Todos os artigos de Esterffany Martins

Fapeam divulga resultado de enquadramento do PCE

Esta etapa consiste na análise do cumprimento dos requisitos e documentos solicitados para a concorrência ao edital Nº 001/2018 do PCE

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulgou, nesta segunda-feira (21), o resultado da etapa do enquadramento do edital Nº 001/2018, do Programa Ciência na Escola (PCE). Mais de 600 propostas foram enquadradas da capital e do interior do Amazonas.

As propostas enquadradas passarão pela análise de mérito. A previsão é que o resultado com os projetos aprovados no programa seja divulgado no mês de junho.

O PCE é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam, Secretaria de Estado de Educação e Qualidade do Ensino (Seduc), Secretaria Municipal de Educação (Semed) e a Secretaria de Estado de Planejamento, Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia e Inovação (Seplancti), que incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar a partir do envolvimento de professores e estudantes de escolas públicas estaduais e municipais em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

pce

Lançado no mês de março, o edital conta com um investimento de quase R$2,5 milhões para apoiar até 540. Desse total, 200 serão desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado.

Outra novidade para este ano do PCE é a ampliação da abrangência do público-alvo. Agora, também podem participar estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental I. Os editais anteriores contemplavam estudantes a partir do 6° ano do Ensino Fundamental II.

Resultado de Enquadramento

 Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Fapeam divulga resultado de enquadramento do Universal Amazonas

Esta etapa consiste na análise do cumprimento dos requisitos e documentos solicitados para a concorrência ao edital Nº 002/2018 do Universal Amazonas

 A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) divulgou, nesta segunda-feira (21), o resultado da etapa do enquadramento do edital Nº 002/2018, do Programa de Apoio à Pesquisa (Universal Amazonas).

Mais de 350 projetos foram  enquadrados nesta etapa do edital. A partir de agora, os projetos passarão pela análise de mérito. A previsão é que o resultado com os projetos aprovados no programa seja divulgado no mês de junho.

universal-amazonas

O Universal Amazonas visa financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas de conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento do Estado.

O montante destinado ao programa é de R$ 3,2 milhões. Desse valor, R$ 2,2 milhões serão destinados ao auxílio-pesquisa e R$ 1 milhão para subsídio de bolsas.

Resultado de Enquadramento

 

 

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Prêmio e-Gov está com inscrições abertas

 Prêmio e-Gov reconhece os melhores cases dos profissionais do setor público 

A 17ª edição do Prêmio Excelência em Governo Eletrônico (e-Gov) abre as inscrições para quem atua no serviço público ou na administração pública e tem algum case de TIC que se converte em benefícios para o cidadão. Realizado anualmente, o Prêmio e-Gov tem como objetivos incentivar e disseminar as soluções de governo eletrônico que além de modernizarem a gestão pública, geram impacto direto na vida dos brasileiros.

A premiação sempre acontece no SECOP (Seminário Nacional de TIC para Gestão Pública), uma iniciativa da ABEP (Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação).

O evento este ano será realizado entre os dias 8 e 10 de agosto, em Florianópolis (SC). Todos os finalistas vão ao SECOP com todas as despesas pagas.

Além da oportunidade de expor o seu case e ser reconhecido por todo o Brasil, o grande vencedor ainda ganha R$ 10 mil e a oportunidade de palestrar para todos os participantes do SECOP 2018.

As inscrições vão até o dia 30/05. Para conferir o regulamento e mais informações, acesse www.premioegov.org.br.

Banner---Premio-e-Gov-(SITEABEP)

Sobre o Prêmio e-Gov

O Prêmio Excelência em Governo Eletrônico – e-Gov foi criado em 2002, pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP) e pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.

Entregue anualmente, tem como objetivos reconhecer e incentivar o desenvolvimento de projetos e soluções de governo eletrônico nas administrações públicas federais, estaduais e municipais, assim como divulgar as iniciativas que, com o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação, modernizam a gestão pública em benefício do cidadão brasileiro.

