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Editais que somam mais de R$6 milhões para apoiar pesquisas e a formação de recursos humanos são debatidos em reunião na Fapeam

Reunião foi realizada pela Fapeam em conjunto  com a Câmara de Assessoramento Científico de Pesquisa da instituição

Mais de R$6 milhões serão investidos em programas para apoiar atividades de pesquisa científica, tecnológica, inovação e formação de recursos humanos. Os editais do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex) e do Programa de Cooperação para Consolidação da Pós-graduação e Formação de Recursos Humanos no Amazonas (Capes- Fapeam) foram discutidos, na tarde da última terça-feira (11), pela Câmara de Assessoramento Científico – Pesquisa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), na sede da instituição.

Durante o encontro, o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, disse que a reunião é fundamental, principalmente pelo fato dos editais serem debatidos junto com a câmara que é formada por pesquisadores. A interação é uma oportunidade de mostrar as ações do Governo do Estado e apresentar as demandas de pesquisas em projetos que contribuem para o desenvolvimento do Amazonas.

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Reunião com Câmara de Assessoramento Científico – Pesquisa da Fapeam discute editais de pesquisa e recursos humanos

“Nada melhor que ouvir o público alvo dos editais que são os pesquisadores que submetem os projetos aos programas. Isso possibilita criar políticas públicas que atendam não apenas os interesses deles, mas também de apresentar as demandas sociais, envolvidas dentro desse processo de fomento da pesquisa, inovação e tecnologia que precisam chegar até a sociedade” contou.

Reis explicou que o Pronex é um programa desenvolvido pela Fapeam, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), voltado para apoiar a execução de projetos de grupos consolidados, visando dar suporte financeiro aos trabalhos dos grupos de pesquisas, vinculados às instituições de ensino e/ou pesquisa, sem fins lucrativos, no Estado do Amazonas, com atuação na área.

A previsão é que o edital seja lançado ainda neste mês. “Esse programa é a pesquisa no seu melhor ápice voltada para a fronteira do conhecimento, a partir  do trabalho dos núcleos de excelência, compostos obrigatoriamente por pesquisadores que atendam alguns requisitos estabelecidos pelo o CNPq”, detalha o diretor técnico-científico da Fapeam.

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Mais de R$6 milhões serão investidos em programas para apoiar atividades de pesquisa científica, tecnológica, inovação e formação de recursos humanos

Recursos Humanos

Outro edital discutido durante a reunião foi do Programa de Cooperação para Consolidação da Pós-graduação e Formação de Recursos Humanos no Amazonas. Pioneiro no Estado, o programa será realizado pela Fapeam em parceria com Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes),  visando a melhoria da qualidade dos programas de pós-graduação Stricto Sensu no Amazonas.

“Atualmente, temos um problema já identificado no Estado em relação aos programas de pós-graduação. Hoje contamos com mais de 70 programas de pós-graduação Stricto Sensu dentro do Estado, mas uma boa parte desses programas estão com nota 3. A  intenção com esse edital é  fortalecer esses cursos e permitir uma maior internacionalização por meio da troca de experiências de professores do Amazonas, com pesquisadores do Brasil e até do exterior. Com isso, espera-se aumentar o capital intelectual do Amazonas e, consequentemente,  as notas desses cursos.”, explicou. Segundo Reis, o edital será  lançado ainda no primeiro trimestre de 2019.

Expectativa 2019

Conforme o diretor técnico-científico da Fapeam, a expectativa é que a Fundação lance mais de 10 editais em 2019.

“Vamos começar com esses dois, pois fazem parte da estratégia de fortalecimento  da pós-graduação no Amazonas. Em seguida, nós temos a perspectiva de lançar outros editais visando a participação de pesquisadores em eventos nacionais e internacionais e publicações, além de novos projetos de pesquisas para a área da saúde, que é fundamental. A ideia também é fomentar programas com pesquisas em áreas pré-definidas. Algumas dessas ações já estão previstas, mas precisamos passar o momento de transição para fazermos um planejamento mais adequado e realista”, finalizou.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Projeto Maker 4.0 é desenvolvido em escola pública de Manaus

No projeto são desenvolvidas atividades lúdicas envolvendo o pensamento computacional

Despertar nos estudantes da rede pública de ensino o interesse pelas áreas de tecnologia é a base de um projeto de Iniciação Científica Júnior (ICT/JR), coordenado pela doutora em Informática Tanara Lauschner, do Instituto de Computação da Universidade Federal do Amazonas (Icomp/Ufam).

Intitulado “Makers 4.0”, o projeto desenvolve atividades lúdicas e inovadoras, envolvendo o pensamento computacional e a programação de dispositivos computacionais para a realização de jogos e tarefas diversas dentro do contexto da ‘cultura maker’.

