Reitor empossa novos diretores e coordenadores de qualidade da UEA

Com o compromisso de cumprir os deveres e atribuições da função pública, cinco novos diretores e cinco novos coordenadores de qualidade da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) tomaram posse nesta sexta-feira (27/04). A solenidade foi presidida pelo reitor reeleito da UEA, Cleinaldo de Almeida Costa, e realizada no Conselho Universitário (Consuniv), localizado na avenida [...]



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Susam assume gestão assistencial do Hospital e Pronto-Socorro da Zona Norte

A Secretaria de Estado de Saúde (Susam) assume, a partir deste sábado (28/04), a gestão assistencial do Hospital e Pronto-Socorro (HPS) da Zona Norte, na avenida Torquato Tapajós, bairro Colônia Terra Nova. A mudança ocorre em função do encerramento, nesta sexta-feira (27/04), do contrato de gestão da unidade, celebrado entre o órgão e o Instituto [...]



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Juiz defende direito de imprensa e diz que muro não configura ato ilícito do governador

O juiz  da 12º Vara do Juizado Especial Cível, Antônio Carlos Marinho Bezerra Júnior julgou improcedente uma ação movida pelo governador do Amazonas, Amazonino Mendes, contra um veículo de comunicação de Manaus, que informou sobre a construção de um muro na casa dele. Na decisão,  o juiz ponderou, com destaque em negrito, “inexistir óbice legal [...]



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Governo do Amazonas lança serviço de City Tour AmazonBus, que fará excursão pelos principais pontos…

O Governo do Amazonas, por meio da Empresa Estadual de Turismo (AmazonasTur), realizou, nesta sexta-feira (27), o lançamento do serviço de City Tour, uma das ações que vem consolidar a nova fase do turismo no Estado, que ganhou atenção especial do governador Amazonino Mendes. O retorno do serviço de City Tour no AmazonBus é uma [...]



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Amazonas conquista 15 medalhas no primeiro dia de Campeonato Brasileiro de Judô-Regional I

Com 15 medalhas para o Amazonas, sendo duas de ouro, seis pratas e sete bronzes, teve início nesta sexta-feira (27/04), o Campeonato Brasileiro de Judô-Regional I, na Arena Poliesportiva do Amazonas (Amadeu Teixeira), localizado na avenida Constantino Nery, bairro Flores, zona centro-sul. A competição, que é organizada pela Federação Amazonense de Judô (Fejama) e coordenada [...]



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Disco Xepa transformará alimentos que seriam jogados no lixo em banquete gratuito

A ação é do movimento jovem do movimento Slow food, que reunirá no Mercado Municipal Adolpho Lisboa, das 9h às 15h, jovens, estudantes, chefes de cozinha e simpatizantes pela causa do não desperdício de alimentos

 

 

Da Redação – Ascom Inpa

Arte: Divulgação Slow Food

 

SiteArteDiscoXepaDivulgaçãoSlowFood

 

Neste sábado (28), acontecerá mais uma edição do Disco Xepa, na área do Mercado Municipal Adolpho Lisboa, o Mercadão, situado no centro de Manaus. O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTIC), por meio do Laboratório de Nutrição, participa do evento, que acontece simultaneamente, em várias partes do mundo, juntamente com o movimento Slow Food. O Disco Xepa é um evento-festa que transforma alimentos que seriam jogados fora em um grande banquete gratuito.

 

O objetivo do evento é promover o debate sobre o desperdício de alimentos e mostrar na prática como podemos aproveitar integralmente o alimento e alimentar mais pessoas com qualidade, além de reduzir a produção de lixo. Qualquer pessoa simpatizante e engajada com o não desperdício de alimentos pode participar do evento.

 

Numa ação do movimento jovem do movimento Slow food, o Disco Xepa reunirá no Mercado Municipal Adolpho Lisboa, das 9h às 15h, jovens, estudantes, chefes de cozinha e simpatizantes pela causa do não desperdício de alimentos ou do aproveitamento daqueles alimentos que seriam descartados.

 

“O evento é uma oportunidade de mostrar que é possível ter uma alimentação saborosa, segura e saudável, mesmo com aquelas verduras fora do padrão estético que as pessoas rejeitam”, diz a pesquisadora do Inpa, a nutricionista Dionisia Nagahama.