Sobre o SECOP

O mais importante evento de TIC para a gestão pública do Brasil, o SECOP, é uma iniciativa da ABEP – Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação. A cada ano, o SECOP é organizado por uma das associadas ABEP: empresas estaduais de TIC espalhadas pelo Brasil.

Em sua 46ª edição, o SECOP é organizado pelo Ciasc – Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina.

Voltado para profissionais do setor público de todo o Brasil, representantes das 3 esferas de Governo

Sobre a ABEP

Atua no fortalecimento da cooperação entre suas associadas em todo o País há quase quatro décadas.

Missão

Promover a cooperação entre as suas associadas e participar efetivamente na formulação de políticas públicas de TIC, nas diversas esferas governamentais, visando ao fortalecimento da informática pública como instrumento de gestão, prestação de serviços e cidadania.

As Afiliadas

Todas as empresas estaduais de TIC do País integram hoje a ABEP. Essa entidades atuam na busca da modernização administrativa, aliada à qualidade e produtividade dos serviços que os governos estaduais prestam à sociedade em setores como educação, saúde, transportes, segurança pública, habitação, entre tantos outros.

Fonte: Prodam

 

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Manaus sedia 13º Congresso Internacional da Rede Unida

Realizado pela primeira vez na região Norte do País, a 13ª edição do congresso recebeu inscrições de todos os estados brasileiros e de países dos continentes africano, americano, asiático e europeu

Com o tema “Faz escuro, mas cantamos: redes em re-existência nos encontros das águas”, o Congresso da Rede Unida movimentará a agenda científica do País com a participação estimada de 3 mil congressistas e convidados nacionais e internacionais. O evento será sediado no campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), no período de 30 de maio a 2 de junho de 2018, em Manaus (AM).

O Congresso tem como finalidade propor o debate em torno da saúde, da educação, da arte e cultura, da participação cidadã, da gestão e do trabalho em saúde na perspectiva do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). O público-alvo é composto por trabalhadores da saúde, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), pesquisadores, estudantes, professores, gestores e representantes de movimentos sociais.

A expectativa do presidente desta edição do Congresso, Rodrigo Tobias, é que os participantes vejam que a Região Amazônica não é somente o lugar da distância, da dificuldade, da falta de acesso, o lugar das carências e das doenças. “Esperamos que esse evento possa deixar nos congressistas a ideia de que a Amazônia também é um lugar de potencialidades, de produção de saúde, de vida, com suas especificidades. O nosso desejo é que os participantes reservem sua participação nesse congresso e desfrutem de tudo o que vai acontecer. Estamos trabalhando muito para que tudo saia bem”, declarou Tobias.

Atividades Internacionais

As atividades internacionais incluem cinco fóruns, que fomentam debates sobre temas da atualidade em relação à gestão da educação e do trabalho em saúde na perspectiva de diferentes países. Trata-se do V Fórum Internacional de Educação na Saúde, com a temática “Interprofissionalidade na formação e no trabalho em saúde: desafios às políticas e ao cotidiano”; do IV Fórum Internacional de Participação em Saúde, Políticas Públicas e Educação Cidadã, com o tema “A vitalidade da democracia quando as instituições padecem: a resistência cidadã como artesania de novos tempos”; do V Fórum Internacional de Atenção Básica/Primária em Saúde, com o tema “A atenção básica/primária nos sistemas de saúde universais: desafios e avanços após 40 anos de Alma Ata”; do IV Fórum Internacional de Cooperação em Saúde e Políticas Públicas, com o tema “Direitos humanos, políticas públicas e inclusão em tempos de austeridade: repercussões na gestão da educação e do trabalho na saúde”; e do I Fórum Internacional de Saúde do Migrante, com o tema “A dignidade e a saúde das pessoas em tempos sombrios: as fronteiras nacionais e a afirmação de direitos humanos”.

