A mulher do século XXI: desafios, dilemas e oportunidades

Dia Internacional da Mulher, 8/3, tantas conquistas a serem alcançadas, tantas batalhas que parecem estar longe de serem vencidas, as mulheres em pleno século XXI ainda precisam lutar por igualdade, direitos, respeito, saúde, segurança e levantar muitas bandeiras.

Perguntamos às mulheres que trabalham no Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), quem é a mulher do século XXI, seus desafios, dilemas e oportunidades? Acompanhe algumas respostas a respeito do assunto.

Da esquerda para a direita: Muriel Saragoussi, Marinete Martins e Jacirema Gonçalves. Foto: Eduardo Gomes

“A mulher do Século XXI é a mulher da coexistência: (a) mulher ainda sem acesso aos avanços científicos e tecnológicos da contemporaneidade, vivendo em contexto cultural marcado pela visão de mulher como mãe, da casa e da família; (b) mulher que agrega ao seu papel de mãe e cuidadora da família, o trabalho fora do lar, em que a competitividade, o capitalismo e a luta de contrários na sociedade lhe impõe desafios cotidianos a superar; (c) a mulher  que se estabeleceu, com sua resiliência, impondo-se ao mostrar à sociedade que não deveria haver diferenças de sexos, visto todos serem humanos”  –  Jacirema Goncalves.

“É aquela mulher que busca mudar sua história, está preparada para assumir novos desafios,  está engajada em movimentos, para transformar a sociedade em defesa dos seus direitos e proteção, também, em mudar a visão que as culturas possuem sobre sexo feminino, está em busca da conquista por espaço mais igualitário dentro do ciclo da sua convivência, e principalmente essa mulher que vem lutando pelos seus objetivos, realizações pessoais e profissionais” – Marinete Martins.

“A mulher do século XXI é ecofeminista: não aceita as relações de poder estabelecidas pelo patriarcado, não aceita o racismo, o sexismo, o especismo, as desigualdades sociais nem a exploração insustentável da natureza. A mulher do século XXI continua cooperativa, solidária e assume o seu papel de mudar a sociedade para melhor, a partir de um olhar feminino e feminista. A mulher do século XXI não é uma cópia dos homens do século XX. A mulher do século XXI tem ou não tem filhos, tem ou não tem carreira, tem ou não tem parceiro(a)(s). A mulher do século XXI é … o que ela quiser”! – Muriel Saragoussi.

Da esquerda para a direita: Carla De Paula, Luciene Araújo e Alessandra Nava. Foto: Eduardo Gomes

“O reconhecimento que hoje as mudanças estão fazendo efeito. O feminismo é tão importante como o ar que respiramos”. Alessandra Nava.

“A mulher do século XXI é uma mulher politizada, versátil e  empoderada. É uma guerreira incansável. Seu desafio ainda é o alcance da igualdade no mercado de trabalho e na política. Seu dilema ainda é a tríade: família, trabalho e vida pessoal. Essa mulher vencedora de tantas batalhas, busca a cada dia oportunidades em todos os campos”. Luciene Araújo.

“Herdeira de todas as mulheres que lutaram para afirmar o protagonismo feminino perante à sociedade, a mulher do século XXI é aquela que possui voz ativa e que ocupa vários espaços. Cidadã que clama pela liberdade e direito de expressão, não silencia diante das desigualdades, desconstrói conceitos, não permite opressões e está na linha de frente na tomada de decisões importantes. Mesmo diante de tantas conquistas, as lutas por empoderamento, respeito e direitos sociais ainda são os desafios neste processo de construção, aceitação e pertencimento”. Carla De Paula.

Rita Bacuri. Foto: arquivo pessoal

“Não sei seus dilemas e oportunidades mesmo porque cada ser tem um jeito diferente de lidar com estas particularidades. Umas transformam desafios em oportunidades. Outras transformam oportunidades em dilemas. Uma maioria, quase esmagadora, transforma desafios e dilemas em oportunidades de ser e viver.  A mulher do século XXI é aquela que deve escolher para si o caminhar ombreado com seus pares,  em todos os aspectos e setores da vida em sociedade”. Rita Bacuri.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

A mulher do século XXI: desafios, dilemas e oportunidades

Dia Internacional da Mulher, 8/3, tantas conquistas a serem alcançadas, tantas batalhas que parecem estar longe de serem vencidas, as mulheres em pleno século XXI ainda precisam lutar por igualdade, direitos, respeito, saúde, segurança e levantar muitas bandeiras.

