-enxerto significa  parte de uma planta que recebe a copa de outra planta para formar uma só, como por exemplo: porta-enxerto de limão, vem da muda de limão que foi enxertada com um pedaço (gema) de uma laranja-pera, onde essa parte cresce  distribuindo  os  frutos.

O projeto vai além de contribuir com a economia do agronegócio em citros no Amazonas, a proposta geral é priorizar a sustentabilidade ambiental através de um manejo integrado.

“Através de novos métodos que permitam o uso de coberturas vegetais e suas associações em citros, vamos contribuir com um bom manejo e conservação do solo preservando e melhorando sua fertilidade ao longo do tempo reduzindo os danos ambientais”, conta.

Com foco no plantio de laranja, os testes experimentais são aplicados em propriedades privadas  no Rio Preto da Eva, na Am 010 , km 113, fazenda Progresso e em Manaus  na propriedade Brejo do Matão no km 14 da BR174, além de outra em Iranduba, na propriedade da Embrapa. Os pomares implantados são, em sua maioria, pertencentes a agricultores familiares com áreas que variam entre 1 a 4 hectares.

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A produção da laranja envolve um total de área plantada de 4.142,31 hectares

Pró- Estado

O estudo está sendo realizado por meio do Programa de Apoio à Consolidação das Instituições Estaduais de Ensino e/ou Pesquisa (Pró-Estado) que visa fortalecer e ampliar a formação de recursos humanos em nível de pós-graduação stricto sensu, além de apoiar, com recursos financeiros, a melhoria da infraestrutura de pesquisa de instituições vinculadas ao Governo do Estado do Amazonas.

A expectativa é que até o final do projeto é que identifique-se quais das coberturas vegetais estudadas são mais eficientes para mitigar as emissões dos gases de efeito de estufa (GEEs)  pelo aumento do sequestro do Carbono acima e abaixo do solo, bem como para o aumento de produtividade da cultura e rentabilidade do citricultor.

A pesquisa é uma continuação do projeto de Pesquisa e Transferência de Tecnologias para o Desenvolvimento da Citricultura no Estado do Amazonas que iniciou em 2013 em parceria  com a Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Ufam e Fapeam.

Produção

De acordo com o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), dentro dos sistemas produtivos desenvolvidos no estado do Amazonas, a citricultura representa uma das principais potencialidades da fruticultura, com um total de 4.075 produtores familiares em todo Estado.

A produção da laranja envolve um total de área plantada de 4.142,31 hectares e uma estimativa de produção de 385 milhões de frutos. A fruta  é exportada para o Estado de Roraima, totalizando em 2017 cerca de 4 milhões de frutos, envolvendo 8 produtores rurais devidamente credenciados pelo Ministério da Agricultura e assistidos pelo IDAM, órgão oficial do Amazonas.

Por Jessie Silva

Fotos: divulgação

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Fapeam promove capacitação sobre processos administrativos para seus colaboradores

Baseada na Lei Estadual N° 2.794/2003, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Estadual, os colaboradores da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) participam da 1ª Oficina de Processos Administrativos (Composição e Tramitação). O treinamento ocorre  de 25 a 27/02,  na sede da instituição, no bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus.

A oficina ministrada pelo assessor jurídico da Fapeam, José Dantas Cyrino Junior, tem o objetivo de orientar os colaboradores sobre a regulamentação dos processos administrativos da Fundação, de acordo com as exigências e normas gerais estabelecidas pela lei, visando, em especial, a proteção dos direitos dos administrados e o melhor cumprimento do interesse público

Primeira Oficina de Processos Adminst. da Fapeam - Fotos Érico X-11

Oficina ministrada pelo assessor jurídico da Fapeam, José Dantas Cyrino Junior para os colaboradores

“A importância dessa orientação é para dar celeridade na tramitação dos processos administrativos da Fapeam, bem como segurança jurídica nos atos praticados nos referidos processos”, explicou Cyrino.

Para a diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, a capacitação é importante para que os colaboradores possam desenvolver da melhor forma possível o trabalho, conforme a responsabilidade e competência atribuída a cada um.

“Na oficina vamos orientar sobre questões inerentes à legislação vigente para evitar erros e reafirmar esforços e acertos” disse.

Para a servidora Deborah Batista, da Gerência de Orçamentos (Geor), as oficinas estão sendo importantes para ampliar o conhecimento do corpo técnico e também para  propiciar oportunidades de melhorias em cada setor.

Para que todos os setores da Fundação possam se beneficiar com a oportunidade de ampliação de conhecimentos dos seus colaboradores, foram distribuídos por turmas.

