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Livraria do Inpa terá horário especial de funcionamento neste fim de ano

Atualmente, a livraria conta com 100 títulos disponíveis. A lista contendo todos os resumos dos livros encontra-se no site do Inpa

 

Texto: Karen Canto - Ascom Inpa

Arte: Rodrigo Verçosa – Editora Inpa

 

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Entre os dias 18 de dezembro a 05 de janeiro, a Livraria do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), vinculada à Editora Inpa, funcionará em horário especial, das 8h às 13h, de segunda à sexta. O motivo é o fluxo reduzido de pessoas nessa época de fim de ano.

 

A partir do dia 05 de janeiro, a Livraria voltará a funcionar normalmente, das 8h às 12h e das 13h às 17h. No período de horário diferenciado da livraria, o setor de Design Editorial da Editora Inpa continuará funcionando em horário normal, das 8h às 12h e das 14h às 18h.

 

Atualmente, a Livraria conta com 100 títulos disponíveis, 82 deles foram produzidos pela Editora Inpa e 18 que foram financiados através de projetos e programas liderados pelos próprios autores. Todas as obras são de autores do Instituto ou seus colaboradores.

 

Criada inicialmente com o objetivo de atender o público especializado (pesquisadores, estudantes e professores) que necessitava de literaturas de apoio aos seus estudos e pesquisas, a Livraria do Inpa está localizada no prédio da Editora, no Campus I do Instituto, na Av. André Araújo, 2.936, Petrópolis. Todas as pessoas com vínculo com o Inpa têm direito a 30% de desconto nas obras comercializadas na livraria. Para receber o benefício, basta apresentar o crachá de identificação.

 

Com preços das obras que variam de R$ 5 a R$ 125, o público pode encontrar livros nas áreas de botânica, biologia, zoologia, agricultura, sociologia, ciências políticas, agronomia, piscicultura, ecologia, educação ambiental e ornitologia (observação de aves). A lista contendo todos os resumos dos livros encontra-se no site https://livrariadoinpa.lojavirtualnuvem.com.br.

 

Segundo a técnica responsável pela Livraria do Inpa, a bibliotecária Shirley Cavalcante, é grande o interesse do público externo em adquirir livros que tratam da temática Amazônia. “A Editora passou a atuar em outra frente também com a produção de publicações numa linguagem mais simples para que boa parte do conhecimento produzido pelo Instituto se torne mais acessível à população interessada”, contou.

 

Livros mais vendidos

 

Entre os exemplares mais vendidos estão os livros: Aves da Região de Manaus, Frutos Nativos da Amazônia: comercializados nas feiras de Manaus, Tartarugas da Amazônia e o Guia de Sapos da Reserva Adolpho Ducke-Amazônia Central. Em relação às cartilhas, mais vendidas e que desperta o interesse infantil são: Vamos conhecer os insetos aquáticos, O mundo dos insetos aquáticos, Golfinhos da Amazônia e Noções básicas de nutrição e higiene.

 

Sobre a expectativa para o ano de 2018, apesar dos cortes orçamentários, o que se espera é que a Editora possa publicar as obras que já estão finalizadas só a espera de financiamento. “E que os convites dos eventos científicos aumentem, que é de onde vem uma maior visibilidade com público externo”, diz Cavalcante.

 

Para adquirir as obras, basta acessar o site ou comparecer pessoalmente à livraria ou visitar o Museu da Amazônia (Musa) e procurar pelos livros de seu interesse. A livraria não aceita compras via cartão de débito/crédito. Para mais informações, entrar em contato pelo telefone (92) 3643-3223 ou pelos e-mails editora.vendas@gmail.com ou editora@inpa.gov.br.

Fátima Silva e espaço de embelezamento marcam Festa de Confraternização do Inpa

Animados pelo encanto do Coral Infantil da Fundação Grande Loja Maçônica (Glomam) e pela interpretação empolgante de Fátima Silva, servidores e colaboradores se divertiram pra valer

 

Da Redação Ascom Inpa

Fotos: Cimone Barros

 

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Em meio à música e mensagem de coragem para superar as dificuldades da vida e da gestão, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) realizou sua tradicional Festa de Confraternização de Fim de Ano. Animados pelo encanto do Coral Infantil da Fundação Grande Loja Maçônica (Glomam) e pela interpretação empolgante de Fátima Silva, servidores e colaboradores se divertiram pra valer.