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O projeto desenvolve atividades lúdicas e inovadoras com realização de jogos e tarefas diversas dentro do contexto da ‘cultura maker’, com recursos que somam mais de R$300 mil

Com recursos financeiros que somam mais de R$300 mil, a ação é fruto do apoio do Programa Estratégico em Tecnologia da Informação (RH-TI) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam). Segundo Tanara, a ideia é testar algumas metodologias e fazer com que os alunos se interessem pela área de exatas a partir inclusão da tecnologia ainda na educação básica.

“A finalidade é incentivar os estudantes a seguirem qualquer área de exatas, mas se eles não quiserem, a intenção é fazer que eles usem o conhecimento adquirido para a vida. No projeto tem como meta desenvolver a criatividade, autonomia e protagonismo”, disse. Para Tanara, a educação Maker 4.0 é um novo paradigma por envolver ferramentas de tecnologia, inteligência artificial e identificar as dificuldades de cada aluno.

“Estamos iniciando um desafio de uma nova didática de ensino, claro que não conseguiremos implantar a educação 4.0 assim de uma hora para outra, mas através de projetos como esse estamos dando o primeiro passo para começarmos a trabalhar alguns conceitos em relação a isso”, contou.

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A coordenadora Tanara Lauschner faz testes com algumas metodologias para que os alunos se interessem pela área de exatas a partir inclusão da tecnologia na educação básica

Para doutor em Informática, Bruno Gadelha, que auxilia na coordenação do projeto, a atividade abre a mente dos estudantes e ajuda eles a enxergarem que são capazes de construir suas próprias criações.

“Os alunos são de comunidades carentes, que geralmente param de estudar no Ensino Médio. A partir do momento que  você apresenta para esses meninos uma série de possibilidades profissionais, eles percebem que podem ir além”, conta.

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O doutor em Informática, Bruno Gadelha, acredita que a atividade abre a mente dos estudantes e ajuda eles a enxergarem que são capazes de construir suas próprias criações

Novas didáticas

Tanara explica que os alunos irão trabalhar com kits Arduino, uma plataforma  de prototipagem eletrônica que são fáceis de usar, voltada para artistas, designers e qualquer pessoa interessada em criar objetos ou ambientes interativos.

“O objetivo é elaborar um dispositivo que seja ao mesmo tempo barato, funcional e fácil de programar, ou seja, acessível aos estudantes e projetistas amadores. Com o Arduino, por exemplo, qualquer um pode montar modificar, melhorar e personalizar” explicou.

Segundo a coordenadora, para ensinar pensamento computacional não é necessário um computador ou  alguma ferramenta tecnológica.

“Nós trabalhamos, primeiramente, com conceitos lógicos, atividades que possam mostrar um problema e buscar uma solução. Após isso, passamos  para a parte de programação na qual será utilizada o computador”, explicou.

Incentivo

Participar do Programa Estratégico de Indução à Formação de Recursos Humanos em Engenharias (Pró-Engenharias) da Fapeam, em 2013, ainda no Ensino Médio foi decisivo para o estudante Felipe da Silva escolher o curso de Engenharia de Software. Cursando o 6º período na Ufam, Silva conta que foi por meio do projeto de iniciação científica na escola que despertou nele o interesse pela área de exatas.

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Participar do Programa Estratégico da Fapeam decisivo para o estudante Felipe da Silva escolher o curso de Engenharia de Software

Ele afirma que as atividades desenvolvidas no projeto eram interessantes e ficou até 2015, quando terminou o Ensino Médio e passou no vestibular. “Através do projeto me interessei mais pela a área de tecnologia,  comecei a ter a base de programar e ter uma noção de como seria na faculdade”, diz o graduando.

Atualmente, Silva participa do projeto “Markers 4.0” do RH-TI. Nesse trabalho ele auxilia os alunos do Ensino Médio com orientações e esclarecimentos. “Vejo como uma nova oportunidade, só que agora como universitário. Nesse projeto vou poder compartilhar a minha experiência e conhecimento para outros estudantes” disse.