 Trabalhos submetidos

Esta edição no Amazonas fechou com o número de 3.420 submissões de trabalhos nacionais e internacionais. Realizado pela primeira vez no Norte do País, a região foi a que mais teve trabalhos submetidos, totalizando 1.652 submissões com destaque aos estados do Amazonas e Pará, com 913 e 641 trabalhos inscritos, respectivamente.  A região Nordeste ficou em segundo lugar com 628 trabalhos. Já o Sudeste figurou em terceira posição com 383 submissões. As regiões Sul e Centro-Oeste do Brasil tiveram 298 e 165 trabalhos submetidos, respectivamente. Da participação internacional, a Itália submeteu três trabalhos.

Nos congressos da Rede Unida são aceitos trabalhos para apresentação oral nas modalidades Távolas e Rodas de Conversa. Para os organizadores, o volume de trabalhos submetidos e aprovados aponta um Congresso com grande densidade técnico-científica, além da enorme diversidade de temas e de experiências locais que compõem uma programação atrativa para diferentes públicos.

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13ª edição do congresso recebeu inscrições de todos os estados brasileiros e de países dos continentes africano, americano, asiático e europeu

Confira a programação de apresentação dos trabalhos: http://www.redeunida.org.br/pt-br/evento/5/menu/rodas-e-tavolas

Segundo o coordenador Nacional da Rede Unida, Júlio César Schweickardt, a organização do Congresso é um dos desafios da atual coordenação, que tem dentre os seus objetivos mobilizar os vários setores e atores que atuam no contexto da saúde e da educação, incluindo usuários de serviços de saúde, membros de Conselhos de Saúde e trabalhadores do SUS, oportunizando um fórum especial de participação cidadã. “Ver com novos olhares a saúde pública brasileira, fortalecer o nosso Sistema Único de Saúde [SUS] e pensar na formação dos profissionais da área são algumas de nossas missões à frente da Rede Unida, uma instituição muito atuante e comprometida com as políticas de saúde no Congresso”, concluiu.

Programação

Além da apresentação dos trabalhos e da realização dos fóruns internacionais, a programação do congresso inclui atividades como Mostra Fotográfica, Lançamentos de livros, Seminários, encontros e oficinas, Conferências, Intervenções e muitas outras atividades contemplando os cinco eixos centrais: Educação, Trabalho, Gestão, Controle Social e Participação e Saúde, Cultura e Arte.

Inscreva-se e participe das atividades: http://www.redeunida.org.br/pt-br/evento/5/menu/inscricoes

Instituições parceiras

São parceiros desta edição a Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Conselho Nacional de Saúde (CNS), Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Saúde (MS), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult), Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Secretaria de Estado da Cultura (SEC), Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Amazonas (Cosems-AM) e ILMD/Fiocruz Amazônia, co-organizador do Congresso.

Sobre a Rede Unida

A Associação Brasileira da Rede Unida reúne projetos, instituições e pessoas interessadas na mudança da formação dos profissionais de saúde e na consolidação de um sistema de saúde equitativo e eficaz com forte participação social.

A principal ideia força da Rede Unida é a proposta de parceria entre universidades, institutos de pesquisa, serviços de saúde e organizações comunitárias. Não se trata de qualquer parceria: trata-se de uma modalidade de co-gestão do processo de trabalho colaborativo, em que os sócios compartilham poderes, saberes e recursos.

Por ser uma Associação de abrangência nacional, a Rede Unida prima por estimular a produção de estudos e pesquisas, desenvolvimento de tecnologias alternativas, produção e divulgação de informação e conhecimentos técnicos e científicos, que digam respeito às atividades de promoção da educação e da saúde em todo o País, bem como de proposição de novos modelos sócios produtivos e de sistemas alternativos de produção que fortaleçam o campo da saúde, a fim de garantir e ampliar a cidadania, os direitos humanos, a democracia e outros valores universais.

Nesse sentido, é tarefa prioritária da Rede Unida é reafirmar o processo histórico de luta pela reforma sanitária e democratização da saúde, com o objetivo de fortalecer o SUS por meio de mudanças na formação profissional em saúde.