Por Jessie Silva 

Fotos:  Érico Xavier e Barbara Brito

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Reitor da Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade visita Fapeam

Qualidade de vida e envelhecimento saudável foi o assunto tratado na reunião

Participar de iniciativas e programas voltados para a capacitação de recursos humanos das instituições que atuam nas áreas de ciência e tecnologia é uma das competências da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Para tratar sobre o tema, intensificar parcerias e dar boas-vindas à nova administração, o reitor da Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (FUnATI), o médico Euler Ribeiro, esteve na sede da Fapeam na manhã desta sexta-feira (15/02) no bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus.

15.02.2019 - REUNIÃO COM REPRESENTANTES DA FUNATI

Diretoria da Fapeam recebe reitor da Fundação Universidade Aberta da Terceira Idade (FUnATI)

O reitor e parte de sua equipe foram recebidos pela diretora-presidente, Márcia Perales, e pela diretora Administrativo-Financeira, Márcia Irene Andrade. Na oportunidade ele apresentou a FUnATI, discorreu sobre as atividades desenvolvidas na instituição e falou da necessidade de fortalecer parcerias institucionais que contribuam para o desenvolvimento do Amazonas.

“Temos propostas de desenvolver pesquisas de integração intergeracional na sociedade para que as pessoas possam crescer sabendo envelhecer e saibam entender o envelhecimento dos seus parentes”, disse Euler

Para Márcia Perales é muito importante ouvir atentamente o que as instituições têm a dizer e valorizar as singularidades de cada uma delas, porque a partir dessa interlocução será possível convergir para um trabalho em prol do desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Estado.

O reitor da FUnATI expressou que confia muito na nova gestora da Fapeam e acredita que uma grande parceria entre as instituições será reestabelecida.

FUnATI

A Universidade Aberta da Terceira Idade foi criada como núcleo de ensino, pesquisa, extensão e assistência sobre questões relativas ao envelhecimento humano. Iniciou suas atividades em 17.11.2007.

A Fundação tem como objetivo produzir e disseminar conhecimentos por meio do desenvolvimento de ensino e pesquisa sobre o processo de envelhecimento voltado aos profissionais dos diversos campos do conhecimento. Outra missão é a integração social e cultural das pessoas da idade tardia em atividades explícitas, sob a supervisão de profissionais qualificados, oportunizando-lhes também o acesso à Universidade Pública, por meio de atividades que propiciem a atualização de conhecimentos. Também é sua competência  oferecer assistência aos indivíduos de idade tardia e qualificar profissionais de diversos campos do conhecimento a fim de formar massa crítica sobre questões do envelhecimento no estado do Amazonas. (Fonte: Universidade do Estado do Amazonas – UEA)

Por Helen de Melo

Fotos: Barbara Brito 

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Fapeam recebe visita de representantes do Inpa

Diálogo favorece a aproximação entre instituições parceiras

Com o objetivo de dar boas-vindas à gestão, apresentar  novas diretrizes e intensificar parcerias já existentes entre as instituições, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), recebeu na manhã desta quarta- feira, (13), visita da equipe do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

Participaram da reunião Márcia Perales (diretora-presidente da Fapeam), Antônia Maria Pereira (diretora do Inpa), Marne Vasconcellos (diretora Técnico-Científica da Fapeam), Hillândia Brandão (diretora-substituta do Inpa), Beatriz Ronchi (coordenadora de Capacitação do Inpa) e  Paulo Mauricio Graça (coordenador de Pesquisa do Inpa).

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Presidente da Fapeam Márcia Perales com equipe do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa)

Durante o encontro Márcia Perales destacou que a Fapeam tem como missão fomentar ações voltadas para pesquisa e que essas ações precisam estar alinhadas às necessidades de cada instituição.

“Quando você recebe uma instituição como o Inpa, podemos relacionar demandas estratégicas voltadas à ciência com demandas de outras instituições que já vieram aqui. Então, esse diálogo com as instituições parceiras tem sido permanente, para avaliar convergências. Neste sentido, precisamos pensar em estratégias para atender a essas demandas. Acredito que as interlocuções são fundamentais também para o Inpa”, enfatizou.

Para a diretora do Inpa, a Fapeam tem importante missão na construção da ciência no Amazonas.

“Antes de ser gestora fui pesquisadora e a Fapeam teve uma grande importância no desenvolvimento das minhas pesquisas e ainda tem no grupo que lidero. Sendo no Amazonas primordial, porque ela é uma esperança para o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação na nossa região”, finalizou.

