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Tese sobre Domesticação das Florestas Amazônicas do curso de Ecologia do Inpa conquista Prêmio

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Este ano o Prêmio Capes de Teses obteve recorde de inscrições com 1.140 candidaturas

 

Da Redação –Inpa

Banner: Lailla Pontes

 

A egressa do curso de doutorado em Ecologia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), a bióloga Carolina Levis, conquistou o Prêmio Capes de Teses – 2019 na área de biodiversidade, uma das 49 áreas avaliadas. O trabalho “Domesticação das Florestas Amazônicas” trouxe evidências de que a Amazônia tem florestas domesticadas pelos povos indígenas desde pelo menos 13 mil anos.

Este é mais um reconhecimento ao trabalho de Levis, que já foi premiada com o 2º lugar no Prêmio Jovem Cientista - CNPq, em 2018, e com o II Prêmio Cientista e Empreendedor do Ano-“Biotecnologia Agro&Indrustrial” do Instituto Nanocell, em 2017. A tese foi defendida em 2018.

A bióloga foi orientada no doutora do do Programa de Pós-Graduação em Biologia (Ecologia) do Inpa pelos pesquisadores Flávia Costa e Charles Clement, e na Holanda pelos pesquisadores Frans Bongers e Marielos Peña-Claros, da Wageningen University & Research.

De acordo com Levis, a tese evidenciou efeitos persistentes das atividades humanas passadas na composição florística das florestas amazônicas atuais, especialmente em áreas próximas a sítios arqueológicos, onde o grupo de pesquisadores encontrou evidências de ocupação humana de longa duração. O estudo também descreveu múltiplas práticas de manejo locais que levaram à criação e manutenção de florestas com alta concentração de plantas muito importantes para a dieta dos povos amazônicos, como açaí, castanha e cacau.

“Nossos resultados indicam como parte da flora amazônica tem sido moldada pela interação entre processos naturais e práticas culturais dos seres humanos”, contou Levis, que atualmente é bolsista de pos-doc no PPG-Ecologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Insights obtidos na tese incentivaram cientistas a reavaliarem estudos de ecologia e incorporarem o efeito da influência das populações humanas pré-colombianas (anteriores a conquista européia) e contemporâneas em suas áreas e objetos de pesquisa.

 

Manejo humano nas florestas

 

Carol Levis INPA Foto Acervo Pesquisadora

 

Segundo Carolina Levis, o tema do papel do manejo humano de longa duração sobre as florestas amazônicas atuais é raramente explorado nos estudos ecológicos, porém é de alta relevância para o planejamento e direcionamento de ações futuras de conservação e manejo dos patrimônios naturais e culturais ainda abundantes na região.

“Com base nos resultados da tese, a Amazônia também pode ser entendida como um patrimônio natural-cultural misto da humanidade, que merece ações integradas de conservação. Neste sentido, algumas ações concretas começaram a ser desenvolvidas durante a tese e deveriam ser expandidas em trabalhos futuros de conservação”, conta a bióloga.

A pesquisa identificou locais com alta riqueza de espécies com algum grau de domesticação, alta diversidade arqueológica e cultural, que devem ser incluídos nos planejamentos de áreas prioritárias de conservação. Outro passo importante é que se começou a compilar práticas de manejo local da floresta, para entender como manter paisagens florestais diversas e de grande utilidade às populações locais.

A parceria com a comunidade é outra vertente fundamental nas ações de conservação. “Também começamos a desenvolver atividades de educação científica em escolas dentro das unidades de conservação que trabalhamos (Flona Tapajós), dando poder às populações locais para se apropriarem do conhecimento científico e se tornarem parceiros na conservação do legado deixado pelos antigos habitantes da região”, disse Levis.

 

Estudos atuais

 

 

Carol Levis e Flavia Costa esq e dir INPA1 Foto Acervo Pesquisadora

 

Agraciada com uma bolsa no Prêmio Jovem Cientista do CNPq, Carolina Levis iniciou em março deste ano o Pós-doutorado no PPG Ecologia na UFSC. Ela continua estudando o efeito humano de longa duração nas paisagens florestais da América do Sul usando abordagens interdisciplinares. Além da Amazônia, a bióloga expandiu o trabalho para outros ecossistemas do Brasil, como a Mata Atlântica e o Cerrado.

No momento, estamos construindo as bases de dados e integrando novos conjuntos de dados biológicos, arqueológicos e ambientais para o Brasil, para replicar as análises que fiz na Amazônia nestes outros biomas. Esperamos que essas bases possibilitem o desenvolvimento de muitas pesquisas interdisciplinares, mas isso dependerá do investimento contínuo na pesquisa”, revelou.