 

Resultados

 

SiteDisXepadistribuiu600refeiçõesgratiasem2017FotoDivulgação

 

No ano passado, foram realizados 107 Discos Xepas acontecendo simultaneamente em mais de 47 países. Em Manaus foram coletados e servidos 200 quilos de alimentos que seriam jogados nas feiras. Ao todo, foram servidas aproximadamente 600 pessoas o mercadão.

 

Os organizadores querem fazer a diferença para dar visibilidade à necessidade de assumir o desperdício de alimentos como um grande problema mundial. É uma ação contra o desperdício alimentar em que voluntários são convidados a coletar, higienizar, cortar e cozinhar a xepa, ou seja, utilizar todo alimento que iria para o descarte por não se enquadrar no padrão de estética comercial e, posteriormente ser distribuído gratuitamente.

 

Serviço:

 

O que: Disco Xepa

 

Onde: Mercado Municipal Adolpho Lisboa

 

Quando: Sábado (28/04/2018)

 

Hora: 9h às 15h

 

Informações: Monick Sena (Mesa Brasil) 98185-7229

Artistas pintam telas com Gavião-real para ajudar projeto de conservação da espécie

Os recursos obtidos com as obras e a reprodução das pinturas em canecas, bolsas e camisas serão revertidos em pesquisas e ações de conservação da maior ave de rapina do Brasil. Para divulgar a espécie, o Programa de TV Terra da Gente fez um especial sobre as Harpias na Mata Atlântica

 

Da Redação – Ascom Inpa

Fotos: Projeto Harpia e Olivier Jaudoin - Projeto Harpia

 

Artistas e pesquisadores se unem para reforçar as atividades de conservação da Harpia, conhecida como gavião-real, espécie ameaçada de extinção em todo o Brasil. O projeto Harpia de âmbito nacional, que nasceu no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/ MCTIC), recebeu a doação de 50 pinturas que retratam a mais imponente águia brasileira e a mais forte do mundo. As telas foram pintadas por artistas de várias partes do mundo do grupo Artists and Biologists United for Nature (Abun).

 

Com 20 anos de existência, o Projeto Harpia usará os recursos arrecadados com pinturas em diferentes técnicas em pesquisas e ações de conservação da espécie. O gavião-real ocorre nas Américas Central e do Sul, mas a maior população encontra-se na Amazônia. As principais ameaças são a caça e a perda de habitat pelo desmatamento e plantio de soja.

 

Para criar as pinturas, os artistas usaram fotos dos gaviões. Duas telas foram entregues na última quinta-feira (26) pela coordenadora do Abun na Amazônia, a bióloga Carolina Bertsch, à coordenadora do Projeto Harpia, a pesquisadora do Inpa Tânia Sanaiotti, e à pesquisadora do Programa de Capacitação Institucional (PCI/Inpa), Helena Aguiar. O restante está em arquivo digital.

 

Uma das telas, a maior, é da artista Kitty Harvill, idealizadora e coordenadora do Abun, foi premiada pela “Annual Artists For Conservation International Exhibition” da Associação “Artists for Conservation” (AFC), do Canada. A outra é de Bertsch, que também é bolsista PCI do Inpa.

 

tela gaviao real Abun Foto Acervo Tânia Sanaiotti INPA

 

 

A proposta da Abun é que as pinturas sejam reproduzidas em diversos materiais, como camisetas, bolsas e canecas. “Durante 90 dias, os quase 50 artistas de vários lugares do mundo se dedicaram ao gavião-real e produziram as suas obras voltadas para esta espécie ameaçada de extinção”, destacou Aguiar, doutora em Ecologia pelo Inpa.

 

Segundo Tânia Sanaiotti, para o Projeto Harpia é algo novo ter um trabalho voluntário de artistas que doam sua arte, tempo e criatividade em prol da conservação de espécies ameaçadas de extinção. Para a pesquisadora, esse é um caminho que pode adotado para outros grupos taxonômicos, como serpentes, quelônios e mamíferos.

