Todos os artigos de Assessoria de Comunicação

Programa de Qualidade de Vida do Inpa realiza Novembro Azul e Rosa

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Atividades são destinadas a comunidade Inpa

 

Da Redação - Inpa

 

Na próxima terça-feira (19), o Programa de Qualidade de Vida do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) promoverá a 4ª edição do Novembro Azul e Rosa, campanha que chama a atenção de homens e mulheres sobre prevenção e diagnóstico de câncer. A programação é composta por orientações com especialistas e testes de glicemia e colesterol.

Duas em uma, a campanha Novembro Azul e Rosa tem como objetivo incentivar homens e mulheres (servidores e demais integrantes da comunidade do Inpa), nos cuidados com o corpo, despertar a consciência preventiva suscitando hábitos para a promoção do bem-estar, como por exemplo, fazer exames preventivos de forma regular.

A campanha no Inpa conta com o apoio do Programa Meu Médico e Fipecq Vida. Durante o evento serão realizados testes de glicemia e colesterol, no horário das 9h às 14h, na Assinpa (campus 1, ao lado da Casa 19). 

Veja a Programação:

9h - Abertura - Orientações sobre prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata, cólon de útero e mamas. Programa Meu Médico (casa 19/Campus I), com Dr. Edivaldo Silva.

10h30 - Coffee break

14h30 - Café com Informação - Dicas e orientações sobre prevenção, alimentação e controle (exames) para o câncer de próstata, cólon de útero e mamas. Auditório da Coordenação de Capacitação /COCAP (Campus I)

Com a participação dos especialistas:

Dr. Edivaldo Silva / Clínico - Programa Meu Médico/Fipecq Vida

Dr. Euler Ribeiro/médico gerontologista

Dr. Ábner Sousa Paz/ nutricionista FCECON

16h30 - Coffee break

Saiba Mais

https://www.inca.gov.br/noticias/em-novembro-inca-lembra-que-cuidar-de-si-tambem-e-coisa-de-homem

https://www.inca.gov.br/publicacoes/cartilhas/cancer-de-prostata-vamos-falar-sobre-isso

Seminários da Amazônia do Inpa debatem novas espécies de maparás

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Estudos recentes, a partir de características morfológicas novas e tradicionais, serviram para diferenciar seis espécies de maparás – duas das quais são novas - e sugerir suas inter-relações

 

Da Redação – Inpa

Banner – Lailla Pontes

 

Peixes de couro com carne saborosa e suave, os marapás (Hypophthalmus) por muito tempo tiveram sua taxonomia (identificação e classificação dos organismos) e nomenclatura das espécies confusas e não resolvidas. A primeira descrição de Hypophthalmus foi publicada há 290 anos. Estudos recentes esclarecem as questões. O assunto será debatido na próxima terça-feira (19) na edição extraordinária dos Seminários da Amazônia, que terá como tema “How many maparás and how to find them”.

O evento científico do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) será às 15h, no auditório do Programa de Pós-Graduação em Biologia de Água Doce e Pesca Interior (Badpi), localizado no Campus II do Inpa. O palestrante será o pesquisador John G. Lundberg, curador emérito da Academia de Ciências Naturais da Universidade Drexel.

Pesquisas desenvolvidas por Lundberg e equipe validaram e esclareceram quatro nomes de espécies de maparás - três das quais ocorrem na bacia amazônica (H. edentatus, H.fimbriatus e H. oremaculatus) e descreveu mais duas espécies, elevando para seis o número total de espécies do gênero Hypophthalmus.

“Características morfológicas recém-descobertas servem para discriminar todas as espécies e sugerir suas inter-relações. Essa evidência fenotípica fornece a estrutura taxonômica necessária e está em concordância com os resultados de estudos de sequência genética. Juntos, esses dados resolvem uma árvore filogenética”, disse Lundberg.

Conforme o pesquisador, a abundância de amostras nos museus de história natural da América do Sul, do Norte e da Europa documentam a distribuição de espécies em sua vasta área geográfica.

Os maparás são peixes da alimentação popular, abundantes e amplamente distribuídos nos rios das planícies e áreas alagadas da Amazônia, Orinoco, Guianas e Paraná.