Perguntamos às mulheres que trabalham no Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), quem é a mulher do século XXI, seus desafios, dilemas e oportunidades? Acompanhe algumas respostas a respeito do assunto.

Da esquerda para a direita: Muriel Saragoussi, Marinete Martins e Jacirema Gonçalves. Foto: Eduardo Gomes

“A mulher do Século XXI é a mulher da coexistência: (a) mulher ainda sem acesso aos avanços científicos e tecnológicos da contemporaneidade, vivendo em contexto cultural marcado pela visão de mulher como mãe, da casa e da família; (b) mulher que agrega ao seu papel de mãe e cuidadora da família, o trabalho fora do lar, em que a competitividade, o capitalismo e a luta de contrários na sociedade lhe impõe desafios cotidianos a superar; (c) a mulher  que se estabeleceu, com sua resiliência, impondo-se ao mostrar à sociedade que não deveria haver diferenças de sexos, visto todos serem humanos”  –  Jacirema Goncalves.

“É aquela mulher que busca mudar sua história, está preparada para assumir novos desafios,  está engajada em movimentos, para transformar a sociedade em defesa dos seus direitos e proteção, também, em mudar a visão que as culturas possuem sobre sexo feminino, está em busca da conquista por espaço mais igualitário dentro do ciclo da sua convivência, e principalmente essa mulher que vem lutando pelos seus objetivos, realizações pessoais e profissionais” – Marinete Martins.

“A mulher do século XXI é ecofeminista: não aceita as relações de poder estabelecidas pelo patriarcado, não aceita o racismo, o sexismo, o especismo, as desigualdades sociais nem a exploração insustentável da natureza. A mulher do século XXI continua cooperativa, solidária e assume o seu papel de mudar a sociedade para melhor, a partir de um olhar feminino e feminista. A mulher do século XXI não é uma cópia dos homens do século XX. A mulher do século XXI tem ou não tem filhos, tem ou não tem carreira, tem ou não tem parceiro(a)(s). A mulher do século XXI é … o que ela quiser”! – Muriel Saragoussi.

Da esquerda para a direita: Carla De Paula, Luciene Araújo e Alessandra Nava. Foto: Eduardo Gomes

“O reconhecimento que hoje as mudanças estão fazendo efeito. O feminismo é tão importante como o ar que respiramos”. Alessandra Nava.

“A mulher do século XXI é uma mulher politizada, versátil e  empoderada. É uma guerreira incansável. Seu desafio ainda é o alcance da igualdade no mercado de trabalho e na política. Seu dilema ainda é a tríade: família, trabalho e vida pessoal. Essa mulher vencedora de tantas batalhas, busca a cada dia oportunidades em todos os campos”. Luciene Araújo.

“Herdeira de todas as mulheres que lutaram para afirmar o protagonismo feminino perante à sociedade, a mulher do século XXI é aquela que possui voz ativa e que ocupa vários espaços. Cidadã que clama pela liberdade e direito de expressão, não silencia diante das desigualdades, desconstrói conceitos, não permite opressões e está na linha de frente na tomada de decisões importantes. Mesmo diante de tantas conquistas, as lutas por empoderamento, respeito e direitos sociais ainda são os desafios neste processo de construção, aceitação e pertencimento”. Carla De Paula.

Rita Bacuri. Foto: arquivo pessoal

“Não sei seus dilemas e oportunidades mesmo porque cada ser tem um jeito diferente de lidar com estas particularidades. Umas transformam desafios em oportunidades. Outras transformam oportunidades em dilemas. Uma maioria, quase esmagadora, transforma desafios e dilemas em oportunidades de ser e viver.  A mulher do século XXI é aquela que deve escolher para si o caminhar ombreado com seus pares,  em todos os aspectos e setores da vida em sociedade”. Rita Bacuri.

ILMD/Fiocruz Amazônia, por Marlúcia Seixas

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *