Reunião debate ações em prol do fortalecimento do sistema de CT&I no AM

Propor ações de melhorias para os cursos de pós-graduação do Amazonas foi um dos assuntos discutidos na reunião realizada na quarta-feira (30/10) pela diretoria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) com gestores de instituições de ensino e pesquisa do Estado. O encontro ocorreu na sede da Fundação, no bairro Flores, zona centro-sul de Manaus.

O objetivo da reunião foi debater formas para que as instituições atuem de forma integrada em prol do fortalecimento do sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Estado.

Participaram da reunião pela Fapeam, a diretora-presidente, Márcia Perales; a diretora técnico-científica, Marne Vasconcellos; a diretora administrativo-financeira, Márcia Irene Andrade; o secretário de estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), Jório Albuquerque Veiga Filho, e a secretaria executiva de CT&I, Tatiana Schor.

Das instituições de ensino e pesquisa participaram o reitor da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Cleinaldo Costa; o reitor da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Sylvio Puga; a diretora Sistêmica de Pesquisa e Pós-Graduação do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), Cláudia Ribeiro de Souza;  a pró-reitora de Ensino, Lívia de Souza Camurça Lima (Ifam), e  a diretora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Antonia Franco.

30.10.1988 - REUNIÃO INTERINSTITUCIONAL NA FAPEAM- FOTOS ÉRICO XAVIER-5

Durante o encontro, Márcia Perales relembrou o que havia sido apresentado na reunião anterior realizada no dia 18 de outubro com os gestores, como por exemplo, o panorama de investimentos realizados na última década (2008-2018), bem como os programas lançados pela Fundação em 2019. Para este ano, estão provisionados recursos de R$85 milhões para CT&I no Estado.

Destacou ainda que mais de 50% do investimento realizado pela Fapeam é destinado para a formação de recursos humanos para CT&I. “O que queremos é avançar mais com essa interlocução entre as instituições para fortalecer o sistema de CT&I no Amazonas. Temos vários pontos convergentes que nos unem e também fortalecem” informou.

O titular da Sedecti, Jório Albuquerque Veiga Filho, disse que o Amazonas possui o segundo maior parque industrial do Brasil. “Precisamos aproximar a academia e a indústria”, comentou.

No encontro, também foi citado a Reunião Interinstitucional sobre as alterações na Avaliação do Sistema Nacional de Pós-Graduação – SNPG/CAPES  promovido pela Fapeam com a diretora de avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Sônia Nair Báo, que ocorrerá no dia 7 de novembro.

A atividade é voltada para pró-reitores, coordenadores dos cursos e programas de pós-graduação e autoridades afins das instituições de ensino superior do Amazonas.  A reunião será realizada com o objetivo de promover a preparação preventiva dos programas.

 

Por: Esterffany Martins

Fotos- Érico Xavier

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Vigilância em Saúde no Amazonas e Saúde Mental na Pós-Graduação foram temas do Encontro da Pós-Graduação da Fiocruz Amazônia, no dia 31/10

Em seu terceiro dia de realização, o I Encontro da Pós-Graduação do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia) iniciou as atividades com a mesa-redonda Vigilância em Saúde no Amazonas. Falaram sobre esse tema o pesquisador e diretor da Unidade da Fiocruz no Amazonas, Sérgio Luz (Estratégia Inovadora para o controle de Aedes), o gerente de Doenças de Transmissão Vetorial da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (GDTV-FVS), Daniel Barros de Castro, e o gerente de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Manaus (Semsa), Jair dos Santos Pinheiro.

Com o tema One Health, o  I Encontro da Pós-Graduação é um evento científico realizado por professores e alunos de pós-graduação do ILMD/Fiocruz Amazônia com o intuito de divulgar pesquisas científicas e promover a integração dos programas de pós-graduação (Mestrado Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia – PPGVIDA e Mestrado de Biologia da Interação Patógeno Hospedeiro – PPGBIO-Interação),  além de propiciar debates sobre os estudos que estão sendo desenvolvidos no Amazonas, de acordo com as áreas e  conexões entre elas.