Para tanto, é desafio da Rede induzir modelos de educação profissional interdisciplinares, multiprofissionais e que respeitem os princípios do controle social e do SUS e, assim, promover tessituras entre educação, saúde e sociedade a partir da formação de trabalhadores críticos e reflexivos, capazes de realizar leituras de cenário, identificar problemas e propor soluções no cotidiano de sua prática profissional e na organização do trabalho em saúde.

 

Fonte:Rede Unida

 

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22ª Semana de Enfermagem FCecon apresentará vasta programação científica

Evento traz o tema “As dimensões e a multidisciplinaridade no cuidar da enfermagem” e ocorre de 15 a 17 de maio

A Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas (FCecon), órgão vinculado à Secretaria de Estado de Saúde (Susam), realiza, no período de 15 a 17 de maio, a 22a Semana de Enfermagem, com a  oferta de 100 vagas para atividades diversas. O tema, este ano, é “As dimensões e a multidisciplinaridade no cuidar da enfermagem”. O evento faz parte da programação científica anual da instituição e visa promover a troca de conhecimento profissional, a aprendizagem e a atualização de protocolos assistenciais, destacou a diretora-presidente da FCecon, engenheira biomédica Ana Paula Lemes.

As inscrições para a 22Semana de Enfermagem podem ser feitas no Departamento de Ensino e Pesquisa da FCecon, localizado na rua Francisco Orellana, Dom Pedro, zona Centro-Oeste, até que se esgotem as vagas. Podem participar enfermeiros, estudantes e técnicos da área de saúde. A programação completa está disponível no site www.fcecon.am.gov.br.

A coordenadora do Departamento de Ensino e Pesquisa, enfermeira Julia Mônica Benevides, explica que os cursos de ‘Hipodermóclise’ (punção em região subcutânea, que permite ao enfermeiro administrar uma quantidade maior de medicamentos), ‘Radiodermite’ (novas tecnologias para a recuperação de tecido danificado pela radioterapia) e ‘Terapia por pressão negativa’ (TPN), são algumas das novidades que serão apresentadas durante o evento.

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Evento faz parte da programação científica anual da Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas

 

Durante a Semana de Enfermagem, diversas aulas serão ministradas por especialistas de instituições convidados e pelos próprios enfermeiros da FCecon, que falarão sobre as rotinas e protocolos utilizados em oncologia.  “As aulas ministradas por enfermeiros dão ao aluno de enfermagem, tanto na parte prática quanto na teórica, mais segurança no aprendizado em relação à assistência aos pacientes oncológicos. Eles vão tratar do que deve ser função de domínio geral de todos que exercem ou pretendem exercer a profissão de enfermeiro”, pontuou Júlia Benevides.

Inscrições – Dia 15, primeiro dia da programação será dedicado aos cursos de Hipodermóclise (15 vagas), Radiodermite (20 vagas) e Terapia por pressão negativa (20 vagas). Nos dois últimos dias, serão ofertadas 100 vagas, abrangendo todo o ciclo de palestras, com inscrições à parte. Profissionais da FCecon estão isentos da taxa de inscrição, que varia entre R$ 20 a R$ 40.

Palestras – A abertura da programação será com o curso de Hipodermóclise, ministrado pela representante da empresa Mundipharma, Márcia Morette, e por Maressa Gasparoto (Sensumed/FCecon). Sobre o curso de Terapia por pressão negativa, que ocorrerá também no primeiro dia, a abordagem será baseada no tratamento de feridas oncológicas, úlceras por pressão, feridas traumáticas, entre outras.

No segundo dia (16/05), os temas selecionados são: Protocolos de dor oncológica, ministrado por Márcia Morette (Mundipharma); Experiência da gestão no contexto da enfermagem, por Débora Miranda (Singular); Segurança do paciente: implantação em centro cirúrgico oncológico, por Graça Godim (FCecon);  Estomaterapia: intervenções ao paciente oncológico, por Ricardo Xavier (FCecon).