 

Reconhecimento

 

Nos últimos anos, alunos e ex-alunos de mestrado e doutorado do Inpa têm conquistado premiações importantes, especialmente em função de estudos relevantes e publicações em revista de alto impacto. Entre eles, destacam-se alunos do PPG-Ecologia, único programa do Amazonas com nota 6 (a avaliação vai até 7) da Capes, considerado de nível internacional.

Para a pesquisadora do Inpa, Flávia Costa, esse reconhecimento é resultado de um longo e intensivo investimento que o PPG-Ecologia faz na formação dos estudantes, na dedicação intensa dos orientadores aos alunos, à exposição a um ambiente inter e multidisciplinar no curso, que permite aos estudantes irem além de seus assuntos específicos e ampliar a relevância de seus estudos.

Somam-se a isso o investimento na criação de importante infraestrutura de pesquisa pelos grandes projetos e programas do Inpa (como Peld, PPBio, LBA, Pronex, INCTs) que possibilita ao aluno obter grandes bases de dados que não poderiam obter sozinhos, e à atração de parcerias nacionais e internacionais.

“Isso significa um ambiente muito ativo de pesquisa, que induz os alunos a se comportarem como verdadeiros pesquisadores, estimulando sua originalidade, autonomia, multidisciplinaridade”, disse Costa, destacando que esse ambiente foi propício em função da dedicação das pessoas e ao financiamento contínuo da pesquisa científica nos últimos anos.

“Entretanto, vemos com muita preocupação os cortes de bolsas e financiamento de pesquisa que tivemos neste ano. Só em 2019, o PPG Ecologia já perdeu cinco bolsas de doutorado, e, em conjunto, os PPGs do INPA já perderam pelo menos 40 bolsas, o que representa uma perda muito importante de investimento na formação de recursos humanos de alta qualidade, principalmente em uma região ainda carente de pesquisadores como a Amazônia, completou.

 

Saiba Mais

 

A tese já rendeu cinco publicações, e mais duas devem sair ainda este ano.

  1. https://www.academia.edu/23437962/Antes_de_Orellana._Actas_del_3er_Encuentro_Internacional_de_Arqueología_Da_Amazônica
  2. https://science.sciencemag.org/content/355/6324/466
  3. https://science.sciencemag.org/content/355/6328/925
  4. https://science.sciencemag.org/content/358/6361/eaan8837
  5. https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fevo.2017.00171/full

Estudo inédito ajuda a desvendar espetacular diversidade de peixes da bacia amazônica

peixes AcervoINPA

 

Pesquisa publicada na revista Science Advances foi desenvolvida por cientistas de oito países, incluindo o pesquisador do Inpa Jansen Zuanon

 

Da Redação – Inpa

Fotos: Gislene Torrente-Vilara  

                                             

Um trabalho colaborativo de cientistas de várias partes do mundo permitiu construir o mais completo banco de dados já reunido sobre a espetacular diversidade de peixes amazônicos. Estudos realizados a partir dessas informações sugerem que o principal centro de diversidade de peixes da bacia amazônica estava localizado na porção mais a oeste da bacia – onde hoje se situam os territórios da Colômbia e Peru.

Por outro lado, o estudo revelou uma tendência de redução na riqueza de espécies no sentido cabeceiras-foz, ao contrário das previsões de aumento da riqueza em locais que ficam mais rio abaixo ao longo do gradiente fluvial (o aumento progressivo dos corpos d’água ao longo de uma bacia, desde os pequenos igarapés de cabeceiras até a foz do rio).

Liderado pelo pesquisador francês Thierry Oberdorff, o estudo “Unexpected fish diversity gradients in the Amazon Basin" (Gradientes inesperados de diversidade de peixes na Bacia Amazônica) publicado na quarta-feira (11) na revista Science Advances conta com a colaboração de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) e de outras instituições do Brasil e do mundo.

Os autores do artigo sugerem que a redução na diversidade de peixes no sentido cabeceiras-foz pode estar ligada à história da rede de drenagem da Amazônia. Eles entendem que após um longo período de isolamento como duas grandes bacias a oeste e leste durante o período Mioceno (entre 23 e 5 milhões de anos atrás), a formação das montanhas andinas na parte oeste fez com que os principais rios da bacia começassem a fluir para o leste, formandoa Bacia Amazônica como conhecemos hoje. Os cientistas acreditam que rio Amazonas assumiu seu curso moderno em direção ao Atlântico em algum período entre 9 e 4,5 milhões de anos atrás.

 

INPA Jansen Zuanon Gislene Torrente Viana

 

“Esse processo de dispersão dos peixes para o leste parece ainda não ter sido completado, o que apóia a hipótese de uma formação recente do atual sistema amazônico. Na prática, isso significa que as partes mais rio abaixo da Bacia Amazônica ainda poderiam ser colonizadas por espécies que hoje ocorrem apenas nas regiões mais distantes da foz”, explicou o pesquisador do Inpa e um dos autores do artigo, o doutor em ecologia Jansen Zuanon.