O evento iniciou no dia 29/10 e termina amanhã, 1º. de novembro. Com uma roda de conversa sobre O futuro da Pós-Graduação, da qual participam Fábio Trindade Maranhão Costa (da Universidade Estadual de Campinas – Unicamp), Márcia Perales Mendes Silva (da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas – Fapeam), Richarlls Martins (coordenador da Associação de Pós-Graduandos da Fiocruz do RJ –  APG-Fiocruz), Patrícia Melchionna Albuquerque (Coordenadora Geral de Pós-Graduação da Universidade do Estado do Amazonas – PROPESP- UEA) Maria Augusta Bessa Rebelo (professora da Universidade Federal do Amazonas – Ufam) e Claudia María Ríos Velásquez (pesquisadora e vice-diretora de Ensino, Informação e Comunicação do ILMD/Fiocruz Amazônia).

TEMÁTICAS

A coordenadora do evento e pesquisadora do ILMD/Fiocruz Amazônia, Priscila Aquino, comenta que os temas das palestras foram pensados junto com os alunos da pós-graduação da Unidade e distribuídos conforme as demandas tanto dos discentes quanto dos docentes, e de acordo com as temáticas associadas ao One Health.

Saúde Mental na pós-graduação foi um dos temas selecionados pelos alunos e que foi discorrido pela psicóloga e professora da Ufam, Denise Gutierrez.

Especificidades da Pesquisa Clínica na Amazônia também foi tema de mesa-redonda debatida pelos pesquisadores Marcus Lacerda (ILMD/Fiocruz Amazônia e Fundação de Medicina Tropical Heitor Vieira Dourado – FMT/HVD) que discorreu sobre Pesquisa colaborativa: o que queremos ser?; em seguida, Adriana Malheiro Alle Marie (Ufam) falou sobre Pesquisa básica em imunologia associada à aplicação clínica: experiências do grupo de pesquisa em Imunologia Básica e Aplicada; e Jacqueline Sachett (UEA/FMT-HVD) abordou Pesquisa Clínica em acidentes por serpentes: experiência da Fundação de Medicina Tropical – FMT-HVD.

EGRESSOS

Confira os trabalhos apresentados no terceiro dia de evento  pelos alunos egressos dos cursos do ILMD/Fiocruz Amazônia:

  1. Fatores associados à distribuição epidemiológica e espacial das notificações de Leishmaniose visceral, Brasil, 2001 a 2014 – Lisiane Lappe dos Reis;
  2. Investigação diagnóstica de pacientes com Mansonelose, submetidos ao tratamento com Ivermectina no município de São Gabriel da Cachoeira – Uziel Ferreira Suwa;
  3. Análise espacial da mortalidade infantil e condições de vida no arco norte da faixa de fronteira brasileira no período de 2000 a 2015 – Francélio Vieira de Souza;
  4. Análise e caracterização proteica do secretoma e da formação de biofilme por Aspergillus fumigatus – Cláudia Patrícia Mendes de Araújo;
  5. Redes Vivas em Região de Fronteira: usos e percursos na Rede de Saúde Materno-Infantil – Milene Neves da Silva;
  6. Avaliação da Assistência Farmacêutica na Atenção Básica da Saúde no Brasil através do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB) – Orácio Carvalho Ribeiro Júnior;
  7. Investigação de vírus em Flebotomíneos (Diptera: Psychodidae), em uma comunidade de rural na Amazônia central brasileira – Antonio José Leão Cardoso
  8. Bionomia de Migonemyia migonei (Diptera, Psychodidae, Phlebotominae) em condições experimentais – Eric Fabrício Marialva dos Santos

 

OPINIÃO

O I Encontro da Pós-Graduação está sendo considerado pelos alunos do ILMD/Fiocruz Amazônia um evento exitoso, pois conseguiu agregar várias discussões que conseguem conectar-se com a temática One Health.

Para a aluna do curso  de Mestrado de Condições de Vida e Situações de Saúde na Amazônia, turma 2018 e orientanda da professora Ormezinda Celeste Cristo Fernandes, “o evento está sendo ótimo, porque nesse Encontro podemos ver temas relevantes de forma geral, das várias linhas de pesquisa dos cursos e não só na que eu desenvolvo, Fatores sócio biológicos no processo saúde-doença na Amazônia, que é mais voltada para pesquisa clínica, e aqui eu vejo pesquisas qualitativas, que eu não tenho tanto contato, quanto a pesquisa quantitativa”, comentou.