 

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“A vida é de quem ousa, de quem tem coragem, àquela coragem que entende a alma humana. Na gestão também é assim. Temos de superar os desafios e se concentrar para fazer o melhor possível”, disse o diretor do Inpa, Luiz Renato de França, durante os festejos que aconteceram na última quinta-feira (7).

 

Para a coordenadora de Extensão, Rita Mesquita, os momentos de confraternização são alegres, festivos e importantes para que os colegas de trabalho possam se conectar uns aos outros, já que no dia a dia cada um fica no seu nicho. “Esse momento do Natal também é importante, porque nos faz ter uma reflexão sobre o que fazemos durante o ano de trabalho, mas também pensar no próximo ano, fazer planejamentos e projeções”.

 

A estagiária Kleyce Barbosa está há dois meses no Inpa e aprovou a confraternização. “As pessoas são carismáticas, a festa está muito boa e gostei bastante da mensagem de estímulo para termos coragem e buscar os nossos objetivos”, revelou.

 

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Depois de passar por tratamento contra o câncer, Fátima Silva volta ao palco e contagia o público com sua voz e desenvoltura marcantes. “Quero deixar aos coladores do Inpa que sempre me recebem com muito carinho e uma energia tão boa uma mensagem de superação, energia, cura e saúde, porque o resto a gente dá um jeito e vai atrás”.

 

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Enquanto a música rolava no Auditório da Ciência, outros aproveitavam para relaxar e dar um retoque na aparência, especialmente a mulherada. O Programa Qualidade de Vida (PQV) do Inpa com o apoio da Fipecq Vida presenteou os servidores com serviços de massagem, escova, manicure e design de sobrancelha.

 

“Todo mundo gosta de se sentir bem, se sentir bonito por dentro e por fora. Então, oferecemos a massoterapia e os serviços de embelezamento para o servidor sair daqui se sentindo bem, tanto internamente com relação ao bem-estar, quanto externamente no sentido de beleza”, disse a coordenadora de Gestão de Pessoas e presidente do PQV, Carolina Maia.

 

Organizada pela Comissão de Eventos, a confraternização contou ainda com um brunch e sorteio vários brindes.

Parceria do Inpa com a FAS leva ferramenta de colheita de açaí para extrativistas

A palmhast é uma vara de 18 metros de altura adaptada com foice e acessórios que pesa 12 quilos e serve para coletar frutos de palmeiras como açaí, buriti, tucumã e pupunha

Da Redação – Ascom Inpa

Foto: Cimone Barros

 

Simples, produtiva e inovadora. Assim é a ferramenta de colheita de cachos de frutos de palmeiras da Amazônia desenvolvida pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). Uma parceria com a Fundação Amazonas Sustentável (FAS) permitirá que moradores de unidades de conservação do Amazonas utilizem a “palmhaste” para aumentar a produtividade da extração de açaí, a renda da comunidade e evitar acidentes, que são comuns quando se utiliza a peconha e outros instrumentos para escalar árvores muito altas.

 

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Nesta quarta-feira (06), a Coordenação de Extensão Tecnológica e Inovação (Coeti) do Inpa fez a entrega de seis kits do palmhast para a FAS, que serão levados para unidades de conservação (UC) que trabalham com a cadeia produtiva do açaí dentro do Programa Bolsa Floresta. Cerca de 300 famílias da unidade do Madeira serão as primeiras a “testar” a ferramenta, depois as do Alto Juruá, Mamiraurá e Piagaçu-Purus. Juntas, essas UC totalizam cerca de 700 famílias.

“Há três anos estamos trabalhando nessa ferramenta, que vem para melhorar a qualidade de vida de extrativistas e produtores rurais que coletam frutos de palmeiras de alto valor econômico. Se aprovada pelos comunitários, podemos produzir em escala e aumentar a geração de renda das pessoas sem que corram risco de vida”, disse um dos inventores, o técnico do Inpa formado em engenharia floresta, Afonso Rabelo. Os ilustradores botânicos Gláucio Belém e Felipe França compartilham da invenção.