RH-TI

O programa  visa estimular estudantes, da capital e do interior, a partir do 1º ano do Ensino Médio, a seguirem carreira acadêmica e profissional na área de TI, por meio de atividades orientadas, executadas em escolas das redes públicas estaduais de ensino.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Torneio de robótica marca encerramento de projeto do RH-TI da Fapeam

Programa RH-TI estimula estudantes a seguirem carreira acadêmica na área da Tecnologia da Informação

 

Estudantes do ensino médio de escolas  públicas de Manaus e de oito municípios do Amazonas participaram de uma competição de robótica no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam), no Distrito Industrial, na Zona Sul de Manaus. O evento ocorreu no último sábado (8) e marcou o encerramento do projeto intitulado “Robô-TI”, desenvolvido no Programa Estratégico em Tecnologia da Informação (RH-TI), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Com um investimento de R$600 mil, o programa é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fapeam para estimular estudantes, da capital e do interior do Amazonas, a partir do primeiro ano do Ensino Médio, a seguirem carreira acadêmica e profissional na área de Tecnologia da Informação (TI), através de atividades orientadas, executadas em escolas das redes públicas estaduais de ensino sediadas nos Estados da Amazônia Ocidental.

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Um total de 16 equipes formadas por alunos entre 15 e 17 anos participaram do torneio que reuniu estudantes de Manacapuru, Coari, Tefé, Maués, Presidente Figueiredo, Itacoatiara, Parintins e Manaus.

Um total de 16 equipes formadas por alunos entre 15 e 17 anos participaram do torneio que reuniu estudantes de Manacapuru, Coari, Tefé, Maués, Presidente Figueiredo, Itacoatiara, Parintins e Manaus. A equipe XD – Manaus da Escola Estadual Brigadeiro João Camarão Telles Ribeiro foi a premiada com a primeira colocação na competição.

Segundo  a coordenadora do Projeto Robô-TI e doutora em Informática, Joyce Miranda, a proposta do projeto é estimular e promover o interesse de alunos do Ensino Médio do Estado no ingresso em carreiras na área de TI.

“Estamos propondo aplicar a prática da robótica educacional voltada para programação de uma forma lúdica, mais didática, para tentar estimular esses alunos a ingressarem em carreiras na área de TI, de forma a suprir o mercado local e nacional de uma forma geral,” contou.

Joyce explicou também que a execução do projeto  foi através de kits Lego Mindstorm escolhido por ser considerado um kit de referência em robótica educacional. A ferramenta se destaca tanto por sua característica lúdica como por apresentar significativa liberdade e flexibilidade para a montagem de estruturas mecânicas. A coordenadora explica que as etapas da competição consistem basicamente em os robôs executarem tarefas pré-definidas pelas equipes de estudantes.

“Os competidores têm a liberdade de montar o robô com sensores que vieram disponíveis nas estruturas dos kits Lego. Os estudantes programaram utilizando a lógica de programação para que os robôs concluam a tarefa que foi proposta pelas equipes, além do robô ter que cumprir outros desafios estabelecidos pelos alunos para solucionar determinado problema”, explicou

A coordenadora explica ainda que os kits Lego Mindstorm vão ficar para os municípios e isso vai permitir que o projeto se perpetue, porque os professores foram capacitados pelo projeto e podem formar outras turmas na área de robótica.

O Pró-reitor de Pesquisa Pós-graduação e Inovação do Ifam, José Pinheiro de Queiroz Neto, diz que o objetivo do projeto foi alcançado com a fomentação de recursos, propiciando aos alunos do Ensino Médio o interesse pela área de informática.

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A execução do projeto foi através de kits Lego Mindstorm escolhido por ser considerado um kit de referência em robótica educacional

Interiorização

Para o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, esse projeto reflete o que a instituição deseja em termos de formação de recursos humanos qualificados a partir da base do ensino.  O diretor explica que o projeto Robô-TI permitiu a interiorização dessas ações da Fapeam em termos de igualdade entre a capital e o interior do Estado.

“O primeiro ponto positivo é que abrange uma área como a robótica, com a tecnologia da informação esse projeto está alinhado com o que se faz no mundo inteiro, porque cada vez mais todas as nossas atividades estão sendo influenciadas ou impactadas pelas tecnologias da informação e comunicação”, disse.

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Para o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, esse projeto Robô-TI permitiu a interiorização dessas ações da Fapeam em termos de igualdade entre a capital e o interior do Amazonas

Para a estudante Ana Kelly de Oliveira Mendonça, 16 anos, do 2º ano do Ensino Médio, da Escola Estadual Dep. Armando de Souza Mendes, do município de Tefé (AM), a participação no projeto a ajudou a discernir sobre a escolha da profissão a seguir. A estudante vai prestar vestibular para o curso de Engenharia de Software.

Para o estudante Reginaldo da Silva Souza Júnior, 17 anos, do 3º ano do Ensino Médio, da Escola Estadual Emanuel Vicente Ferreira Lima, do município de Coari (AM), o projeto ajudou muito a desenvolver o raciocínio lógico, aliar teoria com a prática, de uma forma lúdica.

