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Campanha Setembro Amarelo tem foco na prevenção ao suicídio

Setembro, é o mês de prevenção ao suicídio. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) cerca de 50% a 60% das pessoas que morreram por suicídio nunca se consultaram com um profissional de saúde mental ao longo da vida.

Cerca de 96,8% dos casos de suicídios registrados estavam associados a históricos de doenças mentais que podem ser tratadas. Por isso, a informação correta direcionada à população é muito importante para orientar e prevenir o suicídio.

Para falar sobre o assunto o Portal da Fapeam conversou com a médica psiquiatra Lóren Cavalcante.

Fapeam – Por que reservar um mês do ano para falar sobre prevenção do suicídio?

Lóren Cavalcante – Principalmente porque os índices de suicídio estão cada vez maiores no Brasil e no mundo, e o objetivo da Campanha Setembro Amarelo é prevenir e reduzir esses números. O dia 10 deste mês é oficialmente o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas a campanha acontece durante todo o ano. Desde 2014 a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), organiza nacionalmente a Campanha Setembro Amarelo.

Fapeam – Por que é tão importante falar sobre a prevenção do suicídio?

L.C – São registrados cerca de 12 mil suicídios por ano no Brasil e mais de 1 milhão no mundo. Trata-se de uma triste realidade, que registra cada vez mais casos, principalmente entre os jovens. Quanto mais falarmos sobre isso, mais as pessoas irão compreender que é uma doença, que requer tratamento especializado com psicólogo e psiquiatra, dessa forma, elas serão incentivadas a procurar ajuda.

LÓREN CAVALCANTE - MÉDICA PSIQUIATRA - FOTOS DENTRO 2

A médica psiquiatra, Lóren Cavalcante, fala sobre a Campanha Setembro Amarelo.

 

Fapeam – Por que falar sobre suicídio continua sendo um tabu?

L.C – Muitas pessoas acreditam que falar sobre suicídio pode incentivar uma pessoa a se suicidar. Pelo contrário, é uma oportunidade para a pessoa que está sofrendo, angustiada, falar sobre o assunto e até pedir ajuda. Para isso, temos o Centro de Valorização à Vida (CVV), que é um serviço de apoio gratuito e funciona todos os dias, 24h/dia através do número 188.

Fapeam – Como a sociedade pode evitar o agravamento das estatísticas de suicídio?

L.C – O suicídio é um fenômeno complexo, multifacetado e de múltiplas determinações, que pode afetar indivíduos de diferentes origens, classes sociais, idades, orientações sexuais e identidades de gênero. Mas o suicídio pode ser prevenido! Saber reconhecer os sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo a você pode ser o primeiro e mais importante passo. Por isso, fique atento se a pessoa demonstra comportamento suicida e procure ajudá-la.

Fapeam – É possível perceber os sinais que podem desencadear o ato suicida?

L.C – Sim. Quase que invariavelmente as pessoas que tentam cometer suicídio ou que efetivamente cometem demonstram sinais. Dentre os sinais estão isolamento, preocupação com a própria morte ou falta de esperança. Alguns comentários requerem uma atenção maior como, por exemplo: “Vou desaparecer”, “Vou deixar vocês em paz”, “Eu queria poder dormir e nunca mais acordar”, “É inútil tentar fazer algo para mudar, eu só quero me matar…”.

Fapeam – Onde procurar ajuda especializado para que se defina a melhor rota terapêutica?

L.C Aqui em Manaus temos uma rede de atenção em saúde mental que engloba o Hospital Psiquiátrico Eduardo Ribeiro, o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e as Policlínicas.

Fapeam – Qual relação entre suicídio e as doenças de ordem mental, principalmente a depressão?

L.C – Cerca de 96,8% dos casos de suicídio estavam relacionados a transtornos mentais. Em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias. Por isso, a necessidade de sempre procurar ajuda profissional.

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

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Grupo de Pesquisas do Inpa encontra 17 novas espécies de cogumelos na Amazônia

Pesquisadores descobrem novas espécies e gêneros de cogumelos, coletados na floresta Amazônica, assim como, estudam potenciais espécies comestíveis e antimicrobianas. O estudo foi fomentado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Os cogumelos são uma alternativa economicamente viável pelo potencial de uso na indústria alimentícia e por serem fonte promissora de compostos ativos para o desenvolvimento de bioprodutos farmacêuticos.  Além disso, podem ser utilizados na produção de artesanato como é o caso da espécie Përɨsɨ, uma estrutura de fungo similar à uma fibra, usada pela comunidade indígena Yanomami da região de Maturacá, no Amazonas, que serve para confeccionar cestarias.