 

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De acordo com Rabelo, que desenvolve outras tecnologias de aproveitamento dos frutos nativos, na Amazônia existem cerca de 180 palmeiras, das quais 20 possuem frutos de alto valor econômico como açaí, buriti, tucumã, pupunha, coco e bacaba. A palmhast é uma vara de alumínio naval de 18 metros de altura (pesa 12 quilos) adaptada com uma foice cortadeira e acessórios (a exemplo da lona de carreteiro para aparar os frutos) que pode ser usada nas palmeiras com espinho e sem espinho, e aumenta o ganho, evitando o desperdício.

“Essa é uma tecnologia desenvolvida por necessidade da comunidade, e uma associação com a FAS e a iniciativa privada vai disponibilizar essa ferramenta, que é muito importante do ponto de vista econômico e social”, destacou o diretor do Inpa, o pesquisador Luiz Renato de França.

Para se ter ideia, em quatro horas de trabalho com a palmhast é possível coletar duas sacas de açaí em área de floresta preservada, o que significa difícil acesso. “Isso rende pelo menos 80 litros de açaí de ótima qualidade, que se vendido a 10 reais o litro gera 800 reais em um dia. Ou seja, em pouco tempo se paga a ferramenta”, contou o contador e engenheiro Arley Encarnação, que é um apreciador de açaí e já testou a ferramenta “com sucesso”.

Know How

De acordo com a Coordenadora da Coeti, Noelia Falcão, os kits da palmhast entregues para a FAS foram produzidos pela empresa LM Manutenção, por meio de contrato de sigilo de confidencialidade. A tecnologia não é protegida por patente, e se houver interesse em escala o Inpa deverá fazer um contrato de transferência de tecnologia de Know How.

Nesse tipo de contratohá a transferência para uma empresa do conhecimento de todo o processo de reconhecido valor de mercado, garantindo em instrumento legal prazos e até pagamento de royaties. No Inpa, só o inventor do purificador de água (Água Box), pesquisador Roland Vetter, recebe royalty por invenção.

“Essa é uma tecnologia simples e útil muito importante para o trabalho nas comunidades. O Inpa tem um conhecimento vasto e nós temos outras 69 tecnologias protegidas, além das que não tem proteção que podem ser transferidas para empresas e estarem acessíveis à sociedade”, contou Noelia Falcão, destacando que das tecnologias protegidas, 11 possuem patentes nas áreas dermocosméticos, saúde e alimentação.

 

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Segundo a gerente do Programa Bolsa Floresta, Valcleia Solidade, os kits das palmshast ficarão em teste de dois a três meses nas comunidades. “Se aprovados, poderemos definir em oficina de investimento que a ferramenta é importante e poderemos adquirir mais kits juntos ao Inpa, com quem já temos uma relação antiga e com quem possuímos termo de parceria para testar as tecnologias do Instituto”, contou Solidade.

O Água Box, por exemplo, a FAS instalou em 12 comunidades. Agora em parceria com o projeto Água mais Acesso, a Fundação está levando sistema de captação e distribuição de água, incluindo o aparelho de desinfecção solar de água, para outras duas comunidades do Rio Negro.

As pessoas ou empresas que tiverem interesse em adquirir a palmhast, podem entrar em contato com a Coeti, através do e-mail ceti@inpa.gov.br ou pelos telefones (92) 3643-3324 e 3643-3352.

Inpa participa de sensibilização ambiental no Dia de Combate ao mosquito Aedes aegypti

Atividades acontecerão nesta quarta-feira, no Grêmio Recreativo Unidos do Alvorada, situado na Rua São Bernardo, a partir das 13h30

 

Texto: Karen Canto - Ascom Inpa

Foto: Luciete Pedrosa e Eduardo Gomes (Acervo) - Inpa

 

No Dia Nacional de Combate ao Aedes aegypti (07), o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), por meio do Laboratório de Malaria e Dengue, fará uma sensibilização ambiental sobre os problemas relacionados ao mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika.

Numa iniciativa da Fundação em Vigilância e Saúde do Amazonas (FVS), o encontro acontecerá nesta quinta-feira (7), no Grêmio Recreativo Unidos do Alvorada, situado na Rua São Bernardo, a partir das 13h30. A programação integra as atividades da Semana Nacional de Combate ao Aedes aegypti e tem o objetivo de intensificar o combate ao mosquito transmissor das doenças, chamando a atenção da população para medidas de prevenção e controle de focos do mosquito em Manaus.