 

Há pinturas a óleo, acrílico, nanquim, ponta de pena, aquarela que são fidedignas à cor, forma e comportamento do animal, mas também desenhos estilizados. “Vestir uma camisa, carregar uma bolsa, ter um quadro ou uma caneca é antes de tudo um trabalho de sensibilização visual. Isso é um avanço para a pessoa gostar e defender a espécie ameaçada”, destaca Sanaiotti.

 

O projeto está trabalhando na captação de recursos junto a instituições a agências financiadoras. As artes não serão comercializadas de imediato. No segundo semestre o projeto definirá como serão reproduzidas as artes, como e onde serão vendidas. Algumas alternativas são vendas online em sites, nos eventos e congressos de conservação, além de espaços físicos de instituições e ONGs que já atuam nessa área.

 

“Estamos construindo os caminhos, porque, como pesquisadores, não temos expertise nessa área e não temos uma instituição jurídica para fazer isso. Queremos agregar pessoas especialistas nisso, que sabem produzir e vender”, disse Sanaiotti.

 

20 anos do Projeto Harpia

 

De acordo com a pesquisadora Tânia Sanaiotti, são realizados vários eventos comemorativos aos 20 anos do “Projeto Harpia”, que iniciou em 1997 como Programa de Conservação do Gavião-real. Ano passado, o projeto fez uma exposição comemorativa na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT/Inpa) e participou da última edição do Circuito da Ciência.

 

 

Gavião real enviado ao Abun Foto Olivier Jaudoin

 

 

 

“Hoje o Projeto Harpia é um programa nacional envolvendo instituições e organizações dos vários biomas brasileiros, e atualmente se reestrutura para incluir os componentes in situ (conservação de recursos genéticos existentes em ecossistemas e habitats naturais) e ex-situ (conservação destes recursos genéticos fora do habitat natural)”, explica Sanaiotti. Além de ter obtido o apoio das comunidades na conservação da espécie, o projeto trabalha com monitoramento por satélite de ninhos e de aves para entender a dinâmica territorial da harpia.

 

Este ano o projeto já realizou exposições e palestras em várias regiões do país, participou de workshops em Foz do Iguaçu, Linhares, promoveu atividades junto aos grupos regionais de Rondônia e da Mata Atlântica. Também fez viagens de campo estimulando alunos das redes de Ensino Fundamental, Médio, Tecnológico e Acadêmicos de Biologia a se mobilizarem em prol da preservação de remanescentes florestais naquelas regiões onde a espécie permanece.

 

O gavião-real como predador de cadeia controla as populações. A sua alimentação preferida é à base de macacos, quatis, preguiças, tatus e porco espinho. A ave faz os ninhos nas árvores mais altas da floresta (média de 35 metros), acima do dossel. Isso garante ao animal caçar, posar nas árvores ao lado e ter uma visão privilegiada para proteger o filhote durante os seis meses em que ele não voa. Além de ouvir muito bem, a harpia enxerga oito vezes mais que o homem.

 

Um dos principais resultados do projeto é a identificação de mais de cem ninhos, na Amazônia, dos quais 40 são monitorados. Outro trabalho importante é realizado com as comunidades ribeirinhas que habitam no entorno das árvores com ninhos de gavião-real. A cada três anos, o casal volta a se reproduzir no mesmo ninho, feito geralmente em árvores de interesse madeireiro, como Angelim, castanheira, samaúma e jatobá.

 

Programa Terra da Gente

 

No último sábado, foi ao ar pela EPTV-Rede Globo a matéria do Programa Terra da Gente, um especial sobre as “Harpias da Mata Atlântica”, com cenas inéditas e imagens impressionantes feitas em campo com as equipes do ES e BA, acompanhadas pela pesquisadora do INPA Tânia Sanaiotti. Assista nos links:

 

bloco 1 http://globoplay.globo.com/v/6678826

bloco 2 http://globoplay.globo.com/v/6678830

Curiosidade marca a primeira edição do Circuito da Ciência do Inpa no Bosque da Ciência

Alunos do 6º ano da Escola Municipal Vicente Mendonça Junior (Grande Vitória) participaram desta primeira edição em várias atividades no bosque da Ciência

Texto e foto de Luciete Pedrosa – Ascom Inpa

 

 

 

Olhares atentos e curiosidade marcaram a vista dos estudantes na primeira edição do projeto Circuito da Ciência, realizada na manhã desta sexta-feira (27), no Bosque da Ciência do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. A atividade fez parte da programação especial de aniversário do Bosque, que completou 23 anos no dia 1º de abril. A atividade prossegue até domingo.    