O projeto “Macrofungos da Amazônia: taxonomia e triagem de espécies comestíveis e/ou produtoras de compostos antimicrobianos” foi coordenado pela pesquisadora Noemia Kazue Ishikawa, e desenvolvido, principalmente, no Laboratório de Microbiologia de Alimentos e no Herbário do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), com diversos parceiros no Brasil e de outros países, e amparado pelo Programa de Apoio à Pesquisa (Universal Amazonas), edital Nº 030/2013.

Dra. Noemia Ishikawa     - Fotos Érico X._-7

Coordenadora do projeto, Noemia Kazue Ishikawa.

 

Espécies

O estudo teve início com a coleta de mais de 2 mil amostras de cogumelos  em várias regiões da Amazônia. Esse trabalho de análise morfológica dos cogumelos foi realizado pelos taxonomistas de fungos do Grupo de Pesquisas Cogumelos da Amazônia do Inpa, Jadson José Souza Oliveira e Tiara Sousa Cabral, entre outros.

Pesquisadores Macrofungos

Parte da equipe do projeto, Jadson Oliveira e Tiara Cabral (taxonomistas de fungos) e ao centro a coordenadora do projeto Noemia Ishikawa.

 

Dessas 2 mil coleções, o grupo de pesquisa conseguiu identificar dois novos gêneros: Pusillumyces gen.nov. e Sclerocarpum gen.nov. e outras 15 novas espécies de macrofungos. Além de descrever espécies desconhecidas, o grupo estudou 27 espécies de cogumelos comestíveis e 23 espécies com atividade antimicrobiana.

“Entre as espécies isoladas chegamos ao composto sesquiterpeno Hipnofilina que produz atividade antiprotozoária contra Trypanosoma cruzi e Leishimania amazonenses, segundo Souza-Fagundes et al. 2010”, disse Noemia.

Dentre as espécies comestíveis identificadas é possível destacar a Lentinula raphanica que teve o primeiro cultivo em escala experimental, no mundo, realizado no Amazonas, com o intuito de gerar um produto alimentício a partir da biodiversidade da floresta Amazônica. 

Taxonomia

O trabalho dos taxonomistas, especialistas responsáveis por classificar os seres vivos, é muito laborioso e importante para preservar as espécies. Fazem pesquisas de campo em busca de espécies que ainda não foram catalogados pela Ciência.

Foi em uma dessas observações em campo que Tiara Cabral identificou uma nova espécie de cogumelo, Geastrum inpaense, coletada no Campus do Inpa em Manaus/AM. A descoberta demonstra que a floresta Amazônia apresenta grande diversidade de cogumelos ainda desconhecidos, mesmo em lugares inusitados como ao lado da cantina do Inpa.

O nome de classificação dado à nova espécie é em homenagem ao local onde foi encontrada, o campus sede do Inpa”, explicou Tiara.

Fungos mão

Espécie de cogumelo, Geastrum inpaense, coletada no Campus do Inpa.

 

Para Jadson Oliveira é importante frisar que o conhecimento sobre essa diversidade é útil não somente para a sociedade humana, mas também para se entender o papel que esses organismos desempenham no meio ambiente.

O projeto gerou dados que contribuíram na publicação de 15 artigos e dois livros.  Destacando-se o Livro Ana amopö – Cogumelos Sanöma, que recebeu o Prêmio Jabuti, na categoria Gastronomia em 2017.

Livro e prêmio

Livro Ana amopö – Cogumelos Sanöma, que recebeu o Prêmio Jabuti, na categoria Gastronomia em 2017.

 

Universal Amazonas

O programa tem o objetivo de financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas do conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental do estado do Amazonas, em instituição de pesquisa ou de ensino superior ou centros de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no estado do Amazonas. A última edição do Programa foi lançada em junho de 2019.