 O último dia de evento será dedicado à ‘Enfermagem frente ao paciente imunodeprimido’, por Ellen Freitas (FCecon); ‘Assistência à saúde com qualidade para promover a segurança do paciente’, por Marielle Colares Magalhães Martins (NPS/FCecon); ‘O papel da nutrição no processo de cicatrização de feridas’, por Bruno Moller (Nestlé); e ‘Atividades da Comissão de Controle de Infecções Hospitalares (CCIH) e Departamento de Enfermagem (Campanha ‘Você faz o melhor’)’.

Texto e Foto: FCECON

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Edital de Seleção Pública de Pesquisa Científica e Tecnológica Edição 2018

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O Banco da Amazônia torna público seu novo Edital de Pesquisa 2018 e disponibiliza R$ 1 milhão para estimular a expansão da pesquisa cientifica e tecnológica na região Amazônica. O novo edital traz como novidade o incentivo à pesquisa de instituições públicas e privadas na área de big data e análise de dados, bioprodução e bioeconomia, nanotecnologia e produtos inteligentes, dentro da linha temática Indústria Avançada.

As outras linhas incentivadas são: Agricultura e agronegócio; Restauração de ecossistemas ou vinculadas ao Programa Brasileiro de Agricultura de Baixo Carbono; e Desenvolvimento de cidades sustentáveis. As propostas apresentadas devem estar voltadas à inovação, à busca pela superação da escassez de informações científicas e, também, atender aos interesses de negócios do Banco e do desenvolvimento regional.

Essa é a segunda vez que o Banco lança edital de pesquisa. O último foi publicado em 2015 e contemplou 18 projetos dos nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Nesse ano, foram apresentadas 218 propostas, vindas do Acre (5%), Amazonas (11%), Amapá (5%), Maranhão (3%), Mato Grosso (14%), Pará (38%), Rondônia (11%), Roraima (3%) e Tocantins (10%).

O grupo de pesquisa que mais se destacou foi o de Recursos Naturais e Meio Ambiente com 32% do pleito, seguido do de Agricultura com 26%. De 1999 até o ano de 2017, o Banco da Amazônia financiou 389 projetos de pesquisa, com recursos na ordem de R$ 28,6 milhões.

Confira os prazos do Edital de Pesquisa 2018:

– Período de divulgação e inscrição das propostas: 30.04.2018 a 31.05.2018;

– Análise das propostas inscritas: 01.06.2018 a 05.07.2018;

– Divulgação das propostas selecionadas: até 16.07.2018.

– Edital de Seleção Pública 2018

 

Banco da Amazônia

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Edital de Seleção Pública de Pesquisa Científica e Tecnológica Edição 2018

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O Banco da Amazônia torna público seu novo Edital de Pesquisa 2018 e disponibiliza R$ 1 milhão para estimular a expansão da pesquisa cientifica e tecnológica na região Amazônica. O novo edital traz como novidade o incentivo à pesquisa de instituições públicas e privadas na área de big data e análise de dados, bioprodução e bioeconomia, nanotecnologia e produtos inteligentes, dentro da linha temática Indústria Avançada.

As outras linhas incentivadas são: Agricultura e agronegócio; Restauração de ecossistemas ou vinculadas ao Programa Brasileiro de Agricultura de Baixo Carbono; e Desenvolvimento de cidades sustentáveis. As propostas apresentadas devem estar voltadas à inovação, à busca pela superação da escassez de informações científicas e, também, atender aos interesses de negócios do Banco e do desenvolvimento regional.

Essa é a segunda vez que o Banco lança edital de pesquisa. O último foi publicado em 2015 e contemplou 18 projetos dos nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Nesse ano, foram apresentadas 218 propostas, vindas do Acre (5%), Amazonas (11%), Amapá (5%), Maranhão (3%), Mato Grosso (14%), Pará (38%), Rondônia (11%), Roraima (3%) e Tocantins (10%).