 

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Para esclarecer a população como se dá a proliferação do mosquito, o ciclo de desenvolvimento e como a sociedade pode contribuir, o Inpa fará demonstrações práticas. “Mostraremos também uma questão relacionada a um quesito muito importante no processo reprodutivo do mosquito, que é a quiescência”, explica o chefe do Laboratório de Malária e Dengue do Inpa, pesquisador Wanderli Pedro Tadei.

“A quiescência é o período de repouso em que o ovo desse mosquito pode permanecer seco até aproximadamente um ano e meio quando volta a eclodir (nascer mosquitinhos)”, explica o pesquisador. O mosquito tem hábitos diurnos (se alimenta durante o dia) e uma biologia reprodutiva que favorece a sua proliferação e consequentemente a transmissão dessas doenças.

 

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Segundo Tadei, a situação é um problema sério no processo de controle da doença, pois os ovos são frequentemente colocados em vasilhames que estão em terreno baldio, material de oficina de carros e tudo mais que possa acumular água. “Sendo um local sombreado, as fêmeas põem ovos”, alerta.

Na opinião de Tadei, outro agravante enfrentado na Amazônia são as construções no período de inverno. Segundo ele, são locais onde o acúmulo de água no subsolo é propício para a reprodução do Aedes aegypti. “Esses prédios, quando estão sendo construídos, se transformam em criadores de mosquitos”, diz. “Então, os primeiros moradores desses prédios em construção são os Aedes. É preciso de um monitoramente intensivo nesses prédios”, finaliza.  

Diretor do Inpa participa de posse de novo superintendente da Polícia Federal do Amazonas

Alexandre Silva Saraiva é no superintendente da PF no Amazonas. Saraiva substitui o delegado Marcelo Rezende que atualmente é adido da PF na Espanha

 

Da Redação – Ascom Inpa

Foto: Cimone Barros

 

Com um discurso focado no combate à corrupção, ao tráfico de drogas e ao crime ambiental, tomou posse nesta terça-feira (05) o novo Superintendente Regional da Polícia Federal do Estado do Amazonas, o delegado de Polícia Federal Alexandre Silva Saraiva. A cerimônia ocorreu na Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e contou a participação do diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), Luiz Renato de França, e representantes de outras instituições do Estado.

De acordo com o diretor do Inpa, a interação entre as instituições é fundamental para se trabalhar na região. “A Polícia Federal, além de nos ajudar na gestão olhando contratos e outras questões, ela nos solicita informações para investigações e tem nos procurado para uma interação melhor inclusive relacionada a informações de princípios ativos”, disse França.

 

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Natural do Rio de Janeiro, Saraiva é formado em Direito e atualmente faz doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia (PPG-Casa/Ufam). Saraiva ingressou na PF em 2003 e nos últimos anos esteve à frente da Superintendência Regional da PF de Roraima (2011-2014) e do Maranhão (2014-2017). No início da carreira, no Rio de Janeiro, ele atuou em delegacia de combate a crimes ambientais.

“O combate implacável à corrupção é o nosso carro-chefe. Também vamos trabalhar muito fortemente no combate aos crimes ambientais, desmatamento, tráfico de animais, exploração ilegal de madeiras, e também ao tráfico de drogas nos rios”, disse o superintendente da Polícia Federal no Amazonas, Alexandre Saraiva, que substitui Marcelo Rezende, que agora atua como adido da Polícia Federal em Madri (Espanha).

Na área ambiental, o superintendente da PF pretende fazer um trabalho de investigação, de inteligência para mapear os locais de comércio de animais, por exemplo, e de maior com as instituições de ensino e pesquisa. Conforme Saraiva, a polícia precisa da prova científica para fazer um bom trabalho, além de ser peça “importantíssima” num processo judicial.

 

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“Temos buscado esse conhecimento na universidade, no Inpa, porque esse conhecimento tem de gerar retorno para a sociedade. Uma das formas disso acontecer é que os órgãos de segurança pública utilizem desse conhecimento, e estamos sendo muito bem recebidos pela universidade, pelo Inpa, e essa parceria tem aumentado bastante”, contou Saraiva.

No final de 2014, o Inpa ofereceu um treinamento de reconhecimento de madeira para agentes da Polícia Militar, Polícia Federal e Interpol. A proposta foi capacitar os agentes de fiscalização para atuar melhor no combate ao contrabando de madeira.