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

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Programa Centelha conta com R$1,8 milhão para apoiar ideias inovadoras no Amazonas

Você tem uma ideia inovadora que possa impactar positivamente a vida das pessoas e acredita valer a pena empreender com ela? No Amazonas, o Programa Centelha realizado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), visa  estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Estado, oferecendo capacitações, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso.

Acesse ao edital do Programa Centelha Amazonas 

Com investimento na ordem de R$ 1.820.000,00 (um milhão oitocentos e vinte mil reais), os recursos disponibilizados serão destinados à subvenção econômica (recursos não reembolsáveis) de até 28 projetos de inovação, no valor unitário de até R$ 65.000,00 (sessenta e cinco mil reais).

Podem participar pessoas físicas, vinculadas ou não a empresas com até 12 meses de existência anteriores à data de publicação do edital e faturamento bruto anual de até R$ 4.800.000, 00 (quatro milhões e oitocentos mil reais), sediadas no Amazonas. Os projetos terão prazo de execução de até 12 meses, não prorrogáveis, contados a partir da data do Termo de Outorga.

Etapas 

A submissão, avaliação e seleção das propostas serão realizadas em três fases distintas e eliminatórias, sendo elas, Fase 1: Ideias Inovadoras; Fase 2: Projeto de Empreendimento e Fase 3: Projeto de Fomento. As propostas  deverão ser submetidas por meio do Sistema Centelha (http://am.programacentelha.com.br), conforme formulário específico para cada uma das fases, respeitando os prazos estabelecidos do cronograma do edital. A data limite para as submissões de propostas na primeira fase é dia 29 de outubro de 2019.

Durante as três fases de seleção, os proponentes receberão capacitação gratuita online ou presencial, ministrada pela Fundação Certi, com o intuito de alinhar alguns conceitos importantes, para aprimorar suas ideias e projetos.

Sobre o Centelha – O Programa Centelha será realizado em 21 estados. No Amazonas, a iniciativa será executada pela Fapeam, sendo promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Finep, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação Certi.

Acesse ao edital do Programa Centelha Amazonas 

Departamento de Comunicação e Difusão do Conhecimento (Decon)

Arte – Suellen Sousa

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Agosto Dourado – Amamentação auxilia no desenvolvimento da fala da criança

Segundo o Ministério da Saúde (MS), o mês de agosto é conhecido como Agosto Dourado por simbolizar a luta pelo incentivo à amamentação – a cor dourada está relacionada ao padrão ouro de qualidade do leite materno.

Ainda conforme  o MS, por meio do leite materno o bebê recebe os anticorpos da mãe que o protegem contra doenças como, diarreia e infecções, principalmente as respiratórias. O risco de asma, diabetes e obesidade é menor em crianças amamentadas, mesmo depois que elas param de mamar. A amamentação é um excelente exercício para o desenvolvimento da face da criança, importante para que ela tenha dentes fortes, desenvolva a fala e tenha uma boa respiração.

Para falar sobre o assunto o Portal da Fapeam conversou com a fonoaudióloga Naiana Parente que é mestre em Educação para a Saúde.

FapeamQuais são os benefícios da amamentação para a fala, linguagem e mastigação dos bebês?

Naiana Parente – A amamentação em si ajuda a estabelecer um vínculo entre o bebê e outra pessoa: a mãe. Quando consideramos os movimentos que o bebê realiza para mamar, vemos que a sucção exercita e trabalha a musculatura orofacial (musculatura oral e facial envolvida nas funções chamadas “estomatognáticas”: sucção, mastigação, respiração, deglutição e fala). O bebê que mama no seio respira e mastiga melhor e tem melhores condições musculares de desenvolver a fala adequadamente.

Fapeam – De que forma o aleitamento materno influencia no fortalecimento da musculatura facial dos bebês?

N.P – O mamilo materno se adequa ao espaço livre dentro da boca do bebê, sem alterar suas estruturas ósseas. O movimento de ordenha realizado pelo bebê exige grande esforço muscular que favorecem o desenvolvimento da mandíbula e demais estruturas orais envolvidas nas funções desenvolvidas pela musculatura orofacial.

Fapeam – Caso o bebê não tenha força para sugar o seio materno que tipo de estimulação fonoaudiológica pode ser feita?