Canto da araponga-da-amazônia é o mais alto emitido entre os animais

araponga da amazonia Foto Anselmo dAffonseca

A pesquisa foi realizada por pesquisadores do Inpa e da Universidade de Massachusetts, em Amherst

 

Da Redação – Carly Britton (Cell Press) e Inpa*

Fotos e vídeo: Anselmo d’Affonseca

 

Uma pesquisa publicada recentemente pelos pesquisadores Mario Cohn-Haft do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) e Jeffrey Podos da Universidade de Massachusetts, em Amherst (EUA) mostrou que a araponga-da-amazônia (Procnias albus) emite os sons mais altos entre os animais. A pequena ave de cerca de 30 centímetros do bico à cauda e que pesa cerca de 220 gramas, aproximadamente do tamanho de um pombo-doméstico, vive no topo de montanhas da região Amazônica brasileira.

O artigo Extremely loud mating songs at close range in white bellbirds saiu na revista científica Current Biology. Conforme o estudo, os sons mais altos são emitidos pelos machos durante o acasalamento, e podem atingir 125 decibéis (dB), mais alto que o de uma britadeira, e pode ser ouvido a mais de 1,5 Km na floresta.

O novo marco ultrapassa os 116 decibéis registrados em gravações com o mesmo parâmetro para o cricrió (Lipaugus vociferans) - também conhecido como capitão-do-mato, seringueiro, entre outros - ave que antes ocupava o topo do ranking. Outro ponto interessante é que enquanto o cricrió emite um único canto, a pesquisa mostra que a araponga-da-amazônia emite dois tipos, um canto comum e outro relativamente raro. Este segundo é o mais alto, que o macho usa especialmente quando uma fêmea está por perto.

A pesquisa teve início com o estudo de Cohn-Haft sobre a fauna de serras e montanhas isoladas da Amazônia. Em suas expedições, o pesquisador observou que a ave tinha características anatômicas que a diferenciavam das demais, como os músculos e costelas abdominais grossos, algo incomum. O ornitólogo suspeitou que a diferença tivesse relação com o canto da ave, mas após buscas em literaturas científicas percebeu que não havia nada sobre a produção do canto desse pássaro.

Impressionado com os achados, Cohn-Haft procurou o amigo Jeff Podos, especialista em bioacústica e comunicação animal. Juntos, elaboraram um projeto de pesquisa para medir, com equipamentos de alta precisão, a verdadeira potência do canto da araponga.

 

This image shows a male white bellbird screaming its mating call 2 CREDIT Anselmo dAffonseca

 

Cohn-Haft e Podos foram juntos a campo, na Serra do Apiaú, e gravaram os cantos da araponga-da-amazônia. Além de descobrir que o canto da ave é mais alto que o de qualquer outra, verificaram que quanto mais alto é o som do canto mais curto é sua duração.  “Isso pode ser devido à limitação do sistema respiratório das aves e sugere que estão no limite da sua capacidade de produção de som, tudo para impressionar a fêmea”, conta Cohn-Haft.

O pesquisador Jeff Podos, que recebeu apoio para a pesquisa pela Fundação Fulbright, faz uma comparação entre o canto da araponga-da-amazônia e os outros animais. Segundo ele, a ave emite um som mais alto que o berro do macaco guariba, o que torna isso curioso, pois existe uma grande diferença de tamanho e peso entre essas aves e os mamíferos. 

Podos relata que enquanto assistiam os pássaros, observaram que as fêmeas se juntavam a eles. “Gostaríamos muito de saber por que as fêmeas voluntariamente ficam tão próximas dos machos quando cantam tão alto”, conta Podos, primeiro autor do artigo.

O pesquisador Mario Cohn-Haft pretende explorar ainda mais os comportamentos e as estruturas anatômicas que permitem que os pássaros produzam sons tão altos e os suportem sem danos auditivos.

“O nosso estudo levanta ainda mais perguntas do que respostas”, explicou o pesquisador do Inpa, com mais de 30 anos de experiência na região. “Pretendemos envolver alunos e mais colaboradores na pesquisa, que deve render bastante trabalho ainda”, completou o pesquisador que está numa “fase serra”, tentando conhecer melhor essas áreas mais remotas na Amazônia. Para ele, as serras Amazônicas são subestudadas e merecem muita atenção.