De acordo com Zuanon, modelos estatísticos revelaram que a diversidade de peixes encontrada atualmente nas sub-bacias da Amazônia foi significativamente influenciada pelas condições climáticas do passado e do presente, tamanho e produtividade biológica das sub-bacias. Assim, as sub-bacias maiores, com maior diversidade de habitats e produtividade biológica e localizadas em partes da Amazônia que sofreram pouca variação climática ao longo do tempo evolutivo abrigam maior riqueza de espécies.

Banco de Dados

O banco de dados de ocorrência de peixes é formado por informações obtidas de mais de 100 coleções, 22.000 localidades de coleta, 305.000 registros de ocorrência e 2.257 espécies. A partir dele, pesquisadores da França, Bélgica, Brasil, Colômbia, Peru, Bolívia e Estados Unidos, ligados ao Projeto AmazonFish avaliaram a importância de fatores ecológicos e históricos nos padrões de diversidade das sub-bacias de drenagem em toda a Bacia Amazônica.

Para Zuanon, um dos pesquisadores que mais entendem de peixes amazônicos no mundo, esses resultados são importantes por revelarem informações sobre um aspecto pouco compreendido a respeito da biodiversidade amazônica, que são os processos ecológicos e históricos que geraram e mantêm essa “fabulosa biodiversidade” de peixes.

“Conhecendo melhor esses processos, será possível refinar nossas estratégias para conservar essa biodiversidade e prever com mais precisão os possíveis impactos decorrentes das alterações ambientais que vêm ocorrendo na Amazônia, seja pela ação direta humana (desmatamentos, queimadas, uso desordenado dos recursos naturais, construção de hidrelétricas, avanço da poluição e degradação de habitats), seja por efeito das mudanças climáticas em curso no planeta”.

Saiba Mais

A bacia amazônica cobre mais de 6 milhões quilômetros quadrados, produz aproximadamente 16% da descarga de água doce do mundo e contém a maior biodiversidade de água doce da Terra. Para os peixes, isso também é verdadeiro. Na região há 2.257 espécies reconhecidas - mais da metade (1.248 espécies) são endêmicas, encontradas em nenhum outro lugar da Terra - e representam aproximadamente 15% dos peixes de água doce do mundo (www.amazon-fish.com).

Projeto AmazonFish

INPA Jansen Zuanon Foto Gislene Torrente Viana

 

Montar o banco de dados de ocorrência de peixes amazônicos foi o primeiro passo para que os pesquisadores pudessem desvendar os padrões de distribuição de peixes na escala da Bacia Amazônica, de forma a contribuir para um melhor entendimento dos fatores que geraram e mantêm a megadiversidade de peixes no bioma.

Para elaborar o banco de dados, foram acessadas informações publicadas na literatura, registros de exemplares de peixes depositados em museus e coleções científicas de todo o mundo, e bancos de dados pessoais de pesquisadores. Todos esses registros passaram por um processo cuidadoso de “limpeza”, que é a correção de informações, atualização taxonômica, checagem de distribuição geográfica e descarte de informações imprecisas ou pouco confiáveis.

Após essa fase muito trabalhosa, os dados foram analisados por meio de métodos estatísticos sofisticados e passaram pelo crivo de revisores muito competentes e exigentes, até chegar a essa publicação do artigo.

O banco de dados em breve estará disponível para consulta pela comunidade científica. Para Zuanon, se bem mantido e atualizado constantemente, será uma ferramenta muito útil e poderosa para subsidiar novas pesquisas sobre a ictiofauna amazônica e sobre a ecologia de ambientes aquáticos no bioma, por muitos anos ainda.

Inpa participa do Debate de Abertura da Semana de Inovação Suécia-Brasil

O objetivo da Semana é promover a Suécia como um parceiro de inovação para o Brasil, promovendo ambientes de inovação suecos, estabelecendo uma colaboração com parceiros brasileiros e criando um ponto de encontro para atores suecos e brasileiros nas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação

Da Redação - Inpa

Como a Suécia e o Amazonas têm aplicado o modelo de cooperação Hélice Tripla entre Universidade-Indústria-Governo na sua busca por inovação, empreendedorismo e desenvolvimento sustentável? Este é o tema do debate de abertura da Semana de Inovação Suécia-Brasil, que acontecerá na próxima segunda-feira (16), das 14h às 17h, no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), na Av. Joaquim Nabuco, Centro de Manaus. As inscrições podem ser feitas clicando aqui.