N.P – Nem sempre se trata de uma questão de força para sugar. Pode haver sim essa debilidade na sucção, mas também pode haver outros problemas como a dificuldade em coordenar a sucção, a deglutição e a respiração. O bebê precisa de força e também precisa de ter estas três funções funcionando coordenadamente. O fonoaudiólogo pode realizar manobras digitais extras e intraorais para trabalhar a força e a coordenação destas funções, bem como os estímulos aos reflexos que favorecem a sucção no bebê.

Boneca amamentação

A fonoaudióloga demostra o posicionamento adequado do bebê no seio materno na hora da amamentação.

 

Fapeam – Qual deve ser o posicionamento adequado do bebê no seio materno na hora da amamentação para que ele consiga sugar o leite de forma efetiva?

N.P – A posição no colo da mãe pode ser variada, mas é preciso estar atento a alguns aspectos: a) o bebê deve abocanhar a aréola, e não somente o mamilo. b) O rosto do bebê deve estar virado para a mama, com a boca o mais aberta possível. c) os lábios do bebê devem estar virados para fora, com o queixo encostando na mama. Garantindo a pega correta do seio, a posição da mãe e do bebê podem variar (tradicional, invertida, cavaleiro ou deitada), desde que em qualquer uma dessas posições o bebê esteja de frente para sua mãe (a barriga do bebê de frente para barriga da mãe). A mulher pode estar sentada ou deitada. A criança pode estar na posição mais tradicional ou em posição invertida, sentada em cavalinho ou deitada na cama com sua mãe. Também é importante esvaziar cada mama para favorecer a produção do leite adequada à demanda do bebê.

Fapeam – Quando é necessário procurar atendimento especializado de um fonoaudiólogo para sanar as dificuldades na amamentação?

N.P – Quando o bebê tem dificuldade para sugar ou a quando a mãe sente dificuldade. Em casos de relactação, o fonoaudiólogo também pode ajudar, bem como em casos de bebês com fissuras labiais ou palatais e bebês com síndromes ou alterações neurológicas.

Por: Helen de Melo

Foto: Érico Xavier

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Pesquisa aponta alternativa para rastrear possíveis casos de câncer de colo de útero

A prevenção ainda é a melhor forma de combater as doenças. Por isso, uma pesquisa científica fomentada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) analisou uma nova tecnologia de rastreio do câncer do colo de útero, por autocoleta, e teste rápido para o Papilomavírus Humano (HPV) em mulheres ribeirinhas do município de Coari (AM), localizado a 363 km de Manaus.

O método alternativo de rastreamento vai auxiliar no diagnóstico precoce das lesões precursoras do câncer de colo uterino, bem como subsidiar discussões que reduzam os números de morbidade e mortalidade das Neoplasias Intraepiteliais Cervicais (NICs).

Dra. Valquiria Martins- Fotos Érico Xavier_-3

Coordenadora do projeto, Valquíria Martins.

 

Coordenado pela pesquisadora Valquíria Martins, o projeto  “Descrição da frequência de lesões de alto grau do colo do útero pela presença da proteína E6 e da genotipagem do Papilomavírus Humano (HPV) encontrados em mulheres ribeirinhas do município de Coari/AM, utilizando técnica de autocoleta” foi desenvolvido na Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon) e amparado pelo Programa de Apoio à Pesquisa (Universal Amazonas), Edital Nº 030/2013. O estudo foi publicado na Plos One.

 

Infográfico HPV 1 (1)

 

A autocoleta consiste no uso de um dispositivo estéril com o qual a própria mulher faz coleta de células do canal vaginal e do colo do útero para avaliar a presença do HPV.

O estudo foi realizado com 412 mulheres, com idades entre 18 e 81 anos, selecionadas de 32 comunidades ribeirinhas, no período de agosto de 2014 a fevereiro de 2015. As amostras foram obtidas por autocoleta nas casas das mulheres utilizando dispositivo próprio (escova Rovers® Evalyn®).

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Localização geográfica das comunidades incluídas no estudo. Foto: DIvulgação

 

O procedimento permite aumentar o índice de cobertura do exame ginecológico em regiões remotas e de difícil acesso, pois não demanda o deslocamento das pacientes, para a coleta de amostra cervical, e possibilita que parte da população, sem acesso aos programas de prevenção, se integre a eles.

A autocoleta com escova foi uma ferramenta aceita por 97,8% das mulheres entrevistadas e considerada de fácil manuseio por 95,4% das participantes. Quanto mais esse instrumento se tornar familiar ao público, mais mulheres estariam dispostas a utilizar esta opção de coleta no futuro.  