*Com colaboração da Comunicação do Inpa

 

 

This image shows a male white bellbird screaming its mating call 1 CREDIT Anselmo dAffonseca

Inpa abre inscrição para 8ª edição do Projeto Criarte com novas ideias 2019

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O evento acontecerá na primeira semana de dezembro (02 a 06), das 9h às 15h, na Biblioteca do Instituto

 

Da Redação – Inpa

Foto  Cimone Barros

 

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), por meio da Comissão de Eventos, promove de 02 a 06 de dezembro o 8º Encontro do Projeto Criarte com novas ideias 2019. Os servidores e colaboradores interessados em expor seus produtos poderão se inscrever junto à Comissão de Eventos até o dia 22 de novembro.

 

Segundo a presidente da Comissão, Regina Costa, o Criarte busca proporcionar um espaço interativo de lazer e cultura aos servidores e colaboradores, incluindo estagiários, bolsistas, terceirizados, estudantes e voluntários do Inpa. O projeto será realizado na Biblioteca, no Campus I, das 9h às 15h.

 

“Queremos que nesses dois dias os servidores e colaboradores possam mostrar seus talentos. Nosso objetivo é incentivá-los, valorizá-los na venda de seus produtos e mostrar a diversidade de talentos que existem na instituição”, explica Regina Costa.

 

Os interessados em participar do projeto terão a oportunidade de expor suas habilidades e talentos criativos, além de mostrar suas aptidões culturais, musicais, artísticas e literárias que estejam contidas em um dos segmentos da proposta do evento.

 

Para o preenchimento do formulário de inscrição e para obtenção de outras informações, os interessados devem entrar em contato com a Regina Costa pelo telefone (92) 3643-3632 ou Soleni (92) 3643-3031.

Amazônia e agricultura: um olhar científico é tema da 2ª edição da Semana ATUalizando

AtualizandoINPA

O evento acontece de 02 a 04 de dezembro. É destinado a todos que desejam aprofundar conhecimentos em agrocoecologia, agricultura tropical e meio ambiente

 

Da Redação - Inpa

O Programa de Pós-Graduação em Agricultura no Tropico Úmido (PPG-ATU) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) promove de 02 a 04 de Dezembro a 2ª edição da Semana ATUalizando, no Bosque da Ciência do Inpa, localizado na Rua Bem-te-vi, Petrópolis, zona Sul de Manaus.

 O evento traz o tema “Amazônia e agricultura: um olhar científico”. É destinado a alunos da pós-graduação, egressos e os interessados em aprofundar os conhecimentos em agroecologia, agricultura tropical e meio ambiente. As inscrições já estão em andamento e podem ser feitas online pelo site do Even3.

Na programação da Semana ATUalizando constam palestras e cursos ministrados pelos pesquisadores do Inpa e de outras Instituições do Amazonas sobre os principais temas relacionados com a Amazônia, à agricultura e à linhas de pesquisa do PPG-ATU.

Sobre o PPG-ATU

O Curso de Pós-Graduação em Agricultura no Trópico Úmido tem como objetivo qualificar profissionais nas áreas de pesquisa e desenvolvimento, ensino, extensão, inovação e gestão, de modo a gerar recursos humanos aos sistemas públicos e privados, de Ciência, Tecnologia & Inovação e de Pesquisa & Desenvolvimento da região Amazônica capazes de contribuir para o desenvolvimento de agricultura sustentável e a melhoria da qualidade de vida de seus habitantes.

 

 INSCRIÇÕES

Inpa oferece 14 vagas na seleção para curso de mestrado em Agricultura no Trópico Úmido

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O curso é voltado para a formação de profissionais que contribuirão no desenvolvimento da agricultura sustentável na Amazônia

 

Por Wérica Lima - Inpa

 

Estão abertas de 04 a 29 de novembro as inscrições para o processo seletivo para o Programa de Pós-Graduação em Agricultura no Trópico Úmido (PPG-ATU) nível mestrado do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). A seleção oferece 14 vagas com ingresso no início de 2020. A concessão de bolsas será de acordo com a disponibilidade do Programa de Pós-Graduação.

 

As inscrições devem ser feitas das 8h às 12h na Secretaria da Pós-graduação do Inpa, campus III, no endereço Av. Ephigênio Salles, Nº 2239, Aleixo ou via e-mail com os documentos exigidos para selecaoppgatu@gmail.com. Acesse o edital.