DADOS DO ENCONTRO

 

1º. DE NOVEMBRO

Divulgação Científica e O futuro da Pós-graduação são os temas que serão debatidos no último dia de evento. Para falar sobre As narrativas das ciências: do positivismo comteano às crises dos paradigmas contemporâneos relatados pela mídia, o  I Encontro da Pós-Graduação contará com Ricardo Alexino Ferreira, professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).

O Encontro contou com seguintes parceiros: Projeto QualificaSUS, Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Escola de Enfermagem de Manaus (EEM- Ufam) e Gráfica Amazon. Para mais informações sobre o evento, clique.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas
Fotos: Eduardo Gomes e Marlúcia Seixas

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Caramuri possui o triplo da vitamina C encontrada na laranja, aponta estudo do Inpa

Pesquisa apoiada pela Fapeam caracteriza furto nativo da Amazônia e revela potencial como alimento funcional e de utilização pela farmacêutica

Por Wérica Lima e Cimone Barros - Inpa

Fotos: Acervo

Estudo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) para conhecer as características do caramuri (Caramuri Pouteria elegans), um fruto nativo da Amazônia, demonstrou alto valor nutricional como fonte de vitamina C – o triplo da laranja –, e quantidades significativas de minerais sobressaindo potássio e magnésio. Para os pesquisadores, o resultado indica que o caramuri tem potencial para ser utilizado pela indústria alimentícia e farmacêutica.

O caramuri é uma árvore de terra firme que alcança de seis a dez metros de altura, com frutificação de setembro a fevereiro e pouco conhecido pela população. O Fruto de cor amarelo quando maduro é mais comum na região de Maués (a 276 Km de Manaus-AM), polpa brancacenta, doce e de bom sabor e costumeiramente consumido “in natura”, mas pode ser consumido em licores, balas, sucos e diversas receitas. De cheiro doce e aroma específico, pertence à família Sapotaceae e chega a ser comparado ao abiu, fruto do mesmo grupo.

Publicado recentemente no International Journal of Food Properties, o artigo Aromatic and nutritional profile of an Amazonian autochthonous species, Caramuri Pouteriaelegans (A.DC.) Baehni, o artigo é assinado pelos pesquisadores do Inpa Jaime Aguiar, Francisca Souza e Dionísia Nagahama, além do bolsista de pós-doutorado do Inpa, Edson Silva, e o professor do Centro de Estudos Superiores de Tefé (Cest – UEA) Raimundo Junior. O trabalho é resultado do projeto Frutos Amazônicos para Produção de Alimentos Funcionais (2015-2018) – caramuri, açaí, camu-camu e cubiu, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

 

Caramuri Foto Acervo Jaime Aguiar INPA 4

 

“Procuramos estudar um fruto desse tipo para torná-lo conhecido pela população e ter incentivo para produção do fruto na agronomia”, disse Francisca Souza. “Vimos que a polpa do caramuri possui potencial regulador de distúrbios metabólicos como a hipertensão”, explica a pesquisadora e líder do Grupo de Pesquisa Alimentos e Nutrição na Amazônia do Inpa, Francisca Souza.

Com a maior biodiversidade do planeta, a Amazônia possui espécies frutíferas pouco conhecidas mas que possuem aportes nutricionais (vitaminas e minerais) igual ou superior aos encontrados em frutas comercializadas no mercado. “Por exemplo, o caramuri possui 143,07 miligramas de vitamina C para cada 100 gramas de polpa, o valor é superior ao da laranja – cerca de 40 mg - limão e mamão”, disse Aguiar.

O mais alto teor de vitamina C já encontrado é do camu-camu - 2.880 mg/100g de vitamina C. O Inpa trabalha desde a década de 1980 com o camu-camu, com o qual fez melhoramento genético da semente e trouxe a produção típica das várzeas e curso dos rios da Amazônia para a terra firme.

“Nosso projeto agrega valor aos frutos da Amazônia. Só é possível fazer o processo de preservação da diversidade por meio do conhecimento. Agora, estamos na parte de bioprospecção para que no futuro possamos fazer as aplicações”, explica o pós- doutorando integrante do projeto, Edson da Silva.

Técnica e resultados

 

Caramuri Foto Acervo Jaime Aguiar INPA 2

 

O grupo utilizou uma das técnicas mais atuais em relação à identificação e extração de compostos voláteis, a Headspace, que associada às análises do Cromatógrafo Gasoso acoplado ao Espectro de Massas (CGMS), permitiu examinar os gases e substâncias presentes na polpa do caramuri.