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Dispositivo estéril (escova) para a coleta de células do canal vaginal e do colo do útero. Foto: Divulgação

 

Amostras analisadas

Nas amostras cérvico-vaginais estudadas foram constatadas a prevalência de infecção por HPV em 77 mulheres (18,7%). Em seis mulheres (1,4%) foi observada a expressão da proteína E6, que é altamente oncogênica. Estudos relatam que a expressão dessa proteína seja responsável pelo início e a manutenção do processo que culmina no câncer cervical.

As mulheres com triagem positiva para um dos testes foram submetidas à avaliação colposcópica (procedimento médico diagnóstico para avaliar o colo do útero e os tecidos da vagina e vulva) e exame histopatológico (permite afirmar a natureza de uma lesão) quando necessário.

O resultado histopatológico das mulheres positivas no teste identificou 1 caso de neoplasia intraepitelial cervical de grau I (NIC I), 1 caso de neoplasia intraepitelial cervical de grau III (NIC III) e 1 carcinoma invasor.

De acordo com Valquíria Martins, um diagnóstico preciso de HPV é essencial, pois vai definir se o vírus presente é de alto risco ou não, podendo influenciar no prognóstico da doença.

O estudo também contribuiu na formação de recursos humanos e resultou na dissertação de mestrado da aluna Josiane Montanho Mariño,  da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).

 

Infográfico Câncer colo útero

 

Universal Amazonas

O programa tem o objetivo de financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas do conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento socioeconômico e ambiental do estado do Amazonas em instituição de pesquisa ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no estado do Amazonas.

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

Arte: Suellen Sousa

 

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Programa Centelha é apresentado na Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Amazonas

A divulgação do Programa Nacional de Apoio à Geração de Empreendimentos Inovadores (Programa Centelha) teve continuidade nesta sexta-feira (2/8), com a visita de representantes da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) à Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL).

O Programa é uma iniciativa de promoção do empreendedorismo inovador que visa transformar ideias inovadoras em negócios de sucesso, oferecendo aos participantes, recursos financeiros via subvenção econômica (recursos não reembolsáveis), capacitação e suporte para alavancar o negócio e ampliação do networking.

A equipe do Programa Centelha foi recebida pelos diretores da FCDL e da Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus (CDLM) que mostraram interesse em apoiar o Programa no Amazonas. O edital tem previsão para ser lançado ainda este mês pela Fapeam, em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep).

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Diretores da FCDL e da Câmara de Dirigentes Lojistas de Manaus (CDLM) e representantes da Fapeam.

 

O presidente da FCDL, Ezra Azury, disse que vai apoiar o Centelha dando suporte aos possíveis novos empreendedores nos nove municípios em que a CDL tem sede que são: Manaus, Coari, Iranduba, Itacoatiara, Manacapuru, Parintins, Presidente Figueiredo, Tabatinga e Tefé que queiram submeter propostas.

“Vamos disponibilizar em cada sede da CDL um computador para que os interessados possam fazer as inscrições dos projetos, além de oferecer orientação no setor comercial. Não basta somente ter uma ideia, é preciso viabilizar economicamente a ideia”, disse.

A coordenadora local do Programa Centelha, Kathya Thomé, disse que a visita foi proveitosa com a possibilidade de firmar parcerias na divulgação, captação de ideias e disseminação do Programa ao público da FCDL.

Programa Centelha

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Brasil. O programa irá oferecer capacitações, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso.

No Amazonas a iniciativa será executada pela Fapeam, e é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Finep, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação Certi.

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O Programa Centelha será realizado em 21 estados. Estão entre os objetivos do Programa, gerar novas empresas, a partir do conhecimento concebido nas instituições de ciência, tecnologia e inovação; gerar inovações de interesse direto da sociedade e de empresas; formar cultura e fortalecer ecossistema de empreendedorismo inovador.

Podem concorrer ao Programa pessoas físicas ou empresas, que atenderem às exigências do edital.

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Caio Alencar

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Programa de fomento ao empreendedorismo é apresentado no Cide

Representantes da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) deram continuidade, nesta quarta-feira (24/7), à articulação do Programa Nacional de Apoio à Geração de Empreendimentos Inovadores (Programa Centelha), com visita ao Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (Cide).