Inpa realiza Festa de Confraternização de Fim de Ano nesta quinta-feira

A Festa terá apresentação musical, sorteio de brindes, café da manhã e outras surpresas

 

Da Redação – Ascom Inpa

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As canções natalinas do Coral Infantil da Fundação Grande Loja Maçônica do Amazonas (Glomam) animam a Festa de Confraternização do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), nesta quinta-feira (7), partir das 9h, no Auditório da Ciência. Toda a comunidade do Inpa está convidada a participar deste momento de alegria e novação.

Para este ano, a Comissão de Eventos preparou um café da manhã especial com um cardápio inclui frutas regionais, sucos, café com leite, pães, sanduíches naturais, x-caboquinho, mingaus, bolos, pratos quentes e muito mais. A confraternização contará ainda com outras atrações musicais e sorteio de brindes.

No repertório, o coral infantil composto por cerca de 30 vozes traz ainda músicas infantis, clássicas e tradicionais do Brasil e de outros países. Regido pela maestrina Amanda Aparício e pelo pianista Hugo Mesquita, o coral tem se destacado em Manaus com apresentações em outros idiomas como inglês, russo e latim. O coral se apresentou este ano no Inpa no Dia das Crianças.

Inpa e instituições parceiras entregam para a sociedade 114 novos mestres e doutores

Os formandos são oriundos de várias partes do Brasil e sete deles são do Peru, Colômbia e Equador, países que fazem parte da Pan-Amazônia

 

Por Karen Canto (texto e foto) – Ascom Inpa

 

Na noite da última quinta-feira (30), o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) entregou à sociedade 114 novos mestres e doutores de 11 cursos de pós-graduação. Os alunos são de cursos de mestrado e doutorado do Inpa, da Nilton Lins e da Rede Bionorte.

Os formandos são oriundos de várias partes do Brasil e sete deles são do Peru, Colômbia e Equador, países que fazem parte da Pan-Amazônia. Dos 114 formandos, 35 são de doutorado e 79 de mestrado.

Estão distribuídos nos cursos de Aquicultura (programa da Nilton Lins em associação com o Inpa); Genética, Conservação e Biologia reprodutiva; Entomologia; Agricultura no Trópico Úmido; Biologia de Água Doce e Pesca Interior; Biodiversidade e Biotecnologia/ Rede Bionorte; Botânica; Ecologia; Ciências de Florestas Tropicais; Gestão em Áreas Protegidas da Amazônia; e Clima e Ambiente (em associação com a Universidade do Estado do Amazonas -UEA).

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Na ocasião, o diretor do Inpa, Luiz Renato de França, relembrou a importância do momento, mencionando que no Brasil a taxa de jovens que chegam até o ensino superior equivale a 13%, 14%. “E essa pequena parcela que hoje está formando é um investimento que o país fez muito acertadamente”.

Um dos formandos é Alexandre Somavilla, que recebeu o diploma de doutorado em Entomologia. Natural do Rio Grande do Sul, Somavilla conta que um dos maiores sonhos que tinha era poder trabalhar na Amazônia. “Então, como biólogo, poder fazer uma pós-graduação na Amazônia foi incrível, uma experiência muito gratificante”, revela.

O entomólogo pontua que durante o curso de doutorado teve a oportunidade de morar fora do país e conhecer alguns museus importantes para dar continuidade ao seu trabalho. A experiência, segundo ele, foi enriquecedora. “E, provavelmente, só por conta de estar no Inpa, um Instituto enorme de pesquisa, com grande potencial na área da Amazônia e diversas outras regiões que ele abrange, foi possível dar continuidade a esses estudos”, ressalta ao acrescentar que agora está com uma bolsa de pós-doutorado, também no Inpa.

 

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Durante a cerimônia, o diretor do Inpa fez questão de ressaltar a importância das parcerias entre o Inpa e outras instituições de ensino superior, afirmando que esta parceria em conjunto de integração de pesquisa é indispensável para que mais momentos como estes possam acontecer. “É fundamental a parceria com a Nilton Lins e com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam) ”, diz ao frisar que grande parte dos diplomas são feitos pala Ufam. “Porque o Inpa não é uma instituição acadêmica, o Inpa não faz diploma”, lembra.

Além do diretor do Inpa, estiveram presentes para a cerimônia de abertura a coordenadora de Capacitação do Instituto, Beatriz Ronchi, e as Pró-Reitoras de Pesquisa e Graduação da Ufam e Nilton Lins, Selma Suely de Oliveira e Cleuciliz Magalhães, respectivamente.