 

Os candidatos inscritos participarão de duas provas, que são de conhecimento específico e suficiência em língua inglesa, no dia 12 de dezembro. Para os não residentes em Manaus, a comissão de seleção poderá aplicar as provas em locais mais próximos da sua localidade, devendo o interessado se manifestar até o dia 22/11 via e-mail para selecaoppgatu@gmail.com, com o assunto “Prova seleção PPG-ATU outra localidade”.

 

Conforme o Edital Inpa/Cocap nº 033/2019, os aprovados terão até 5 de fevereiro de 2020  para confirmar vaga, e de 17 a 28 do mesmo mês para realizar a matrícula na secretaria do curso. Caso haja desistência, a vaga será preenchida por outro candidato aprovado, conforme a ordem de classificação obtida na avaliação, respeitando-se as notas mínimas exigidas nas provas. No surgimento de novas vagas, estas serão destinadas aos candidatos da lista de espera.

 

Mais informações podem ser obtidas na Secretaria da Pós-Graduação ou pelos telefones (92) 3643-1844/1838 ou ainda pelo e-mail selecaoppgatu@gmail.com

 

EDITAL INPA/COCAP Nº 033/2019

Inpa e outras instituições brasileiras procuram ampliar cooperação com a Europa

Viagem Europa Diretora Acervo Antonia Franco 3 INPA

A missão das viagens institucionais para Alemanha e Inglaterra foi buscar apoio ao fomento à produção científica na Amazônia

 

Da Redação –Inpa

Fotos: Antonia Franco - Acervo

 

Em viagem oficial à Europa (Alemanha e Londres/Inglaterra), a Diretora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), Antonia Franco, buscou junto com outras instituições brasileiras ampliar as cooperações institucionais e o apoiopara intercâmbio e financiamento de bolsas para alunos e pesquisadores. O objetivo é incrementar a produção científica.

Dividida em duas etapas, a viagem para a Alemanha ocorreu de 09 a 18 de setembro a convite do Serviço Alemão de Intercâmbio (DAAD), organização que oferece bolsas de estudos para alemães e estrangeiros para ensino e pesquisa, dentro e fora da Alemanha. Reitores, diretores e representantes de dez universidades e institutos compuseram a delegação da Amazônia brasileira que teve como finalidade fortificar o programa do DAAD na região Norte do Brasil.

“O mais interessante é que foi feita a assinatura de um Acordo com as diversas FAPs [Fundações de Amparo à Pesquisa]para que as chamadas do DAAD, que normalmente ocorrem via Capes, passem a ocorrer também por intermédio das FAP´s”, destacou Franco. “Isso é importante porque direciona mais as chamadas e auxilia, até com relação a informação, alunos e pesquisadores que têm interesse nesses convênios com a Alemanha”, explicou Franco, lembrando que o Inpa tem várias pessoas que já participaram desses programas.

 

Viagem Europa Diretora Acervo Antonia Franco 1 INPA

 

Um fruto do Acordo do DAAD com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) é o que possibilita o financiamento conjunto de doutorandos com bolsas de 15 das fundações que integram o Conselho, incluindo a Fapeam. O novo acordo permite que esses bolsistas se candidatem ao programa do DAAD de auxílio para estadias de pesquisa para doutorandos brasileiros que possuem bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) no Brasil. O financiamento é complementar à bolsa nacional para viabilizar parte da pesquisa da tese na Alemanha. Saiba mais aqui.

Na Alemanha, a comitiva visitou a sede do DAAD em Bonn - onde cada instituição fez uma apresentação institucional de suas ações e o Inpa em particular entregou um documento se colocando à disposição e reforçando o interesse em ter alunos nos programas do DAAD. O grupo também foi conhecer universidades e outras instituições em Bonn, Berlim e Stuttgart. A delegação foi acompanhada da então diretora do DAAD para o Brasil (Rio), Martina Schulze, que foi transferida para a Colômbia onde a organização alemã está abrindo uma nova sede, e do novo diretor regional da organização alemã no Brasil, Jochen Hellman.