1º lugar - Robô Ti Manaus

1º lugar: equipe XD – Manaus – Escola Estadual Brigadeiro João Camarão Telles Ribeiro

2º Lugar - Robô Ti Pres. Figueiredo

2º lugar: equipe Clock Town – Presidente Figueiredo – Escola Estadual Maria Calderaro

3º Lugar Robô Ti - Itacoatiara

3º lugar: Mister robô – Itacoatiara – Escola Estadual Professora Mirtes Rosa Mendes de Mendonca Lima

 

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Estudo pretende avaliar o impacto das queimadas na qualidade do ar de Manaus

Pesquisa desenvolvida por meio de projeto de doutorado pretende identificar as possíveis regiões de origem de queimadas

 

Avaliar o impacto das queimadas na qualidade do ar de diferentes localidades da região metropolitana de Manaus é o foco da pesquisa científica desenvolvida pelo doutorando em Clima e Ambiente, Igor Ribeiro, da Universidade do Estado do Amazonas (UEA). A ideia de realizar o estudo surgiu após o episódio de queimadas em 2015, que deixou a cidade de Manaus com alto índice de poluição e com difícil visualização devido a fumaça.

O estudo conta com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

“Percebemos a necessidade de identificar a região de origem desses poluentes e começamos um monitoramento contínuo, em  agosto de 2017, para observar compostos específicos emitidos pelas queimadas. Com o monitoramento da variação da concentração desses compostos ao longo do ano associado ao uso de dados por satélite e de modelos climáticos, poderemos determinar quais são as principais regiões que estão influenciando na qualidade do ar da cidade de Manaus ao longo do ano”, disse Igor.

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Para o doutorando Igor Ribeiro a pesquisa tem um impacto importante nas questões públicas de saúde e conservação do meio ambiente da região Norte

Aumento de focos de queimadas

Conforme dados do Instituto de Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) houve um aumento do número de focos de queimadas no Estado do Amazonas no primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Cerca de 361 focos de queimadas foram registrados no primeiro semestre deste ano. Em 2017, houve o registro de 264 focos, o que comprova um aumento 36,7%.

Para o doutorando, a pesquisa tem um impacto importante nas questões públicas de saúde e conservação do meio ambiente da nossa região.

“Entendendo a dinâmica do impacto das queimadas na qualidade do ar de Manaus, os resultados da pesquisa auxiliarão nas políticas públicas de gestão da qualidade do ar no âmbito municipal e regional que visem à prevenção, o combate e a redução das emissões de poluentes pelas queimadas”, afirmou.

Ribeiro explicou que as queimadas ao longo do ano contribuem para um aumento da concentração de Material Particulado (MP2.5), que  entende-se por ser uma mistura de partículas presentes no ar que são emitidas por diferentes fontes.

“Dentre as diversas partículas que são coletadas, em minha tese estamos interessados em analisar apenas as partículas menores que 2,5 micrômetros (MP2.5)  que são emitidas pela queima de vegetação”, detalhou.

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Texto– Departamento de Difusão do Conhecimento (Decon)/ Fapeam

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Alunos da rede pública do Amazonas expõem projetos de iniciação científica

Exposição contou com 30 projetos de Iniciação Científica Junior (IC/JR) de 11 escolas da capital

Estudantes da rede pública estadual de ensino apresentaram na manhã desta quinta- feira (6) os resultados de projetos de Iniciação Científica Júnior (IC/JR), desenvolvidos por meio do Programa Ciência na Escola (PCE). A exposição aconteceu no Hall de Galerias da sede da Secretaria de Estado de Educação e Qualidade de Ensino (SEDUC), localizada no bairro Japiim, Zona Sul de Manaus.

A mostra contou com a exposição de 30 projetos de 11 escolas públicas da capital, todos executados por estudantes do ensino fundamental e médio.

O PCE é uma ação do Governo do Amazonas por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), em parceria com a Seduc e Semed, que incentiva a aproximação da ciência no ambiente escolar a partir do envolvimento de professores e estudantes de escolas públicas estaduais e municipais em projetos de pesquisa científica e tecnológica.

Neste ano, o programa investiu R$ 2,5 milhões para apoiar a execução de 540 projetos. Desse número, 200 foram desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado.

Segundo a coordenadora institucional do PCE pela Seduc, Simara Couto, a iniciativa é para mostrar e divulgar os resultados dos projetos científicos  desenvolvidos ao longo do ano.

“O programa já existe há mais de 14 anos, com muito significado para os professores que executam os projetos e também para os alunos que aprendem através da pesquisa. O PCE faz com que os estudantes sejam autônomos e protagonistas de seus próprios trabalhos”, contou.