O evento é uma ação da Embaixada da Suécia, Consulado da Suécia em Manaus, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Universidade Nilton Lins. Estarão presentes o Vice-Ministro Sueco da Inovação, Emil Högberg, da nova Embaixadora da Suécia no Brasil, Johanna Brismar Skoog, e o Governador do Amazonas Wilson Lima.

 

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Além da Mesa de Abertura, que terá a participação do coordenador de Pesquisa do Inpa, João Vicente de Souza, três painéis compõem a programação. O primeiro, às 14h30, debaterá Inovação, Confiança e Sistemas Automatizados; o segundo, às 15h15, será sobre Comercialização da pesquisa amazônica através do modelo Hélice Tripla, do qual participará a coordenadora de Extensão Tecnológica e Inovação, Noélia Falcão, e o último painel às 16h15 discutirá o Valor na Cadeia de Reciclagem, seguido de coquetel e network.

Semanas de inovação Suécia-Brasil

O objetivo do evento é promover a Suécia como um parceiro de inovação de longo prazo para o Brasil, promovendo ambientes de inovação suecos, estabelecendo uma colaboração com parceiros brasileiros e criando um ponto de encontro para atores suecos e brasileiros nas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI). As Semanas de Inovação Suécia-Brasil são organizadas pelo Team Sweden Brazil e coordenada pela Embaixada da Suécia em Brasília.

A organização é composta por diversos eventos relacionados à inovação que acontecem durante duas semanas em diferentes cidades do Brasil, em uma série de questões horizontais, bem como temas setoriais-chave como a aeronáutica, cidades sustentáveis, silvicultura, mineração, dentre outros. Para maiores informações sobre o evento clique aqui.

INSCRIÇÕES

Seminários da Amazônia debatem impactos da infraestrutura global e influência da floresta na chuva

Os palestrantes no evento do Inpa serão os pesquisadores Douglas Sheil (Noruega) e William F. Laurance (Austrália)

Da Redação – Inpa

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Nesta semana haverá rodada dupla dos Seminários da Amazônia do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). As sessões vão debater o crescimento da infraestrutura global e seus efeitos nas florestas tropicais e se a floresta realmente pode fazer chover, na quinta e sexta-feira (11 e 12), às 15h, em locais distintos no Instituto. Ambas serão em inglês e sem tradução.

Organizados pela Coordenação de extensão do Inpa, os Seminários da Amazônia são gratuitos e abertos ao público interessado. Nesta rodada os Seminários contam com o apoio do Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais (PDBFF). O evento científico é um espaço de debates sobre temas de ponta da pesquisa científica do mundo e da Amazônia e servem de alerta sobre fatos importantes da região, a partir das pesquisas realizadas pelo Inpa e instituições colaboradoras.

 

SeminariosDaAmazoniaINPA11e12Setembro

 

 

Extraordinária – 11 de setembro

Essencial para a vida e subsistência, a água é um recurso escasso para mais da metade da população do mundo. Novas pesquisas têm apontado as florestas como grandes influenciadoras na disponibilidade de água e sugerem que as árvores desempenham um papel muito maior nos padrões globais de precipitação.

A sessão Extraordinária irá debater as controvérsias e novos achados da floresta e sua relação com as chuvas. Será ministrada na quinta-feira (11) pelo cientista Dr. Douglas Sheil da Norwegian University of Life Science, Noruega, às 15h, no Auditório da Biblioteca, campus I do Inpa.

Ordinária – 12 de setembro

Ministrada pelo pesquisador Dr. William F. Laurance, a sessão ordinária dos Seminários da Amazônia trará o debate sobre a era “explosiva” da infraestrutura na humanidade, na quinta-feira (12), às 15h, no auditório do Programa de Pós-Graduação em Ecologia (PPG-Ecologia), no campus III do Inpa, localizado na Rua da Lua, S/nº, Morada do Sol, bairro Aleixo.

Na oportunidade, será discutida a realidade dos empreendimentos em larga escala e seus efeitos, descrevendo a situação da vida selvagem e dos ecossistemas-chave, como a floresta Amazônica, com apresentação dos riscos sociais, econômicos, financeiros, políticos e estratégias para diminuição dos riscos gerados pelo crescimento da infraestrutura global.

Laurance é pesquisador na James Cook University, na Australia. Ele escreveu oito livros e mais de 600 artigos científicos e populares. Membro da Academia Australiana de Ciências e da Associação Americana para o Avanço das Ciências e ex-presidente da Associação de Biologia Tropical e Conservação, fundou e dirige a ALERT (Aliança dos principais pesquisadores e pensadores ambientais), que é um grupo de defesa da ciência que engloba de um a dois milhões de leitores por semana. Venceu quatro vezes o Prêmio de Melhor Redação Científica da Austrália.