O grupo de pesquisa que mais se destacou foi o de Recursos Naturais e Meio Ambiente com 32% do pleito, seguido do de Agricultura com 26%. De 1999 até o ano de 2017, o Banco da Amazônia financiou 389 projetos de pesquisa, com recursos na ordem de R$ 28,6 milhões.

Confira os prazos do Edital de Pesquisa 2018:

– Período de divulgação e inscrição das propostas: 30.04.2018 a 31.05.2018;

– Análise das propostas inscritas: 01.06.2018 a 05.07.2018;

– Divulgação das propostas selecionadas: até 16.07.2018.

– Edital de Seleção Pública 2018

 

Banco da Amazônia

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Edital de Seleção Pública de Pesquisa Científica e Tecnológica Edição 2018

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O Banco da Amazônia torna público seu novo Edital de Pesquisa 2018 e disponibiliza R$ 1 milhão para estimular a expansão da pesquisa cientifica e tecnológica na região Amazônica. O novo edital traz como novidade o incentivo à pesquisa de instituições públicas e privadas na área de big data e análise de dados, bioprodução e bioeconomia, nanotecnologia e produtos inteligentes, dentro da linha temática Indústria Avançada.

As outras linhas incentivadas são: Agricultura e agronegócio; Restauração de ecossistemas ou vinculadas ao Programa Brasileiro de Agricultura de Baixo Carbono; e Desenvolvimento de cidades sustentáveis. As propostas apresentadas devem estar voltadas à inovação, à busca pela superação da escassez de informações científicas e, também, atender aos interesses de negócios do Banco e do desenvolvimento regional.

Essa é a segunda vez que o Banco lança edital de pesquisa. O último foi publicado em 2015 e contemplou 18 projetos dos nove Estados que compõem a Amazônia Legal. Nesse ano, foram apresentadas 218 propostas, vindas do Acre (5%), Amazonas (11%), Amapá (5%), Maranhão (3%), Mato Grosso (14%), Pará (38%), Rondônia (11%), Roraima (3%) e Tocantins (10%).

O grupo de pesquisa que mais se destacou foi o de Recursos Naturais e Meio Ambiente com 32% do pleito, seguido do de Agricultura com 26%. De 1999 até o ano de 2017, o Banco da Amazônia financiou 389 projetos de pesquisa, com recursos na ordem de R$ 28,6 milhões.

Confira os prazos do Edital de Pesquisa 2018:

– Período de divulgação e inscrição das propostas: 30.04.2018 a 31.05.2018;

– Análise das propostas inscritas: 01.06.2018 a 05.07.2018;

– Divulgação das propostas selecionadas: até 16.07.2018.

– Edital de Seleção Pública 2018

 

Banco da Amazônia

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Ufam assina Protocolo de Cooperação com Universidade de Aveiro, em Portugal

Colaboração acadêmica, científica e cultural entre as instituições lusófonas beneficiará docentes, discentes e pesquisadores

 

Em seu 20º encontro, realizado até sábado, 12, na Universidade de Aveiro (UA), em Portugal, a Rede de Estudos Ambientais em Países de Língua Portuguesa (REALP) reuniu os parceiros lusófonos de universidades do Brasil, de Angola, de Cabo Verde e de Moçambique, além de representantes de ministérios afins e agências de fomento à pesquisa para comemorar seus 21 anos.

O reitor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), professor Sylvio Puga, está em Portugal, onde reafirmou, na manhã desta terça-feira, 8, a presença da única instituição de ensino superior (IES) do Norte do Brasil na Rede de Estudos Ambientais. O representante da Ufam na REALP é o docente da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA), professor Henrique Pereira, que também participa deste 20º Encontro.

A professoraTerezinha de Jesus Pinto Fraxe, também da FCA, e a professora Elenise Scherer, vinculada ao Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais (IFCHS), apresentam trabalhos no evento.

Ao lado da Ufam, a Universidade de Brasília (UNB), a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) são as outras IES brasileiras na REALP.

