Roda de Conversa debate nesta quarta-feira negócios com ativos da biodiversidade

Proposta é colocar nas discussões se os alunos da pós-graduação e os pesquisadores do Inpa recebem a formação necessária para serem empreendedores no mundo dos negócios na Amazônia

 

Da Redação – Comunicação Inpa

Foto: Cimone Barros - Inpa

 

 

Casa sustentável, farinha de cubiu, hambúrguer de peixe, gelatina à base de peixes amazônicos e cosméticos que usam óleos de pupunha e buriti. Essas são algumas das dezenas de tecnologias desenvolvidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) nos últimos anos. Mas será que o Inpa está preparado para fazer negócios com ativos da biodiversidade amazônica? Que negócios?

 

O assunto será debatido na Roda de Conversa do Inpa, nesta quarta-feira (12), às 16h, na sala de estudos da Biblioteca, no Campus I, com entrada pela Rua Bem-te-vi, 2936, Petrópolis, zona Sul de Manaus. A atividade é informal e aberta ao público.

 

 

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De acordo com a coordenadora da Roda de Conversa, a titular da Coordenação de Extensão do Inpa e pesquisadora Rita Mesquita, a proposta é trazer ao debate as opções que existem no Inpa para apoiar alunos e pesquisadores com a formação necessária para serem empreendedores no mundo dos negócios na Amazônia e quais opções de negócios eles têm.

 

“Quando a gente pensa nas oportunidades de trabalho para os alunos egressos de nossos cursos, apenas uma proporção pequena vai se tornar pesquisador contratado em alguma instituição, e a grande maioria vai ter que ser empreendedor e buscar opções de trabalho em outros setores”, disse Mesquita. “E um destes são os negócios associados à biodiversidade, seja na indústria, com ONGs e associações de produtores, seja com pequenos negócios próprios”, completou. 

 

Serão debatedores desta edição a doutoranda em biotecnologia e proprietária de uma microempresa de consumo consciente, Tatiana Jansen; a coordenadora de extensão tecnológica e inovação do Inpa, Noélia Falcão; o gerente da Incubadora do Inpa, Dayvison Silva; e o sócio fundador da empresa incubada no Inpa Original Trade, o empresário João Tezza.

 

Atualmente o Inpa possui 70 pedidos de depósitos de patentes, desses 15 são concedidos, e quatro empresas incubadas. Além da Original Trade – que atua com linha de cosméticos à base de insumos amazônicos e consultoria ambiental, são incubadas no Inpa, a Broto – empresa de tecnologia agrícola, a EZscience – biotecnologia, e a Nato Amazônia – cosméticos.

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