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A coordenadora do PCE pela Seduc, Simara Couto, informa que é importante divulgar os resultados dos projetos científicos, já que o programa beneficia estudantes há mais de 14 anos

Para a gerente do Departamento de Acompanhamento e Avaliação (DEAC) da Fapeam, Aline Lauria, o PCE é um programa que a Fundação tem muito carinho, principalmente por atingir diretamente os jovens da educação básica.

“É uma inciativa que a Fapeam tem muita dedicação, pois é um trabalho que desperta a vocação científica nos jovens descobrindo talentos para o futuro do nosso Estado. A Fundação fomentando esses projetos contribuirá com a melhoria do ensino interagindo os alunos com a ciência, gerando futuros pesquisadores para nossa região”, disse.

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A amostra contou com a exposição de 30 projetos de 11 escolas públicas da capital, todos feitos por estudantes do Ensino Fundamental e Médio

Exposição

Um dos trabalhos apresentados durante a mostra foi a “Realidade Virtual em sala de aula como base para a aprendizagem contextualizada e significativa” desenvolvido na Escola Estadual de Tempo Integral Professor Djalma da Cunha Batista, no bairro Japiim, zona sul de Manaus. No projeto os alunos desenvolveram um óculo de realidade virtual com materiais artesanais para aprimorar as aulas de forma tecnológica, a partir dos conceitos de letramento digital.

Para a estudante Isabela Ramos, do  8º ano ensino fundamental II, a tecnologia está envolvida em tudo até mesmo no processo educacional. Ela explica que o projeto tem o intuito de adicionar a realidade virtual na sala de aula.

“Antes de participar  do projeto eu não era muito ligada à tecnologia e quando entrei no PCE aprendi que por meio da tecnologia podemos desenvolver atividades de várias disciplinas. Tudo isso ajudou no meu aprendizado”, contou.

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Só esse ano o programa investiu R$ 2,5 milhões para apoiar a execução de 540 projetos, sendo que 200 foram desenvolvidos na capital e 340 no interior do Estado

Outro projeto desenvolvido foi “Conscientização da Eficiência Energética aos Consumidores de Energia Elétrica na Comunidade Escolar do Colégio Brasileiro Pedro Silvestre” que tem a finalidade de conscientizar a população da comunidade escolar a respeito do uso eficiente de energia enquanto consumidores de energia elétrica.

“A ideia é mostrar para as pessoas a importância da utilização de placas de led para economizar  energia e  conscientizá-las  de que isso um dia venha a ser uma grande fonte de energia renovável a custo zero”, disse o cientista junior Gabriel Tavares.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon/ Fapeam

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Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico será entregue nesta quarta-feira

Cerimônia de entrega será dia 20 de junho na Samsung Ocean Center, no Parque Dez

A cerimônia de entrega do Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico ocorrerá nesta quarta-feira (20), às 18h, na Samsung Ocean Center, Parque Dez, zona Centro-Sul em Manaus.  Em sua oitava edição, o prêmio busca incentivar a prática do jornalismo científico no Amazonas, premiando trabalhos jornalísticos que tenham contribuído com a divulgação da ciência nos meios de comunicação do Estado.

Os profissionais indicados concorrem na modalidade Comunicação Midiática que contempla as seguintes categorias: impresso-jornal/revista, audiovisual – reportagem ou videorreportagem, internet e fotojornalismo.

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Os trabalhos jornalísticos, submetidos ao edital do prêmio, foram avaliados por uma comissão julgadora formada pela Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC), Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado do Amazonas (SJP/AM) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Para o diretor-presidente da Fapeam, Edson Barcelos, a imprensa é uma grande aliada no processo de levar os resultados e benefícios das pesquisas científicas até a sociedade. Por isso, o Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico surge como uma ação para incentivar ainda mais, os profissionais da área de comunicação, a produzirem materiais que contribuam para divulgação de assuntos relacionados à CT&I.

“À medida que os profissionais de comunicação ficam familiarizados com a CT&I desperta neles a prática do jornalismo científico e a cultura da popularização da ciência no Amazonas”, disse.

Confira a lista dos indicados ao Prêmio Fapeam de Jornalismo Científico

INDICADOS

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Seminário de Entomologia e Acarologia Agrícola é realizado em Manaus

Evento  conta  com apoio da Fapeam por meio do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas

Começou nesta terça-feira (19) e segue até o dia 21 de junho o II Seminário de Entomologia e Acarologia Agrícola na Amazônia (II Seama), na Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Coordenado pelo Prof. Dr. Neliton Marques da Silva, o evento tem objetivo de promover uma ampla discussão sobre temas relacionados à entomologia agrícola na Amazônia, frente ao desafio de contribuir para um modelo de agricultura pautada nos princípios da sustentabilidade. Além do intercâmbio técnico-científico entre pesquisadores, instituições e empresas envolvidas com atividades de ensino, pesquisa, extensão e inovação tecnológica, nesta importante área do conhecimento científico.

