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Inpa recebe encontro para divulgação do Programa Finep Startup

O programa visa financiar startups com potencial de crescimento e retorno

 

Da Redação – Coeti Inpa

 

Na próxima quarta-feira (23), às 09h, acontece um encontro para divulgação do Programa Finep Startup, que visa o fortalecimento do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio do apoio às empresas brasileiras nascentes de base tecnológica, que possuam papel fundamental na introdução de novas tecnologias e modelos de negócios no mercado.

 

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O evento será realizado no Auditório da Biblioteca do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), com entrada pela rua Bem-te-vi, bairro Petrópolis. Sem necessidade de inscrição prévia, o encontro é gratuito e aberto aos interessados no tema.

 

Por meio do programa serão disponibilizados recursos financeiros para que startups com alto potencial de crescimento e retorno possam enfrentar com sucesso os principais desafios de seus estágios iniciais de desenvolvimento, contribuindo para a criação de empregos qualificados e geração de renda para o Brasil.

 

A finalidade é promover o crescimento do mercado de capital semente no país, compartilhando com os investidores privados os riscos associados ao investimento em empresas nascentes de base tecnológica, sem substituir a iniciativa privada em seu papel como principal agente formador desse mercado.

 

O encontro para divulgação do Programa Finep Startup conta com o apoio do Inpa (Coordenação de Extensão Tecnológica e Inovação/Coeti e Incubadora), Amoci, Semtepi, Fabriq, Certi, ABio, Ajuri, Cide, INDT, Jaraqui Valley, Uninorte Empreende, Loopa, MeuUp, Rami, Impact Hub, Ulbratech e Cardume Coworking.

Primeiro filhote de peixe-boi do ano é resgatado e levado ao Inpa

O Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia, que patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental recebeu hoje um filhote de peixe-boi no Inpa, principal parceiro do projeto executado pela Ampa

 

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Texto e foto por Fernanda Farias – AscomAmpa

Manaus - Um filhote de peixe-boi fêmea foi resgatado na orla do município de Parintins (369 km da capital), por moradores da Comunidade do Máximo e levado hoje (16) para o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) para ser reabilitado.

Esse é o primeiro filhote que chega ao Laboratório de Mamíferos Aquáticos do Instituto para ser reabilitado este ano. De acordo com a coordenadora do Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia, a pesquisadora do Inpa Vera da Silva, o resgate é uma etapa muito importante para o Programa de Reintrodução de peixes-bois da Amazônia.

“Dentro do nosso projeto temos três etapas principais, o resgate; a reabilitação, que é o cuidado até o filhote ter idade para se alimentar sozinho; e a última etapa que é a reintrodução dos peixes-bois adultos nos rios”, explica a pesquisadora.

O Laboratório de Mamíferos Aquáticos é o principal parceiro do Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia, que é executado pela Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa) e tem o apoio financeiro da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

Resgate

O filhote de peixe-boi foi resgatado no dia 8 de janeiro pela Comunidade do Máximo de Parintins, nome que foi batizado temporariamente, e levado pelos agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) para a fazenda ecológica localizada em Parintins.

Segundo o veterinário do Inpa Anselmo d´Affonseca, a fêmea tem um mês, pesa 19 kg e está em bom estado de saúde, o que significa que provavelmente a mãe do filhote estava por perto na hora do resgate.

 

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“Se a mãe não estivesse no local o filhote estaria magro e mais fraco. Se a mãe não foi caçada há pouco tempo, com certeza ela estava por perto. Nessa situação o melhor a fazer é observar por um tempo se há a presença da mãe nas proximidades para que seja evitado separar o filhote dela”, explica.

Sobre a Ampa

Associação dos Amigos do Peixe-boi foi criada há 18 anos com o objetivo de promover a pesquisa e a proteção dos mamíferos aquáticos da Amazônia, e ainda propiciar à sociedade um convívio saudável com a fauna da Amazônia.