O diretor acrescenta que quando analisa as estáticas brasileiras dos últimos dez anos, o número de mestres pulou em torno de 10mil para 50 mil que são formados ao ano; de doutores, de 3mil para 15, 16 mil. “Nós temos uma massa de jovem altamente qualificada. E os jovens que estão aqui hoje recebendo formalmente seus diplomas, além de permitirem a eles a possibilidade de melhores empregos, é um compromisso social com a população. Uma cidadania muito grande”.

Pluralidade de alunos

Nos programas de pós-graduação oferecidos pelo Inpa, alunos de todas as regiões do Brasil e de outros países fazem parte do grupo em que cerca de 70% após a formação, permanecem na Amazônia atuando na iniciativa pública, privada e no terceiro setor. Ao todo, o Inpa já formou mais de 2.500 profissionais.

 

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Paula Lopes, que recebeu o diploma de mestrado, volta para Roraima (RR) com o compromisso de ter de repassar para a sociedade, com responsabilidade, o conhecimento adquirido com os professores, pesquisadores e com os colegas de curso. “Como professores que somos, temos que formar alunos com capacidade de racionar criticamente. Este é nosso dever”, afirma.

Para o gaúcho Dalton Nunes Filho, mestre em Biologia de Água Doce pelo Inpa, e que também pretende ficar desenvolvendo pesquisas na Amazônia, o diploma representa a retribuição de um trabalho em conjunto e a certeza de ter feito a escolha certa. “Acredito que tenha sido a melhor experiência da minha vida. Valeu muito a pena ter feito o curso aqui no Inpa”.

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Artigos natalinos e decorativos chamam atenção na exposição do Criarte com Novas Ideias

Aberto ao público, o Criarte reúne 13 expositores até amanhã das 9h às 16h, na Biblioteca do Inpa

 

Da Redação – Ascom Inpa

Foto: Raquel Chaves

 

Criatividade, talento e dedicação ao trabalho manual. A união desses elementos resultou em uma exposição colorida, diversa e atraente para o público que prestigiou o primeiro dia do Criarte com Novas Ideias, promovida pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). A exposição dos servidores e colaboradores do Inpa segue nesta sexta-feira (1º), das 9h às 16h, no Auditório da Biblioteca. A atividade é aberta ao público.

Artigos natalinos e decorativos chamam a atenção, mas a variedade é grande. São sandálias artesanais, vasos de flores decorados, bolsas, artigos para mesas e cozinha, garrafas decoradas, cosméticos e itens da culinária.

 

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Há mais de anos como expositora, a servidora aposentada Gláucia Cauper levou vasos artísticos de flores, arranjos natalinos e uma novidade. “Hoje eu trouxe mais uma opção, que é comida vegana, uma comida bem saudável que foi feita por uma nutricionista, a minha nora. Aqui é tudo em família”, diz Cauper, que desde os 12 anos trabalha com artesanato.

Outra servidora que mostrou suas habilidades foi a técnica de laboratório Eliana Silva dos Santos, que há 37 anos trabalha no Inpa. Depois de passar por dificuldades financeiras, buscou no artesanato uma fonte extra e há uma década faz sandálias artesanais. “O Criarte é muito bom. A gente tem entrosamento, desenvolve nosso talento e faz com que nossa arte seja divulgada dentro do nosso ambiente de trabalho”, destaca.

 

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A artesã Deizanira dos Santos soube da exposição por uma servidora do Inpa e não perdeu a chance de mostrar o seu trabalho. “Eu faço toalhas de mesa e de banho, pintura, tapetes, sandálias, crochê, bolsas, tem uma variedade de trabalho e com vários preços também. Faço trabalhos assim desde adolescente”, conta.

O Criarte com Novas Ideias é organizado pela Comissão de Eventos do Inpa. Este ano, 13 expositores participam do evento.

 

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Inpa proporciona tarde de lazer e esclarecimento sobre tipos de câncer para servidores

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Especialista relata que uma das grandes preocupações das mulheres é com relação ao câncer de colo de útero e de mama

Por Karen Canto (texto e foto) – Ascom Inpa

Quando se fala em qualidade de vida é necessário falar em prevenção. Assim, informações referentes ao diagnóstico e prevenção dos tipos mais comuns de câncer que atingem homens e mulheres foram tema central da campanha Novembro Azul e Rosa. O intuito é que o servidor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) tenha consciência da importância da prevenção.