O Protocolo assinado pelo professor Sylvio Puga tem o escopo de “estabelecer uma cooperação acadêmica, científica e cultural no interesse comum da Ufam e da UA a partir do desenvolvimento de ações conjuntas em temas correlatos aos objetivos da Rede”.

Num trecho do documento, ambas as instituições reconhecem a importância da colaboração internacional no intuito de fortalecer a missão institucional e valorizar docentes, investigadores e estudantes. Ajustam ainda que a “as atividades colaborativas serão pactuadas no interesse da função universitária” e por meio de contratos.

Entre as ações previstas estão o intercâmbio pedagógico e científico de docentes e pesquisadores, a mobilidade de discentes da graduação e da pós-graduação, a organização de eventos conjuntos – como seminários, conferências ou encontros, e a elaboração de pesquisas e projetos em comum.

Reitor da Ufam, professor Sylvio Puga, assina Protocolo de Cooperação internacional ao lado do reitor da Universidade de Aveiro, professor Manuel António Assunção

Reitor da Ufam, professor Sylvio Puga, assina Protocolo de Cooperação internacional ao lado do reitor da Universidade de Aveiro, professor Manuel António Assunção

XX Encontro

O tema escolhido para o encontro de 2018 é ‘Ambiente e Direitos Humanos’, na perspectiva de que as duas questões estão intrinsecamente ligadas e se reforçam mutuamente. A escolha está alinhada à estratégia de desenvolvimento sustentável apregoada pelas Nações Unidas nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), adotados em setembro de 2015.

Além de recordar os mais de 20 anos de criação da REALP, o evento comemora os 40 anos da criação do Departamento de Ambiente e Ordenamento da Universidade de Aveiro (DAO/UA) e as três décadas passadas desde a Conferência Nacional de Ambiente de Portugal (CNA). O professor Manuel Carlos Serrano Pinto é o homenageado nesta edição.

As realizações da Rede também são destacadas, a exemplo da formação de parcerias multinacionais e da realização do Projeto Científico e Pedagógico de Doutoramento Internacional em Gestão e Políticas Ambientais, tendo a primeira turma sido iniciada em 2016.

Visite a fanpage e a página da REALP e acompanhe o evento.

Desde 1997

O Protocolo de Execução da Rede Luso brasileira de Estudos Ambientais foi assinado no dia 4 de abril de 1997, quando o professor Nelson Fraiji estava no cargo de reitor da Ufam. Além dele, assinaram o documento os reitores das Universidades brasileiras de Brasília (UNB), de Pernambuco (UFPE) e de Santa Catarina (UFSC).

A então ministra do Ambiente de Portugal, Elisa Ferreira, o presidente da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) daquele País, Fernando Ribeiro, e os reitores das Universidades portuguesas de Açores, Aveiro, Évora e Nova de Lisboa pactuaram o protoloco executivo da Rede. Os presidentes da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) à época, respectivamente Abílio Neves e José Tundisi, também deram o aval ao acordo.

Cristiane Souza – ASCOM

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Pesquisadores lançam obra sobre planejamento de sistemas trilhas

A obra conta com dois eixos temáticos e dez capítulos, sendo um deles relacionado às orientações de Segurança

Diversos destinos turísticos pelo mundo oferecem trilhas em diferentes ambientes, desde montanhas, inclusive nevadas, até densas florestas, como é o caso da Amazônica. Porém, quem participa dessas atividades, muitas vezes, não sabe que, por trás de tudo isso, se tem um planejamento complexo, fundamentado em teorias científicas e na análise do ambiente natural e social, para tornar aquele passeio uma experiência diferenciada.

Foi pensando em oferecer uma publicação que pudesse servir de embasamento para pesquisadores, operadores e condutores que foi produzido o livro Planejamento de Sistemas de Trilhas: uma pegada social, cultural e ambiental. A obra, cujos autores são os estudiosos da área Ronisley Martins e Francisco Girão será lançada no próximo dia 12 de maio, às 10h, no Palacete Provincial (praça Heliodoro Balbi, s/n˚, Centro).