As visitas às instituições de ensino e inovação como, por exemplo, incubadoras e aceleradoras de empresas, espaços de coworking e polos tecnológicos, tiveram início no mês de maio, com o intuito de incentivar a mobilização e a articulação institucional dos atores nos ecossistemas de inovação no Amazonas.

Kathya Thomé

Coordenadora local do Programa Centelha, Kathya Thomé, apresenta o Programa.

 

Por esse motivo, a equipe do Programa Centelha esteve no Cide com o objetivo de apresentar, divulgar e estabelecer potenciais parcerias para atuar no Programa, que tem previsão de lançar edital no mês de agosto pela Fapeam, em parceria com a Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep).

Para a coordenadora local do Programa Centelha, Kathya Thomé, a visita foi proveitosa com a possibilidade de firmar parcerias na divulgação, captação de ideias e difusão do Programa ao público do Cide.

“Eu acredito que teremos muitas propostas de projetos submetidas pelo Cide e também o estabelecimento de parceria, que é muito importante”, disse.

José Grosso

Diretor executivo do Cide, José Grosso, considerou o Programa muito interessante.

 

O diretor executivo do Cide, José Grosso, considerou o Programa muito interessante no auxílio às startups que estão incubadas e àquelas que futuramente queiram ingressar no Centro.

“A Fapeam pode contar com a adesão do Cide. Muitas vezes os empresários têm ideias inovadoras, mas não têm o recurso financeiro, então esse apoio será essencial para o desenvolvimento desses projetos”, afirmou.

Cide grupo

Centro de Incubação e Desenvolvimento Empresarial (Cide).

 

Programa Centelha

O Programa Centelha visa estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Brasil. O programa irá oferecer capacitações, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso.

No Amazonas a iniciativa será executada pela Fapeam, e é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), e operada pela Fundação Certi.

O Programa Centelha será realizado em 21 estados. Estão entre os objetivos do Programa, gerar novas empresas, a partir do conhecimento concebido nas instituições de ciência, tecnologia e inovação; gerar inovações de interesse direto da sociedade e de empresas; formar cultura e fortalecer ecossistema de empreendedorismo inovador.

Podem concorrer ao Programa pessoas físicas ou empresas, que atenderem às exigências do edital.

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

 

 

 

 

 

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Formigas são usadas para monitoramento da biodiversidade na Amazônia

As formigas podem prover informações valiosas para o monitoramento da biodiversidade e têm sido usadas, por exemplo, na avaliação de ações de manejo como desmatamentos, proteção dos recursos naturais, impactos de incêndios florestais, instalação de hidrelétricas e os causados pelas mudanças do clima.

Pesquisa científica apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) buscou definir, um protocolo de identificação, que fosse eficiente e economicamente viável, para substituir a identificação de espécies de formigas no monitoramento da biodiversidade na Amazônia.

O projeto “Uso de abordagem taxonômica, ecológica e funcional foi desenvolvido para validar o uso de substitutos de espécies de formigas em monitoramentos da biodiversidade na Amazônia” foi desenvolvido pelo pesquisador Jorge Souza, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), e demonstrou que a utilização de gêneros de formigas como substitutos de espécies é uma ferramenta vantajosa, com um custo benefício favorável, para o monitoramento da biodiversidade e capaz de fornecer as mesmas informações que as espécies.

Jorge Luiz

Coordenador do projeto, Jorge Souza.

 

O estudo foi realizado com espécies de formigas coletadas no solo, e de um banco de dados que abrange coletas nos estados do Amazonas (AM), Roraima (RR) e Rondônia (RO), e foi amparado pelo Programa de Apoio à Fixação de Doutores no Amazonas (Fixam/AM), edital Nº 022/2013.

No mundo existem cerca de 15.500 espécies de formigas, e identificar todas as espécies para o monitoramento ambiental leva muito tempo. Por isso, os pesquisadores resolveram criar mecanismos mais simples para a classificação desses insetos, e que resultassem na escolha, avaliação ou monitoramento mais rápido de áreas de reserva ambiental.

Formigas caixinha

As formigas podem prover informações valiosas para o monitoramento da biodiversidade .