No evento realizado pela Comissão do Programa Qualidade de Vida do Inpa, na tarde da última quarta-feira (29), teve espaço ainda para serviços de massoterapia, aferição de pressão, medição de bioimpedância, cuidados com a beleza, sorteio de brindes para os servidores e coffee break.

Estiveram presentes servidores, pesquisadores e o diretor do Instituto, o pesquisador Luiz Renato de França. Também esteve presente a ginecologista e obstetra Cristiane Pacheco, que trouxe esclarecimentos sobre o câncer de mama e do câncer do colo de útero.

“O Inpa quer que o servidor se previna, tenha mais qualidade de vida e que ele realmente se sinta bem aqui no ambiente de trabalho. A prevenção é o melhor caminho”, ressalta a coordenadora de Gestão de Pessoas doInpa, Carolina Maia.

 

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A médica especialista convidada destaca que uma das grandes preocupações das mulheres é com relação a esses dois tipos de câncer, daí a necessidade de fazer um apanhando para explicar ao público, principalmente às mulheres. “Trata-se de um câncer comportamental e que pode ser prevenido através de exames periódicos”, lembra.

Pacheco ressalta que um marcador característico geneticamente do câncer de mama, por exemplo, é o histórico familiar da mulher. “Aquela mulher em que a mãe, irmã, tias já tiveram câncer de mama, as chances de desenvolver a doença são de 50%”, diz. Entretanto, a ginecologista alerta para outros fatores tão importantes quanto. “Digamos se essa mesma mulher fume, então as chances sobem para mais 20%; aí essa mulher engravidou apenas uma vez ou nunca engravidou, nunca amamentou (o que seria um fator de prevenção) e ainda tomou estrogênio ou anabolizante, essa mulher vai ter 90% de chances de ter câncer de mama”, alerta.

Segundo a profissional, é por isso que hoje mulheres que apresentam um forte histórico familiar estão fazendo os marcadores tumorais, o BRCA1 e BRCA2, que são marcadores genéticos de predisposição ao câncer de mama. “Quando isso ocorre, muitas mulheres realizam a mastectomia, porque nesses casos já é comprovado que ela terá 80% de chances”, afirma.

 

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HPV

Durante a palestra, a especialista mencionou também que o HPV (do inglês Human Papiloma Virus) se apresenta de diferentes formas. Uma delas é quando ele está incubado no organismo e pode levar anos. “Há casos onde uma mulher pode ter tido um namorado passado, se infectado com o HPV. Passam-se três anos, já está namorando uma outra pessoa e ela começa a apresentar os sintomas. Vamos pesquisar e o atual parceiro não tem. Foi esse parceiro de três anos atrás”, diz a médica ao acrescentar que sempre que surgem questões que mexem com a sexualidade são extremante melindrosas. “A primeira coisa que a pessoa pensa é que o outro foi infiel, e não é. Tem esse período aí de lacuna que a gente não tem como precisar quando houve a infecção”, pontua.

As outras duas formas que o HPV se apresenta são a lesão subclínica, que é essa que a gente ver só com exames ou com a colposcopia, que são os exames mais minuciosos e a lesão clínica, que é quando se vê propriamente a lesão.

Barreira

Um dado alarmante ainda que a médica traz é sobre a existente barreira em não fazer da saúde a prioridade principal. Nesses casos, ela relata que a questão cultural em relação a muitos pudores com o próprio corpo ainda é muito forte. “É muito comum encontrarmos mulheres, já adultas, que não conhecem o próprio corpo; acham que a vagina é um buraco sem fim; não sabem onde fica o colo do útero; não sabem os lugares da própria vagina em que sentem mais prazer, o que acarreta problemas com a sexualidade”, diz.

Para a médica, essas barreiras se baseiam em duas coisas: na falta de conhecimento do que é de fato o câncer que ela possa se prevenir e na questão cultural dos pudores. “Da vergonha em ir lá e abrir as pernas. Elas acabam não gostando muito dessa situação, mas é importante”, afirma ao ressaltar que o diagnóstico precoce do câncer aumenta as chances de cura significativamente.

