Livros de Rosa Alves destacam trajetória e técnicas de ilustração científica no Brasil

Lançadas na Casa da Ciência do Inpa, as obras escritas em português e espanhol são materiais didáticos que pretendem auxiliar na formação de novos ilustradores

Por Cimone Barros (texto e fotos) – Ascom Inpa

Com mais de 40 anos de experiência com desenho, a mineira Rosa Alves, 57, lançou os livros bilíngues Ilustração Botânica e Ilustração Zoológica, na terça-feira (10), no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). Usada para realçar detalhes de espécies, evitar ruídos de comunicação e sintetizar informações, a ilustração científica no Brasil é vista como uma profissão nova, e na Amazônia um campo fértil pela enorme biodiversidade a ser ilustrada.

Rosa Alves faz desenhos profissionais desde os 15 anos e de 1982 a 2015 atuou na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde nos últimos anos é professora no curso de extensão de Ilustração Científica Biológica. Nesse período, a ilustradora viu as coleções da universidade crescer, o Herbário passou de 50 mil espécimes para mais de 200 mil e entendeu a importância de ter as coleções e de ilustrar ao vivo os espécimes vivos.

 

Lancamento de livros Rosa Alves Foto Cimone Barros 8

 

“Esses dois livros reúnem as informações dos cursos que ministrei, das coletas do meu mestrado em Portugal, além da colaboração de vários ex-professores, ex-alunos e profissionais de várias partes do mundo que falam português e espanhol”, conta Alves, que é licenciada em Artes Visuais, mestre em Ilustração Científica e autora dos primeiros cadernos de ilustração científica em língua portuguesa.

A obra Ilustração botânica/ Ilustración botânica traz uma pesquisa inédita sobre a história e os pioneiros da ilustração botânica na Europa e, principalmente, na América Latina, vizinhos que dividem angústias de países colonizados, explorados, e que não tinham ilustradores na região. O livro traz ainda oito técnicas para elaboração de desenhos no local de pesquisa/coleta (in situ) e em herbários. São elas: grafite, nanquim, caneta esferográfica, cores, lápis de cores, guache, aquarela e ilustração digital.

“Esse esforço formativo de ter ilustradores é recente, do século passado para este. Temos muita coisa para se fazer em termos de natureza, o Brasil é campeão da biodiversidade. E os países vizinhos também são carentes da material didático sobre isso, agora que estão começando a formar seus próprios ilustradores também”, contou Alves.

Lançado há um ano no mercado, Ilustração Zoológica traz mais de uma centena de ilustrações e textos sobre a história da ilustração zoológica na Europa e no Brasil, com desenhos de vertebrados e invertebrados de Rosa Alves e convidados.

 

LancamentodelivrosRosaAlvesFotoCimoneBarros

 

Os materiais didáticos buscam auxiliar na formação de novos ilustradores. O novo objetivo da ilustradora é que os capítulos dos livros, que são introdutórios, sejam transformados em obras aprofundadas. Os livros podem ser adquiridos com a própria autora pelo e-mail: rosalvesp@gmail.com.

Na última semana (1º a 08 de julho), Rosa Alves ministrou na Base Alto Cuieiras do Inpa (a três horas de lancha rápida de Manaus) o I Curso de Ilustração Científica – Desenhando plantas e bichos da floresta. O curso ocorreu paralelo ao de História Natural, ministrado por vários pesquisadores do Inpa e de outras instituições, que segue até o dia 14.

Cerca de 50 alunos participaram dos cursos, entre comunitários locais e pessoas vindas de várias partes do Amazonas e de outros estados. Para a Coordenadora de Extensão do Inpa, a pesquisadora Rita Mesquita, ter um curso de ilustração científica dá a oportunidade de fazer uma ponte com outro mundo, já que arte e ciência andam juntas há muito tempo.

“As primeiras expedições científicas mundo afora beberam muito dessa fonte e dessa conexão. Então, é muito importante que na Amazônia, um lugar do mundo onde a natureza ainda tem tanto a se descobrir, esse trabalho continua tão importante e relevante quanto era na metade do século 18”, destaca Mesquita.

 

Lancamento de livros Rosa Alves Foto Cimone Barros 9

Danças e comidas típicas animam tradicional Festança no Roçado do Inpa nesta sexta-feira

Da Redação – Ascom Inpa

Apesar das superstições em torno da data, a sexta-feira (13) desta semana promete muita alegria e animação na tradicional Festa Julina do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). A partir das 18h, na Quadra de Esportes do Campus I, o público contará com comida e bebidas típicas, brincadeiras e apresentação de oito grupos de variados ritmos.

Gratuita e aberto ao público, a “Festança no Roçado” do Inpa é organizada pela Comissão de Eventos, em parceria com a Associação dos Servidores do Inpa (Assinpa).