Por  Jessie Silva 

Fotos: Bárbara Brito 

 

 

 

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Estudantes do ensino médio participam de roda de conversa com pesquisadoras

O evento celebra o Dia internacional de Mulheres Meninas na Ciência, em 11 de fevereiro

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Conversa em celebração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

 

Com intuito de oferecer momento de diálogo e reflexão sobre a participação de mulheres e meninas na ciência, o Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) realizou na manhã desta terça-feira, 11/02, uma roda de conversa em celebração ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, onde mulheres cientistas do Amazonas destacaram suas trajetórias e a importância do papel da mulher no fazer científico.

Participaram do evento, alunos da Escola Estadual Ângelo Ramazzotti e as pesquisadoras Marne Vasconcellos (diretora técnico-científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas -Fapeam),Tanara Lauschner (professora da Universidade Federal do Amazonas – Ufam e coordenadora do Programa Cunhantã Digital), Alessandra Nava (pesquisadora da Fiocruz Amazônia) e Heliana Belchior (aluna de Iniciação Cientifica da Fiocruz Amazônia).

Marne Vasconcellos destacou que eventos dessa natureza levam os estudantes a refletirem sobre a importância e contribuição da mulher para a ciência, e que a mulher cientista pode estar no laboratório, na pesquisa e na gestão de instituições de ensino e pesquisa.

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Diretora técnico-científica da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas -Fapeam, Marne Vasconcellos

 

“A demonstração de jovens interessados em fazer pesquisa é algo que temos que estar atentos, significa que temos público, temos demanda e a grande importância de uma roda de conversa como essa, é poder falar para os jovens que ainda estão no ensino médio sobre as possibilidades da iniciação científica, e que não existe educação e desenvolvimento sem ciência”, disse.

Alessandra Nava ressaltou que “a reflexão possibilita aos jovens acreditarem na conquista de seus espaços na ciência, apesar de existir um certo romantismo em torno  do fazer pesquisa, como algo muito distante, por isso esse bate – papo é relevante, para mostrar que a ciência está muito próxima a eles”, conta.

Tanara Lauschner falou do seu projeto de estimulo a estudantes da educação básica para ingresso em carreiras de exatas. Hoje, o Programa Cunhantã Digital leva meninas a reflexão sobre a importância da matemática e desmistifica o receio da área de exatas.

O depoimento aluna de graduação, Heliana Belchior, que faz iniciação científica na Fiocruz Amazônia, animou os estudantes, pois ela, com a naturalidade dos jovens, falou de suas conquistas e como foi ingressar na pesquisa, bem como onde pretende chegar profissionalmente.

Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência

O dia é celebrado em 11 de fevereiro, instituído pela Unesco e pela ONU Mulheres em colaboração com instituições e parceiros da sociedade civil, que promovem o acesso e a participação de mulheres e meninas na ciência.

A data foi aprovada pela Assembleia das Nações Unidas em 22 de dezembro de 2015, por meio da Resolução A/RES/70/212, para promover o acesso integral e igualitário da participação de mulheres e meninas na ciência. O dia também atende aos Objetivos do Desenvolvimento Social, da Agenda 2030.

Por Jessie Silva

Fotos: Barbara Brito

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Fapeam recebe visita de comitiva da Fiocruz Amazônia

A importância desse encontro é apresentar as  demandas institucionais 

Intensificar e fortalecer parcerias visando o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) do estado do Amazonas. Nesse contexto a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), representada pela diretora-presidente, Márcia Perales, recebeu, na manhã desta sexta-feira, 01/02, a visita dos diretores da Fundação Oswaldo Cruz – Instituto Leônidas e Maria Deane (Fiocruz Amazônia).

A reunião contou com a presença do diretor da Fiocruz Amazônia, Sérgio Luz, e vice-diretores Claudia Velásquez de Ensino Informação e Comunicação e Felipe Naveca de Pesquisa e Inovação.

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Márcia Perales destacou que a aproximação para a Fapeam com as Instituições de Ensino e Pesquisa é fundamental

Na ocasião, Márcia Perales destacou que a aproximação para a Fapeam com as Instituições de Ensino e Pesquisa é fundamental para ouvir as demandas e poder transformá-las em apoio institucional.

“Ouvir as instituições é importante para que possamos estabelecer, nesse primeiro momento, um conjunto de atividades articuladas e integradas e que favoreçam, efetivamente, as demandas institucionais e, consequentemente, o desenvolvimento econômico e social do estado do Amazonas” salientou a diretora-presidente.

 Na oportunidade, Sérgio Luz ressaltou a importância desse encontro com os novos gestores de instituições parceiras da Fiocruz Amazônia para o fortalecimento da Ciência Tecnologia e inovação no Estado.