A Ampa é responsável por executar o Projeto Mamíferos Aquáticos da Amazônia, cujo principais objetivos são resgatar, reabilitar e reintroduzir peixes-bois (Trichechusinunguis) aos rios da Amazônia, além de auxiliar o projeto Boto do Inpa, que pesquisa a bioecologia do boto-vermelho e do tucuxi para a conservação das espécies.

As pesquisas realizadas em parceria com o Laboratório de Mamíferos Aquáticos geram informações que alertam as autoridades e comunidade internacional sobre a e caça ilegal do peixe-boi para comercialização da carne e a matança do boto-vermelho.

 

Inpa abriga umas das maiores coleções de formigas do Brasil

A coleção de via úmida está recebendo 58 mil formigas provenientes de monitoramento ambiental da Usina de Santo Antônio, no Rio Madeira, durante as fases de pré e pós-enchimento do reservatório da hidrelétrica

 

Da Redação – Inpa*

Fotos: Letícia Misna

                    

Os acervos biológicos mais antigos do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) possuem mais de 50 anos e já testemunharam alterações de grande porte na biota amazônica, como a construção das hidrelétricas de Balbina, Tucuruí, Belo Monte e Rio Madeira. Esses acervos trazem o registro da biodiversidade de áreas que nunca mais recuperarão a sua diversidade natural, sendo os únicos testemunhos da existência de várias espécies extintas localmente.

 

A coleção de formigas do Inpa deve conter pelo menos 15 mil exemplares montados em alfinetes entomológicos, distribuídos em 11 subfamílias das 17 viventes no mundo. Já a parte do acervo em via úmida (em álcool a 80%), possui uma quantidade ainda não calculada de exemplares, podendo chegar a dezenas ou mesmo centenas de milhares.

 

Desde 2009, um incremento na identificação e classificação da coleção de Formicidae vem sendo realizado pela Dra. Itanna Fernandes, que em 2012, após a obtenção do título de mestre, passou a auxiliar a curadoria. Desde então, a coleção principal recebeu representantes de outras duas subfamílias, Agroecomyrmecinae Carpenter, 1930, e a raríssima subfamília Martialinae Rabeling & Verhaagh, 2008, possuindo hoje em seu acervo 13 subfamílias.

 

De acordo com Itanna, a subfamília Martialinae é endêmica da região amazônica, possuindo como localidade tipo a região metropolitana de Manaus, e é considerada a espécie mais rara dentro da mirmecologia (ciência que estuda as formigas). A espécie foi inicialmente descrita com base em uma única operária, e mais tarde, devido à visita do pesquisador americano Brendon Boudinot (especialista em machos de formigas), uma série de 25 machos pertencentes à espécie foi descoberta na via úmida da coleção do Inpa, esta, coletada em 1985 por Bert Klein. “A descoberta desses indivíduos tornou a Coleção de Invertebrados do Instituto a maior detentora mundial de representantes da espécie”, contou.

 

Em dezembro último, Dra. Itanna, com a ajuda do curador e pesquisador do Inpa Dr. Marcio Oliveira e do técnico Francisco F. Xavier Filho, incorporaram à coleção principal outras nove mil formigas montadas em alfinetes, distribuídas em 13 subfamílias. Essas formigas pertencem à fauna brasileira e peruana, obtidas durante as inúmeras expedições científicas realizadas no decorrer do seu mestrado e doutorado. Dentre esses indivíduos, há representantes do gênero Syscia Roger, 1861, até então registrado apenas para a Colômbia e que está em processo de publicação.

 

Já a coleção de via úmida está recebendo da Dra. Itanna Oliveira e do Dr. Jorge Souza aproximadamente 58 mil formigas provenientes do monitoramento ambiental da Usina de Santo Antônio no Rio Madeira, durante as fases de pré e pós-enchimento do reservatório da hidrelétrica. O monitoramento e o banco de dados obtidos com o estudo foram mundialmente premiados em 2017 pelo Global Biodiversity Information Facility (GBIF) como o melhor banco de dados na categoria Dados Ecológicos, sendo o Inpa o único detentor desse material.

