Simpósio Brasil-França sobre Biodiversidade da ABC acontece na próxima semana

O encontro conta com a participação de vários pesquisadores do Inpa

Da Redação - ABC

De terça a sexta-feira da próxima semana (5 a 8 de junho), cientistas do Brasil e da França estarão reunidos para discutir diferentes questões relativas ao tema biodiversidade, em Manaus (AM) durante o Simpósio Internacional Bilateral Brasil-França. O encontro, gratuito e aberto ao público, vai contar também com a presença de importantes especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), da América Latina e de executivos de empresas que têm a biodiversidade como marca.

O simpósio é mais uma das iniciativas que a Academia Brasileira de Ciências (ABC) vem realizando, ao longo dos últimos anos, junto com a Academia de Ciências da França. O resultado destas cooperações têm sido colaborações científicas de sucesso entre cientistas de destacado reconhecimento, de ambos os países

Em setembro do ano passado, a ABC organizou, sob a coordenação dos Acadêmicos Adalberto Val e Vivaldo Moura Neto, um workshop preparatório do Simpósio Internacional Bilateral, que promoveu debates sobre temas de relevância na área da biodiversidade.

Serviço:

Simpósio Brasil-França sobre Biodiversidade

Data: 5 a 8 de junho

Horário: 9h às 18h30

Local: Auditório Solimões, Instituto de Ciências Humanas e Letras (ICHL) | Universidade Federal do Amazonas (UFAM) - Setor Norte

Programação

Inscrições: https://goo.gl/forms/VxqCLksbTc5oN0ao1

Mais informações: Gabriella Mello | gfmello@abc.org.br | Tel.: (21) 3907-8148.

Exposição Latitude Amazônica alia arte e ciência na interpretação das nuvens amazônicas

Inspirada no gosto por paisagens e nas vivências do artista plástico Jair Jacqmont, exposição no Inpa une cultura e ciência em um mesmo lugar. A obra segue o conceito ‘site specific’ - arte criada para o ambiente onde é instalada

 

Por Cimone Barros (texto e fotos) – Ascom Inpa

 

Artista que pinta as paisagens amazônicas há quase 50 anos, Jair Jacqmont, 71, estreia a exposição Latitude Amazônica, neste sábado (02), às 10 horas, no Paiol da Cultura do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). Com um painel panorâmico de 22m, o artista plástico traz as nuvens, em tons azuis, à altura do olhar para levar o visitante a refletir com o auxílio da ciência sobre a importância da floresta amazônica para a manutenção do clima na América do sul.

 

“As pessoas gostam da cultura e querem saber da ciência o porquê das coisas. Como se formam as nuvens, como se comportam a seca e a chuva. Eu, como artista plástico, faço a minha interpretação da natureza e os cientistas vão explicar os motivos”, destacou Jacqmont que na pintura faz uma divisão da paisagem em nuvens, floresta e rio, o rio Amazonas.

 

De diferentes formas, cores e tamanhos, as nuvens fazem parte do imaginário das pessoas. Muitas já passaram horas observando o céu e tentando encontrar formas conhecidas nas nuvens, como cachorrinhos, cavalos, pássaros e rostos, a depender da criatividade do observador. No movimento das nuvens e dos ‘rios voadores’, que distribuem água da Amazônia para várias áreas da América do Sul, a proposta da exposição promovida pelo programa LabVerde é “casar” cultura e ciência.

 

LatitudeAmazonicaFotoCimoneBarrosINPA

 

A exposição faz parte da programação da Semana do Meio Ambiente do Inpa que acontece na próxima semana (05 a 10 de junho), com entrada gratuita, mas a mostra segue até o dia 26 de agosto, no horário de funcionamento do Bosque da Ciência do Inpa, de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h 16h (entrada), sábado e domingo das 9h às 16h (entrada). O espaço de visitação pública do Inpa fica na rua Bem-te-vi, s/nº, Petrópolis, zona Sul de Manaus.

 

O trabalho do artista plástico conta com o auxílio científico do gerente operacional pelo lado Alemão da Torre Alta de Observação da Amazônia (Atto, na sigla em inglês), o pesquisador Stefan Wolff, especializado nos estudos de formação de nuvens. Com 325m de altura, a Atto é a maior torre de monitoramento climático do mundo.