Geea disponibiliza Caderno de Debates sobre Terra Preta de Índio e Sustentabilidade

Para ter acesso aos tomos digitais dos Cadernos de Debates do Geea/Inpa clique aqui ou no portal Inpa http://portal.inpa.gov.br/, acesse a aba da Editora no menu Institucional e depois clique no ícone Geea

Da Redação - Inpa

O Grupo de Estudos Estratégicos Amazônicos (Geea) do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa/MCTIC) disponibilizou para download gratuito o tomo XV do Caderno de Debates que traz temas relevantes para a região - Terra Preta de Índio e Sustentabilidade & Desenvolvimento. A publicação traz um apanhado geral e algumas ideias originais a respeito da temática.

Terra Preta de Índio (TPI) é uma preciosa herança indígena que deve servir de instrumento para o avanço do conhecimento ambiental e antropológico, mas também de um recurso estratégico a serviço da sociedade. Mais ainda: ela deve servir de inspiração e modelo para a produção de uma Terra Preta Nova (TPN), em larga escala e que possa contribuir para a promoção da agricultura; diminuição do desmatamento; recuperação de áreas degradadas; fixação do homem no campo; aumento do estoque de carbono no solo e amenização dos impactos das mudanças climáticas globais.

Já o debate sobre a Sustentabilidade diz respeito à compatibilização entre crescimento econômico, preservação ambiental e distribuição equitativa de renda. Isso significa que esses termos são complementares e devem ser tratados em conjunto, tendo em vista o desenvolvimento sustentável do Brasil e especialmente da Amazônia.

São autores desta edição o escritor Gaitano Antonaccio e os pesquisadores do Inpa Luiz Antonio de Oliveira, Newton Falcão e Geraldo Mendes, que também é secretário executivo do Geea e organizador da obra, junto com a diretora do Inpa, Antonia Franco.

Acesse:

      TOMO XV DO CADERNO DE DEBATES - Terra Preta de Índio e Sustentabilidade & Desenvolvimento

Geea disponibiliza Caderno de Debates sobre Terra Preta de Índio e Sustentabilidade

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Para ter acesso aos tomos digitais dos Cadernos de Debates do Geea/Inpa clique aqui ou no portal Inpa http://portal.inpa.gov.br/, acesse a aba da Editora no menu Institucional e depois clique no ícone Geea

Da Redação - Inpa

O Grupo de Estudos Estratégicos Amazônicos (Geea) do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (Inpa/MCTIC) disponibilizou para download gratuito o tomo XV do Caderno de Debates que traz temas relevantes para a região - Terra Preta de Índio e Sustentabilidade & Desenvolvimento. A publicação traz um apanhado geral e algumas ideias originais a respeito da temática.

Terra Preta de Índio (TPI) é uma preciosa herança indígena que deve servir de instrumento para o avanço do conhecimento ambiental e antropológico, mas também de um recurso estratégico a serviço da sociedade. Mais ainda: ela deve servir de inspiração e modelo para a produção de uma Terra Preta Nova (TPN), em larga escala e que possa contribuir para a promoção da agricultura; diminuição do desmatamento; recuperação de áreas degradadas; fixação do homem no campo; aumento do estoque de carbono no solo e amenização dos impactos das mudanças climáticas globais.

Já o debate sobre a Sustentabilidade diz respeito à compatibilização entre crescimento econômico, preservação ambiental e distribuição equitativa de renda. Isso significa que esses termos são complementares e devem ser tratados em conjunto, tendo em vista o desenvolvimento sustentável do Brasil e especialmente da Amazônia.

São autores desta edição o escritor Gaitano Antonaccio e os pesquisadores do Inpa Luiz Antonio de Oliveira, Newton Falcão e Geraldo Mendes, que também é secretário executivo do Geea e organizador da obra junto com a diretora do Inpa, Antonia Franco.

Acesse:

 TOMO XV DO CADERNO DE DEBATES - Terra Preta de Índio e Sustentabilidade & Desenvolvimento

Filme “Novas Espécies – A Expedição do Século” em exibição especial no Teatro Amazonas

Fotografo Haroldo Palo Jr Animalia Chordata Aves Passeriformes Onychorhynchidae Onychorhynchus coronatus coronatus Maria leque 340970

O documentário que registra as aventuras de pesquisadores do Inpa na Serra da Mocidade é uma ação comemorativa aos 65 anos de funcionamento do Instituto, que é referência nos estudos da biodiversidade e dos ecossistemas amazônicos. Veja trailer do filme

 

Da Redação – Inpa e Grifa Filmes

Fotos: Marcos Amend e Haroldo Palo Jr. - Divulgação Grifa Filmes

 

As aventuras e emoções de um grupo de cientistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) na floresta, em um maciço de montanhas de quase 2 mil metros de altitude, onde talvez nenhum homem tenha estado lá antes da expedição, serão mostradas no longa-metragem inédito - “Novas Espécies - A Expedição do Século”, da Grifa Filmes. Na quarta-feira (11), o documentário terá uma exibição aberta ao público, com entrada franca, às 20 horas, no Teatro Amazonas, Centro de Manaus.