 

Desde sua criação na década de 1990 (no Programa de Coleções Científicas Biológicas), a coleção de Formicidae não recebe um depósito tão substancial e representativo, tornando-se notável pelas inúmeras visitas científicas, além de pedidos de empréstimos e colaborações. Com a implementação da coleção em via seca e úmida, o Instituto espera uma procura ainda maior pelo acervo, incentivando gerações presentes e futuras no estudo da mirmecofauna.

 

*Informações Dr. Marcio Oliveira e Dr. Itanna Fernandes

Grupo de Estudos Amazônicos do Inpa publica Tomo XI do Caderno de Debates

O Tomo do GEEA está disponível para download gratuito. A obra trata dos temas Zona Franca de Manaus e o bioma Cerrado

 

 

Da Redação – Ascom Inpa

Banner: Rodrigo Verçosa – Editora Inpa

 

Com organização do pesquisador Geraldo Mendes dos Santos e ex-diretor do Inpa Luiz Renato de França, o Tomo XI do GEEA – Caderno de Debates já está disponível para leitura. A obra é composta por dois capítulos, que tratam sobre economia industrial na Amazônia e sobre o Bioma Cerrado.

 

Segundo o secretário-executivo do Grupo de Estudos Amazônicos (GEEA), o pesquisador Geraldo Mendes dos Santos, a ideia de transformar as pautas do Grupo em livro surgiu por duas razões básicas. A primeira é para permitir que muitas outras pessoas, fora do Grupo ou mesmo fora de Manaus e da Amazônia, possam usufruir das ideias e informações que circulam em suas reuniões. “Nesse sentido, o livro editado pelo GEEA, denominado Caderno de Debates, é um elemento multiplicador”.

 

A segunda razão, segundo o pesquisador, é para perenizar aquilo que é dito, pois como diz o ditado, as palavras voam e o escrito fica; o livro é um registro fiel e permanente da visão de mundo daquele que escreve. “Os livros do GEEA são registros maravilhosos de pessoas brilhantes que passaram por aqui, deixaram suas impressões, suas visões de mundo”, comenta o organizador da obra.

 

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Este volume do Caderno de Debates aborda a economia industrial, com enfoque na Zona Franca de Manaus e no Cerrado, bioma sobre o qual estão localizadas as principais fontes hídricas e do agronegócio do Brasil. De acordo com Santos, a obra é destinada a pesquisadores, professores, estudantes, gestores e todo cidadão interessado em conhecer mais profundamente a natureza e as questões relevantes da Amazônia.

 

“Como todos os demais, este Tomo XI tem importância como síntese do conhecimento sobre temas relevantes para a Amazônia, sendo esta tratada com os fundamentos da Ciência e numa linguagem clara e acessível. Especificamente, ele trata de dois temas sumamente importantes para o desenvolvimento da Amazônia: o processo industrial, com enfoque na Zona Franca de Manaus e no Cerrado, bioma sobre o qual estão localizadas as principais fontes hídricas e também do agronegócio do Brasil,” ressalta o organizador.

 

Produção

 

Durante a palestra do profissional responsável por cada tema são feitas gravações em áudio, posteriormente transformadas em texto, que depois são analisados e revisados por Geraldo Mendes dos Santos. O tempo de produção de cada livro é relativo, mas o objetivo é que seja publicado um tomo a cada ano. “Nesses 11 anos de existência, o GEEA já publicou exatamente 11 Tomos e esperamos aumentar essa marca; estamos planejando publicar os Tomos XII, XIII e XIV no começo deste ano”, lembra Mendes.

 

Grupo de Estudos Amazônicos

 

 

O GEEA foi criado pela direção do Inpa em 2007, com o objetivo de constituir um fórum permanente e multidisciplinar para a análise de questões relevantes para a Amazônia e a socialização da ciência através de uma linguagem acessível a todo cidadão interessado. O Grupo é formado por pesquisadores, professores, empresários, humanistas e gestores, que se reúnem geralmente a cada dois meses para debater um tema escolhido previamente e apresentado por um especialista de renome.