O II Seama contará com a participação de 21 pesquisadores de outros Estados, com a apresentação de painéis e palestras. Na programação está previsto também o lançamento do livro, na versão e-book, intitulado “Pragas Agrícolas e Florestais na Amazônia”.

A expectativa é que os participantes do seminário possam trocar informações e experiências, construir e encaminhar propostas que resultarão em projetos integrados de natureza interdisciplinar e interinstitucional, além de formação e diversificação de redes integradas de pesquisas em entomologia agrícola e florestal com foco no bioma Amazônia.

Na quinta-feira (21) será realizada uma sessão plenária, para apresentação dos principais resultados e encaminhamentos das propostas, objetivando a formação e fortalecimento de redes de pesquisas para fins de implementação dos projetos.

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Apoio Fapeam

O II Seama conta com recursos financeiros do Governo do Amazonas por meio da Fapeam via o Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (PAREV). A proposta para realização do evento foi contemplada na primeira chamada do edital N°005/2017.

O programa contou com investimento da ordem de R$1,2 milhão para apoiar, em duas chamadas públicas, a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Amazonas.

Segundo o diretor técnico-científico da Fapeam, Dércio Reis, o PAREV é um programa fundamental na realização de eventos no Amazonas, que permite a disseminação do conhecimento e o intercâmbio de pessoas, possibilitando pesquisadores de outras localidades conhecerem a Amazônia e as pesquisas realizadas no âmbito da Ciência, Tecnologia e Inovação.

“O PAREV é um programa que permite a qualificação dos nossos alunos em todos os níveis e também na sua preparação da vida profissional. O objetivo da Fapeam é permanecer investindo em ações como esta para atrair mais eventos científicos para o Amazonas”, destacou.

PAREV

O PAREV apoia a realização de eventos locais, regionais, nacionais e internacionais sediados no Estado do Amazonas, relacionados à Ciência, Tecnologia e Inovação como: congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho, com objetivo de divulgar resultados de pesquisas científicas e contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico.

Programação II Seama

Departamento de Difusão do Conhecimento – Decon

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Inscrições para o Prêmio Jovem Cientista serão realizadas até julho

O Prêmio Jovem Cientista visa revelar talentos, impulsionar a pesquisa no país e investir em estudantes e jovens pesquisadores que procuram inovar na solução dos desafios da sociedade

Encerram no dia 31 de julho, as inscrições para a edição 2018 do Prêmio Jovem Cientista, cujo tema é “Inovações para Conservação da Natureza e Transformação Social”. Trata-se de uma iniciativa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em parceria com a Fundação Roberto Marinho e patrocínio do Banco do Brasil e da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

O objetivo do Jovem Cientista é  revelar talentos, impulsionar a pesquisa no País e investir em estudantes e jovens pesquisadores que procuram inovar na solução dos desafios da sociedade. A coordenação chama a atenção para os fatores que motivaram a definição da temática do Prêmio para este ano. Segundo eles,  dados governamentais indicam que o Brasil possui mais de 550 milhões de hectares de floresta e que a produção florestal brasileira vem consolidando um importante mercado relacionado ao potencial da biodiversidade do País, porém, em paralelo, o desmatamento de milhões de hectares dos diversos biomas brasileiros representa uma desafio a ser equacionado, sendo que este contexto tem gerado inúmeras iniciativas pela busca por inovação na conservação dos recursos naturais.

O prêmio compreende as categorias Mestre e Doutor; Estudante do Ensino Superior; Estudante do Ensino Médio; Mérito Institucional e Mérito Científico.  No caso das categorias Mestre e Doutor e Estudante do Ensino Superior, deve ser abordada uma das seguintes linhas de pesquisa: Benefícios socioeconômicos gerados por unidades de conservação e demais áreas protegidas; Biodiversidade, serviços ecossistêmicos e bem-estar humano; Empreendedorismo e modelos de negócios para a inclusão digital e uso sustentável de recursos naturais; Incentivos econômicos para a conservação e o uso sustentável da natureza; Inovações para a conservação e o uso sustentável da natureza; Inovações para a inclusão digital da sociedade brasileira; O papel da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos na adaptação às Mudanças do Clima; Práticas inovadoras em educação, comunicação e divulgação sobre biodiversidade; Produção e consumo ambientalmente sustentáveis; Tecnologias digitais para transformação social e Tecnologias para incentivar a prática de economia colaborativa e sustentável.