 

Por meio desse controle foi possível verificar que dentro das Reservas os eventos climáticos naturais como a seca, o El Niño e a La Niña, não afetaram as espécies de formigas de maneira drástica, mudam as espécies, mas as funções ecossistêmicas têm se mantido.

O monitoramento é importante também para saber quando a espécie é substituída, perdida ou aparece uma nova, e se esses processos de interação entre as formigas e o ambiente ainda estão acontecendo ou vão mudar.

Para o pesquisador, o estudo permite fomentar discussões relacionadas a políticas públicas direcionadas ao monitoramento da biodiversidade na região Amazônica.

Confira sobre o estudo em:

Diversity and Distributions em 2016

Biodiversity and Conservation em 2018

Fixam

Estimular a fixação de recursos humanos com experiência em ciência, tecnologia e inovação e/ou reconhecida competência profissional em instituições de ensino superior e pesquisa, institutos de pesquisa, empresas públicas de pesquisa e desenvolvimento, empresas privadas e microempresas que atuem em investigação científica ou tecnológica. Propiciar o fortalecimento dos grupos de pesquisa existentes e a criação de novas linhas de pesquisa de interesse regional, mediante a contínua integração entre os setores acadêmico, científico e o Estado.

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

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Técnica de cultivo de cogumelos em toras de madeira pode ajudar a elevar a renda de pequenos proprietários rurais no Amazonas

O primeiro cultivo de cogumelo comestível da espécie Lentinula raphanica, em escala experimental, no mundo, foi realizado por pesquisadores no Amazonas, com o intuito de gerar um produto alimentício a partir da biodiversidade da floresta Amazônica.

Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), a pesquisa científica, pioneira, apontou que essa espécie de cogumelo pode ser uma alternativa economicamente viável, com grande potencial de uso na indústria alimentícia, e pode se tornar uma nova fonte de produção e renda aos futuros fungicultores do Estado.

O projeto “Produção de Lentinula raphanica, um cogumelo comestível da Amazônia, utilizando substratos regionais” foi desenvolvido no laboratório de Microbiologia de Alimentos, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), na Coordenação de Biodiversidade, por meio do Programa de Apoio à Fixação de Doutores no Amazonas (Fixam/AM), edital Nº022/2013.

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Coordenadora do projeto, Ruby Vargas-Isla.

 

A coordenadora do projeto, Ruby Vargas-Isla, explica que entre as diversas possibilidades de utilização dos fungos, o cultivo de cogumelos (fungicultura), tem sido considerada uma ótima alternativa alimentar de alto valor nutricional, gastronômico e econômico.

Método

Para o estudo, primeiro os pesquisadores coletaram, identificaram, selecionaram e isolaram o fungo da espécie Lentinula raphanica. O segundo passo foi produzir um substrato, utilizando uma formulação a partir de resíduos agroflorestais regionais (serragem de madeira) enriquecidos com farelo de arroz e cascas de frutos da região.

Em seguida, os pesquisadores retiraram um fragmento do interior do cogumelo (contexto) e adicionaram esse fragmento ao meio de cultura estéril, com o objetivo de acelerar o crescimento e avaliar as condições de crescimento.

O fungo necessita dessa matéria orgânica, que é o substrato a base de resíduos agroflorestais, para desenvolver-se. A partir da junção do substrato com o fungo isolado, dá-se a origem à produção da semente-inóculo, que é o primeiro passo para o cultivo de cogumelos comestíveis.

Cogumelo na madeira

O cultivo da espécie Lentinula raphanica baseado na inoculação da semente-inóculo do fungo em toras de madeiras.

 

A produção desse composto é inoculada (introduzida) em vários furos feitos previamente nas toras de madeira de reflorestamento de castanheira-do-brasil (Bertholletia excelsa), que servem como substrato ou matéria prima para o experimento.

Após a inoculação, impermeabilização e incubação, as frutificações de cogumelos ocorrem geralmente num período de colonização entre sete e oito meses.

A metodologia utilizada para o cultivo da espécie Lentinula raphanica baseado na inoculação da semente-inóculo do fungo em toras de madeiras é o mesmo método utilizado para cultivar outra espécie de fungo comestível como a Lentinula edodes (shiitake), espécie cultivada em escala industrial e em climas temperados.