Em Berlim, a comitiva participou ainda de um Café com o Parlamento Alemão, de um Encontro com representante da área de CT&I da Embaixada do Brasil na Alemanha e de uma Visita ao Instituto de Estudos de Sustentabilidade Avançada (IASS).No Parlamento Alemão, os dirigentes brasileiros mostraram as necessidades para se aumentar a produção científica nas instituições, sobretudo nas áreas relacionadas ao desenvolvimento sustentável da Amazônia e a conservação dos recursos naturais, que são de interesse global.

“Eu aproveitei para mostrar a nossa situação, a necessidade que temos de recursos humanos, concurso público, de maiores investimentos na pesquisa e, naquele momento, de um número maior de bolsas concedidas”, contou Franco. “Isso tudo levou a elaboração do documento entregue para a diretora do DAAD sobre a possibilidade de o Fundo Amazônia disponibilizar recurso não só para Universidades, mas também para os Institutos de pesquisa de modo geral”.

 

Workshop WCSSP

 

Viagem Europa Diretora Acervo Antonia Franco Londres INPA Cópia

 

A outra etapa da viagem foi em Londres, na Inglaterra, onde aconteceu o Workshop no âmbito do Climate Science for Service Partnership (Workshop WCSSP) nos dias 23 e 24 de setembro. Além de Franco, o pesquisador do Inpa Carlos Alberto Quesada participou do Workshop.

O CSSP busca entender melhor as interações entre a Amazônia e o clima global. O programa é formado pela parceria do Inpa, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), pelo lado brasileiro, com um consórcio de diversas instituições e universidades britânicas liderado pelo Serviço Nacional de Meteorologia do Reino Unido (Met Office), e financiado pelo Fundo Newton.

Na reunião houve o entendimento de dar continuidade à colaboração científica do programa entre Brasil e Meet Office. O pesquisador do Inpa, Jochen Schongart, será o novo coordenador do CSSP pelo lado brasileiro. Além disso, ressaltou-se a necessidade de ter publicação científica conjunta entre as instituições e não individualizada como vem ocorrendo.

 

DOCUMENTOS

 

FÓRUM DE REITORES E DIRIGENTES DE INSTITUTOS DE PESQUISA DA REGIÃO AMAZÔNICA

 

LETTER OF INTENT TO DAAD PRESIDENT

Pesquisadores devem preencher e entregar Anexo VII de instrumento normativo do CGEN

CGEN AnexoVII INPA

O Grupo de Trabalho de Acesso ao Patrimônio Genético e ao Conhecimento Tradicional Associado (GT-APG/CTA) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) receberá até o dia 30 de novembro de 2019 o instrumento do Anexo VII que regulariza o acesso a recursos genéticos e conhecimento tradicional feito em desacordo à legislação vigente entre 2000-2015.

Siga as orientações abaixo:

Entenda onde a sua pesquisa se enquadra:

1. O GT-APG/CTA/INPA receberá até o dia 30 de novembro o instrumento do Anexo VII preenchido pelos servidores.

2. Os servidores que realizaram atividades de acesso ao patrimônio genético ou ao conhecimento tradicional associado e/ou atividades de remessa, entre 30 de junho de 2000 e novembro de 2015, em desacordo com a legislação em vigor à época Art. 38, § 2º da Lei nº 13.123  deverão preencher e entregar o Instrumento do Anexo VII  nas coordenações de foco do Inpa. A não regularização implicará em sanções administrativas e penais.

3. Os servidores que não realizaram as atividades acima ou aqueles que realizaram atividades que se enquadram na Resolução N21 de 2006 do CGEN  deverão preencher o Termo de Responsabilidade.

4. O representante legal da instituição assinou dentro do prazo legal o Termo de Compromisso que permite aos pesquisadores vinculados à instituição regularizarem, no prazo de 1 ano, todas as atividades realizadas no período de 30 de junho de 2000 a 16 de novembro de 2015.

5. As orientações para preenchimento do Instrumento do Anexo VII poderão ser acessadas aqui. 

6. A documentação deverá ser entregue nas coordenações de foco até o dia 30/11/2019.

7. Informações e ajuda no preenchimento serão disponibilizadas nas coordenações de foco e no GT-APG/CTA / INPA.

8. Outras informações: e-mail gt.cgen@inpa.gov.br e http://pesquisa.inpa.gov.br/index.php/cgen.

Comunidades do Amazonas recebem oficinas e exposições da SNCT Ribeirinha do Inpa

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As ações de educação e popularização de ciência ocorreram nas comunidades do baixo Rio Negro - Baixote, Pagodão e São Sebastião

 

Texto e fotos: Fernanda Farias (Ascom Ampa e Maria Alcilene (FVS)

 

Pela primeira vez a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) levou atividades formativas e informativas para comunidades ribeirinhas do baixo rio Negro. O objetivo foi popularizar a ciência e contribuir para melhorar a qualidade de vida da população.