Concorrentes à categoria Estudante do Ensino Médio devem escolher entre os subtemas Comunicação e mobilização para a valorização de áreas protegidas; Empreendedorismo e soluções locais para a conservação e o uso sustentável da natureza; Inovações para a conservação da natureza e o uso sustentável no ambiente escolar; Práticas inovadoras em educação ambiental e conservação da natureza; Tecnologias digitais para a conservação da natureza e Tecnologias digitais para transformação social.

Na categoria Mérito Institucional, serão premiadas uma instituição de ensino superior e outra de ensino médio, com maior número de trabalhos qualificados, apresentados nas categorias Mestre e Doutor’ e Estudante do Ensino Superior e Estudante do Ensino Médio. Já à premiação relativa à categoria Mérito Científico será concedida a um pesquisador com título de doutor, tomando como base os critérios de qualificação, experiência, capacidade de formação de pesquisadores e produção científica em área do conhecimento relacionada ao tema geral do prêmio.

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Premiação

Os três primeiros colocados de cada categoria receberão premiação em dinheiro. A exceção será a categoria Estudante de Ensino Médio, cujos vencedores receberão computador portátil.

Além disso, os vencedores da categoria Mestre e Doutor serão beneficiados com bolsas de Mestrado ou Doutorado, no País, se ainda não tiverem a titulação de mestre ou doutor. Para os que já têm a titulação de doutor, são oferecidas bolsas de Pós-Doutorado Júnior, no País.

Em se tratando dos vencedores da categoria Estudante do Ensino Superior, será concedida bolsa de Iniciação Científica ou de Mestrado ou ainda de Doutorado. Vencedores na categoria Estudante do Ensino Médio recebem bolsa de Iniciação Científica Júnior ou bolsa de Iniciação Científica.

Divulgação dos Resultados

A divulgação dos resultados será feita em outubro deste ano. A escolha dos premiados é realizada por duas comissões julgadoras. Uma comissão destinada às categorias Mestre e Doutor; Estudante do Ensino Superior; Mérito Institucional do Ensino Superior e Mérito Científico. A outra comissão avalia as categorias Estudante do Ensino Médio e o Mérito Institucional do Ensino Médio. Cada comissão julgadora é composta por sete especialistas oriundos da comunidade científica e tecnológica. Informações sobre o Prêmio Jovem Cientista podem ser obtidas pelo http://www.jovemcientista.cnpq.br/.

Fonte: Prêmio Jovem Cientista – CNPq

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Projetos tecnológicos financiados pela Fapeam conquistam mercado

Cases com resultados expressivos foram apresentados durante o Seminário de Avaliação dos Resultados Finais do Programa, que encerrou nesta quarta

Na contramão do cenário econômico que ainda sofre com a instabilidade, projetos tecnológicos financiados pelo Programa Sinapse da Inovação, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas, estão conquistando espaço no mercado. Cases com resultados expressivos foram apresentados durante o Seminário de Avaliação dos Resultados Finais do Programa, que encerrou na tarde desta quarta-feira (18).

Um deles é o projeto da empresa Trit, que desenvolveu o E-tickets – um sistema de acesso a dados disponíveis na internet por meio de um dispositivo em formato de cartão, baseado na tecnologia NFC (da sigla Near Field Comunication). Segundo o proprietário da empresa, Vandermi Silva, o sistema pode ser aplicado em diversas áreas, como educação, comércio, indústria, com o objetivo de organizar informações e gerar relatórios para nortear processos de decisão.

 “Um empresário do ramo de restaurantes, por exemplo, pode acessar o sistema para saber sobre a venda de refeições naquele determinado dia ou então, alguém do ramo de hotelaria pode dispor a qualquer momento de dados sobre hospedagem”, esclareceu o empresário. O diferencial do projeto está no fato de que a inteligência do sistema está na nuvem (internet), além disso, a natureza dos dados coletados, bem como as características visuais são adaptáveis ao cliente. Sem contar que “qualquer aparelho de celular que tenha a tecnologia NFC pode ser utilizado”.

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Vandermi Silva desenvolveu o aplicativo para as áreas de educação, comércio e indústrias para organizar informações e gerar relatórios, para auxiliar nos processos de decisões

 

No momento, está sendo trabalho no protótipo do case com carregador de celular integrado, uma vez que haverá situações em que será usado o carregador com bateria a cabo, entretanto, mesmo antes da finalização do projeto, o produto já foi adquirido por dois clientes: um do ramo alimentício e outro do de hotelaria. De acordo com o empresário, as perspectivas são extremamente positivas e o resultado alcançado até então, só foi possível graças ao recurso oriundo da Fapeam.  “Como a empresa estava começando, a verba da Fapeam foi importantíssima porque por meio dela, foi possível custear toda a mão de obra para desenvolver o produto”, ressaltou.