Na quadra apresentam-se a Dança Internacional Punna, Funk na Roça, Ciranda Princesinha da Vila, Dança Nordestina Cabra, Capitão Galdino, Quadrilha Tradicional Explosão Junina e Dança do Xaxado e Carimbó. Na cantina haverá a apresentação especial do Pé de Serra Top Xote.

Saiba Mais

A Festança no Roçado aconteceria no dia 06 de julho, mas como à tarde houve jogo do Brasil pela Copa do Brasil, a Festa foi adiada para o dia 13 de julho.

Direção do Inpa apresentará à comunidade balanço de gestão nesta sexta-feira

A apresentação da evolução das atividades e projetos realizados nos últimos quatros será realizada durante reunião do Conselho Diretor Expandido

Da Redação - Ascom Inpa

Na próxima sexta-feira (13), o diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) Luiz Renato de França e os coordenadores da Instituição farão um balanço das atividades dos quatro anos de gestão.

A prestação de contas para toda a comunidade Inpa será realizada na reunião do Conselho Diretor Expandido (CDE), às 9h, no Auditório da Ciência. O CDC é formado por coordenadores e chefes de seções e divisões.

Algo semelhante foi feito para os membros do Conselho Técnico Científico (CTC) do Inpa, na última quinta-feira (5), órgão colegiado com função de orientação e assessoramento ao diretor no planejamento das atividades científicas e tecnológicas da instituição.

“Essa reunião com a comunidade será mais uma prestação de contas, um balanço da gestão para a comunidade”, disse o diretor Luiz Renato de França.

Ilustradora Científica Rosa Alves lança dois livros nesta terça-feira no Inpa

Referência na área, a ilustradora encerrou no domingo curso de uma semana de Ilustração Científica –Desenhando as Plantas e o Bichos da Floresta, na Base Alto Cuieiras

Da Redação – Ascom Inpa

A ilustradora científica Rosa Alves Pereira lança nesta terça-feira (10) dois livros – Ilustração Botânica e Ilustração Zoológica, no Auditório da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), às 10 horas. As obras somam-se à vasta experiência de Rosa, que é autora dos primeiros cadernos de ilustração científica em língua portuguesa.

O livro bilíngue “Ilustração Botânica/ Ilustración botánica” traz uma pesquisa inédita sobre história da ilustração botânica na Europa e na America Latina, além de oito técnicas, incluindo a ilustração digital, para a realização de desenhos in situ (conservação de recursos genéticos existentes em ecossistemas e habitats naturais) e em herbários.

A outra obra - Ilustração Zoológica - já está no mercado há um ano, mas a autora aproveitará para fazer o lançamento do livro aqui em Manaus também. O livro apresenta técnicas diversas de ilustração e a história dos desenhos de vertebrados e invertebrados.

Mais de uma centena de ilustrações de Rosa Alves, de ilustradores convidados como Pedro Salgado, Marco Nunes e Alessandro Lima podem ser conferidos em Ilustração Zoológica, além de trabalhos de vários alunos dos cursos de extensão em Ilustração Científica Biológica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) durante os anos de 2014 e 2015.

Rosa Alves

A ilustradora é licenciada em Artes Visuais, especialista em história da Cultura e da Arte pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mestre em Ilustração Científica pela Universidade de Évora (Portugal) e em História da Ciência (UFMG). Trabalhou no Centro de Coleções Taxonômicas da UFMG, é professora de ilustração científica desde 2005 e, atualmente, oferece cursos em seu ateliê, em Brudaminho (MG).

Rosa Alves já expôs suas aquarelas no Carroussel do Louvre (2015), galeria comercial localizada no subsolo do Museu do Louvre (Paris), e tem obras em diversos países. É autora de publicações didáticas sobre ilustração científica (zoológica e botânica). Participa do comitê assessor de “Ilustraciência” na Espanha.

Candidatos a diretor apresentam propostas de trabalho para quatro anos de gestão

Para escolha do novo diretor, Comitê de Busca vai elaborar uma lista tríplice dos candidatos que será encaminhada ao Ministro do MCTIC

 

Por Cimone Barros (texto e foto) - Ascom Inpa

 

Na presença de servidores, quatro dos cinco candidatos inscritos a diretor do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) apresentaram os planos de trabalho e visão de futuro para a instituição. Feita por um comitê de busca (especialistas), a escolha dará origem a uma lista tríplice que será encaminhada ao Ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações Gilberto Kassab.

 

No auditório da Ciência, cada candidato teve meia hora para fazer sua apresentação pública, mas sem a presença dos concorrentes. Por ordem alfabética apresentaram-se os candidatos Antônia Maria Franco Pereira (Inpa), Carlos Cleomir de Souza Pinheiro (Inpa), Henrique dos Santos Pereira (Ufam) e Luiz Antonio Oliveira (Inpa). Silvio Vaz Júnior (Embrapa Agroenergia) não compareceu e foi eliminado do processo.