 

“Esse ‘link’ arte e ciência é uma boa oportunidade para um grande público ver o que a ciência faz, e a arte dá outra visão para os estudos científicos. É uma boa abordagem de tratar um assunto diferente e chegar a uma forma nova”, destacou o meteorologista alemão.

 

LA Stefan Wolff Jair Jacqmont Foto Cimone Barros INPA

 

Segundo o pesquisador, é fundamental que a sociedade entenda a importância da floresta amazônica na formação das nuvens, das chuvas e dos ‘rios voadores’ que são rios aéreos de vapor alimentados pela umidade que evapora da floresta amazônica e que transporta pela atmosfera matéria-prima para causar chuvas no Brasil e outros países como Argentina, Uruguai e Paraguai.

 

“Nós precisamos de uma floresta saudável e em pé para deixarmos esse sistema complexo e rico com a formação de chuvas e a precipitação por toda a América do Sul. Quando se destrói esse sistema com o desmatamento, por exemplo, isso tem efeitos graves não só na Amazônia, mas em várias regiões do planeta”, destacou Wolff.

 

Por ser muito alta e densa, a floresta amazônica, a maior floresta equatorial do mundo, possui maior potencial de estocar água e jogar para a atmosfera – a camada de ar que envolve a Terra, já que as árvores possuem uma capacidade inata de transferir grandes volumes de água do solo para a atmosfera pela transpiração.

 

“Funciona mais ou menos assim: quando chove, a floresta agradece a chuva e engole as gotas de água nas folhas, tronco, escorre uma parte para o solo e as raízes pegam uma porcentagem dessa água e manda de volta para cima. Então, a floresta usa uma grande porcentagem da chuva para reciclar e este volume é diferente de todas as regiões do mundo”, explica o pesquisador.

 

LabVerde

 

O LabVerde foi criado pelo grupo Manifesta Arte e Cultura em cooperação com o Inpa, em 2013, para explorar os limites da arte com a promoção de experiências autênticas e confronto entre disciplinas, envolvendo arte, ciência e natureza. O objetivo principal do programa é a criação de conteúdos culturais sobre o meio ambiente, gerados pelo conhecimento teórico e pela experiência prática na floresta amazônica.

 

Segundo a coordenadora do LabVerde, a curadora Lilian Fraiji, o LabVerde promove uma vivência intensiva na floresta mediada por uma equipe de especialistas nas áreas de arte, filosofia, biologia, ecologia e ciências naturais. Ano passado, o LabVerde levou para o Inpa a exposição “Nem Tudo que Reluz é Ouro” da artista paulista Simone Reis que tratava sobre Terra-Preta-de-Indio.

 

Além do Inpa - Bosque da Ciência e projeto ATTO, a exposição conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), Governo do Amazonas, Prefeitura de Manaus, Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC) e Villa Amazônia.

 

Serviço: Exposição Latitude Amazônica

Abertura: sábado (02 de junho), às 10 horas

Período de exposição: 02 de junho a 26 de agosto

Local: Paiol da Cultura/ Bosque da Ciência do Inpa.

Rua Bem-te-vi, s/nº, Petrópolis, zona Sul de Manaus

Horário do Bosque:terça a sexta-feira das 9h às 12h e das 14h às 16h (entrada). Sábado e domingo das 9h às 16h (entrada).

Entrada gratuita na exposição

Exposição Latitude Amazônica alia arte e ciência na interpretação das nuvens amazônicas

Inspirada no gosto por paisagens e nas vivências do artista plástico Jair Jacqmont, exposição no Inpa une cultura e ciência em um mesmo lugar. A obra segue o conceito ‘site specific’ - arte criada para o ambiente do Paiol da Cultura do Inpa

 

Por Cimone Barros (texto e fotos) – Ascom Inpa

 

Artista que pinta as paisagens amazônicas há quase 50 anos, Jair Jacqmont, 71, estreia a exposição Latitude Amazônica, neste sábado (02), às 10 horas, no Paiol da Cultura do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC). Com um painel panorâmico de 22m, o artista plástico traz as nuvens, em tons azuis, à altura do olhar para levar o visitante a refletir com o auxílio da ciência sobre a importância da floresta amazônica para a manutenção do clima na América do sul.