Realizadas de terça-feira (22) a sexta-feira (25), as ações ocorreram nas comunidades do Baixote, Pagodão e São Sebastião.

 

SNCT Ribeirinha INPA 2019 Foto MAria Alcilene FVS 8

 

Já o LMA do Inpa e a Ampa levaram alguns resultados do Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia com atividades expositivas e distribuição de material didático, como cartilhas educativas e folders informativos, além de exibir o documentário falando de todas as ações de conservação que o projeto promove na Amazônia.

A pesquisadora do Ipê, que atua no Projeto Monitoramento Participativo da Biodiversidade em Unidades de Conservação (UC) na Amazônia, Virgínia Bernardes, comenta a importância de levar para as comunidades os resultados da pesquisa. “É de extrema importância essa integração com as comunidades que vivem dentro de UCs, porque dessa forma conseguimos unir o conhecimento científico com o conhecimento tradicional”.

Participaram também com atividades formativas o Laboratório de Celulose e Papel do Inpa, que realizou a oficina de confecção de papel artesanal. “A comunidade pode identificar quais os resíduos que eles podem usar para fazer esses papéis e também objetos de decoração”, explicou a pesquisadora do Inpa, Marcela Amazonas.

O Grupo de Pesquisa em Abelhas (GPA/Inpa) fez uma oficina sobre identificação de espécies e explicando a importância das abelhas para o equilíbrio dos ecossistemas.

 

SNCT Ribeirinha INPA 2019 6 Foto Fernanda Farias 6 AMPA

 

Uma das atividades mais impactantes para a comunidade foi a oficina de boas práticas com Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) promovida pelo Laboratório de Nutrição do Inpa.

Para a moradora da comunidade São Sebastião, dona Francimar Vieira dos Santos, essas atividades deveriam acontecer com mais frequência. “Gostei muito de conhecer sobre as plantas que podemos comer junto com vários pratos que já conhecemos e queria aprender mais”, comentou.

 

SNCT Ribeirinha INPA 2019 Foto MAria Alcilene FVS

Bosque da Ciência do Inpa não abrirá para visitação neste sábado – Feriado de Finados

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O espaço de educação ambiental, popularização da ciência e de turismo voltará a funcionar no domingo. Nas segundas-feiras o parque é fechado para manutenção

 

Da Redação – Inpa

 

O espaço de visitação pública do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/ MCTIC) não abrirá nesta sábado (02), feriado do Dia de Finados. O Bosque da Ciência voltará a funcionar normalmente no domingo (03). Em 2018, o bosque ficou entre os cinco museus mais visitados na região Norte.

Fragmento florestal localizado em plana área central da cidade de Manaus, o Bosque da Ciência é dedicado à educação ambiental e à popularização da ciência. Também é um parque para contemplação da natureza, cultura, lazer e turismo.

O bosque é uma “vitrine” do ambiente amazônico e das pesquisas desenvolvidas pelo Instituto, que é referência em estudos de biologia tropical. No parque o visitante pode ver várias espécies de plantas incluindo uma árvore de 600 anos - a Tanimbuca, peixes-bois, ariranha, jacarés, exposição Tramas da Ciência na Casa da Ciência, mostra Vida Cabocla na Casa de Madeira, artesanatos indígenas na Maloca, e várias espécies da fauna livre, como cotias, macacos, preguiças, insetos e pássaros.

 

Funcionamento

 

O Bosque da Ciência funciona de terça a sexta-feira das 9h às 12h e das 14h às 17h, aos sábados e domingos das 9h às 17h. A portaria fecha às 16h. Segunda-feira o bosque é fechado para manutenção. O ingresso custa R$ 5, mas crianças até dez anos e idosos a partir de 60 anos não pagam. Grupos de visitantes de escolas e de instituições sociais agendados e confirmados estão isentos do valor. Para agendar a visita em grupo, acesse http://abc-bosque.inpa.gov.br/