 

Após apresentação, teve um momento para reunião do Comitê de Busca com servidores, mas com pouca interação. O anseio da comunidade interna era dialogar e debater as propostas com os candidatos, o que não está previsto no edital lançado pelo Ministério.

 

Pela parte da tarde o processo de escolha para novo diretor do Inpa segue com as entrevistas individuais e a reunião privativa do Comitê de Busca. O novo gestor terá mandato de quatro anos e substituirá o diretor Luiz Renato de França.

 

Sanderson Alberto Leitao MCTIC Luiz Rentato de Franca INPA Foto Cimone Barros 1 

 

A missão do Comitê de Busca é identificar nomes na comunidade científica, já que todos os candidatos são professores/ pesquisadores de organizações públicas, que se identifiquem com as diretrizes técnicas e político-administrativas estabelecidas para o Inpa.

 

O comitê é formado pelos cientistas: Dr. Jailson Bittencourt de Andrade, da Universidade Federal da Bahia (UFBA), presidente; Dr. José Oswaldo Siqueira, do Instituto Tecnológico (ITV); Dr. Luiz Drude de Lacerda, da Universidade Federal do Ceará (UFCE) e o professor Evaldo Ferreira Vilela, da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig). O outro membro Dr. Elíbio Leopoldo Rech Filho, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), está em compromissos oficiais no exterior.

O coordenador e o assessor da Coordenação das Unidades de Pesquisa do MCTIC, Sanderson Alberto Medeiros Leitão e Higor Thales, respectivamente, acompanham o processo por parte do Ministério.

 

Candidatos por ordem de apresentação

 

 Dra. Antônia Maria Franco Pereira (Inpa)

 

Antonia Franco INPA Candidata Foto Cimone Barros INPA 1

 

 Dr. Carlos Cleomir de Souza Pinheiro (Inpa)

Carlos Cleomir INPA candidato Foto Cimone Barros INPA

 

Dr. Henrique dos Santos Pereira (Ufam)

Henrique dos Santos Pereira UFAM candidato Foto Cimone Barros INPA 2

 

Dr. Luiz Antonio Oliveira (Inpa)

Luiz Antonio Oliveira candidato INPA Foto Cimone Barros 2

 

Conselho Técnico Científico do Inpa avalia produção e desafios da instituição

Balanço da gestão será feito à comunidade na próxima sexta-feira (13) durante reunião do Conselho Diretor Expandido, às 9h, no Bosque da Ciência

Por Cimone Barros (texto e foto) – Ascom Inpa

Apesar da retração no financiamento para a ciência e do quadro reduzido de recursos humanos, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC) conseguiu sobreviver com funcionalidade e avançar em algumas áreas nos últimos quatros anos. A avaliação é de coordenadores do Inpa e de membros do Conselho Técnico Científico (CTC) na 1ª reunião do ano do colegiado máximo da instituição.

Em parceria com outras entidades, o Inpa construiu algumas instalações físicas, a exemplo do prédio da Capacitação e da Base Alto Cuieiras, manteve a média de 600 publicações científicas por ano e implementou os planos e políticas de informação e comunicação que vão permitir ao Inpa adquirir materiais e equipamentos de informática. O investimento em TI é de R$ 3 milhões e a expectativa é que os primeiros equipamentos cheguem até o fim deste ano.

 

CTC 2018 Foto Cimone Barros INPA

 

“Na minha gestão, o Brasil passou por uma crise econômica e política muito forte. O Instituto tinha de se manter vivo e funcional e conseguimos isso, como se vê pelos indicadores”, disse o diretor do Inpa Luiz Renato de França. “Tivemos ainda avanços significativos na qualidade de vida dos servidores, expandimos a infraestrutura, tornamos o Inpa mais harmônico, já que uma instituição como o Inpa complexa e com várias vertentes tem uma multiplicidade grande”, completou o diretor, que em breve deixará o cargo após quatro anos de mandato.

Um balanço das atividades da gestão será apresentado na próxima sexta-feira (13) durante a reunião do Conselho Diretor Expandido (CDE), às 9h, no Auditório da Ciência do Inpa, localizado no Bosque da Ciência, rua Bem-te-vi, s/nº, Petrópolis. A reunião será aberta a toda a comunidade.

Desafios

Para Luiz Renato de França, a riqueza do Inpa é a sua complexidade, ao mesmo tempo em que precisa começar a focar mais em algumas áreas que considera prioritária. Universidades e outras instituições fazem o que o Inpa fazia anos atrás. “O Inpa precisa focar e manter-se integrado com os grandes projetos que tem de mudanças climáticas, que são muitos e extremamente importantes. Para isso, precisa ter mais pessoas trabalhando nessa área em contratação, porque é uma oportunidade que não pode perder”, ressaltou o diretor.