 

“As pessoas gostam da cultura e querem saber da ciência o porquê das coisas. Como se formam as nuvens, como se comportam a seca e a chuva. Eu, como artista plástico, faço a minha interpretação da natureza e os cientistas vão explicar os motivos”, destacou Jacqmont que na pintura faz uma divisão da paisagem em nuvens, floresta e rio, o rio Amazonas.

 

De diferentes formas, cores e tamanhos, as nuvens fazem parte do imaginário das pessoas. Muitas já passaram horas observando o céu e tentando encontrar formas conhecidas nas nuvens, como cachorrinhos, cavalos, pássaros e rostos, a depender da criatividade do observador. No movimento das nuvens e dos ‘rios voadores’, que distribuem água da Amazônia para várias áreas da América do Sul, a proposta da exposição promovida pelo programa LabVerde é “casar” cultura e ciência.

 

LatitudeAmazonicaFotoCimoneBarrosINPA

 

A exposição faz parte da programação da Semana do Meio Ambiente do Inpa que acontece na próxima semana (05 a 10 de junho), com entrada gratuita, mas a mostra segue até o dia 26 de agosto, no horário de funcionamento do Bosque da Ciência do Inpa, de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h 16h (entrada), sábado e domingo das 9h às 16h (entrada). O espaço de visitação pública do Inpa fica na rua Bem-te-vi, s/nº, Petrópolis, zona Sul de Manaus.

 

O trabalho do artista plástico conta com o auxílio científico do gerente operacional pelo lado Alemão da Torre Alta de Observação da Amazônia (Atto, na sigla em inglês), o pesquisador Stefan Wolff, especializado nos estudos de formação de nuvens. Com 325m de altura, a Atto é a maior torre de monitoramento climático do mundo.

 

“Esse ‘link’ arte e ciência é uma boa oportunidade para um grande público ver o que a ciência faz, e a arte dá outra visão para os estudos científicos. É uma boa abordagem de tratar um assunto diferente e chegar a uma forma nova”, destacou o meteorologista alemão.

 

LA Stefan Wolff Jair Jacqmont Foto Cimone Barros INPA

 

Segundo o pesquisador, é fundamental que a sociedade entenda a importância da floresta amazônica na formação das nuvens, das chuvas e dos ‘rios voadores’ que são rios aéreos de vapor alimentados pela umidade que evapora da floresta amazônica e que transporta pela atmosfera matéria-prima para causar chuvas no Brasil e outros países como Argentina, Uruguai e Paraguai.

 

“Nós precisamos de uma floresta saudável e em pé para deixarmos esse sistema complexo e rico com a formação de chuvas e a precipitação por toda a América do Sul. Quando se destrói esse sistema com o desmatamento, por exemplo, isso tem efeitos graves não só na Amazônia, mas em várias regiões do planeta”, destacou Wolff.

 

Por ser mais muito e densa, a floresta amazônica, a maior floresta equatorial do mundo, possui maior potencial de estocar água e jogar para a atmosfera – a camada de ar que envolve a Terra, já que as árvores possuem uma capacidade inata de transferir grandes volumes de água do solo para a atmosfera pela transpiração.

 

“Funciona mais ou menos assim: quando chove, a floresta agradece a chuva e engole as gotas de água nas folhas, tronco, escorre uma parte para o solo e as raízes pegam uma porcentagem dessa água e manda de volta para cima. Então, a floresta usa uma grande porcentagem da chuva para reciclar e este volume é diferente de todas as regiões do mundo”, explica o pesquisador.

 

LabVerde

 

O LabVerde foi criado pelo grupo Manifesta Arte e Cultura em cooperação com o Inpa, em 2013, para explorar os limites da arte com a promoção de experiências autênticas e confronto entre disciplinas, envolvendo arte, ciência e natureza. O objetivo principal do programa é a criação de conteúdos culturais sobre o meio ambiente, gerados pelo conhecimento teórico e pela experiência prática na floresta amazônica.

 

Segundo a coordenadora do LabVerde, a curadora Lilian Fraiji, o LabVerde promove uma vivência intensiva na floresta mediada por uma equipe de especialistas nas áreas de arte, filosofia, biologia, ecologia e ciências naturais. Ano passado, o LabVerde levou para o Inpa a exposição “Nem Tudo que Reluz é Ouro” da artista paulista Simone Reis que tratava sobre Terra-Preta-de-Indio.