“Verificou-se uma série de compostos, principalmente os pertencentes à classe dos monoterpenos e terpenóides, compostos são não só de interesse para a indústria alimentícia como também para a indústria farmacêutica. No caso dos terpenos, compostos majoritários encontrados no fruto, eles atuam na formação de cor dos alimentos, composição que age no processo antioxidante que é o sequestro de radicais livres”, contou Silva.

As substâncias encontradas podem ser usadas como agente antimicrobiano e como repelente, já que possui o composto citronelene.

“O fruto destaca-se por ser uma fonte vitaminas A, B e especialmente de vitamina C, minerais, como magnésio e potássio que possui função primordial no metabolismo celular”, explicou Francisca Souza.

Para o pesquisador Jaime Aguiar, a caracterização de espécies nativas como o caramuri traz a viabilização de novas matérias-primas para a indústria alimentícia por meio da fonte de nutrientes de alto valor biológico e aromático. “Os próximos passos da pesquisa serão a extração dos principais compostos em conjunto com os efeitos no organismo biológico e o estudo do processo oxidativo”.

Saiba Mais

O Inpa é pioneiro no estudo de frutos amazônicos e possui uma tabela de composição de alimentos de bioprospecção em torno de 70 espécies diferentes, disse Jaime Aguiar. Atualmente são desenvolvidas pesquisas com Caramuri, Camu-camu, taperebá, araçá-boi, hortaliças e Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC).

Diretoria da Fapeam visita Instituto Transire de Tecnologia e Biotecnologia

Com intuito de estreitar a interlocução e prospectar parcerias visando o desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) no Amazonas, a diretoria da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) visitou na terça-feira (29/10) o Instituto Transire de Tecnologia e Biotecnologia do Amazonas, no bairro Flores, zona Centro-Sul de Manaus.

O objetivo foi  conhecer as atividades desenvolvidas pelo instituto e verificar possibilidades que sejam convergentes entre as duas instituições para possíveis parcerias.

A visita foi realizada pela diretora-presidente da Fapeam, Márcia Perales, juntamente com a diretora Administrativo-Financeira, Márcia Irene Andrade, que foram recebidas  pelo diretor de desenvolvimento do Instituto Transire de Tecnologia e Biotecnologia do Amazonas, Carlos Henrique Fonseca, a diretora de pesquisa e desenvolvimento da Transire, Juliana Marchiori, e pelo coordenador de marketing, Luiz Chouin.

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No encontro, Márcia Perales destacou que a Fapeam tem como missão fomentar a pesquisa científica, o desenvolvimento tecnológico, a inovação e a formação de recursos humanos. E que a Fundação é a principal instituição na esfera estadual no fomento de recursos financeiros diretos para o desenvolvimento dessas ações.

“Em 2019 o Governo do Amazonas reposicionou a CT&I no Estado, por entender a importância dessa área para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do Estado. Somente neste ano, já lançamos 15 programas, incluindo o de cooperação internacional”, informou.

29.10.2019 - FAPEAM VISITA INST. TRANSIRE-114

Segundo Carlos Henrique Fonseca, o Instituto Transire de Tecnologia e Biotecnologia do Amazonas promove projetos com foco na pesquisa, desenvolvimento de tecnologias, produtos e serviços inovadores. Para isso, atua com profissionais de diversas áreas do conhecimento.

“Ficamos  felizes com a visita da Fapeam ao nosso Instituto. Mostramos os nossos laboratórios, infraestrutura, nossos principais projetos aqui nas áreas tecnológicas e de biotecnologia. Eu espero que diante do que foi apresentado à Fapeam e ao governo do Estado conhecendo as nossas linhas de pesquisa identifiquem aí sinergias, possibilidades de convergências para que nós possamos então alavancar cada vez mais inovações e pesquisa aqui na nossa região”, comentou.

Juliana Marchiori avalia de forma positiva a aproximação entre o setor privado com o público. “Fomentar a pesquisa é muito importante. Eu acho que faz muito sentido, principalmente para a região que tem muito potencial ainda a ser explorado”, disse.

Por: Esterffany Martins

Fotos: Érico Xavier

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