Alunos do 6º ano da Escola Municipal Vicente Mendonça Junior (Grande Vitória) participaram desta primeira edição em várias atividades como o Planetário, a oficina “As ameaças ao boto vermelho”, Quelônios da Amazônia, Leishmaniose e Doenças de Chagas, Saúde Bucal, além de atividades socioeducativas como “Se eu fosse uma gotinha”, reciclagem de papel, dentre outras brincadeiras.

“Aprendi no Planetário sobre os planetas e as estrelas. O universo é muito bonito que cheguei a me emocionar”, conta a estudante Andreia de Oliveira (12), uma das participantes do Circuito da Ciência.

O projeto Circuito da Ciência acontece sempre na última sexta-feira de cada mês com o objetivo de divulgar os conhecimentos científicos gerados nos laboratórios do Inpa e promover a educação ambiental para os estudantes da rede pública de ensino de Manaus.    

Segundo o professor de Ciências da escola Vicente Mendonça Junior, Gilfran Jean Oliveira, em sala de aula são trabalhadas temáticas de acordo com os livros didáticos e a proposta pedagógica da Semed. “Então, fazemos a teoria dentro de sala e algumas práticas quando se é possível fazer”, explica o professor. “Mas a participação dos alunos no Circuito da Ciência é de grande importância para nós, professores, porque o que é passado na teoria podemos praticar no Bosque da Ciência”, destaca.

Parceiros  

O Centro de Estudos de Quelônios da Amazônia (Cequa) do Inpa foi um dos parceiros que esteve presente na primeira edição do Circuito da Ciência. Bolsistas de Iniciação Científica falaram aos estudantes sobre o conceito geral de tartarugas, de onde vieram, como são e para onde vão, além da importância dos quelônios na natureza, como se reproduzem e como podemos ajudar na preservação e conservação desses animais para que não entrem em extinção.

Cerca de 300 animais estão expostos, o Cequa é um centro, criado em fevereiro de 2015, para desenvolver pesquisas, conservação de tartarugas e educação ambiental. O coordenador geral do Cequa é o pesquisador Richard Vogt.

Outro parceiro que colaborou com o Circuito da Ciência repassando informações sobre o boto vermelho foi o Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA). A bolsista do Programa de Capacitação Institucional (PCI) Louzamira Beviláqua falou para as crianças sobre a importância do boto para a região e as principais ameaças que o animal vem sofrendo por causa das atividades humanas, principalmente pela pesca da piracatinga. O boto é utilizado como isca na pesca da piracatinga, também conhecido com douradinha, no Brasil.

Beviláqua explica que o boto é um animal endêmico (só existe aqui) da região amazônica, e se não o preservamos corremos o risco dele sumir daqui a alguns anos. “Hoje, temos dados de que uma população de botos na região de Mamirauá, próximo a Tefé, vem diminuindo 10% ao ano, e como é um animal emblemático e endêmico temos a obrigação de preservar”, diz.

Participaram do Circuito da Ciência o Laboratório de Leishmaniose e Doenças de Chagas, o Laboratório de Psicologia e Educação Ambiental (Lapsea), alunos de Odontologia da Universidade Nilton Lins, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas), Instituto Soka/Cepeam, Sesc.

Desafio Natureza nas Cidades

O Desafio Natureza nas Cidades 2018 está com atividades no Bosque da Ciência neste fim de semana apresentando o desafio aos visitantes para que se juntem a outros apaixonados pela natureza e participem dessa competição mundial fazendo uma foto de um animal ou de uma planta e compartilhando na plataforma iNaturalist ou no site www.desafionaturezanascidades.com.br.