 

“A cada tomo, há tomada de consciência de que o GEEA é um Grupo de pessoas altamente compromissadas com a Amazônia e que dão o melhor de si para contribuir com seu desenvolvimento verdadeiramente sustentável, centrado no conhecimento e compartilhamento de ideias, experiências e visões de mundo”, ressalta o secretário-executivo.

 

O Caderno de Debates é publicado desde a primeira edição do GEEA, e tem distribuição digital gratuita. Para ter acesso ao tomo XI e aos demais tomos, clique aqui.

Bosque da Ciência do Inpa é opção de lazer e contato com a natureza

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Espaço reabre nesta sexta-feira. Famílias e turistas são os que mais visitam o bosque durante o período de férias escolares

 

Da Redação – Inpa

Fotos: Letícia Misna

 

Após o recesso de Fim de Ano, o Bosque da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) volta a funcionar normalmente nesta sexta-feira (04). Nesse período de férias, o bosque é uma boa opção de lazer e contato com a natureza para família e turistas que estão em Manaus. Por ano, o espaço de visitação pública do Inpa recebe cerca de 120 mil pessoas.

 

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“Vale muito a pena visitar o Bosque da Ciência, esse pedacinho da Amazônia no meio da cidade de Manaus, pois além de ser uma alternativa muito interessante de passeio para os amantes da natureza, é também um local para a criançada que está de férias gastar energia”, disse o coordenador do Bosque, Alexandre Buzaglo, destacando que a experiência permite ao visitante sair com uma bagagem maior de conhecimento sobre fauna e flora amazônicas.

 

Instalado na região central de Manaus, o bosque possui uma área de 13 hectares que conta com diversas atrações. Tanque de peixes-bois, recinto da ariranha, ilha da tanimbuca, maloca indígena, lago amazônico, viveiro de jacarés, Centro de Estudos de Quelônios da Amazônia (Cequa) e mais de 70 espécies arbóreas da Amazônia, como sumaúma, mogno e cacauí.

 

No bosque da ciência, o visitante pode contemplar a natureza, conhecer várias espécies de animais da fauna livre como macacos, cotias e preguiças. Mais recentemente, com o fechamento da Casa da Ciência para reforma, outros atrativos do bosque ganharam novas funções ao absorverem a exposição antes presente na Casa da Ciência.

 

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A exposição sobre a vida do seringueiro foi realocada para a Casa de Madeira, ao lado do Auditório da Ciência, e o Chapéu de Palha, próximo ao Lago Amazônico, recebeu itens que tratam da vida aquática (aquários, peixes e arraias empalhados, quelônios, cobras), além de frutos e fibras da Amazônia.

 

O bosque está localizado na rua Bem-te-vi, s/nº, bairro Petrópolis, zona Sul de Manaus. Funciona de terça a sexta-feira, das 9h 12h e das 14h às 17h, e sábados e domingo, das 9h às 17h. A bilheteria fecha às 16h. Às segundas-feiras é fechado para manutenção.

 

A entrada custa R$5. Crianças até dez anos e idosos a partir de 60 anos não pagam. Escolas e instituições filantrópicas agendas previamente também são isentas. O agendamento pode ser feito pelo endereço eletrônico http://abc-bosque.inpa.gov.br/

Manaus sedia IX Congresso Brasileiro de Micologia

É a primeira vez que a capital amazonense recebe o evento, que é considerado o mais importante da área no Brasil

 

Texto – Letícia Misna

 

Promovido pela Sociedade Brasileira de Micologia (SBMy), pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) e outras instituições, o IX Congresso Brasileiro de Micologia (CBMy) ocorre entre 24 e 27 de junho de 2019, no Centro de Convenções Vasco Vasquez, em Manaus. Um dos objetivos do evento é valorizar a pesquisa e a conservação da micodiversidade da região neotropical.

 

De acordo com Maria de Jesus, pesquisadora do Inpa e uma das organizadoras do Congresso, um dos pontos para relevância do CBMy ocorrer em Manaus é que, na região Norte, o maior número de cursos de pós-graduação que agrega pesquisas voltadas a diversas áreas da micologia está no Amazonas.