Consumo

A comestibilidade dos cogumelos de algumas espécies de ocorrência natural da Amazônia foi registrada na década de 70 e 80 pelos botânicos Oswaldo Fidalgo e Guillean Prance, entretanto, a L. raphanica não havia sido registrada por estes pesquisadores.

Segundo a pesquisadora, apenas em 2016, na publicação do livro dos alimentos do povo indígena Yanomami (Sanöma) foi relatado o consumo de L. raphanica entre as 16 espécies de cogumelos comestíveis consumidos, e agora comercializados por comunidades da região do Awaris, no extremo noroeste de RoraimaEstes relatos indicam que L. raphanica apresenta potencial de uso como alimento da floresta dos trópicos.

Cogumelo na mão

O primeiro cultivo de cogumelo comestível da espécie Lentinula raphanica, em escala experimental, no mundo, foi realizado por pesquisadores no Amazonas.

 

Em Manaus, existe mercado para a produção desses cogumelos da espécie L. raphanica. A pesquisadora explica que a produção foi destinada a chefs de dois restaurantes da cidade para testes e estes receberam bem a novidade.

“A produção foi vendida aos estabelecimentos pelo proprietário do sítio onde parte do experimento foi realizado. A atividade é um dos primeiros passos para iniciar a prática da fungicultura no estado do Amazonas”, explicou. 

Importância do estudo

O projeto contribuiu para avançar nos estudos de implantação de uma nova atividade produtiva, a fungicultura da espécie L. raphanica de ocorrência natural no estado do Amazonas, utilizando toras de madeira de reflorestamento, bem como na divulgação da espécie comestível principalmente no campo da gastronomia na busca de novos sabores da Amazônia.

De acordo com a pesquisadora, integrante do Grupo de Pesquisas: Cogumelos da Amazônia, foi realizada também a implantação do Fungário no Museu da Amazônia (Musa) como parte da divulgação para a sociedade sobre a biodiversidade dos fungos e para mostrar algumas espécies comestíveis encontradas no Jardim Botânico Adolpho Ducke.

Cogumelo tora

O projeto contribuiu para avançar nos estudos de implantação de uma nova atividade produtiva, a fungicultura da espécie L. raphanica.

 

“No entanto, ainda há muitos pontos a serem melhorados para chegar em uma produção autossustentável pelo produtor rural e outros trabalhos devem ser realizados para dar continuidade à produção de cogumelos como, por exemplo, avaliar a produtividade em grande escala; realizar estudos sobre os danos causados por insetos “pragas” das madeiras e dos cogumelos frutificados; estudos de pós-colheita; análises bioquímicas do cogumelo e dos substratos, entre outros”, disse Ruby. 

Fixam

Estimular a fixação de recursos humanos com experiência em ciência, tecnologia e inovação e/ou reconhecida competência profissional em instituições de ensino superior e pesquisa, institutos de pesquisa, empresas públicas de pesquisa e desenvolvimento, empresas privadas e microempresas que atuem em investigação científica ou tecnológica. Propiciar o fortalecimento dos grupos de pesquisa existentes e a criação de novas linhas de pesquisa de interesse regional, mediante a contínua integração entre os setores acadêmico, científico e o Estado.

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Érico Xavier

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Fapeam recebe diretoria da Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ)

Pesquisadores da Fundação Hospital Adriano Jorge (FHAJ) reuniram-se com a diretoria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) para apresentar projetos de pesquisa científica voltados para a melhoria da assistência à saúde da população.

O encontro teve como objetivo aproximar as duas instituições e prospectar parcerias futuras. Representando a FHAJ, estiveram o diretor de ensino e pesquisa, Diego Monteiro de Carvalho e a pesquisadora Isolda Prado.

A reunião ocorreu na sede da Fapeam nesta terça-feira (14/05) no bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus.

O diretor e a pesquisadora foram recebidos pela diretora-presidente, Márcia Perales, e pela diretora administrativo-financeira, Márcia Irene Andrade. Na ocasião eles apresentaram o trabalho que já vem sendo desenvolvido na FHAJ, bem como perspectiva para parcerias institucionais que possam fortalecer e contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população do Estado.

De acordo com o diretor de ensino e pesquisa da FHAJ, Diego Monteiro de Carvalho, além da prevenção e tratamento de doenças, a Fundação atua na área de ensino e pesquisa científica.

 

Por: Helen de Melo

Fotos: Barbara Brito

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