Outro projeto que já conquistou clientes no mercado – antes mesmo de seu lançamento – é o app Trocados. A plataforma permite o repasse de troco para o consumidor por meio do celular, podendo acumular, transferir para uma conta bancária e inclusive, recarga de crédito no telefone.

O lançamento do “Trocados”  está previsto para acontecer até o mês de maio. Assim como o E-tickets, o app já é uma realidade no mercado. Uma loja de varejo e vários supermercados, incluindo grandes redes do ramo, já estão utilizando o aplicativo.   A considerar a rede de networking dos idealizadores do aplicativo, as parcerias devem ser ampliadas em breve. “Devemos lançar uma versão para o Uber”,  adiantou o membro da equipe de Marketing do projeto, Bruno Nogueira, ressaltando que estão em busca de novos investimentos para lançar novas versões do app. Ele destacou sobremaneira a importância dos recursos oriundos do Sinapse para a concretização do projeto. “Hoje, somos conhecidos nacionalmente e temos muito orgulho disso. Se não fosse a Fapeam, não teríamos conseguido tirar essa ideia do papel e existir no mercado”, salientou.

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Bruno Nogueira, do aplicativo ‘Trocados’, disse que o Sinapse fez o serviço ficar conhecido nacionalmente, motivo de orgulho e satisfação para a equipe

Em fase de validação, projeto já desperta interesse

O Aplicativo Mobile SAE, que tem por objetivo a sistematização de dados referentes à assistência na área de Enfermagem, está em fase de validação, mas já conta com dois empreendimentos hospitalares interessados. Com o app, será possível planejar todo o processo de enfermagem composto por histórico, diagnóstico, planejamento e intervenções para padronizar as informações, garantir mais segurança e excelência na prestação do serviço aos pacientes, além de agilizar o próprio atendimento.

As fases anteriores do projeto consistiram do desenvolvimento da parte web, com definição de campos de preenchimento de dados e informações de gestão, e implementação do sistema em plataforma mobile. Um protótipo de integração foi criado e aplicado experimentalmente em hospitais.

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Jander Cavalcanti falou que a Fapeam ajudou a concretizar o projeto e novos recursos serão inseridos no app

De acordo com o CEO da empresa responsável pelo desenvolvimento do aplicativo, Jander Cavalcanti, o SAE também já foi apresentado em diversos eventos locais e nacionais da área de inovação, despertando a atenção e interesse de potenciais parceiros, bem como chegou a conquistar prêmio de inovação concedido pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA).  Ele comenta ainda que novos recursos devem ser inseridos no aplicativo baseado  na tecnologia da Inteligência Artificial a fim de contribuir com a identificação de pandemias, tanto viral quanto bacteriológica e faz questão de destacar a importância do financiamento da Fapeam para a concretização do projeto.

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Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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Fapeam divulga selecionados na segunda chamada do Parev

As propostas concorreram nas modalidades Internacional, Nacional e Regional

Vinte propostas de eventos, previstos para serem realizados no segundo semestre deste ano, foram aprovadas na 2ª Chamada do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev). O resultado refere-se ao Edital n° 005/2017.

A lista dos contemplados nesta chamada está disponível na página eletrônica da Fapeam. O programa é uma iniciativa do Governo do Estado por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Esta- do Amazonas (Fapeam).

As propostas concorreram nas modalidades Internacional, Nacional e Regional. Na primeira modalidade, foram contempladas sete propostas; na segunda, seis e na modalidade Regional, um total de sete. Entre os eventos inéditos contemplados, destaque para o I Congresso Internacional sobre Povos Indígenas em Fronteiras Amazônicas; o I Workshop de Modelagem do Balanço de Energia da Superfície por Sensoriamento Remoto na Amazônia; e o I Seminário Nacional de Pesquisa Clínica em Animais Peçonhentos.

Para esta segunda chamada, foi disponibilizado um montante de R$ 750 mil – valor superior ao da primeira: de R$ 450 mil. O auxílio-pesquisa disponibilizado para as propostas de eventos na modalidade Internacional poderia atingir R$ 100 mil; na modalidade Nacional, R$ 50 mil e na Regional, o auxílio-pesquisa concedido poderia alcançar R$ 25 mil.

O PAREV visa divulgar resultados de pesquisas científicas que contribuíram à promoção do intercâmbio científico e tecnológico. Esta chamada é voltada ao apoio de eventos nos âmbitos da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), como por exemplo, congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho. Os mesmos devem ser realizados no período de julho a dezembro deste ano.

Departamento de Difusão do Conhecimento- Decon

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