 “As visitas são importantes, primeiro para dar as boas-vindas aos colegas que estão assumindo funções que estão diretamente relacionadas com as atividades nas nossas instituições e da mesma forma, nos colocar a disposição para contribuir nesse processo de crescimento da CT&I no Amazonas. A Fapeam é um dos principais atores desse processo todo, e a gente precisa estar juntos nessa construção”, afirma.

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

 

 

 

 

 

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Fungos encontrados no rio Amazonas são analisados em estudo no combate ao câncer

Pesquisadores buscam identificar novas substâncias antitumorais que possam ser utilizadas na produção de fármacos contra a doença

 O projeto é desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em Metabolômica e Espectrometria de Massas da UEA

O projeto é desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em Metabolômica e Espectrometria de Massas da UEA

Projeto desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em Metabolômica e Espectrometria de Massas da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em parceria com o Instituto Gonçalo Moniz da Bahia (Fiocruz – BA), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa Amazonas Estratégico, pretende descobrir se linhagens de fungos filamentosos encontrados no fundo do rio Amazonas produzem substâncias contra os cânceres de fígado, mama, colo do útero e sangue (leucemia).

O estudo tem a finalidade de investigar o potencial biológico desses microrganismos, por meio de ensaios de atividade antioxidante, microbiológica e citotóxica. A descoberta de novos compostos bioativos é o primeiro passo para auxiliar no desenvolvimento de novos medicamentos capazes de combater a proliferação de células tumorais.

O coordenador do projeto, pós-doutor em Química Orgânica e professor da Universidade do Estado do Amazonas, Héctor Koolen, explica que os resultados alcançados por meio dos estudos com os fungos filamentosos devem fomentar a pesquisa de base na área de química e farmácia no Estado do Amazonas, além de descobrir as potencialidades da biodiversidade amazônica, bem como a necessidade da preservação do ecossistema.

“A pesquisa especificamente com esses fungos está na etapa microbiológica, ou seja, é a fase em que os fungos estão sendo propagados e em seguida preservados. Entretanto, os estudos laboratoriais identificaram moléculas com potencial biotecnológico em fungos endofíticos e em plantas da região”, informou Héctor.

Koolen, busca identificar se é possível isolar essas substâncias e utilizá-las farmacologicamente contra o câncer

Pesquisa 

 Ele explica que para identificar se é possível isolar essas substâncias e utilizá-las farmacologicamente contra o câncer serão feitas a caracterização química de 110 linhagens de amostras desses novos microrganismos, verificando se esses compostos são responsáveis pela atividade antitumoral.

“A produção de medicamentos será possível se ao longo do processo de estudos as substâncias forem aprovadas nos testes pré-clínicos (in vivo) com camundongos. Mas não basta que a molécula seja ativa, ela necessita não ser prejudicial ao restante do organismo. Isso será avaliado neste projeto de modo a fomentar o interesse de alguma indústria farmacêutica para as sínteses e estudos clínicos (ensaios em seres humanos). Vale ressaltar que o processo para que um candidato vire fármaco é custoso, e leva em média 15 anos para a aprovação final. Esse projeto visa fomentar possíveis estudos clínicos”, ressaltou.

Desde 2015, o grupo de pesquisa estuda linhagens de fungos, com o trabalho de identificar, catalogar e preservar as estirpes.

Para Koolen, a principal meta do projeto é a descoberta de uma molécula orgânica com potencial anticâncer in vitro e in vivo que seja produzido por um fungo do Amazonas. “Iniciativas na área como a que esse projeto se propõe constituem o primeiro, e bastante importante, passo para o apoio estratégico ao desenvolvimento econômico-ambiental do Estado do Amazonas”.

Segundo Héctor, a pesquisa se justifica pela necessidade de adquirir um amplo conhecimento em relação ao potencial do Amazonas em gerar um novo candidato a insumo farmacêutico no combate ao câncer. “O Estado do Amazonas por toda sua riqueza de recursos naturais constitui um depósito de moléculas bioativas ainda por descobrir. Infindáveis espécies de fungos, muitas delas ainda nem descritas, habitam o nosso Estado e podem fornecer novas moléculas com atividade anticâncer”, completa Koolen.

Programa Amazonas Estratégico

  É uma iniciativa da Fapeam destinada à coordenação das ações de investigação, fomento e seleção de projetos de pesquisa que contemplem atividades de prospecção, desenvolvimento, engenharia e/ou absorção tecnológica, produção e comercialização de produtos, processos e/ou serviços inovadores, estratégicos e demais ações necessárias para que esses sejam levados ao mercado de forma competitiva, visando ao desenvolvimento de empresas e tecnologias brasileiras nas cadeias produtivas.