De acordo com a coordenadora do desafio, em Manaus, a doutora em Ecologia Helena Aguiar, vários grupos de ativistas (observadores de aves e estudiosos de mamíferos) estão espalhados pela cidade como na Ufam, no Parque do Mindu, no Parque Samaúma, na mata ciliar do conjunto Petro e Tiradentes (Aleixo), além da região do Tarumã-açu (próximo à BR-174).

“Esperamos que a população se junte a este desafio e faça o maior número de registro possível da biodiversidade que a cidade de Manaus abriga e que consigamos o primeiro lugar pelo manos no Brasil”, torce Aguiar. “Queremos mostrar que dentro de Manaus há uma biodiversidade significativa tão importante, não só para nós, mas para o planeta”, destaca a coordenadora, ao lembrar que as fotos para compartilhar no banco de dados só valem aquelas tiradas a partir desta sexta-feira (27) até segunda-feira (30 de abril).  

Programa de Apoio à Pesquisa recebe propostas até o dia 4 de maio

Programa visa financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas de conhecimento

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) recebe até o dia quatro de maio as propostas dos interessados em submeter projetos no Programa de Apoio à Pesquisa (Universal Amazonas). O programa  visa financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas de conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento do Estado.

O programa conta com um investimento da ordem de R$ 3,2 milhões. Desse valor, R$ 2,2 milhões serão destinados ao auxílio-pesquisa e R$ 1 milhão para subsídio de bolsas.

Estima-se financiar até 80 propostas no valor de no máximo R$ 40 mil (cada). Os projetos terão prazo máximo de execução de até 18 meses.

 

Entre os requisitos para participar do programa é preciso possuir a titulação de doutor, além de ter vínculo com instituição de pesquisa e/ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no Estado do Amazonas.

A previsão é que o resultado seja divulgado até o mês de junho. A implementação dos projetos seja feita a partir do mês de julho, conforme detalhado no cronograma do edital.

Propostas

As propostas deverão ser apresentadas em Formulário online específico e enviadas por meio eletrônico, via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam) disponível no endereço eletrônico: http://www.fapeam.am.gov.br. Para acessar o formulário o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados. Novos usuários deverão realizar o cadastro no banco de pesquisadores da Fapeam. Além do envio do Formulário online, a submissão da proposta requer a apresentação de documentação complementar a ser anexada ao sistema, como detalhado no edital.

 

Edital Universal Amazonas

 

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Programa de Apoio à Pesquisa recebe propostas até o dia 4 de maio

Programa visa financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas de conhecimento

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) recebe até o dia quatro de maio as propostas dos interessados em submeter projetos no Programa de Apoio à Pesquisa (Universal Amazonas). O programa  visa financiar atividades de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, ou de transferência tecnológica, em todas as áreas de conhecimento, que representem contribuição significativa para o desenvolvimento do Estado.

O programa conta com um investimento da ordem de R$ 3,2 milhões. Desse valor, R$ 2,2 milhões serão destinados ao auxílio-pesquisa e R$ 1 milhão para subsídio de bolsas.

Estima-se financiar até 80 propostas no valor de no máximo R$ 40 mil (cada). Os projetos terão prazo máximo de execução de até 18 meses.

 

Entre os requisitos para participar do programa é preciso possuir a titulação de doutor, além de ter vínculo com instituição de pesquisa e/ou ensino superior ou centro de pesquisa, públicos ou privados, sem fins lucrativos, com sede ou unidade permanente no Estado do Amazonas.

A previsão é que o resultado seja divulgado até o mês de junho. A implementação dos projetos seja feita a partir do mês de julho, conforme detalhado no cronograma do edital.

Propostas

As propostas deverão ser apresentadas em Formulário online específico e enviadas por meio eletrônico, via Sistema de Gestão da Informação da Fapeam (SIGFapeam) disponível no endereço eletrônico: http://www.fapeam.am.gov.br. Para acessar o formulário o proponente deverá utilizar seu login e senha previamente cadastrados. Novos usuários deverão realizar o cadastro no banco de pesquisadores da Fapeam. Além do envio do Formulário online, a submissão da proposta requer a apresentação de documentação complementar a ser anexada ao sistema, como detalhado no edital.

 

Edital Universal Amazonas

 

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