 

A mostra especial é mais uma ação comemorativa aos 65 anos do Inpa. Estarão presentes na sessão o diretor do documentário, Maurício Dias, que tem mais de 60 filmes na carreira, e o pesquisador do Inpa que comandou a missão, Mario Cohn-Haft, renomado ornitólogo especializado em aves amazônicas e curador das coleções ornitológicas do Instituto, que vive em Manaus há mais de 30 anos e há dez sonhava em chegar ao local.

 

Esta é uma das maiores expedições do Brasil com esse grau de magnitude e dificuldade. O documentário registra 25 dias de uma equipe experiente de 50 pesquisadores - especialistas em mamíferos, aves, répteis e anfíbios, peixes, insetos, fungos, plantas e geologia - e profissionais de apoio, na Serra da Mocidade, em Roraima, local bastante isolado que possui espécies únicas de animais e plantas. A região remota da Floresta Amazônica foi acessada pela equipe via helicóptero.

 

 

Fotografo Marcos Amend MAF 2016 02 SerraDaMocidade 3536

 

“Com o filme, o público vai ter uma visão inédita de como é o dia a dia do biólogo numa expedição científica na mata. Talvez não seja como imaginavam, tem muito trabalho, mas pouco inseto, pouco problema de bicho aperreando. É um trabalho concentrado, mas de muita curtição da natureza também”, revela Cohn-Haft. “Esta foi a expedição da minha carreira. Passei mais de dez anos sonhando e imaginando como seria chegar lá e realizar isso foi uma emoção muito grande”, completa.

 

Subir e descer a serra vendo ambientes típicos de altitude e clima frio, totalmente diferente das terras baixas amazônicas, é muito gratificante para os biólogos, segundo Cohn-Haft, ainda mais sabendo que está numa situação que favorece a evolução de espécies únicas, sem contato com outros lugares - pelo fato da serra ser isolada – e que evoluíram ao longo de milhões de anos sem contato com outras espécies, tornando-se espécies distintas e nunca vistas antes.

 

“Essa é a emoção. É o que mais empolga muitos biólogos: a sensação de encontrar uma espécie nova, que a qualquer momento se pode ver uma coisa que ninguém viu antes”, conta o pesquisador.

 

Muitos organismos, entre animais e plantas, foram documentados pelos especialistas e por quatro equipes de filmagem que registraram os principais momentos da expedição realizada entre janeiro e fevereiro de 2016. Ao todo foram 1.500 espécies registradas – fotografadas, filmadas ou coletadas –, incluindo 95 novos registros para o Brasil e, ao menos, 80 novas espécies para a ciência que continuam em estudo de comprovação. E dessas, dez espécies novas já estão descritas formalmente e publicadas em periódicos científicos.

 

 

Fotografo Haroldo Palo Jr Fotografo Haroldo Palo Jr Animalia Chordata Reptilia Squamata Colubridae Colubrinae Chironius fuscus Urupiagara Cobra cipó 340397

 

Os trabalhos não param. Com as coletas, os pesquisadores continuam investigando, já que raras vezes o cientista sabe na hora lá na mata que o organismo coletado é de fato uma espécie nova.  “Alguns bichos e plantas, entretanto, a gente sabia na hora, e um pouco dessa emoção foi capturada no filme. Outras vezes, a gente suspeitava que era um bicho novo. Então a gente tem de conferir, visitar outros museus mundo afora, fazer análises genéticas de DNA para comparar e análises da aparência física (morfologia)”, disse Cohn-Haft.

 

A Grifa Filmes levou uma equipe de filmagem com profissionais para trabalhar no registro da expedição e no apoio estrutural e logístico da viagem. O diretor Maurício Dias avalia que o documentário “Novas Espécies- A Expedição do Século” é uma oportunidade para o grande público acompanhar os desafios de uma aventura científica verdadeira. “Os resultados conquistados pela ciência tendem a se restringir ao mundo acadêmico”, afirma. “Acredito que nosso filme colabora para revelar o empenho desses especialistas que não medem esforços em busca de conhecimento”, completa.