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Fungos encontrados no rio Amazonas são analisados como possível fonte para composição de fármacos contra o câncer

Pesquisadores buscam identificar novas substâncias antitumorais que futuramente possam ser utilizadas na produção de fármacos contra o câncer

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O projeto é desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em Metabolômica e Espectrometria de Massas da UEA

Pesquisa pretende descobrir se linhagens de fungos filamentosos encontradas no fundo do rio Amazonas produzem substâncias anticancerígenas contra os cânceres de fígado, mama, colo do útero e sangue (leucemia). O estudo tem a finalidade de investigar o potencial biológico desses microrganismos por meio de ensaios de atividade antioxidante, microbiológica e citotóxica. A descoberta de novos compostos bioativos é o primeiro passo para auxiliar no desenvolvimento de novos medicamentos capazes de combater a proliferação de células tumorais.

O projeto é desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em Metabolômica e Espectrometria de Massas da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em parceria com o Instituto Gonçalo Moniz (Fiocruz – BA), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), por meio do Programa de Apoio Estratégico ao Desenvolvimento Econômico-Ambiental do Estado do Amazonas – Amazonas Estratégico.

O coordenador do projeto  pós-doutor em Química Orgânica e professor da UEA, Héctor Koolen, explica que os resultados alcançados por meio dos estudos com os fungos filamentosos devem fomentar a pesquisa de base na área de química e farmácia no estado do Amazonas, além de descobrir as potencialidades da biodiversidade Amazônica, bem como a necessidade da preservação do ecossistema.

“A pesquisa especificamente com esses fungos encontra-se na etapa microbiológica, ou seja, é a fase em que os fungos estão sendo propagados e em seguida preservados. Entretanto, os estudos laboratoriais identificaram moléculas com potencial biotecnológico em fungos endofíticos e em plantas da região”, informou.

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Coordenador do projeto pós-doutor em Química Orgânica e professor da UEA

Koolen busca identificar se é possível isolar essas substâncias e utilizá-las farmacologicamente contra o câncer, serão feitas a caracterização química de 110 linhagens de amostras desses novos microrganismos, e verificar se esses compostos são responsáveis pela atividade antitumoral.

“A produção de medicamentos será possível se ao longo do processo de estudos as substâncias forem aprovadas nos testes pré-clínicos (in vivo) com camundongos. Mas não basta que a molécula seja ativa, ela necessita não ser prejudicial ao restante do organismo. Isso será avaliado neste projeto de modo a fomentar o interesse de alguma indústria farmacêutica para as sínteses e estudos clínicos (ensaios em seres humanos). Vale ressaltar que o processo para que um candidato vire fármaco é custoso, e leva em média 15 anos para a aprovação final. Esse projeto visa fomentar possíveis estudos clínicos”, ressaltou.

Pesquisa

Desde 2015, o grupo de pesquisa estuda linhagens de fungos, com o trabalho de identificar, catalogar e preservar as estirpes.

Para Koolen, a principal meta do projeto é a descoberta de uma molécula orgânica com potencial anticâncer in vitro e in vivo que seja produzido por um fungo do Amazonas.

“Iniciativas na área, como a que esse projeto se propõe constituem o primeiro, e bastante importante, passo para o apoio estratégico ao desenvolvimento econômico-ambiental do estado do Amazonas”, disse

Segundo Héctor, a pesquisa se justifica pela necessidade de adquirir um amplo conhecimento em relação ao potencial do estado do Amazonas em gerar um novo candidato a insumo farmacêutico no combate ao câncer.

“O estado do Amazonas por toda sua riqueza de recursos naturais constitui um depósito de moléculas bioativas ainda por descobrir. Infindáveis espécies de fungos, muitas delas ainda nem descritas habitam o nosso Estado e podem fornecer novas moléculas com atividade anticâncer”, informou

Programa Amazonas Estratégico

É uma iniciativa da Fapeam destinada à coordenação das ações de investigação, fomento e seleção de projetos de pesquisa que contemplem atividades de prospecção, desenvolvimento, engenharia e/ou absorção tecnológica, produção e comercialização de produtos, processos e/ou serviços inovadores, estratégicos e demais ações necessárias para que esses sejam levados ao mercado de forma competitiva, visando ao desenvolvimento de empresas e tecnologias brasileiras nas cadeias produtivas.

O post Fungos encontrados no rio Amazonas são analisados como possível fonte para composição de fármacos contra o câncer apareceu primeiro em FAPEAM.