 

CTC2018FotoCimoneBarros4INPA

 

O membro do CTC, o professor da Universidade Federal do Acre (UFAC) Foster Brown, aproveitou a oportunidade para destacar o papel do Inpa com relação aos desafios que a Amazônia enfrentará nos próximos 50 anos, frente a uma série de mudanças tecnológicas, populacional, clima e outros fatores. “O Inpa é a instituição para lidar com isso na escala regional, por suas competências e natureza”, destacou.

Brown lembra que o Inpa e outras instituições precisam começar a pensar no futuro de maneira realista. A ciência elabora as tendências, projeta essas tendências no futuro e se pode ver o mundo bastante diferente hoje do que se teve no passado. “O Inpa tem a oportunidade e responsabilidade para preparar a sociedade para essas mudanças que estão no caminho e precisa começar ontem”, reforçou.

Mudança climática é um e por si só um grande desafio, segundo o professor e pesquisador da UFAC. Mas a Amazônia continua com problemas de desmatamento e de grandes queimadas afetando a qualidade de ar na região. Também enfrenta mudanças nos sistemas de transporte e suas implicações para ocupação da Amazônia e a tendência de intensificar no futuro as relações com outros países.

“Perante uma série de coisas que estão se intensificando, quais são as informações que nós precisamos acompanhar para entender. O Inpa tem papel fundamental, tanto na área biofísica, mas também socioeconômica, afinal de contas é da Amazônia”, enfatiza Brawn, que se diz feliz de participar do CTC e de poder ajudar no processo.

Ciência básica

Além da apresentação sucinta do relatório do Termo de Compromisso de Gestão (TCG) de 2017 e pactuação do TCG 2018, as coordenações gerais do Inpa fizeram um balanço de metas alcançadas na atual gestão. Na produção de ciência básica, o Inpa apresentou algumas quedas no índice, dada a própria política do governo de recuar com os editais e chamadas públicas e a menor quantidade de recursos humanos disponíveis. Nas instituições de pesquisas públicas do Brasil, são as fontes externas oriundas, por exemplo, do CNPq, Capes, Finep, FAPs e convênios internacionais que de fato mantém a produção científica.

“O diagnóstico apresentado tem vários aspectos preocupantes, mas é bom saber que sobrevivemos talvez ao que parece ao pior momento da crise. Agora, precisamos pensar, por exemplo, para onde queremos andar e como nos inserimos na política nacional da pós-graduação, que é o nosso motor de produtividade”, disse o pesquisador do Inpa e membro do CTC Jansen Zuanon.

Para o reitor da Universidade Federal do Pará (UFPA), Emmanuel Tourinho, todos os que fazem o instituto estão de parabéns, entre outros motivos por serem eficientes na superação das dificuldades que se vive de financiamento da ciência. “Os dados apresentados mostram que o instituto, apesar da conjuntura adversa, vem mantendo as atividades e conseguindo avanços importantes na produção e transferência de conhecimento para as comunidades da Amazônia”.

Tourinho também trouxe para a reunião a preocupação com o desinvestimento na pesquisa básica no Brasil e a pressão que se tem para desenvolver inovação, embora seja muito importante também. A Amazônia é conhecida pela riqueza da sua biodiversidade, mas ainda não é conhecida, e quem isso é a ciência básica. “Temos de cobrar políticas públicas das autoridades para que pensem o país do ponto de vista estratégico, que compreendam a importância que ciência e educação têm para construir uma nação soberana e capaz de enfrentar grandes desafios”.

Gestão

 

CTC2018FotoCimoneBarrosINPA6

 

O Inpa possui 561 servidores, dos quais 158 são pesquisadores. O quadro é 40% do máximo que o instituto já teve, situação semelhante a de outros institutos brasileiros. Além disso, cerca de 40% dos servidores estão em abono permanência, encontram as condições legais necessárias para se aposentar. Todos os anos o Inpa prepara uma série de documentos e leva ao Ministério a necessidade de contratação de pessoal, mas ainda não há previsão de concurso público.

“Meu conselho: não insistam no argumento de aposentadorias. Todo mundo usa isso e isso não causa nenhum efeito. O que temos feito é demonstrar nos projetos que para executar coisa tal, precisa-se de tal especialista e especificar em detalhes”, orientou o pesquisador e diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe/MCTIC) Ricardo Galvão.

A coordenadora de Administração do Inpa informou que aos R$ 25,5 milhões de orçamento, somaram-se outros R$ 10 milhões liberados recentemente. O recurso é usado principalmente para pagar os contratos e serviços do Instituto. “Estamos na expectativa da liberação de mais R$ 6 milhões”, conta Cristiane Okawa.

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