 

O público alvo do evento são estudantes de graduação e pós-graduação , pesquisadores e professores, técnicos de nível médio e superior, profissionais liberais (médicos, odontólogos, farmacêuticos, biólogos, biomédicos, veterinários, entre outros), da área industrial, gestores relacionados a políticas públicas em saúde, ciências e tecnologia. Os organizadores esperam cerca de mil congressistas, que vêm do Brasil inteiro e de países como Estados Unidos, México, Peru, Chile, Argentina, Costa Rica, Guatemala, Dinamarca e Holanda.

 

Entre os palestrantes do evento estão a Dra. Maria Luiza Moretti, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que tem como proposta de pesquisa novas ferramentas para o diagnóstico das infecções fúngicas, estudos de doenças fúngicas emergentes e remergentes, desenvolvendo e integrando abordagens epidemiológicas e de diagnóstico inovadoras, e aqueles que têm realizado pesquisas pioneiras sobre “infecções fúngicas em animais; o Dr. Seyedmojtaba Seyedmousavi, membro da Sociedade Internacional de Micologia Humana e Veterinária, responsável pela área da Micologia Veterinária, que desenvolve pesquisa sobre resistência aos antifúngicos; o pesquisador francês Dr. Patrice Le Pape, autoridade no estudo da nova espécie causadora de candidemia (Candidaauris) que é multirresistente.

 

A programação contará com conferências, simpósios, mesas-redondas, palestras, minicursos, oficinas, reuniões, excursões e o Prêmio Augusto Chaves Batista, destinado aos melhores artigos científicos de estudantes de graduação, pós-graduação e recém doutores, que poderão ter seu trabalho publicado no livro de resumo do CBMy.

 

Singer Foray

 

O Singer Foray éum evento organizado anualmente pela Pós-Graduação em Botânica do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), cuja proposta é a realização de visitas a campo, acompanhadas de informações teóricas sobre fungos macroscópicos para micólogos (profissionais e em formação) interessados em diversidade, taxonomia e biologia de fungos.

 

Este ano, devido à ocasião, o II Singer Foray ocorrerá como parte da programação do CBMy. A atividade será realizada na Reserva Florestal Adolpho Ducke - Inpa, localizada na rodovia AM-010, onde os participantes ficarão por três dias fazendo estudos práticos.

 

Além o Inpa, outras organizações estão à frente do Congresso, como a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), o Instituto Leônidas e Maria Deane (Fiocruz-Amazônia), a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e outras instituições pelo Brasil.

 

Para inscrição e mais informações, acesse http://www.cbmicologia2019.com.br/.

Inpa divulga lista de candidatos homologados para o MPGAP

O curso oferece 20 vagas para ingresso em 2019

 

Da redação – Inpa
Banner – Priscila Lopes

 

O Conselho do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia torna pública a lista de candidatos ao mestrado cujas inscrições foram homologadas:

Adriane da Silva Formigosa

Ana Maira Bastos Neves

Ângela Cristina de Oliveira Vasconcelos

Arianna Bianca Campos Rabelo

Aroldo de Souza Xavier

AulianeTavares Coelho

Caetano Lucas Borges Franco

Carlos Renato Schneider

Cristiano Gonçalves

Cristiano Neves de Oliveira

Daniel Rocha Cangussu Alves

Debora Bezerra Rodrigues

Edilise Costa e Silva

Eline Ribeiro Minuzzo dos Santos

Emily Gentil Vinhote 

Euclides Ferreira de Albuquerque

Francisco Santos de Oliveira

GivanilceTrindade Santos

Gleidson Almeida Aranda

GulhermeCavazzani

Hevelise Dias Silva

Jefferson Moreira da Silva

Jéssica Maia Alves Pimenta 

Joaquim Melo dos Santos Filho

Karen de Santis Campos

Khimberlly Ribeiro Sena

Leomar Indrusiak

Luíza Machado

Marcelo Albuquerque Chaves

Marilson Rodrigo da Silva

MARIO EUGENIO RUBBO NETO 

Michelly Magalhães Duarte

Miquéias Santos de Souza

Poliana Domingos Ferro

Rachel Nunes de Melo Messa

Renê Luiz de Oliveira

Reynier Omena Junior

RODRIGO YUITI IZUMI

Rosana Nobre da Silva

Ruth da Silva Praia

Sarah Rocha de Souza

Sebastiao Lopes Oliveira Junior

Simone Nogueira dos Santos

Tarik Argentim

Thayse do Socorro Muniz de Freitas

 