 

Além do Inpa - Bosque da Ciência e projeto ATTO, a exposição conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), Governo do Amazonas, Prefeitura de Manaus, Agência Amazonense de Desenvolvimento Cultural (AADC) e Villa Amazônia.

 

Serviço: Exposição Latitude Amazônica

Abertura: sábado (02 de junho), às 10 horas

Período de exposição: 02 de junho a 26 de agosto

Local: Paiol da Cultura/ Bosque da Ciência do Inpa.

Rua Bem-te-vi, s/nº, Petrópolis, zona Sul de Manaus

Horário do Bosque:terça a sexta-feira das 9h às 12h e das 14h às 16h (entrada). Sábado e domingo das 9h às 16h (entrada).

Entrada gratuita na exposição

Fapeam apoia evento inédito na América Latina sobre Fisiologia Reprodutiva de Peixe

No Estado, o evento é coordenado pelo Inpa/MCTIC e conta com mais de 200 inscritos

Com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) por meio do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (PAREV), será realizado de 03 a 08 de junho, no Hotel Tropical Manaus, o 11º Simpósio Internacional de Fisiologia Reprodutiva de Peixe (ISRPF). O ISRPF acontece pela primeira vez na América Latina e contará com a participação de especialistas de diversos países.

O evento, que ocorre a cada quatro anos desde sua criação em 1970, é um tradicional simpósio de referência mundial e de alto nível científico, dedicado a debater e apresentar os conhecimentos mais avançados e aplicados na área da Fisiologia da Reprodução de Peixes. Nesta edição, conta com mais de 200 inscritos e terá como tema “Novas fronteiras em diversidade reprodutiva num ambiente em mudança”. Na programação, estão previstas palestras de 16 cientistas renomados com larga expertise na área, oriundos da Espanha, China Japão, Alemanha, Estados Unidos e Brasil. Também está prevista a apresentação de projetos de pesquisa por meio de pôsteres e exposições orais.

ISRPF2018

O evento será realizado de 03 a 08 de junho, no Hotel Tropical Manaus

A cerimônia oficial de abertura acontece no dia 4 (segunda-feira), às 8h30, com a plenária do cientista Goro Yoshizaki, do Japão, que abordará sobre biotecnologias modernas utilizando células troncas germinativas em peixes. O tempo previsto de duração da apresentação é de 40 minutos. No dia anterior, haverá apenas a recepção de boas-vindas.

No Estado, o evento é coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), referência mundial em pesquisas sobre biodiversidade amazônica. Conforme o diretor do Inpa, Luiz Renato de França, por estar localizada no coração de um dos maiores nichos de abundância e diversidade da fauna e flora do globo terrestre, que é a floresta amazônica, a cidade de Manaus foi escolhida para sediar o simpósio. Segundo ele, num momento de significativas e preocupantes mudanças do Clima e do Meio Ambiente, o simpósio será uma oportunidade ímpar de pesquisadores, estudantes e profissionais de diferentes continentes do planeta usufruir e se integrar neste ambiente científico altamente favorável para valiosas trocas de conhecimentos, discussões e o estabelecimento de futuras colaborações visando ao desenvolvimento da piscicultura/aquicultura mundial.

França destaca ainda o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas na realização do evento. “Pelo fato de estar sempre na vanguarda das ações necessárias ao desenvolvimento da Amazônia, em particular nas áreas consideradas estratégicas, a Fapeam aportou valiosos recursos financeiros que certamente em muito contribuirão para o sucesso do evento que recebeu quase 200 resumos de pesquisadores, estudantes e profissionais e de quase trinta países do globo terrestre”, frisou.

Sobre o Parev

O PAREV tem por finalidade divulgar resultados de pesquisas científicas e assim, contribuir para a promoção do intercâmbio científico e tecnológico. Esta chamada é voltada ao apoio de eventos nos âmbitos da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I), como por exemplo, congressos, simpósios, workshops, seminários, ciclo de palestras, conferências e oficinas de trabalho.

Em meados de abril deste ano, foi divulgado o resultado da segunda chamada do programa. Para a edição,  foi disponibilizado um montante de R$ 750 mil. O auxílio-pesquisa disponibilizado foi voltado às propostas de eventos nas modalidades Internacional, Nacional e Regional.

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