 

 

Filme

 

 

O diretor Maurício Dias, sócio da Grifa Filmes, tem mais de 60 filmes na carreira. A premiada produtora Grifa Filmes, de São Paulo, está presente há 24 anos no mercado e é especializada na criação de conteúdo audiovisual de alta qualidade. Pioneira em coproduções internacionais, exibe suas produções para cinema e canais de TV no Brasil e no exterior. O reconhecimento vem pela conquista de importantes prêmios.  No dia 24 de setembro, em Nova Iorque, a produtora concorre ao 40th Annual News and Documentary Emmy Awards, na categoria Outstanding Science and Technology Documentary, considerado o Oscar da TV americana, com outra coprodução internacional, o documentário investigativo The Cleaners, sobre o trabalho dos limpadores de conteúdos da internet, já exibido nos cinemas e na TV do Brasil.

 

 

Fotografo Marcos Amend MAF 2016 01 SerraDaMocidade 1677 Cópia

 

A viagem registrada por Novas Espécies - A Expedição do Século foi possível graças ao encontro dos cientistas com a Grifa Filmes e o apoio dos helicópteros do Exército (Comando Militar da Amazônia - CMA).  O documentário, narrado pelo ator Marcos Palmeira, é uma coprodução que reúne a GRIFA FILMES, Globonews, Globofilmes, Filmland, a produtora alemã GebruederBEETZ, ocanal ZDF/ ARTE, da Alemanha, e a NHK, do Japão. O filme tem produção executiva de Fernando Dias, Maurício Dias, Tatiana Battaglia e Christian Beetz. A produção foi realizada com apoio do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), do Exército Brasileiro por meio do CMA (Comando Militar da Amazônia), do 4º BAvEx (Batalhão de Aviação do Exército), do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) e do Parque Nacional Serra da Mocidade.

 

Novas Espécies - A Expedição do Século tem patrocínio AMBEV, investimento BB DTVM, e também patrocínio de Matrix Energy Trading, Naturgy, CSN Companhia Siderúrgica Nacional, Protege e Maersk.

 

Realização: ANCINE, Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Programa de Ação Cultural PROAC ICMS e Governo Federal.

 

Time de Cientistas da Expedição

 

Fotografo Marcos Amend MAF 2016 02 SerraDaMocidade 4145

 

Equipe Aves: Dr. Mario Cohn-Haft, Angela Dias, Ramiro Melinski, Thiago Orsi Laranjeiras, Gisiane Lima, Dr. Luciano Naka, Cassiano Gatto, Mateus Ferreira, Gabriel Leite e Roberta Canton

Equipe Herpetofauna: Rafael “Rato” de Fraga, Vinícius “Vini” Carvalho, Dra. Fernanda Werneck, Rommel Zamora, Renata Pirani e Alexandre Almeida

Equipe Invertebrados: Rafael Boldrini, Paulo Cézar Salgado Barroso, Francisco Felipe Xavier, Thiago Mahlmann e Dr. Marcio Luiz de Oliveira

Equipe Insetos Aquáticos: Karina Dias, Jeane Marcelle

Equipe Peixes: Priscila Madoka Miyake Ito, Gabriel Gazzana Barros, Douglas Aviz Bastos, Romerio Briglia e Dr. JansenZuanon

Equipe Plantas: Dr. Alberto Vicentini, Ricardo de Oliveira Perdiz, Dr. Mário Terra Araújo

Equipe Mamíferos: Dr. Rafael Leite, Carla Bantel, Lorena Pinto, Ivan Junqueira, Fabricio Bertuol, Victor da Silva e Guilherme Alvarenga

Equipe Morcegos: Dinah Pathek

Equipe Fungos: Ricardo “Saci” Braga Neto,

Equipe Geologia: Dr. Nelson Reis e Dr. Ingo Wahnfried

Geneticista: Dr. Fabricio dos Santos

ICMBio: Inara Rocha Santos, Érica Tieko Fujisaki e Sylvio Romério Briglia Ferreira

Como o filme retrata, a pesquisa de campo envolve muitos riscos. Uma queda ou uma picada de inseto podem encerrar o trabalho de um cientista que acabe por precisar de socorro. Relatos históricos informam que, no passado, muitos foram derrotados pelas dificuldades e doenças no interior da floresta. Mas, nos dias de hoje, os mapas por satélite, os meios confiáveis de transporte e os novos medicamentos permitem expedições a sítios remotos e inexplorados. A equipe deNovas Espécies - A Expedição do Século contou com médico, o Dr. Malcon Botteon, e recursos da moderna medicina de primeiros socorros, incluindo remédios e soros antiofídicos; mas, mesmo assim, a viagem também apresentou surpresas.

 

Equipe NovasEspecies

 

Ficha Técnica

Novas Espécies - A Expedição do Século

 

2018, HD, 1 x 90’; (cinemas), 1 x 70’ (GloboNews) e 2x43’; (v. Internacional)

Direção: Maurício Dias

Produção executiva: Fernando Dias, Maurício Dias, Tatiana Battaglia e Christian Beetz.