Processo seletivo

Estes candidatos, que estão aptos a participar do processo, passarão ainda por duas etapas. A primeira será constituída de três provas e terá caráter eliminatório. A segunda consistirá de análise de currículo e de carta de intenções e, se necessário, de entrevista. Esta etapa terá caráter classificatório.

Das 20 vagas destinadas à concorrência pública, cinco serão destinadas a candidatos de outros países que compõem a Bacia Amazônia e cinco reservadas para projetos do governo do estado do Amazonas.

As matrículas dos aprovados deverão ser efetuadas de 11 a 22 de março de 2019. As atividades do Curso terão início em 22 de abril e a parte presencial obrigatória será ministrada até 28 de junho de 2019 em regime ininterrupto, incluindo excursões de campo.

 

Gestão de Áreas Protegidas na Amazônia

O Mestrado Profissional em Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia (MPGAP) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) é construído em parceria com a Escola Latino Americana de Áreas Protegidas (Elap), da Universidade para a Cooperação Internacional da Costa Rica (UCI) e apoio da Agência de Cooperação Técnica Alemã (GTZ) e visa atender uma demanda crescente e urgente de qualificação de mão de obra para realizar a tarefa de cuidar destes espaços protegidos na Amazônia.

Esta gestão deve, necessariamente, ser multidisciplinar e exige a colaboração entre diferentes instituições, cobrindo aspectos da economia, legislação, administração e desenvolvimento local, que complementam a experiência em biologia, planejamento, gestão financeira, engenharia florestal e de pesca, agronomia e ecologia visando ajudar os gestores a realizar a articulação, facilitação e execução do processo de gestão.

Bosque da Ciência entra em recesso neste fim de ano

 

O próximo domingo (23) é a última oportunidade para visitar o espaço ainda em 2018

 

Da redação - Inpa

 

Com o objetivo de planejar as programações para 2019 e realizar manutenções necessárias ao bom funcionamento, o Bosque da Ciência, espaço de visitação do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) estará fechado ao público a partir da próxima segunda-feira (24). O local volta a receber visitantes no dia 4 de janeiro (sexta-feira).    

Situado na rua Bem-te-vi, s/n, bairro Petrópolis, o Bosque da Ciência funciona, normalmente, de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 16h30; aos sábados e domingos, das 9h às 16h. Às segundas-feiras o espaço é fechado para manutenções regulares.

  

O ingresso custa R$ 5, mas crianças até 10 anos e idosos a partir de 60 anos são isentos. Grupos escolares e instituições filantrópicas também não pagam, porém, precisam agendar a visita, que pode ser feita pelo site http://abc-bosque.inpa.gov.br/.

Vinculado à Coordenação de Extensão (Coext), o Bosque da Ciência oferece à população uma opção de lazer diferenciada, contribuindo para a educação cultural e ambiental. Entre as diferentes atrações, está o tanque de peixes-bois e o viveiro de jacarés, onde podem ser observadas as espécies jacaré-açu e jacaré-tinga, além de trilhas para caminhadas e dos atrativos da Casa de Madeira e do Chapéu de Palha do Lago.

  

Casa da Ciência em reforma

 

AC asa da Ciência, tradicional ponto dentro do Bosque e muito procurada por quem quer ver de perto a Coccoloba, maior folha do mundo, está em reforma desde o início de dezembro. Sua reabertura está prevista apenas para junho de 2019. No entanto, os visitantes ainda poderão ter acesso às exposições originalmente abrigadas pela Casa, já que o acervo foi distribuído para outros locais do Bosque da Ciência.