Saúde do homem

Se aspectos da saúde já apresentam um quadro complicado para nós mulheres, em se tratando dos homens a situação é ainda mais crítica. A médica revela que a grande maioria dos homens acaba indo ao médico por tabela. “Às vezes estão sentindo alguma dor, um incômodo no pênis, e pedem à mulher que vá ao ginecologista para ver se está tudo bem com ela, ao invés dele ir ao urologista”, diz.

Um dos motivos, segundo a ginecologista obstetra, tem a ver ainda com a aversão ao exame do toque e a certos estereótipos preconceituosos. “Tem muito homem que acha que isso irá comprometer sua masculinidade ou sexualidade. Existem aqueles que defendem que homens não adoecem”, afirma. “A mulher acaba sendo mais suscetível em ir ao médico, mas o homem não”, alerta.

Para a especialista, a iniciativa do Inpa em proporcionar uma tarde de conscientização aos servidores é uma forma de facilitar e de pular barreiras, é o acesso fácil, direto e esclarecedor. “Eu poderia estar dando essa palestra lá na unidade de saúde, mas aí o servidor do Inpa estaria trabalhando, e sendo na área de saúde e ele trabalhando em outra área, não teria porquê ele ir”, diz.

Inpa realiza cerimônia de entrega de diplomas para mais de 100 novos mestres e doutores

Os formandos são oriundos de várias partes do Brasil e sete deles são do Peru, Colômbia e Equador, países que fazem parte da Pan-Amazônia

Da Redação – Ascom Inpa

Arte: Ayrton Hugo

 

Capacitar recursos humanos para o desenvolvimento da Amazônia faz parte da missão do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), que nesta quinta-feira (30) realiza cerimônia de entrega de diplomas a 114 formandos de 11 cursos de pós-graduação. Os alunos são de cursos de mestrado e doutorado do Inpa, da Nilton Lins e da Rede Bionorte.

A mesa de abertura será composta pelo diretor do Inpa, Luiz Renato de França, a coordenadora de Capacitação, Beatriz Ronchi, além de representantes das universidades parceiras.  O evento acontece às 17h, no Auditório da Ciência do Inpa, bairro Petrópolis.

Referência mundial nos estudos da biodiversidade e dos ecossistemas amazônicos, o Inpa já formou mais de 2.500 profissionais. Após a formação, cerca de 70% permanecem na Amazônia atuando na iniciativa pública, privada e no terceiro setor.

 

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Os formandos são oriundos de várias partes do Brasil e sete deles são do Peru, Colômbia e Equador, países que fazem parte da Pan-Amazônia. Dos 114 formandos, 35 são de doutorado e 79 de mestrado, distribuídos nos cursos de Aquicultura (programa em Associação com a Nilton Lins – 1D, 5M), Agricultura no Trópico Úmido (8M), Biologia de Água Doce e Pesca Interior (3D,7M), Biodiversidade e Biotecnologia/ Rede Bionorte (1D) e Botânica (3D, 8M).

Também integram a lista formandos de Ciências de Floresta Tropical (2D,11M), Clima e Ambiente (em associação com a Universidade do Estado do Amazonas/UEA - 4D), Ecologia (4D, 22M), Entomologia (8D e 10M), Genética, Conservação e Biologia Evolutiva (3D, 8M) e Mestrado Profissionalizante em Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia (6M).

Apesar do corte no orçamento da ciência brasileira que impõe adaptação das pesquisas aos recursos disponíveis, reduzindo ao máximo os gastos e viagens, há estudantes do Inpa que se destacam em nível internacional. Dois exemplos são de Itanna Fernandes e de Carolina Levis, vinculadas aos cursos de doutorado de Entomologia e Ecologia, respectivamente.

Itanna Fernandes ganhou o Prêmio Global Jovens Pesquisadores promovido pela Plataforma Global de Informação sobre Biodiversidade (GBIF) por publicar um conjunto de dados de monitoramento ambiental de formigas nas áreas de influência da Usina Hidrelétrica Santo Antônio (RO). Como defendeu a tese há menos de dois meses, Fernandes não receberá o diploma agora.

 Já Carolina Levis liderou um estudo publicado no início deste ano na Science no qual mostra que povos pré-colombianos moldaram a flora da floresta Amazônia. O estudo teve a participação de um grupo internacional de 152 cientistas. No segundo semestre deste ano, Levis foi agraciada na II edição do Prêmio Cientista e Empreendedor do Ano do Instituto Nanocell na categoria Biotecnologia Agro&Industrial pelo conjunto de sua obra.