Martins conta que sempre atuou com pesquisas científicas voltadas aos sistemas de trilhas.  A primeira delas foi, de 2002, tendo sido desenvolvida com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) no assentamento agrário Tarumã-Mirim.  “Foi quando tive o primeiro contato com o assunto, mas tive dificuldade devido ao pouco material disponível. Depois da Graduação, surgiu a vontade de escrever conteúdo científico que desse embasamento ao planejamento de trilhas e após 2009, começamos a elaborar esse livro com base em várias experiências”, ressaltou.

A obra conta com dois eixos temáticos e dez capítulos. O primeiro compreende uma abordagem teórica, com a apresentação de metodologias de estudo de maneira a permitir uma análise ampla de todos os elementos envolvidos, incluindo vegetação, solo, água e principalmente, a população.  O segundo eixo é fundamentado na apresentação de técnicas e ferramentas necessárias ao planejamento e execução de trilhas sustentáveis.

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Livro  foi escrito  pelos autores e estudiosos da área Ronisley Martins e Francisco Girão

O conteúdo do livro aponta para o ordenamento de uma trilha planejada, contendo sinalizações, classificação do grau de dificuldade e definição quanto ao público que se quer alcançar.  Segundo Ronisley Martins, uma trilha interpretativa, por exemplo, deve ser de curta distância (de 500m a 1km),  ocorrer em áreas planas e é direcionada a crianças e pessoas da melhor idade. “Se for um público mais aventureiro, é preciso estender a trilha e ampliar o grau de dificuldade de acordo com o ambiente”, disse. “Assim, o organizador de trilha tem de analisar a paisagem e planejar conforme o público que pretende alcançar”, completou.

Um dos capítulos de maior destaque é o relacionado às orientações de Segurança. O autor esclarece que há riscos eminentes ao se fazer uma caminhada ou até antes, para os próprios organizadores, portanto, é preciso minimizá-los.  Neste trecho, são detalhadas ainda informações com base na norma NBR 15505/02, da Associação Brasileira de Normas Técnicas, que visa orientar sobre o uso de equipamentos, com base no grau de dificuldade das trilhas.  Se for de longo percurso, requer muito mais acessórios, entre os quais, mochila, kits de sobrevivência e de primeiros socorros, bota cano longo, calça, camisa de manga longa, vestimenta para trocas, além de alimentação rica em glicose, fibra e bastante água. Importante destacar que é de responsabilidade do condutor a orientação antecipada para que os participantes usufruam do serviço já com equipamentos e materiais necessários.

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Ronisley Martins disse que a obra conta com dois eixos temáticos e dez capítulos, sendo um deles relacionado às orientações de Segurança

Em relação às trilhas na Amazônia, ele destaca que é preciso conhecer os geoambientes da floresta.  Conforme o pesquisador, existem diversos tipos de florestas dentro da Amazônia e isso, precisa ser levado em consideração, no momento do planejamento, esses diversos ambientes, como mata de terra firme, campina, floresta de baixio e floresta de igapó, uma vez que contribui para enriquecer muito mais a caminhada, aumentando o que se chama de  “elementos de interpretação da paisagem”, essenciais no momento da abordagem.

“Este é o diferencial da floresta amazônica: diversos ambientes e elementos que são usados nas técnicas de interpretação ambiental. Para isso. o condutor precisa conhecer a floresta e ter contato com a geoambientação”, frisou Martins, o qual cita ainda o exemplo de trilhas culturais, que, além da ambientação, agrega outros elementos com o fim de agregar valores à caminhada e à paisagem no geral.

Na visão do autor, é necessário aos planejadores fazer o inventário de todos os elementos da paisagem, tanto naturais como culturais. Em relação aos condutores, é fundamental fazer o reconhecimento antecipado para poder medir o grau de dificuldade, além de ter noção de técnicas de condução de grupo. “Quando uma trilha é planejada e classificada, tem logo no início sinalização com o mapa, percursos, paradas, tempo de percurso, grau de dificuldade e dos equipamentos necessários”, alertou Martins.

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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