Coprodução Grifa Filmes, Globo Filmes, GloboNews, Gebrueder BeetzFilmproduktion

(Alemanha), Filmland International, ZDF/ARTE (Alemanha) e NHK (Japão).

Realização: ANCINE, Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de

Cultura e Economia Criativa, Programa de Ação Cultural PROAC ICMS e Governo

Federal

Consultoria Científica: Dr. Mario Cohn-Haft

Roteiro: Maurício Dias, Maria Julia Bottai, Selma Perez e Paulo Mattos

Narração: Marcos Palmeira

Trilha Sonora Original: Alexandre Guerra

Fotografia de Natureza: Haroldo Palo Jr

Direção de Fotografia: Evandro Fontana, Henrique Mourão e Tiago Silvacam

Técnico de Som: Miquéias Motta

Montagem e Finalização: André Finotti e Paulo Mattos

Apoio: iNPA - Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, CMA - Comando Militar da

Amazônia, 4º BAvEx - Batalhão de Aviação do Exército, ICMBio - Instituto Chico

Mendes de Conservação da Biodiversidade e Parque Nacional Serra da Mocidade

Patrocínio: AMBEV

Investimento: BB DTVM

Patrocínio: MATRIX ENERGY TRADING, NATURGY, CSN COMPANHIA SIDERÚRGICA

NACIONAL, PROTEGE e MAERSK

Distribuição: Elo Company

Co-Distribuição: TVF

 

  

Fotografo Haroldo Palo Jr Animalia Chordata Amphibia Anura Hylidae Hylinae Dendropsophus minutus Pererequinha do brejo 343564

 

 

 

Inpa lança Chamada Interna para Prospecção de Tecnologias no Instituto

 

BannerChamadaProspeccaoINPAINcubadora02

A Chamada é destina à Comunidade Científica do Inpa (servidores, alunos e colaboradores)

Da Redação – Coeti

Banner: Flávio Rosas – Coeti

 

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) está procurando na sua comunidade interna profissionais empreendedores que estejam desenvolvendo ou já tenham completado o ciclo de desenvolvimento de produtos ou processos de inovação tecnológica no Inpa. Se você - servidor, alunos e colaborador - tem uma invenção em desenvolvimento e gostaria de encontrar uma empresa parceira para apoiá-lo e colocar seu produto no mercado, esta chamada é para você.

De acordo com a Coordenação de Extensão Tecnológica e Inovação (Coeti), vinculada à Coordenação de Extensão, o objetivo desta chamada é identificar as tecnologias desenvolvidas ou em processo de desenvolvimento no Inpa, visando sua inserção no mercado por meio de empresas interessadas em implantá-las via Edital da Incubadora de Empresas do Inpa. Neste caso, as empresas interessadas em seu desenvolvimento que forem selecionadas poderão acessá-las por meio do Programa de Incubação do Instituto.

Os servidores e alunos interessados deverão preencher formulário online: http://bit.ly/ProspeccaoTecINPA, no período de 09/09 a 18/09/2019.

Está em dúvida? Quaisquer esclarecimentos relativos a essa Chamada Interna poderão ser solicitados por meio do telefone (92) 3643-3295 ou do e-mail incubadora@inpa.gov.br, em dias úteis, das 8h às 12h e das 14h às 18h.

Inpa lança Chamada Interna para Prospecção de Tecnologias no Instituto

A Chamada é destina à Comunidade Científica do Inpa (servidores, alunos e colaboradores)

Da Redação – Coeti

Banner: Flávio Rosas – Coeti

 

O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) está procurando na sua comunidade interna profissionais empreendedores que estejam desenvolvendo ou já tenham completado o ciclo de desenvolvimento de produtos ou processos de inovação tecnológica no Inpa. Se você - servidor, alunos e colaborador - tem uma invenção em desenvolvimento e gostaria de encontrar uma empresa parceira para apoiá-lo e colocar seu produto no mercado, esta chamada é para você.

De acordo com a Coordenação de Extensão Tecnológica e Inovação (Coeti), vinculada à Coordenação de Extensão, o objetivo desta chamada é identificar as tecnologias desenvolvidas ou em processo de desenvolvimento no Inpa, visando sua inserção no mercado por meio de empresas interessadas em implantá-las via Edital da Incubadora de Empresas do Inpa. Neste caso, as empresas interessadas em seu desenvolvimento que forem selecionadas poderão acessá-las por meio do Programa de Incubação do Instituto.

Os servidores e alunos interessados deverão preencher formulário online: http://bit.ly/ProspeccaoTecINPA, no período de 09/09 a 18/09/2019.

Está em dúvida? Quaisquer esclarecimentos relativos a essa Chamada Interna poderão ser solicitados por meio do telefone (92) 3643-3295 ou do e-mail incubadora@inpa.gov.br, em dias úteis, das 8h às 12h e das 14h às 18h.